Tudo começou na sobrevivência, na defesa dos ideais e na conquista do poder e da soberania. Trazido pelos especialistas militares para as empresas, Russel Ackoff e Igor Ansoff, a teoria de planejamento estratégico invadiu as corporações na década de 80 como o “must have” da década. Na sequencia Porter, super analítico, se posiciona como o “estrategista” a ser seguido e reverenciado. Adota e lança no meio empresarial os conceitos de competitividade, cinco forças competitivas, vantagem competitiva e cadeia de valor.
Porter ensinou que deveríamos olhar para fora, para as condições externas do ambiente e compreender os movimentos de mercado. C.K.Prahalad, indiano, traz uma nova perspectiva e defendia o conceito das competências essenciais, de olhar para dentro e conhecer as habilidades e conhecimentos existentes, e daí partir para o máximo atendimento das necessidades do mercado.
Próximo a isso, Gary Hamel lança um conceito de “anorexia corporativa”, que diz que muitas empresas em busca de fazer mais com menos, ou seja, a produtividade, acabam ficando subnutridas e sem forças para aproveitar as oportunidades existentes e que irão surgir. Recentemente conceitos como Business Model Canvas, Oceano Azul, entre outros se popularizam.
As escolas de estratégias se diversificam por diversos nós e bifurcações e nos conduzem a um inicial estado de confusão. Mas ao entende-las você é capaz de “pintar no escuro” ou seja, você entende o poder das ferramentas e quando elas deverão ser aplicadas. Elas orientam a todos e os recursos existentes. Ou seja, tornam a empresa mais produtiva, com menos desperdício. Tudo não serve para todos os modelos de negócios, mas não fazer nada é algo perigoso. Talvez o pior dos pecados que uma empresa pode cometer é não definir uma estratégia clara e comunicar a todos. Acha muito confuso este assunto? Faça o básico e seja simples, mas comece a definir estratégias para alcançar melhores resultados. Estratégia acaba sendo a melhor arma para ser usada em épocas de extrema competitividade, orçamentos apertados e indecisão generalizada quanto ao futuro.
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Gustavo Campos
Publisher do Pensador Mercadológico
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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.
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Principais fontes consultadas para este artigo:
– Minhas experiências pessoais e profissionais
– Um olhar atento de consultor e analista de mercado
– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=347296

