Quando foi a última vez que você encontrou o seu máximo?

Em alguns momentos da minha vida eu sinto que encontrei o meu máximo. Acredito que seja algo semelhante a escalar uma alta montanha e ver aquele sol que poucos viram. Um sentimento de dever cumprido, uma certeza que você fez o que tinha que fazer, mesmo sabendo que ninguém tinha feito antes. Um sentimento de ter efetivamente contribuído para que alguém ficasse melhor depois de você ter tido contato com ele. Eu acredito que temos este poder.

Robert Wong diz que você pode escolher o sucesso se decidir escapar da média. E a sabedoria popular já nos ensina que você não terá uma segunda chance de causar uma boa impressão. Juntando estes dois pensamentos, busco todo o dia ser melhor do que ontem e acreditar que amanhã será melhor do que hoje. Creio que consigo ficar na alta altitude, bem acima da média, em ar rarefeito, por mais tempo. Encontro minhas bordas do meu máximo e as empurro. E sou motivado por outras pessoas, que nestas minhas viagens, encontros e desencontros, fizeram o mesmo e hoje são bem melhores do que eu. Isso tudo me motiva! Não por uma simples ambição de vencer, mas sim pelo vício de aprender mais todo o dia e saber que isso me tornará melhor.

Estou agora em um quarto de hotel, no interior de São Paulo, escrevendo o que senti há poucos minutos. E fiquei interessado em convidar a todos a procurarem encontrar novamente o seu máximo. Ele pode ter cansado de lhe chamar e você não ouvir. Agora ele silenciou. Mas como um bom cão fiel, se você olhar para ele com amor, ele novamente olhará para você e ficará feliz. Amanhã decida dar este passo, empurrar seus limites e encontrar o sol que poucos vêem, o sol de quem encontra o seu máximo.

Bons negócios, saúde e prosperidade

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Quando foi a última vez que você encontrou o seu máximo?

Pergunta de final de semana: Por que valeu a pena?

Uma das coisas mais fantásticas do atendimento coach é, ao final da sessão, quando você pergunta “por que valeu a pena a sessão de hoje?” o cliente (coachee) dá um suspiro profundo tentando organizar as ideias a partir da pergunta e responde: valeu muito a pena! A sensação de dever cumprido de quem conduziu a sessão é muito boa. Fiquei pensando depois de uma destas sessões e conclui que todos os nossos dias deveriam ser assim, acabar com este loooooongo suspiro e uma sensação de VALEU MUITO A PENA TER VIVIDO O DIA DE HOJE.

Certamente que penso que não é por acaso que um dia acaba desta forma. Temos que batalhar muito, colocar o máximo esforço nas decisões e sempre ter uma visão positiva da vida. Confesso que tem dias que planejo alcançar isso mas não consigo. Mas no próximo dia eu acordo com a mesma vontade de conquistar este patamar de realização e dá certo. Um por cento melhor a cada dia, todo o dia, como costumo dizer. Se em um dia as coisas derem tão errado que andamos três passos para trás, no próximo dia temos que avançar quatro ou cinco passos.

Desta forma a pergunta de final de semana é: valeu a pena ter vivido o dia de hoje?

Pense nisso! Da próxima vez que você se pegar reclamando do dia ou pensando que você está em uma maré de azar, que hoje o dia vai dar tudo errado, saiba que você tem como missão viver dias fabulosos nesta sua vida. E grande parte disso tudo depende de como enfrentamos e interpretamos o que acontece conosco.

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Pergunta de final de semana: Por que valeu a pena?

Espumando no sofá

Este conceito aprendi com um dos meus coachees. Ele significa aquele momento que tu chega em casa e parece que a sua estrada de vida bateu em uma parede. Você desaba no sofá, liga a TV, fica tomando algo, zapeando sem destino, vendo o tempo passar. Literalmente, depois de um tempo, tu estarás espumando pela boca, sentado no sofá. Será mesmo que precisa ser assim? Muitas pessoas (digo muitas e se não for o seu caso parabéns) entregam todo o sentido da vida ao trabalho e nada mais. Ao chegar em casa, percebem que não estão mais no papel de líder / chefe e não sabem o que fazer sem o smartphone, a mesa de reuniões, a lista de mails entrando e a correria por vencer a pauta do dia. Algo do tipo: vamos pautar a felicidade e o sentido da vida?

