Pergunta de final de semana: Você é refém de suas miragens?

Miragens são armadilhas. São visões distorcidas de uma realidade. Visões estas compostas por crenças e pensamentos equivocados, mas que para você faz muito sentido. De tanto avançar na vida e não questionar, algumas coisas se solidificaram. E isso faz com que você acredite muito nestas “máximas” que orientam a sua vida. Princípios podem e até mesmo devem ser questionados de vez em quando, pois contextos mudam, realidades se alteram e se você continuar a tomar decisões baseadas nesta antiga cartilha que um dia lhe ajudava, cada vez mais você pode se distanciar de onde quer chegar.

Desta forma, a pergunta de final de semana é: você é refém de suas miragens?

Pense nisso! Da próxima vez que você for tomar uma decisão, faça um questionamento crítico silencioso e veja se é REALMENTE o melhor caminho.

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: Você é refém de suas miragens?

Já somos a ausência que seremos

Dica de gestão 136 de 300: Já somos a ausência que seremos

A minha jornada ainda pode ser considerada que está no início, mas tenho convicção que não sei muita coisa, que tenho muito a aprender. O aprendizado e a mudança farão parte desta minha caminhada em busca de conhecimento, sabedoria, conquistas e resultados. Uma vida com significado é parte de minha busca. No meu post “O treino nosso de cada dia“, escrevi a seguinte passagem, que resolvi trazer novamente para a reflexão:

“…Lutem e lute novamente, até cordeiros virarem leões“. Naquela época, onde as fronteiras do mundo estavam sendo desenhadas e a idade média do ser humano era em torno de 40 anos, lutar em guerras era algo normal e esperado de um homem (até mesmo crianças com mais de 10 anos). Estas pessoas representavam povoados, com seus brasões, ritos, mitos, culturas, línguas. Estes homens lutavam por suas famílias, pois se perdessem sabiam o que suas mulheres e crianças iriam sofrer. Eles brigavam por justiça e por liberdade. Eles tinham uma causa, que valia mais do que a própria vida. Eles tinham um nome a honrar e a perpetuar.

Em muitos trechos da história mundial, de “Alexandre o Grande”, passando por “Coração de Leão” e indo além, notamos que o rei participava da linha de frente das batalhas. Ele discursava aos seus soldados e dando um exemplo corria ao combate com seu cavalo. “Vida longa ao rei“, gritavam seus súditos em direção a morte anunciada. Tinham realmente uma CAUSA E UM EXEMPLO A SEGUIR.

E retomo a este tema pois fui provocado por um exercício que nós tínhamos que imaginar nosso próprio velório e funeral. Continue reading “Já somos a ausência que seremos”

Já somos a ausência que seremos

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Dica de gestão 133 de 300: Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Recentemente chegou até a consultoria um caso interessante. Não vou detalhar a série de problemas e suas relações, mas o principal sintoma da “doença” instalada era que já haviam mais de 20 meses de queda consecutiva de vendas. A empresa estava na UTI, paralisada, tendo seus recursos consumidos a cada dia que passava. Eles queriam mudar, mas faltavam-lhes a fé que isso era possível. Certamente a situação causava muita dor na equipe de gestão e direção, e o medo de entrar em um processo de mudança de grande magnitude fazia com que esta dor ficasse insuportável. Muitas vezes, acontecem processos semelhantes com as pessoas. Elas levam a sua vida de forma tão mal pensada e até mesmo mal estruturada, que chegam a ancorar a sua felicidade, plenitude e realizações a eventos externos ou a outras pessoas. “Se ‘isso’ acontecesse eu seria feliz / me realizaria”, costumam dizer. Delegam parte ou toda a sua vida para condições que não possuem controle. Esta falta de sentido de realização, quando se eleva, faz com que a pessoa entre em uma crise, que pode ocasionar algo mais grave, como uma doença mental (transtornos de ansiedade, transtornos de humor (depressão), transtornos de comportamentos, entre outros tantos). Saibam que hoje estas doenças mentais são a principal causa de incapacitação de crianças, bem a frente de deficiências como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.

Tanto as empresas como as pessoas, adoecem por perderem o rumo de suas vidas. Se soubessem o resultado final desta jornada que os levou ao “muro” não teriam tomado tais decisões no passado. Muitas vezes, tentaram mudar suas vidas e rumos mas não alcançaram os resultados esperados. E isso fez com que novas iniciativas de mudança fossem sendo boicotadas pelos colegas de setor ou pela própria pessoa, que começou a perder a fé em si mesma e na mudança possível. Isso tudo forma uma crença que com a repetição das evidências (falta de resultado, por exemplo), começa a se tornar um paradigma, um sistema de “verdades” e de maneiras de entender as situações. E estes paradigmas, que são os óculos que enxergamos o mundo, começam a gerar frases como as abaixo, sendo ditas pelas pessoas, para explicar determinados comportamentos e falhas:

  • Isso já foi tentado antes
  • Esse seu gás não vai durar muito tempo. Você vai aprender como as coisas aqui funcionam”
  • Aqui as coisas só funcionam de um jeito. O jeito que sempre foi feito”
  • Para que inventar?

