Pergunta de final de semana: O que você fará neste restinho de ano?

Pois é, 2/3 de 2012 já passaram. Não voltam mais. Pode parecer que falta muito tempo, mas se você não se deu conta de que já se passaram 8 meses, então o que sobra é só um restinho mesmo. E vai passar muito rapido. Mas se você vem tentando tirar o máximo deste ano, 4 meses serão um longo e proveitoso tempo. Em 31 de Dezembro de 2011 eu escrevi o artigo 10 missões para você em 2012. Pelo menos eram 10 objetivos meus que resolvi compartilhar com todos e quem sabe outras pessoas também poderiam se valer de alguns destes objetivos. Em um balanço hoje, pelo menos 7 ou 8 destes objetivos estão concluídos ou em fase de conclusão. Alguns destes tenho que ir mantendo até o final do ano. Mas tem dois deles que eu ainda não mexi muito. Desta forma, vou ter que intensificar.

Não me preocupo em ficar velho. Até mesmo tenho um desprendimento com esta coisa de idade que muitas vezes não sei a idade que tenho e faço as contas quando me perguntam. O que tento fazer é aproveitar o tempo ao máximo, fazendo coisas que julgo importantes e úteis para o meu desenvolvimento pessoal, profissional, etc. Olhando os 8 meses que já se passaram, tenho um sentimento duplo. De realização por algumas coisas que fiz. Mas também uma certa ressalva, achando que eu poderia ter sido mais intenso em muitos momentos. Então, resta que eu viva estes ultimos 4 meses de 2012 de uma forma que compense um pouco este sentimento. E é isso que vou fazer. Pé no fundo nos últimos meses do ano.

A pergunta de final de semana é: O que você fará nestes últimos 4 meses do ano de forma a tornar inesquecível este período? Como fazer 2012 valer muito a pena ter vivido?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver sem saber o que fazer ou perdido no tempo, resgate as suas missões para o ano. Desdobre-as em ações práticas, para serem realizadas como compromissos urgentes. Assim você progredirá em direção ao seu sonho.

Bom final de semana e vivam por seus objetivos.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: O que você fará neste restinho de ano?

O mundo vai acabar em 2012

Pois é, mais uma vez estamos enfrentando o tantas vezes anunciado o fim do mundo, mas parece que desta vez é sério, porque vem referendado pela sabedoria ancestral dos astrônomos maias.

Quero deixar claro que discordo desta teoria porque para mim todas as previsões anteriores foram sérias, afinal o mundo termina toda vez que um ciclo se encerra para dar lugar a uma nova fase – seja em negócios, relacionamentos e até na própria vida. Desta forma todos que passaram por situações de fim/recomeço já vivenciaram o seu fim do mundo particular.

Segundo a NASA, o fim do calendário Maia tem o mesmo significado do fim do calendário do distribuidor de gás na sua geladeira: o fim de um calendário.

O que eu acredito é que devemos vivenciar cada etapa em sua plenitude para que, quando ela chegar ao seu final, a gente possa comemorar a sua importância em nossas vidas.

E como não sabemos quanto tempo vai durar este ciclo (se serão décadas, anos ou meses), seria interessante encarar 2012 como o último ano de nossas vidas: como trataríamos as pessoas que amamos? Que concessões faríamos a nós mesmos? Para quem pediríamos desculpas e a quem perdoaríamos?

É bem provável que não tenhamos que passar pela experiência traumática de uma mudança radical em escala planetária. Mas se nos focarmos em vivenciar e difundir a felicidade hoje, teremos não o fim, mas o começo de um mundo melhor.

Por isso eu desejo aos colegas do Pensador Mercadológico e aos nossos leitores, um feliz 2012 e todos os anos que virão depois dele.

Leandro Morais Corrêa
Jornalista/Pós-Graduado em Marketing
leandromoraiscorrea.wordpress.com
Diretor da Business Press Inteligência em Comunicação e Marketing
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O mundo vai acabar em 2012

Tudo igual, mas diferente.

Alguns anos atrás recebi uma mensagem de final de ano. Em outras palavras dizia mais ou menos assim. Um outro ano passou. Tudo igual, mas diferente. A cada final do ano é a mesma coisa. Nesta época um turbilhão de lembranças nos vem à cabeça cada vez que pensamos em tudo aquilo que nos aconteceu. O ritmo alucinado do verão, dos projetos e trabalhos, das incríveis partidas de futebol (e aquelas que jamais aconteceram), dos amores que vieram, dos que se foram, das amizades que se revelaram, e daquelas que se ofuscaram. Lembramos dos presentes que demos e dos que recebemos, das vezes em que o telefone tocou sem parar e das em que ficou insuportavelmente mudo.