O que fazer para vencer isso? O que fazer para colocar mais significado em uma vida? O processo é simples, mas com alguns passos. Mas um destes passos certamente é como você percebe o seu futuro. Como se imagina? O que deseja realizar? O que deixou de fazer e se pudesse retomaria? O que tu gostaria de fazer se o dinheiro não fosse mais importante na vida? Quais são aquelas coisas que tu gostaria de realizar ainda nesta vida? Qual o legado que você quer deixar para seus filhos e para a sociedade? Como as pessoas lembram de você? Como gostaria que elas lembrassem? E por ai vai, uma saraivada de questionamentos necessários para tirar o entulho e chegar no fundo, onde você, novamente, se encontrará com a sua energia vital. Mãos a obra. Limpe a baba que escorre da boca e comece agora. Defina pelo menos uma coisa que você quer realizar em 30 dias fora do ambiente do trabalho. E persiga.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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– Imagem: http://www.sxc.hu/photo/1327384

Espumando no sofá

O tempo…Ah, o tempo!

Gosto de presenciar como as pessoas utilizam o tempo. Tem aquelas que adoram dormir e se pudessem passariam a vida em uma cama. Tem outros que não podem esperar o dia amanhecer para pular da cama com alta energia e disposição. Alguns adoram TV e quando chegam em casa já ligam e ficam na frente, inclusive jantando com o prato no colo. Muitos destes escolhem restaurantes ao meio dia não pela comida, mas sim por ter ou não TV ligada para comer assistindo alguma coisa. Eu adoro ler e invisto muito do meu tempo nisso, sejam livros impressos, eletrônicos ou artigos e sites descobertos na Internet. Muitos dos amigos que conheço não vivem sem um bar e uma “rodada social”. A melhor parte do trabalho é o final, quando a “confraria” se reúne para conversar, comer e beber. Nestes casos um dia só é completo se passou uma parte dele por uma comanda de bar. E por ai vão inúmeros tipos de pessoas e como se relacionam com o tempo, talvez inúmeros demais para contar.

Na minha opinião, este recurso não é medido em segundos, minutos, horas, turnos, dias, semanas, meses, semestres, anos, ….. Este recurso é medido em momentos de vida. Todos nós deveríamos saber o que desejamos da vida, como iremos nos realizar e como viver de forma mais equilibrada e com mais sentido. Tendo isso presente, você administra suas ações, atividades e pensamentos como desejar. Você não administra o tempo, como muitos cursos pregam. Você administra suas decisões em função dos minutos escassos de vida que você tem. É uma contagem regressiva ou uma corrida em direção a uma reta de chegada. Para muitos casos parece que é uma corrida de 100 metros. Tudo deve ser feito no mesmo instante e agora. Para outros uma longa expedição, com direito a diversas paradas para aproveitar o por do sol, o vento e o som do absoluto silêncio.

Muitos coachees que atendo em sessões particulares de coach, presencialmente ou por Skype, sofrem do mesmo mal: a angústia com o tempo passando. Atacam o seu dia com agendas, aplicativos, relógios, cronômetros, blocos e post its. Mesmo assim, a ansiedade não passa. O foco do ataque está errado. Deveriam atacar o significado das ações e atividades que executam. Uma vida mais equilibrada, uma vida com mais sentido, deveria ser a busca final. Mas enquanto empilharem atividades e compromissos sem um significado maior a ser atingido com a vida o sentimento de falta de tempo continuará. Fazer algo sem saber o que se deseja com aquilo é prejudicial a saúde, poderia ser uma campanha do “Ministério da Saúde” Brasileiro. Portanto parem e pensem um pouco: Como avaliar a minha vida no dia de hoje? Como ser uma melhor pessoa? O que realmente ficaria satisfeito em conquistar em 1, 3 e 5 anos desta data, na esfera profissional e pessoal? A busca do significado pode ser difícil e dolorosa, mas certamente compensa.

