Tem gente que ama o que voce odeia

Em todas as profissões existem atividades que não se gosta muito de fazer. Isso faz com que muitos profissionais fujam destas atividades. Ao deixar de faze-las, algumas consequências aparecem. Imagine um dentista que odeia fazer os procedimentos do plano odontológico que é vinculado. Ele não faz direito ou perde os prazos, portanto, não recebe em dia ou o valor total que deveria. Imagine um contador que odeia a burocracia e a papelada para se preencher uma declaração de imposto de renda. Imagine um empreendedor que não gosta de se relacionar com pessoas. Tente entender um vendedor que não gosta de executar o processo comercial. Em todos estes casos, consequências irão surgir. Talvez algumas bem desagradáveis.

Tem vendedor que não gosta de prospectar. Em determinado dia acorda e, mesmo tendo se programado para realizar ligações de prospecções, decide: “Hoje não vou prospectar ninguém. Não estou com saco para isso”. Tomara que seus concorrentes também não estejam com saco no dia de hoje! Planejamento, prospecção, abordagem, demonstração, fechamento, pós-venda, tarefas administrativas, atividades de inteligência comercial, tudo são elementos que compõem a vida de um vendedor. Você tem que tomar uma decisão na vida: Você quer ser vendedor, amar todas estas atividades, executando-as periodicamente? Não tem como ser vendedor, pelo menos um que tenha um alto valor no mercado, sem amar estas atividades e fazer repetidamente.

Lembre sempre que tem gente que ama o que você odeia. E se essa pessoa odiar menos coisas do que você, provavelmente irá contagiar mais gente com seu entusiasmo. E nesta corrida pelo sucesso, você comerá muita poeira. E isso acabará fazendo com que você ame ainda menos o que tem que ser feito para mudar o cenário. Desta forma aconselho: pegue uma folha, passe um risco e a divida no meio. Em um lado do risco coloque o que você ama fazer em vendas. E no outro, o que você odeia. Agora decida ser um vendedor e colocar tudo no campo “eu amo fazer”. O que precisa ser feito? Como fazer com que você goste disso? Talvez, com um pouco de ajuste e criatividade se consiga, sem muita dor, ser um vendedor apaixonado pela profissão. E, a partir deste ponto, você irá fazer os demais comer poeira, pois não haverá crise no seu vocabulário.

Boas vendas, saúde e prosperidade

O Brasil precisa de vendedores raça forte

Bons negócios, saúde e prosperidade

 

 

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Tem gente que ama o que voce odeia

Pergunta de final de semana: Você é o tipo de pessoa que levanta a mão?

Eu lembro até hoje, de uma cadeira que fiz na Universidade Federal do RS, no curso de Administração de Empresas. Na cadeira o professor solicitou um voluntário para ser o “presidente de uma empresa”, pois iria simular umas situações lá na frente da aula. Éramos uns 50 alunos na sala. Ninguém levantou a mão para se voluntariar. Ele comentou que em universidades americanas, que ele já tinha dado aulas, quando faz esta mesma pergunta a grande maioria, para não dizer TODOS levantavam a mão, querendo ser o presidente da empresa. Ele deu um sermão na turma e para mim, naquele dia como aluno de um curso, nos primeiros semestres, pensei que para sempre iria levantar a mão para ser o voluntário. A partir desse dia eu pauto a minha vida pela iniciativa e proatividade.

A pergunta de final de semana é: Você é o tipo de pessoa que levanta a mão? Se precisarem de voluntários para um projeto você é o primeiro a se oferecer?

Pense nisso! Da próxima vez que você tiver oportunidade de assumir uma posição de destaque aja logo! Certamente portas se abrirão e você será visto com outros olhos por todos.

Bom final de semana e levantem a mão sempre que solicitado.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1068224

Pergunta de final de semana: Você é o tipo de pessoa que levanta a mão?

É muito “ai se eu te pego” pra pouco “eu vô lá e faço”

Outro dia, li essa frase e pensei alguns minutos sobre seu sentido. Tanto que resolvi escrever sobre. É muito legal ver surgir um fenômeno. E falando nisso, é inegável o sucesso da música que o Brasil e o mundo aprendeu a cantar, independentemente do que acham os críticos. O fato é que ganhou o gosto popular, seja pela letra e coreografia fáceis ou mesmo o ritmo e sentido provocativo..ou seria o conjunto de tudo isso?

Bom, não vem ao caso. Deixemos os demais elementos de lado nesse momento e nos apeguemos à provocação. Sim, é ela que me interessa agora, pois no último post, deixei um questionamento para você: “o quão suscetível à mudança você é?”

