Pergunta de final de semana: Por que valeu a pena?

Uma das coisas mais fantásticas do atendimento coach é, ao final da sessão, quando você pergunta “por que valeu a pena a sessão de hoje?” o cliente (coachee) dá um suspiro profundo tentando organizar as ideias a partir da pergunta e responde: valeu muito a pena! A sensação de dever cumprido de quem conduziu a sessão é muito boa. Fiquei pensando depois de uma destas sessões e conclui que todos os nossos dias deveriam ser assim, acabar com este loooooongo suspiro e uma sensação de VALEU MUITO A PENA TER VIVIDO O DIA DE HOJE.

Certamente que penso que não é por acaso que um dia acaba desta forma. Temos que batalhar muito, colocar o máximo esforço nas decisões e sempre ter uma visão positiva da vida. Confesso que tem dias que planejo alcançar isso mas não consigo. Mas no próximo dia eu acordo com a mesma vontade de conquistar este patamar de realização e dá certo. Um por cento melhor a cada dia, todo o dia, como costumo dizer. Se em um dia as coisas derem tão errado que andamos três passos para trás, no próximo dia temos que avançar quatro ou cinco passos.

Desta forma a pergunta de final de semana é: valeu a pena ter vivido o dia de hoje?

Pense nisso! Da próxima vez que você se pegar reclamando do dia ou pensando que você está em uma maré de azar, que hoje o dia vai dar tudo errado, saiba que você tem como missão viver dias fabulosos nesta sua vida. E grande parte disso tudo depende de como enfrentamos e interpretamos o que acontece conosco.

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Pergunta de final de semana: Por que valeu a pena?

Espumando no sofá

Este conceito aprendi com um dos meus coachees. Ele significa aquele momento que tu chega em casa e parece que a sua estrada de vida bateu em uma parede. Você desaba no sofá, liga a TV, fica tomando algo, zapeando sem destino, vendo o tempo passar. Literalmente, depois de um tempo, tu estarás espumando pela boca, sentado no sofá. Será mesmo que precisa ser assim? Muitas pessoas (digo muitas e se não for o seu caso parabéns) entregam todo o sentido da vida ao trabalho e nada mais. Ao chegar em casa, percebem que não estão mais no papel de líder / chefe e não sabem o que fazer sem o smartphone, a mesa de reuniões, a lista de mails entrando e a correria por vencer a pauta do dia. Algo do tipo: vamos pautar a felicidade e o sentido da vida?

O que fazer para vencer isso? O que fazer para colocar mais significado em uma vida? O processo é simples, mas com alguns passos. Mas um destes passos certamente é como você percebe o seu futuro. Como se imagina? O que deseja realizar? O que deixou de fazer e se pudesse retomaria? O que tu gostaria de fazer se o dinheiro não fosse mais importante na vida? Quais são aquelas coisas que tu gostaria de realizar ainda nesta vida? Qual o legado que você quer deixar para seus filhos e para a sociedade? Como as pessoas lembram de você? Como gostaria que elas lembrassem? E por ai vai, uma saraivada de questionamentos necessários para tirar o entulho e chegar no fundo, onde você, novamente, se encontrará com a sua energia vital. Mãos a obra. Limpe a baba que escorre da boca e comece agora. Defina pelo menos uma coisa que você quer realizar em 30 dias fora do ambiente do trabalho. E persiga.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/photo/1327384

Espumando no sofá

O tempo…Ah, o tempo!

Gosto de presenciar como as pessoas utilizam o tempo. Tem aquelas que adoram dormir e se pudessem passariam a vida em uma cama. Tem outros que não podem esperar o dia amanhecer para pular da cama com alta energia e disposição. Alguns adoram TV e quando chegam em casa já ligam e ficam na frente, inclusive jantando com o prato no colo. Muitos destes escolhem restaurantes ao meio dia não pela comida, mas sim por ter ou não TV ligada para comer assistindo alguma coisa. Eu adoro ler e invisto muito do meu tempo nisso, sejam livros impressos, eletrônicos ou artigos e sites descobertos na Internet. Muitos dos amigos que conheço não vivem sem um bar e uma “rodada social”. A melhor parte do trabalho é o final, quando a “confraria” se reúne para conversar, comer e beber. Nestes casos um dia só é completo se passou uma parte dele por uma comanda de bar. E por ai vão inúmeros tipos de pessoas e como se relacionam com o tempo, talvez inúmeros demais para contar.