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O tempo…Ah, o tempo!

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

E nem vão me chamar para jogar no Barcelona (uma das principais equipes de futebol do mundo, para muitos a número 1). Pelo menos futebol deixou de ser o meu jogo há muitos anos, devido a uma lesão. E mesmo se jogasse até hoje creio que não seria assim tão bom, a ponto de ficar entre os TOP 11 do mundo. Mas na sua profissão, da sua escolha, a que você exerce hoje, o que seria o Barcelona (a melhor colocação ou posição do mundo)? Quem ou o quê ocuparia esta posição? Pense nisso se tiver uma ambição alta na sua vida.

Nos meus trabalhos de coach costumo buscar desenvolver esta ambição, para que os coachees (os que recebem coach, os “clientes”) sempre estejam alinhados com o seu potencial máximo. O interessante é notar que muitas pessoas ainda não tinham pensado sobre o assunto, no máximo se preocupando em estar com algumas metas de cargo (promoção) dentro de sua empresa. Quando definem esta ambição maior para a sua vida, qualquer desafio que antes tinham de promoção, capacitação ou vencer algum traço comportamental indesejado se torna muito simples e pequeno. Isto faz com que a pessoa ande mais rápido para conquistar estas primeiras posições (objetivos primários) que antes eram tidos como algo final, para um futuro distante.

Então mãos a obra! Caneta e papel na mão e pensem profundamente. Depois maturem esta resposta por uns 30 dias. O que seria o seu Barcelona?

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– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1373763

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

Entrevista com empreendedores apresenta: O Life Coach Gabriel Carneiro Costa

Gabriel é um profissional que surpreende. Inicialmente ele parece ser quieto, mas na verdade ele gosta de falar. Mas fala o que agrega. O que mais me chamou a atenção foi a sua capacidade de realização. Antes de dar estes passos que lerão com mais detalhes na entrevista abaixo, ele relatou isso em uma atividade de identificação de sonhos, ainda nos bancos do curso de formação de coaching. Dois anos depois ele já conquistou muito do que havia planejado e eu nem imagino tudo o que ele ainda está sonhando em realizar. Mas uma coisa é certa: ele fará! Muito da forma como ele pensa e age eu me identifico. Acho os produtos dele muito interessante (vocês devem examinar bem de perto) e gostaria de ter criado todos eles (uma inveja branca, com certeza). Inclusive, a logomarca dele, que é um “G” estilizado, bem que eu poderia ter criado para o meu nome, que também começa com um “G”. Ficou muito bacana esta identidade visual e todo o conceito. Então vou deixa-los com um profissional, pai recente, que está em pleno voo em busca de planetas mais distantes. Fiquem atentos no que ele faz.

Pensador Mercadológico: O que é o seu negócio para você? Em que área(s) atua? O que oferece e para quem?

Gabriel: Sou profissional de Life Coach (ou Coach de Vida). O meu foco é atuar junto às pessoas para ajustar o conceito de vida desejada com a vida atual. Um profissional especializado em uma espécie de “gestão da mudança”. Não me proponho a definir o que seja ser feliz, mas sim ajudar as pessoas a agirem em prol daquilo que elas mesmos definem como uma vida mais feliz. Atuo com atendimentos individuais no meu escritório e desenvolvo uma plataforma de workshops vivenciais, baseado em técnicas de Coaching de Vida, psicologia positiva, neurolinguistica e análise transacionais. São encontros intensos em prol de mudanças desejadas. Chama-se DNA – Dinâmicas Norteadoras para Ação. Além disto, realizo palestras sobre os temas felicidade autêntica, equilíbrio pessoal, plano de ação e relações positivas. Estas palestras costumo realizar em eventos relacionados ao tema e a empresas que buscam oferecer este tipo de reflexão aos seus colaboradores. E por fim, estou iniciando minha carreira como escritor, lançando em todo o Brasil o livro “O Encantador de Pessoas“. Trata-se de um livro baseado nas minhas próprias experiências, no compartilhamento das jornadas com meus clientes e das vivências ocorridas nos workshops.

