DICA DE GESTÃO 96 DE 300: Foi só elogiar e já fez cagada!
Em 2002, Daniel Kahneman ganhou o Prêmio Nobel de Economia. Grande coisa se não fosse o fato de ele não ser economista. Ele é psicólogo. E com novos olhos, começou a ver o mundo, suas atividades, ações e reações de outra forma. Começou a entender fenômenos muitas vezes não reconhecidos (ou pelo menos não dado tanta importância assim) pelos nossos amigos economistas, onde o mundo era quase que aceitável dentro de um simulador, um modulador de opções para se identificar o que será de nós e do mercado no dia seguinte. Após crises recentes, vimos o quanto esta “bola de cristal” pode nos mostrar o seu lado oculto. Temos como doutrina que as coisas são o que parecem ser. Achamos que a grama é verde, que as pedras são duras e que a neve é branca. Mas a física já nos mostra que mesmo estes elementos simples, não são bem assim como achamos que eles são. Imaginem a complexa interação de mentes, decisões e interesses que é um mercado. Quase improvável de acertar muita coisa se apoiando em modelos rígidos e puramente lógicos. Aí que entra o caos, o papel do aleatório na nossa vida.