Na minha opinião, este recurso não é medido em segundos, minutos, horas, turnos, dias, semanas, meses, semestres, anos, ….. Este recurso é medido em momentos de vida. Todos nós deveríamos saber o que desejamos da vida, como iremos nos realizar e como viver de forma mais equilibrada e com mais sentido. Tendo isso presente, você administra suas ações, atividades e pensamentos como desejar. Você não administra o tempo, como muitos cursos pregam. Você administra suas decisões em função dos minutos escassos de vida que você tem. É uma contagem regressiva ou uma corrida em direção a uma reta de chegada. Para muitos casos parece que é uma corrida de 100 metros. Tudo deve ser feito no mesmo instante e agora. Para outros uma longa expedição, com direito a diversas paradas para aproveitar o por do sol, o vento e o som do absoluto silêncio.

Muitos coachees que atendo em sessões particulares de coach, presencialmente ou por Skype, sofrem do mesmo mal: a angústia com o tempo passando. Atacam o seu dia com agendas, aplicativos, relógios, cronômetros, blocos e post its. Mesmo assim, a ansiedade não passa. O foco do ataque está errado. Deveriam atacar o significado das ações e atividades que executam. Uma vida mais equilibrada, uma vida com mais sentido, deveria ser a busca final. Mas enquanto empilharem atividades e compromissos sem um significado maior a ser atingido com a vida o sentimento de falta de tempo continuará. Fazer algo sem saber o que se deseja com aquilo é prejudicial a saúde, poderia ser uma campanha do “Ministério da Saúde” Brasileiro. Portanto parem e pensem um pouco: Como avaliar a minha vida no dia de hoje? Como ser uma melhor pessoa? O que realmente ficaria satisfeito em conquistar em 1, 3 e 5 anos desta data, na esfera profissional e pessoal? A busca do significado pode ser difícil e dolorosa, mas certamente compensa.

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– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

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O tempo…Ah, o tempo!

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

E nem vão me chamar para jogar no Barcelona (uma das principais equipes de futebol do mundo, para muitos a número 1). Pelo menos futebol deixou de ser o meu jogo há muitos anos, devido a uma lesão. E mesmo se jogasse até hoje creio que não seria assim tão bom, a ponto de ficar entre os TOP 11 do mundo. Mas na sua profissão, da sua escolha, a que você exerce hoje, o que seria o Barcelona (a melhor colocação ou posição do mundo)? Quem ou o quê ocuparia esta posição? Pense nisso se tiver uma ambição alta na sua vida.

Nos meus trabalhos de coach costumo buscar desenvolver esta ambição, para que os coachees (os que recebem coach, os “clientes”) sempre estejam alinhados com o seu potencial máximo. O interessante é notar que muitas pessoas ainda não tinham pensado sobre o assunto, no máximo se preocupando em estar com algumas metas de cargo (promoção) dentro de sua empresa. Quando definem esta ambição maior para a sua vida, qualquer desafio que antes tinham de promoção, capacitação ou vencer algum traço comportamental indesejado se torna muito simples e pequeno. Isto faz com que a pessoa ande mais rápido para conquistar estas primeiras posições (objetivos primários) que antes eram tidos como algo final, para um futuro distante.

Então mãos a obra! Caneta e papel na mão e pensem profundamente. Depois maturem esta resposta por uns 30 dias. O que seria o seu Barcelona?

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1373763

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

Pergunta de final de semana: Você está explorando todos os ângulos?

Estava escrevendo no sofá e conversando com uma pessoa ao mesmo tempo, em uma sessão de coach. Em um movimento, a tampinha da caneta escorregou da minha mão e caiu. Levei os olhos ao tapete e não a vi. Então voltei novamente a atenção para o coachee até a sessão ser finalizada. Sozinho, examinei o tapete novamente e nada da tampinha. Puxei o tapete e olhei embaixo do sofá. Nada. Mas insisti nisso e até peguei uma lanterna para ver melhor. Nada. Então quando fui me levantar, vi a tampinha em cima da mesa bem num cantinho de uma pilha de livros. Neste momento eu pensei: isso é uma outra perspectiva.

Procurando de onde eu estava, eu poderia ter a melhor lanterna do mundo, mas deitado no chão olhando embaixo do sofá eu não encontraria a tampinha. Só mudando a perspectiva vieram outros resultados.

 

Desta forma, a pergunta de final de semana é: você está explorando todos os ângulos?

Pense nisso! Sempre que possível pense e olhe sob outra perspectiva a sua vida, relações, processos, tarefas e problemas. Talvez você encontre a sua “tampinha” em outro lugar não imaginado.

Bom final de semana e busquem novas perspectivas.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1367006

Pergunta de final de semana: Você está explorando todos os ângulos?