 

Pensador Mercadológico: Conte um pouco a história de seu negócio? Como você veio parar onde está hoje?

Gabriel: Comecei a estudar o comportamento humano há mais de treze anos. Durante muito tempo, era apenas uma área de estudo e de debate com colegas e amigos. Em paralelo à isto, eu era empresário da área de marketing, de uma empresa que fundei e fui sócio por oito anos. Em determinado momento da minha vida, entrei em um processo de total insatisfação com a minha carreira. Mesmo ganhando dinheiro, reconhecimento e visibilidade (a agência cresceu em um ótimo ritmo, tendo mais de 30 colaboradores e clientes em todo Brasil), percebi que não era isto o que me movia. Optei por iniciar o trabalho como Coach, e neste momento criei o primeiro workshop vivencial (DNA). Rapidamente minha agenda começou a ficar apertada e o DNA se tornou procurado. E desta forma, optei por fazer um doloroso e intenso processo de ruptura e mudança. Me propus mudar como pessoa, como profissional, como homem. Vendi minha empresa e me dediquei exclusivamente a esta carreira. De lá pra cá muitas palestras surgiram, diversos clientes passaram pelo projeto de Coaching comigo e a plataforma DNA cresceu, tendo hoje mais de 6 módulos diferentes.

Pensador Mercadológico: Qual o diferencial que você busca entregar com seus negócios?

Gabriel: Meu maior objetivo como entrega, é ajudar as pessoas encontrar o caminho para ter uma vida mais feliz. Como dito antes, não proponho fórmulas de felicidade, mas sim ferramentas, provocações e reflexões que inspire as pessoas a encontrar um caminho encantador para suas vidas. E uma vez o plano montado, meu foco é na ação destes clientes. Afinal, planejar é base, mas a vida só se transforma é na ação.

Pensador Mercadológico: Por que o que faz é importante para as empresas/pessoas?

Gabriel: As pessoas estão carentes de crenças que podem ter uma vida mais feliz. E as empresas estão com dificuldades de equilibrar os conceitos de satisfação pessoal e equilíbrio com os resultados que a mesma precisa alcançar. É um tema debatido por todos, mas com pouca ação em prol de mudanças. Pessoas felizes e satisfeitas produzem mais. E produzir mais, tornam as pessoas mais satisfeitas. É um ciclo positivo, oposto do que estou acostumado a ver. Atualmente as pessoas estão se sentindo mal nas suas carreiras, afetadas pelo excesso de pressão do ambiente empresarial, com relações negativas. Assim, produzem menos, e se tornam ainda mais infelizes.

 

Pensador Mercadológico: Como iniciou esta ideia? Qual foi a oportunidade identificada?

Gabriel: Estudo isto há muitos anos. E a idéia surgiu das minhas próprias angústias e dores. Percebi que não estava sozinho nesta procura por uma vida melhor, sem abrir mão de encontrar uma carreira que me satisfaça e que me dê bons resultados financeiros. Esta foi a maior inspiração! Consegui identificar esta carência e justamente por ter vivido este dilema, tornou-se mais fácil encontrar uma forma de ajudar as pessoas a trilharem as suas próprias jornadas. Com o crescimento da procura pelos workshops DNA, pude compartilhar outras experiências, outros dilemas e outras reflexões. E desta forma foram surgindo outros módulos do DNA, sempre mantendo o foco na satisfação pessoal, equilíbrio e sentido da vida. Toda esta experiência eu acabai “catalogando” para poder entender o que difere as pessoas que se consideram felizes das demais, e assim surgiu o livro “O Encantador de Pessoas”.

Pensador Mercadológico: Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Gabriel: Observando pelo ponto de vista emocional, acredito que a maior dificuldade é lidar com o medo. Empreender é não ter a certeza de que estamos tomando as melhores decisões. A melhor forma de lidar com questões ligadas a ansiedade, é trabalharmos com maior planejamento possível, além de estarmos convictos, ao menos, do nosso propósito nesta caminhada.