Depois de todas as lembranças ainda fica a sensação de que o ano passou rápido demais. Será que ele que passou rápido ou nós que estivemos imersos o tempo todo nas nossas vidas? E no fim de tudo chegamos à conclusão que foi um ano como todos os outros. Com aventuras, felicidades, erros e acertos, vitórias e derrotas. E grandes conquistas. Como cabe a toda vida que é realmente vivida na sua plenitude. Com todos os seus riscos e prêmios.

Mas ainda há uma coisa a ser feita este ano antes que ele acabe. É agradecer. Por tudo aquilo que tivemos, pelo que foi vivido, que foi lembrado (ou esquecido), sentido e realizado. E é aí que entram vocês. Nenhuma destas lembranças teve seu espaço sozinha. Nenhum dos sonhos foi solitário. Todos os momentos tiveram e tem a participação de vocês. Na palavra, no gesto, no olhar, no ombro, no comentário ou pelo botão curtir. Seja ao lado, ou seja ao longe (essa internet nos ajuda muito).

Portanto obrigado! Aos leitores, pensadores, publisher, críticos e amantes do branding e do marketing.

Por enquanto 2012 ainda é um enigmático conjunto de números, do qual muito pouco sabemos. Mas desejo que nele continuemos a ter estes momentos. Que tenhamos mais sucesso, festas, viagens, desafios cumpridos, folclores para contar e rir, grandes textos, amigos para compartilhar, promessas a cumprir (e a quebrar), saúde, novos negócios e dinheiro. E o desejo de um ano cheio de novas lembranças. Como este que se vai. É isso gente. Novos sonhos e esperanças. Tudo igual, mas diferente.

Felipe Schmitt-Fleischer

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Tudo igual, mas diferente.

Não desperdice todo seu tempo com dúvidas: Jogue moedas ao ar!

Em 2010 encerrei o ano com o post Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção. Final de ano é propício para reflexões de todo tipo, sobretudo aquelas relativas às escolhas que fazemos e que nos tornam quem somos. De todo tipo, desde as pessoais às profissionais. Alguns preferem acreditar que a vida nos leva. Outros tomam com as mãos o destino. Mesmo que as rotas não sejam retilíneas, tendo um ponto adiante, fica mais fácil definir qual a decisão mais acertada.

 

Uma coisa é certa. Mesmo com toda dúvida, incerteza e aleatoriedade, ainda temos parte importante do jogo. No post “Se você quiser ser bem sucedido, duplique sua taxa de fracassos!” mergulhamos no universo das possibilidades. E descobrimos que você ainda pode fazer a diferença. Facilite a jogada, tire um pouco do peso sobre os ombros e mova-se. Se não souber o que fazer jogue uma moeda ao alto e cada face seja um caminho a seguir. Não que o resultado vai te indicar o certo a fazer. Mas naqueles diminutos instantes que a moeda irá girar no ar, você inconscientemente irá torcer por um resultado. Está aí!

Será o certo? Talvez. Mas não desperdice todo seu tempo com dúvidas. Vimos em Velhas Tradições, Novas Estratégias que o tempo é muito mais valioso que o dinheiro. Isso vale para as marcas e vale para nós. 2011 serviu para construir um pouco de uma parte importante da sua história. 2012 servirá para continuá-la. Aqui ou em outro lugar. Esqueça o que te contaram sobre vestir a camiseta da empresa. Você deve vestir a sua camiseta. Se não gerir sua carreira, ninguém irá fazer isso por você. E a vai acabar priorizando quem apenas te escolheu como uma opção.

E nesse jogo de pensar e fazer, lembre-se que o planejamento é como uma dança da chuva. Você pode fazê-la e até não começar a chover. Mas você aprendeu a dançar. E isso já valeu. E nesse ritmo, das prioridades e dos movimentos, lembre-se sempre que o que se leva, são aquelas almas que você tocou. A pesquisa de John Izzo sobre do que nos arrependemos em Escolhas Ousadas, mostrou que tentar vale é muito mais forte que o medo do fracasso. E no final das contas o dinheiro é esquecido e o que fica são as pessoas. E nessas escolhas, valem os amigos verdadeiros. Sejam loucos. Sejam santos.

Felipe Schmitt-Fleischer

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