Dentro dessa proposta, está até mesmo a mudança de “olhar”, de tentar visualizar determinadas coisas por uma outra ótica e com isso buscar um entendimento maior. Se seguirmos nessa linha, vamos perceber que o tão famoso “se”, que se tornou até mesmo tema musical de cantor de MPB há anos atrás, pode abrir um leque de possibilidades, mas também pode ser utilizado com “escudo”..uma justificativa para a morosidade e para o comodismo. Deixa distante da realidade, praticamente às margens da fantasia àquilo que se está desejando tanto. Sim, me refiro aos que atribuem ao “se fosse dessa ou de outra maneira” uma razão para não ter obtido o sucesso ou felicidade desejada.

Quando me refiro à mudança de uma maneira geral, falo sobre a consciência e exercício contínuo de manter-se aberto à novidade: ideias, percepções, atitudes…enfim, aprender.

A acomodação nos provoca tamanha inércia que não nos permite a prática da análise de um mesmo tema sobre outra perspectiva. É pra isso que o “se” serve.

Porém, “se” sem atitude, de nada adianta.

Pense nisso.

Obrigado pela audiência. Tenha uma ótima semana.

Ah, confira o vídeo abaixo. Aborda o “aprender” de uma forma bem estimulante.


Juliano Colares
Pensador Mercadológico
@juliano_colares

Links recomendados do Pensador Mercadológico
http://www.facebook.com/pensadormercadologico
http://www.twitter.com/blogdopensador

É muito “ai se eu te pego” pra pouco “eu vô lá e faço”

Quanto vale seu metro quadrado?

Refleti sobre o post “Nosso Maior Ativo” escrito pelo pensador Gustavo Campos e com o cuidado de não me tornar redundante, coloco um ponto de vista que vai de encontro à questão de construção de credibilidade de um profissional.

Com o passar dos anos fui entendendo a importância daquele famoso “frio na barriga” que temos quando nos deparamos com uma situação que nos desafia. Seja um novo emprego, uma nova responsabilidade, uma grande decisão.
Esse tipo de sensação funciona quase como um sinal de alerta, o qual nos diz que estamos entrando em uma “zona desconhecida”, cujos riscos podem resultar em perdas que algumas vezes são irreparáveis e onde o uso da cautela é mais do que necessária. É primordial.

O fato é que as pessoas reagem de diferentes formas a essa sensação. E utilizar “cautela”, significa respeitar o desafio que está sendo imposto. É analisar riscos, e com humildade ter a atitude de falar “não” se necessário.
Einstein já falava “Não se pode resolver um problema no mesmo nível de raciocínio que lhe é apresentado”. Precisa está em um nível superior. Ou seja: pare, pense..tente analisar a situação de pontos de vistas diferentes e obter uma visão do todo e aí sim tome uma atitude.

No mundo corporativo, não é tão comum enxergar esse tipo de comportamento. Muitos, na ansiedade de obter êxito, ganhar pontos com o chefe, conquistar aquela tão sonhada promoção, não se dão conta de tais sinais e cometem erros medíocres. Assumem responsabilidades que não estão aptos, acumulam tarefas e centralizam decisões, fazendo uso de falta de humildade e arrogância em alguns casos. Prejudicam a si e aos demais que se encontram ao redor. O resultado é previsível e mais ou menos dia, a substituição ocorre.

De certa forma, depois de enxergar tantos exemplos bons como ruins, prefiro sempre manter-me atento para dois pontos, encarando-os como hábitos. Procuro lidar com o que realmente está à frente: manter sua atenção para o que está diante de você. O que não está, reserve um tempo para se dedicar …para se planejar. Se você ocupa apenas um metro quadrado no universo, para que manter a cabeça nas alturas? Preocupe-se com o que está na sua frente aqui e agora.

Além disso, tento manter em mente sempre a ideia de que tudo que entra em contato comigo, que orbita esse meu “pequeno mundo”, no qual sou responsável, seja tratado com a devida atenção.Agindo dessa forma, acredito que vou colaborar com os que estão ao meu redor, na medida que receberão um serviço de maior qualidade, bem como estarei contribuindo para valorizar o meu maior ativo.

Obrigado pela audiência.Tenham todos uma ótima semana!

Juliano Colares
Pensador Mercadológico
@juliano_colares

Links recomendados do Pensador Mercadológico
http://www.facebook.com/pensadormercadologico
http://www.twitter.com/blogdopensador

Quanto vale seu metro quadrado?

Entenda que o que você não sabe, você não sabe. Desafie-se a aprender!

Parece tão obvio não? Mas só parece. O fato é que todo mundo sabe, mas pouca gente prática. Ter consciência de nossas limitações não é uma tarefa fácil, ainda mais quando se está buscando  espaço em um ambiente super competitivo.