Pensador Mercadológico: Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Gabriel: Defino em duas palavras: Propósito e Ação. Uma vida sem propósito torna-se rasa, e uma vida sem ação não se alcança aquilo que se deseja. Sempre há opções e caminhos. Nós é que precisamos ter foco e concentração para enxerga-los e energia para caminhar o percurso.

Pensador Mercadológico: O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Gabriel: Sim. Acredito que isto se aplique a todos os negócios. Mas no meu caso específico, é fundamental pois trabalho com pessoas e portanto trabalho com medos, angústias, dilemas, tristezas. Da mesma forma que também trabalho com alegrias, euforias, sonhos, desejos e planos. É muito importante nunca parar de estudar e de se atualizar. A vida é muito dinâmica para vivermos com as mesmas certezas por tanto tempo. Além disto, na minha profissão também é muito importante gostar de trabalhar com pessoas e possuir habilidades relacionais.

Pensador Mercadológico: Qual a sua meta para 05 anos com todos estes negócios?

Gabriel: Nos próximos 5 anos quero saltar de palestrante nacional para nível internacional, fazendo com que o livro seja publicado em outros idiomas, em outros países. E com relação a plataforma DNA, temos uma meta de nos próximos 5 anos, acumularmos um total superior à 4.000 participantes.

Pensador Mercadológico: Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Gabriel: Toda relação a dois pode dar certo. E o que mais equilibra e motiva este tipo de relação é o diálogo. É ele que sustenta a jornada quando envolve mais pessoas. É muito importante que as pessoas possam se abrir e firmar acordos, deixando claro papéis e expectativas alinhadas. Obviamente problemas na relação societária continuarão existindo, mas são as conversas e os acordos que tornam o ambiente menos pesado e mais assertivo.

 

Pensador Mercadológico: Fale um pouco mais sobre a plataforma DNA. O que é? Para quem? E como as pessoas podem pegar maiores informações?

Gabriel: Nas perguntas anteriores contei um pouco como o DNA surgiu. Hoje é uma plataforma, na qual é administrada em parceria com o também Coach Tiago Lemos. Eu sou o responsável por todo o conteúdo e aplicação, e o Tiago pela parte de gerir o DNA como um negócio em si. Hoje temos diversos tipos de workshops que podem ser entendidos no link www.venti.com.br/dna . Todos eles tem em comum três palavras-chave: auto-conhecimento, afeto e permissão. Auto-conhecimento pois são cursos vivenciais onde o participante reflete a respeito da sua própria vida. Afeto pois em tudo o que faço acredito no poder da emoção, visto que é ela quem de fato desperta o gatilho para agirmos em prol dos nossos sonhos. E a permissão como estímulo para as pessoas visualizarem que é possível ter uma vida melhor. Todos eles são aberto ao público em geral, em qualquer situação, visto que as ferramentas são aplicadas nas mais diversas áreas de vida. O foco é sempre provocar uma mudança positiva na jornada de cada um.

Pensador Mercadológico: No Facebook você relatou que sonhava em viver profissionalmente como palestrante e escritor. Como está sendo esse momento para você? Como você construiu este momento?

Gabriel: Muito bom! É um sonho sendo realizado. Não foi fácil, mas foi possível. Como muitas coisas na vida, que as vezes podem não parecer fáceis (porque de fato não costumam ser), mas são possíveis. O ritmo deste crescimento acabou sendo mais rápido do que imaginava e o maior presente é receber feedback das pessoas que conseguiram mudar a partir do meu trabalho. Eu especificamente, não mudei ninguém. São as pessoas que se permitem mudar diante do que faço. E esta é a maior recompensa. O livro e as palestras tornam este recado mais de massa, e é justamente este o meu maior propósito.

 

Pensador Mercadológico: E sobre o seu livro que sai em Abril de 2013? Como é esta história? Para quem você recomendaria o livro?