Estas crenças manifestadas em sábias frases de ‘observadores do status quo’, muitas vezes até se transformam em ditados populares, podem não estar erradas, mas para um propósito de mudança definitivo, é melhor que se conheça a fundo estes paradigmas que podem congelar qualquer passo em direção a uma nova maneira de se fazer e enxergar as coisas.

Já comentei no post “Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?”  sobre os elefantes e os condutores. Então, saibam que para aumentar as nossas chances de sucesso em qualquer movimento de mudança, nós temos que realizar 3 procedimentos simultâneos, sendo eles: Continue reading “Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.”

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?

Dica de Gestão 132 de 300: Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?

Em muito pouco tempo, questão de dias, me deparei com um assunto recorrente, quase que casualmente. Foi o professor de um curso que fiz recentemente que falou um pouco sobre o assunto, uma revista comprada em uma banca próxima de casa, um antigo livro já lido que me atraiu novamente, um filme indicado para assistir e uma reportagem da Veja. Tudo isso fez com que eu escrevesse este post, dando uma orientação para o papel profissional que as pessoas exercem. Mas poderia ser escrito e lido pela perspectiva do papel familiar ou pessoal. Neste exato momento, a vida lhe suspirou algo. Talvez seja um novo suspiro e você o percebeu, prestou atenção. Talvez seja o “suspiro de sempre” e isso passou direto pelo seu filtro consciente. De uma ou de outra forma, seu comportamento foi alterado e os resultados que obterá deste suspiro irão acontecer. Podem ser bons ou podem não ser, mas algo acontecerá pela sua decisão de não fazer nada ou de fazer algo. Sim, estou falando dos seus pensamentos, da maneira como você pensa e de como ela pode emperrar a sua vida (ou deslanchar). A regra para tirar maior proveito destas situações seria simples, se tivéssemos condições de facilmente e conscientemente elencar todas as nossas crenças. Tendo consciência plena, a dica seria: Desafie as suas crenças. São estas crenças que definem o tamanho das coisas que você vê.

No post “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo” eu apresentei um esquema que me foi ensinado e que praticamos muitas vezes em um curso que fiz, que vai dos resultados obtidos aos valores de uma pessoa, geralmente sua base mais inflexível. Mas passa por seus comportamentos que são originados de seus pensamentos, ou seja, de suas crenças. Um exercício que faço com meus alunos em sala de aula, durante um laboratório de consumo, é criar um (CLIQUE E LEIA MAIS) Continue reading “Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?”

Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?

Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo

Dica de Gestão  131 de 300: Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo

Em 04 de março de 1974 nascia Gabriel Contino, mais conhecido por Gabriel o Pensador. Um dos mais famosos rappers brasileiros e talvez o mais famoso nascido na classe média brasileira. Em 1993 lançou o seu primeiro disco e apresentou a sua marca ao mercado. Em 2001, depois de alguns álbuns e sucessos, lança o seu disco “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. Este título me persegue há anos, pois acho uma excelente reflexão e sempre quando o leio eu penso um pouco. O que eu gostaria de mudar em mim? O que está legal e não precisaria de mudança nenhuma? E por aí vai uma série de questionamentos.

Mas a grande questão é quando e como mudar. Pense na última vez que mudaste algo na sua vida de forma definitiva. Era algo simples ou algo bastante relevante? Quando você vai a um curso de curta duração tenta conhecer o máximo de pessoas possíveis ou no máximo os que estão ao redor de você? Costuma sentar um dia em cada lugar ou senta sempre no mesmo local? Costuma ler diversos gêneros de livros ou sempre o mesmo tipo? Tem um hábito de trabalho fixado e nem pensa muito no que tem que ser feito no dia seguinte? Está satisfeito com os resultados que obtém ou gostaria de ser mais culto, mas rico, mais feliz, mais saudável, mais bonito, mais sociável, mais livre ou mais alguma outra coisa que você tanto deseja?

Em um curso que fiz recentemente, parte dos meus questionamentos foram respondidos. Continue reading “Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”

Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo

O maior sucesso de uma marca: A compra inconsciente

É indiscutível que o maior sucesso que uma marca pode alcançar é a compra inconsciente. Como profissional vejo que isso acontece muitas vezes nas pesquisas, onde os entrevistados não conseguem verbalizar porque compraram tal produto ou marca. Naquele momento houve uma lacuna na consciência. É como dirigir e não se lembrar de um determinado trecho da viagem.

Por isso nem sempre as pessoas são responsáveis por suas ações, pensamentos e sentimentos de forma consciente. Alguns exemplos cotidianos podem ilustrar facilmente ações inconscientes:

  • Tomando como exemplo uma nota de R$ 20,00. Qual o desenho presente nesta nota? Em qual lado está o número 20? Qual o animal em destaque nesta nota?
  • Como os números do seu relógio estão representados?
  • Qual a cor da camisa que você usou ontem?

Seu inconsciente tem a resposta mas sua mente consciente está ocupada com outras coisas.

CONTINUA…

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O maior sucesso de uma marca: A compra inconsciente