Lembro muito bem de quando meu ex-colega, Rubem Schiling, retornou de um fórum da NRF, National Retail Federation, ou seja, debate organizado pela federação mundial de varejo e que visa discutir tendências e estratégias inerentes a esse meio. Ocorre anualmente em janeiro nos EUA, mas possui uma versão nacional em SP logo em seguida, normalmente início de fevereiro. Maiores informações estão em http://www.nrf.com, é só conferir. Mas enfim, lembro como hoje, das palavras de Rubem: “foi preciso ir a SP, investir  em uma inscrição para me dar conta de um conceito muito simples, o qual por um motivo ou outro, deixamos de lado”. 

Há diversas situações que nos forçam a tomar  atitudes nem sempre confortáveis em relação a assumir determinadas responsabilidades ou compromissos que não estamos de fato preparados. Pressão por resultados, ansiedade em solucionar problemas, a própria competição por um cargo melhor  e o receio de passar insegurança e despreparo ao superior, levam a essa precipitação, a  essa “imprudência” maquiada de atitude.

Atitude sensata e que se espera de um bom profissional é dizer um “não, eu não sei disso ou daquilo. Procurarei aprender ou alguém que saiba”. Nos dias de hoje, com esse turbilhão de informações nos bombardeando diariamente,  dificilmente teremos condições de captar de forma detalhada cada uma delas.

Veja o caso de Mark Parker, diretor mundial da Nike. Iniciou em 1979 na empresa como designer, foi responsável pela criação da tecnologia Air, bem como da Nike+ (aquela cujo chip eletrônico instalado no tênis, permite a troca de informações com seu ipod) e em 2006 foi nomeado presidente, com o objetivo de crescer nos países emergentes, combater a pirataria e manter as chamas da criatividade e inovação acesas. Tudo isso com a consciência do papel de uma empresa do tamanho da Nike, alicerçado ao objetivo de que em 2050 a empresa seja 100% sustentável.

Um designer não chegaria aonde chegou se no mínimo não tivesse a colaboração de pessoas devidamente preparadas, cada uma na sua função, entendo sua parcela de contribuição e agindo em prol do todo. E é a isso que me refiro. Ter consciência de suas potencialidades e fragilidade é dizer SIM  para muitas situações, bem como NÃO para outras tantas. Só assim, se adquire a maturidade e a credibilidade para buscar novos desafios. Querer “abraçar” o universo sozinho, não levará a nenhum lugar

Aliás, desafio é algo que pode ser exercitado diariamente, tal como escovar os dentes.   Assista o vídeo abaixo e confira.

http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf

Juliano Colares

Pensador Mercadológico

@juliano_colares

 

Links recomendados do Pensador Mercadológico

www.facebook.com/pensadormercadologico

www.twitter.com/blogdopensador

 

Entenda que o que você não sabe, você não sabe. Desafie-se a aprender!

Mova-se, quem tem raiz é planta.

Muitas pessoas adoram dizer que tem raízes. E por esta razão inconsistente, expressa em metáfora, justificam sua inércia diante da quebras de rotina e ameaças a zona de conforto em que se encontram. Isto só por serem estimuladas a mudanças contrárias aos hábitos culturais de suas origens. O lado negativo deste comportamento é o freio que ele provoca na evolução humana. Se o bairrismo, tradicionalismo, nacionalismo, capitalismo, radicalismo, comunismo, petismo, direitismo, socialismo, liberalismo, egoísmo e tantos ismos mais estão incrustados em suas raízes, mova-se, quem tem raiz é planta.

Mover-se é a bola da vez. Aproveitei o tema e contextualizei para dar um pau nessa história de raízes, que prendem as pessoas a lugares fixos, idéias fixas, o que incluo de forma preponderante a casa, o lugar onde nasceu, a família, amigos, escola, trabalho, casamento, relações pessoais e profissionais. O mundo move-se, é fato e talvez por esta razão as pessoas sintam necessidades digamos assim fixas, enraizadas.  Só que hoje ele move-se muito mais rápido, o que deu notoriedade atual a um conceito antigo, tema deste post e que influencia muito nestes hábitos enraizados que eu particularmente condeno. É a mobilidade, que pode ter certeza vai quebrar seus paradigmas.

A mobilidade é um dos fenômenos mais importantes da sociedade contemporânea e talvez tenha sido em todas as sociedades existentes. Uma de suas representatividades mais marcantes é o sentimento de liberdade.

Um ícone clássico para mim deste fenômeno, e também para tentar tirar um pouco da sua cabeça o entendimento do tema somente vinculado as atuais tecnologias, é o filme Easy Rider, de 1969, escrito  por Peter Fonda, Dennis Hoper e Terry Southern. No enredo, dois motociclistas atravessando o sul dos Estados Unidos com suas motos em busca de liberdade.