Gabriel: O livro será lançado oficialmente em Porto Alegre, dia 11 de abril, 19:00 na livraria Cultura do Bourbon Country. Após este evento, terei uma série de eventos pelo Brasil pois em parceria com a editora Integrare (de SP), o livro receberá destaque nas principais redes de livrarias do país. A ideia deste livro surgiu quando comecei a comparar as pessoas que conseguiam chegar onde desejavam das demais. Utilizei experiências próprias, de clientes de Coaching e de participantes dos workshops. E neste estudo, pude perceber que existem traços em comum entre estes dois perfis de pessoas. De forma leve e fácil, escrevi um livro para qualquer pessoa pois acredito que não há idade para sonhar, planejar e agir em prol de uma vida mais satisfatória. Ao longo do livro me preocupei em abordar os maiores dilemas contemporâneos: carreira, dinheiro, casamento, sexo, filhos, equilíbrio, sentido da vida e saúde.

Pensador Mercadológico: Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

Gabriel: Tenho um blog, que nos próximos dias se transformará em um site maior, no endereço www.gabrielcarneirocosta.com.br  ou por e-mail coach@gabrielcarneirocosta.com.br

 

Entrevista com empreendedores apresenta: O Life Coach Gabriel Carneiro Costa

Pergunta de final de semana: Você está explorando todos os ângulos?

Estava escrevendo no sofá e conversando com uma pessoa ao mesmo tempo, em uma sessão de coach. Em um movimento, a tampinha da caneta escorregou da minha mão e caiu. Levei os olhos ao tapete e não a vi. Então voltei novamente a atenção para o coachee até a sessão ser finalizada. Sozinho, examinei o tapete novamente e nada da tampinha. Puxei o tapete e olhei embaixo do sofá. Nada. Mas insisti nisso e até peguei uma lanterna para ver melhor. Nada. Então quando fui me levantar, vi a tampinha em cima da mesa bem num cantinho de uma pilha de livros. Neste momento eu pensei: isso é uma outra perspectiva.

Procurando de onde eu estava, eu poderia ter a melhor lanterna do mundo, mas deitado no chão olhando embaixo do sofá eu não encontraria a tampinha. Só mudando a perspectiva vieram outros resultados.

 

Desta forma, a pergunta de final de semana é: você está explorando todos os ângulos?

Pense nisso! Sempre que possível pense e olhe sob outra perspectiva a sua vida, relações, processos, tarefas e problemas. Talvez você encontre a sua “tampinha” em outro lugar não imaginado.

Bom final de semana e busquem novas perspectivas.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1367006

Pergunta de final de semana: Você está explorando todos os ângulos?

Pergunta de final de semana: Você conhece alguém frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Eu não conheço. Como atendo diversas pessoas como coach, sempre quando inicio um destes processos novos eu testo a clareza do coachee em relação a sua missão pessoal. O que ele realmente se propõe a fazer na vida? O que o motiva? O que ele deseja ser e alcançar? Quais as etapas que ele irá “galgar” para chegar ao ponto que deseja na vida, na profissão e em todas as demais áreas de interesse? Sempre, sem exceção, quando a pessoa está frustrada com a vida, desiludida, ela tem dificuldades de responder estes questionamentos. Por outro lado, pessoas que mesmo que não tenham nunca formalizado estas respostas, mas que possuem um senso de direção claro e estabelecido, mesmo passando por dificuldades, não se sentem frustrados com a vida. Pelo contrário, continuam perseguindo os seus ideais e sonhos. Quando o processo de coach formaliza todos estes aspectos para a pessoa, ela duplica a sua capacidade de realização. É algo fantástico!

Então, a pergunta de final de semana é: você conhece alguém que é permanentemente frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Pense nisso! Da próxima vez que você sentir uma “pontinha” de desilusão, pense em qual a sua missão para o período (dia, semana, mês e ano). Tenha para cada período uma missão. Isso poderá aditivar o seu desempenho e isolar você de sentimentos de derrota, mesmo que esteja passando por momentos bem difíceis na vida.

Bom final de semana e saibam que todas as pessoas tem períodos de altos e baixos, mas poucas tem uma missão a perseguir que os leva mais rápido a vitória.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=257927

 

Pergunta de final de semana: Você conhece alguém frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Você dá feedback ou fodeback?

