Pergunta de final de semana: O que você irá fazer?

Dia 19 de Agosto, de acordo com a ONU, comemora-se o Dia Mundial da Ajuda Humanitária. Você pode ver mais sobre isso no seguinte link: http://www.worldhumanitarianday.org/ . No ano passado, em comemoração a este dia, Beyonce, uma grande celebridade mundial, cantou e encantou com a música “I was here”. Ao final da apresentação uma pergunta: O que você irá fazer? Podemos fazer muito mais do estamos fazendo. Pense um pouco na sua rotina e veja as brechas. Será que não existem maneiras de você ajudar mais a sua comunidade ou a alguma entidade beneficente? Se acha que isso não irá mudar o mundo eu lhe digo que isso é um engano. Imagine que se 1% comece a fazer algo. E este 1% contamine com o exemplo mais 1%, e assim sucessivamente, logo teríamos resolvidos muitos problemas de nossa civilização. Se mesmo assim você não encontrou tempo para ajudar, quem sabe contribuir com quem já faz alguma coisa? Quem sabe se associar a WWF e acompanhar as suas ações?

Desta forma, a pergunta de final de semana é: O que você irá fazer hoje para melhorar o seu mundo e, consequentemente, o mundo como um todo?

Pense nisso! Da próxima vez que você achar que você não pode ajudar, reflita novamente. Até mesmo se colocar em ação já será uma ajuda, pois o exemplo contagia.

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Pergunta de final de semana: O que você irá fazer?

O marketing é importante demais para ser deixado nas mãos dos profissionais de marketing

Os seres humanos são seres racionais. E seres emocionais. Quando compramos aquele novo carro nos agarramos nas justificativas da sopa de letrinhas (ABS, EBD, ASR) que mal sabemos o que significam e o que fazem por nós. No entanto, geram conforto na escolha e não nos expõe ao fato que trocamos de automóvel porque nosso vizinho o fez no mês anterior. E não podíamos deixar assim. Diversas marcas, de categorias muito mais prosaicas, atendem estes anseios e nos dão este conforto emocional que precisamos.

 

Em recente estudo a ser publicado na Psychological Science, David Kille, Amanda Forest e Joanne Wood da University of Waterloo, no Canadá fizeram algumas descobertas interessantes. Colocaram alguns casais sentados em cadeiras um pouco bambas em frente a mesas também pouco firmes. E um outro grupo foram colocados outros casais em móveis estáveis. Pediram ambos grupos para avaliarem a solidez de alguns relacionamentos de casais públicos, como Barrack e Michelle Obama, David e Victoria Beckham, Jay-Z e Beyoncé, e Johnny Depp e Vanessa Paradis. Tudo dentro de uma escala numérica, desde sólido ate extremamente vulnerável. Da mesma forma essas pessoas foram convidadas a responder perguntas sobre preferências de comportamento que desejariam em seus parceiros de relacionamento.

Assim como já comprovado em estudos anteriores em que convidados que recebem drinks gelados tendem a perceber frieza nas sua condição social, os casais sentados em móveis bambos demonstraram muito mais insegurança quanto a estabilidade do relacionamento dos outros do que aqueles que estavam em moveis estáveis. Também pontuaram mais alto seu desejo de encontrar parceiros mais estabilizados do que aqueles que não tinha mesas balançando a sua frente. Um pequeno efeito do ambiente a nossa volta provoca mudanças de percepção sensíveis. O que não dizer das marcas que nos colocam uma carga grandiosa de elementos que nos permitem enxergar o mundo de diversos prismas diferentes.

Certa vez comprei uma garrafa de whisky produzido na pequena e remota ilha de Islay, na Escócia. Um lugar selvagem e agreste, onde os monges celtas encontraram refúgio de incursões vikings e os primeiros destiladores contrabandearam sua ‘aquavitae’ ilícita na enseada acidentada e rochosa de Ardbeg. Em sua embalagem apresentava uma frase com alta dose de poesia: “If perfection on the palate exists, this is it.” Isso é muito mais profundo que uma mera campanha de comunicação para converter bebedores. Aliás, o marketing já foi definido como o centro da empresa, sobretudo quando sabemos que a marca torna-se o ativo mais valioso do negócio e o guia para sua estratégia. Assim, a chave do departamento não pode ficar apenas nas mãos de seus profissionais, mas com todos aqueles que são guardiões do valor e do significado das marcas e de suas emoções para as pessoas. Desse modo, a chance da sua relação ficar bamba diminui sensivelmente.

 

 

Felipe Schmitt-Fleischer

http://br.linkedin.com/in/felipeschmittfleischer

http://www.sprbrand.com.br

@fsf11

 

 

Pensador Mercadológico

www.pensadormercadologico.com.br

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as ideias e provocações dos pensadores mercadológicos.

Indicação de links

www.facebook.com/pensadormercadologico

www.twitter.com/blogdopensador

O marketing é importante demais para ser deixado nas mãos dos profissionais de marketing