Isso é mobilidade na essência, o que remete aos hábitos de contracultura, rompedores e ousados, que só trouxeram benefícios a humanidade somente estimulando-a a questionar-se, sair do lugar de onde está e da inércia. Por esta razão é inadmissível nos dias de hoje para quem deseja evoluir, resistir a conceitos e formulas conservadoras sem ao menos compará-las testando novas formas, novas idéias de fazer acontecer o mundo.

A terra prometida, o caminho das Indias, a descoberta da América, o avanço do império Persa, a corrida do ouro, a bicicleta, o primeiro automóvel, a telefonia móvel, os notebooks, tablets enfim, dá para entender um pouco do assunto, afinal, mobilidade trata-se de elemento fundamental da dinâmica demográfica e de interesse direto de pesquisadores. Ela estende-se a diversas atividades sociais e carrega uma série de fenômenos imprescindíveis para compreender as transformações do mundo contemporâneo.

on-the-move-mobility-in-the-modern-western-worldO livro do geógrafo Tim Cresswell, On the move: mobility in the modern westrn world, editado pela Routledge, em 2006, realiza um dos mais completos estudos recentes sobre mobilidade. Com nove capítulos o autor explora de forma muito inventiva e criativa, alguns aspectos interessantes, desde os home offices, os direitos de mobilidade, as mobilidades imigrantes nos aeroportos, além de outras citações em uma tentativa de ampliar a percepção sobre o tema., como faço aqui também.

Pensarmos as formas mais diversas que envolvem a mobilidade e o quanto ela nos ajuda a quebrar barreiras físicas, culturais e conceituais é uma das maiores virtudes de Cresswell neste livro. Uma análise multidimensional, seja focada em movimentos específicos ou em um esforço maior para aprender o significado de grandes processos. Neste sentido, “On the move” é uma leitura obrigatória para quem quer estudar as populações e seus movimentos através da mobilidade, não como um mero número de fluxos casa-trabalho ou campo-cidade, mas sim um dos fenômenos sociais, volto a dizer, mais importantes e complexos do nosso tempo.

Vejam as campanhas da TIM e da Fiat abordando o tema e notem a percepção destas marcas sobre estas mudanças. Não estou avaliando aqui a eficiência das campanhas ou se as marcas são leais ao seu discurso e sim a sacada com relação a este conceito na mudança de comportamento da geração atual com a mobilidade e aproximando suas marcas deste conteúdo.

 

Para exemplificar o efeito nas formas de trabalho por exemplo, muitas empresas paulistas estão incentivando seus executivos a trabalharem em casa para não perderem o tempo de produtividade em deslocamento no trânsito. Em suas atividades a tecnologia proporciona a mobilidade que antes era oferecida pelo automóvel, mas que agora está preso no trânsito.

No jornalismo, minha profissão, por exemplo, os avanços tecnológicos dos dispositivos móveis agregam a sua forma de produção uma nova realidade, que oferece aos repórteres em campo novas condições técnicas e operacionais para o exercício da profissão de forma remota.

As notícias de hoje podem ser produzidas através de um dispositivo móvel, de qualquer lugar a qualquer hora, assim como demarcadas por GPS, fincadas em mapas no momento de sua construção, possibilitando gerar novas informações. São mudanças apontadas e caracterizadas pela digitalização de artefatos e processos, que desencadeiam novos comportamentos no trato com a informação jornalística ao incorporar estes elementos da comunicação móvel. Eles permitem através de um só aparelho, a captação de imagens e sons, produção de textos, diagramação, editoração, edição de imagens e vídeos, além de sua publicação, compartilhamento e demarcação. Tudo isso por uma mesma pessoa, e o mais intrigante, não necessariamente um jornalista. Isso é mobilidade.

John Pavlik (2001) no livro “Journalism and New Media” aborda a questão a partir de um experimento denominado de “estação de trabalho do jornalista móvel” em que o jornalista poderia, por exemplo, com uma câmera digital, um Palm Pilot, ferramentas de reconhecimento de voz e gravador digital e conexões disponíveis produzir uma reportagem contextualizada e a distância. Alguém já viu uma redação de um grande jornal ou telejornal? Quem já viu sabe o impacto que estas constatações de Pavlik implicam nestas mega estruturas.

O jornalismo, assim como outras profissões passa por uma reconfiguração dos seus processos produtivos que no mínimo nos provoca questionar sobre os processos antigos: estruturas fixas, horários fixos, números fixos, padrões e rotinas fixas. O que você está fazendo aí parado? Mova-se, afinal quem tem raiz é planta.

Ary Filgueiras

Jornalista/MBA em Marketing

sócio-diretor da Business Press Inteligência em Comunicação e Marketing

@aryfilgueiras

Pensador Mercadológico

www.pensadormercadologico.com

Mova-se, quem tem raiz é planta.