Não importa o papel ou cargo que você ocupa, em algum momento da sua vida você emitiu um feedback. Algumas pessoas tem extrema dificuldade em dar retorno para alguém. Já outras fazem isso facilmente. O que diferencia um feedback adequado para um fodeback é como você vai fazer isso. Se você quiser ser eficiente terás que planejar e pensar o que você vai dizer e como vai dizer. Do contrário poderá fazer um estrago que será irreversível.

Aplicando isso para as organizações, vejo que muitos líderes cometem erros ao passar um retorno para os seus subordinados. Isso acontece muito hoje em dia. Esporro e agressão verbal não é feedback é fodeback. Acusar e culpar o colega por uma dificuldade que é sua também não é. Magoar alguém com palavras duras e insensíveis só vai piorar o clima de trabalho. Fingir que nada acontece e permanecer no silêncio é uma escolha e uma opinião.

Também existe o cliente mais duro que ao receber o trabalho solicitado pode extrapolar e literalmente te descascar por algo que considerou mal feito. Para algumas pessoas, depois de um tempo bate a culpa, o ressentimento, o arrependimento. Agora outras seguem suas vidas como se nada tivesse acontecido. Mas será mesmo que ajudaram? A resposta é não. Não ajudaram em nada. Só serviu mesmo para detonar psicologicamente falando, quem recebeu o fodeback.

Só que calar, ficar em silêncio e conviver com o problema também tem as suas consequências. Problemas não resolvidos sempre são recorrentes. Eles retornam até que o conflito se resolva. Em alguns laboratórios e práticas de desenvolvimento, percebi que algumas pessoas são peritas em colocar a sujeira toda embaixo do tapete. Isso acontece por falta de coragem em se expor, por querer evitar o conflito, pela competição, para manter uma aparência (seja ela qual for), ou por participar de uma situação ou ambiente que justifique uma atitude politicamente correta. Sinceramente não sei se justifica. Atualmente a pressão por um comportamento padrão e socialmente aceitável é grande e poucas pessoas conseguem romper esta barreira.

Mas sou da opinião que vale a pena sair da zona de conforto, vale a pena sim ter atitude. Você não vai agradar a todos nunca, então comece a praticar. O silêncio é uma forma de passar em branco pela vida, de não ser notado e tampouco reconhecido. Também você vai remoer por muito tempo até digerir tudo que viu e ouviu sem dizer nada.

Então, usarei os conhecimentos da autora Fela Moscovici minha “guru” do desenvolvimento interpessoal para passar para vocês algumas dicas para um FEEDBACK POSITIVO. Em primeiro lugar você precisa ter em mente que a comunicação é a base para transformar um comportamento. Aí vão elas:

  • Você jamais poderá julgar, só vai relatar o evento ou fato acontecido;
  • Deve ser específico e não geral. Procure sempre relatar e citar situações para ilustrar o comportamento;
  • Nunca considere somente as suas necessidades, considere também as do receptor;
  • Precisa ser dirigido: Você deve apontar falhas que o receptor possa mudar e não algo que está fora do alcance;
  • Não deixe para dar o feedback muito tempo depois do ocorrido. Quanto mais tempo passar, menos sentido vai fazer;
  • Após dar o feedback pergunte o que o receptor entendeu. Assim você assegura que a comunicação foi precisa;
  • Mantenha o emocional sob controle, não se altere;
  • O objetivo é de contribuir, elimine da sua mente qualquer opinião que seja destrutiva;
  • Antes da conversa não comente nada com outras pessoas, assim não corre o risco da informação vazar antes do momento certo;
  • Não faça por telefone ou e-mail. Precisa de olho no olho.

Se quiser crescer e desenvolver a sua equipe vai precisar dar e receber muito feedback.  Nas suas relações pessoais contribua, ajude o outro a crescer. Isso é mostrar que você se importa, que prima pelo desenvolvimento.

Comece aos poucos, com um passo de cada vez! Verás em pouco tempo os resultados.

Para saber mais sobre desenvolvimento interpessoal e de equipes leia em:

Gestão de equipes de alta performance: O desafio de gerir equipes comerciais

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Bárbara Dresch

Pensadora Mercadológica

http://www.pensadormercadologico.com

www.focal.com.br

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