Tem muitas empresas que ainda enxergam o descanso dos seus funcionários como algo que mereça ser conquistado, ou seja, uma recompensa. Na verdade o descanso é um dom da humanidade e dos seres vivos. Precisamos de descanso para nossa “reconstrução” e até mesmo saúde mental. Quantas mudanças de humores, mal súbitos, tonturas ou até algo mais grave, até que você entenda a importância do descanso? Mesmo assim, existe a cultura corporativa do primeiro a chegar e último a sair. Quem consegue isso ganha uma medalha invisível e no final do ano ganha…. nada (talvez um infarto, família perdida, um tapinha nas costas ou um falso sentimento de segurança no emprego).
O famoso indicador de produtividade, fazer mais com menos, deve ser medido na jornada de trabalho padrão, algo como 8 horas. Além disso, qualquer ganho deveria ser computado como ineficiência. Funcionários descansados são felizes, tiveram tempo de se recarregar, aprender algo novo seja estudando, lendo ou assistindo a qualquer mídia. Trocaram ideias com outras pessoas. E isso tudo, ao final, gera resultado e satisfação. O descanso não é um subproduto do sucesso. Eu não preciso trabalhar 30 anos feito um camelo no deserto para descansar por 10 anos. Culturas baseadas em relógio solar, onde no primeiro raio de sol já estamos na labuta e paramos somente quando a noite chega foram necessárias em uma outra época, mas agora podem ser novamente questionadas.
Obviamente que existem momentos onde temos que trabalhar demais. Mas estes momentos não podem ser a regra. Momentos não são anos, são alguns dias. Mesmo ao iniciar uma empresa você tem que equilibrar a sua vida um pouco mais. Para mim, em especial, que gosto muito do que faço, é uma dica bem difícil. Talvez eu esteja escrevendo tudo isso para me convencer. Mas tenho certeza que isso é o correto, e mesmo não conseguindo hoje descansar e fazer tudo o que quero de lazer, não deixo de perseguir esta meta.
Que no próximo ano as empresas entendam um pouco mais dos valores da sociedade atual. E que entendam que o descanso é um dom e não uma recompensa.
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Gustavo Campos
Publisher do Pensador Mercadológico
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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.
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Principais fontes consultadas para este artigo:
– Minhas experiências pessoais e profissionais
– Um olhar atento de consultor e analista de mercado
– Imagem: Acervo do autor

