15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 2 (final)

Dica de gestão 125 de 300: 15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 2 (final)

Espero que tenham gostado da primeira parte deste blog e da comovente história de Alice Pyne. Neste momento, desejo que pelo menos tenham pensado em algumas coisas para a sua lista pessoal. Não faz mal que tenham menos de 15 ou mais de 15. O importante é ter uma lista. Abaixo eu vou colocar 15 coisas que eu quero fazer. Algumas eu já fiz, pois esta lista eu já tenho há alguns anos. Mas vou sempre atualizando ela. Seguem as minhas indicações para vocês pensarem e avaliarem se querem se unir a estas mesmas causas.

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15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 2 (final)

15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 1

Dica de Gestão 124 de 300: 15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 1

A britânica Alice Pyne criou um blog e enumera 17 desejos. Esta menina não faz planos para uma vida inteira. Há algumas semanas atrás ela foi informada pelo seu médico que o linfoma descoberto há 4 anos não tem mais tratamento. Então ela escreveu no seu blog, os seus 17 desejos antes de morrer.
começou assim:
“Eu tenho 15 anos e um câncer terminal. Eu criei uma lista de coisas para fazer antes de morrer porque há muitas coisas que eu ainda quero fazer na minha vida…. algumas são possíveis, outras permanecerão um sonho. Meu blog é para documentar este tempo precioso com minha família e amigos, fazendo as coisas que quero fazer. Você tem apenas uma vida…viva-a”
Prezados leitores, mais uma vez: Você tem apenas uma vida….viva-a!
Então ela lançou os seus 17 desejos:

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15 coisas que você deve fazer como profissional antes de morrer – Parte 1

As aparências enganam X confie na intuição. E agora?

Dica de Gestão 123 de 300: As aparências enganam X confie na intuição. E agora?

Se fôssemos generalizar os negócios poderíamos criar duas categorias extremas e opostas. Os intuitivos e contra planejamentos detalhados e os planejadores e contra qualquer ação baseada em intuição, sem sustentação quantitativa. Também sabemos que neste ponto, o melhor é ser ponderado, ou seja, planejar o que for possível e saudável, sem engessar a ação, mas durante a caminhada, seguir a intuição, seus instintos, seu feeling.

Mas quais os perigos dos 2 modelos de gestores (e consequentemente de gestão)? Vejamos o principal de cada um dos 2 modelos:

1. Planejar tudo o que for possível e um pouco mais (Planejamento): Neste modelo o maior risco é o de engessamento da operação, perdendo muitas vezes o “timing” correto da tomada de decisão. A empresa fica burocrática, excessivamente processual e não se aproveita de nenhuma informação de mercado que não seja 100% comprovada (muitas vezes em boatos temos condições de criar cenários e tomar a dianteira em ações de contra-ofensiva).

2. Sempre em ação, sentindo no vento o caminho correto (Intuição): Neste modelo o maior risco é o de não termos uma persistência de caminho a seguir, gerando uma grande dependência do líder visionário, que a todo o momento deve estar presente dizendo para onde vamos. Muitas vezes, em organizações maiores, gera uma falta de delegação que também paralisa a tomada de decisão.

Desta forma, confirmando já o dito na introdução deste post, o melhor é o bom senso, o equilíbrio dos modelos, para aproveitarmos todas as oportunidades que surgem, mas tendo um planejamento como orientador de toda a equipe. O que mais se ganha com este ponto médio? Velocidade de decisão e direção. E hoje, sabemos o quanto é importante a velocidade para ganharmos mercado. Mas velocidade no caminho certo.

Agora vou contar um caso que ocorreu comigo esta semana, onde mesmo com todo o planejamento possível, variáveis que não imaginava que fossem influenciar acabaram atrapalhando um negócio particular que estava fazendo. Participei de uma oferta pública de uma peça rara no mundo. Só existe uma dessas em todo o mundo. Uma cédula pintada a mão do mais famoso episódio dos Simpsons, de 2001 (a partir de 2002 a editoração eletrônica substituiu toda a antiga técnica). Esta cédula vem acompanhada por um selo de ouro da FOX e um certificado da Twentieth Century Fox, dos EUA. Utilizei o PagSeguro do UOL para garantir a integridade dos  meus dados de cartão de crédito as 00:24 horas de sexta. A compra estava disponível somente a partir da meia noite deste dia. Peça única, raríssima. Entrei e comprei. Estava eu, com um pedaço de Springfield vindo para casa! (quem não entendeu tem um link no final do post, ok?)

Veja o que aconteceu na sequência, clicando abaixo.

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As aparências enganam X confie na intuição. E agora?

A arte de desistir

No meu último post eu falei sobre a realidade de que nem sempre temos tudo que queremos, que aquilo que imaginávamos nem sempre acontece e que os planos mudam. Também, muitas vezes recebemos em troca aquilo que na verdade precisávamos, mas até então não sabíamos.

Bom, hoje quero falar sobre outra parte desse processo de mudanças de planos: o ato de desistir. Sim, isso mesmo, desistir, largar de mão, dar pra trás, enfim “give up”. Enquanto crescemos, ouvimos diversas vezes que desistir é feio, que é o mesmo que fracassar. Que somente os fracos desistem, e que devemos nos envergonhar de termos desistido de algo.

Pois bem, com a ajuda de Seth Godin, autor do livro “The Dip” venho aqui mostrar o outro lado da desistência. De acordo com Seth, vencedores desistem rapidamente e, muitas vezes desistem sem se sentirem culpados. O que os diferencia é que eles sabem escolher as suas batalhas. Sabem quando devem tentar e, tentar e, tentar um pouco mais e, sabem a hora de cair fora. Já os perdedores não sabem escolher as batalhas ou pior, desistem no momento errado.

Obviamente não é simples ser um vencedor ou um perdedor. Que hora certa é essa que Seth Godin se refere? Bom, no livro ele explica que precisamos ver os desafios como se eles fizessem parte de uma curva. No começo geralmente nos damos bem nesse desafio, somos elogiados. Porém, logo chega um momento de dificuldade, que ele chama de DIP (que pode ser traduzido como um mergulho ou, como na versão em Português, um vão), que pode ser bastante longo e sofrido e, por fim uma curva ascendente de sucesso.

A questão toda está no ‘dip’, nesse vão. Os vencedores, segundo ele, analisam o desafio e já imaginam quais serão os maiores problemas que enfrentarão e, se eles serão capazes de superar essa fase mais difícil. Se a resposta for negativa, eles nem tentam. Ou então, se a resposta for positiva, eles enfrentam essa fase, pois sabem que depois dela vêm as recompensas. Não importa quão difícil seja o vão, eles não desistem, continuam.

Já os perdedores, nem sempre fazem essa análise antes, e daí quando encontram o desafio, o grande ‘dip’, tentam por um tempo e depois desistem. Só que quando decidem desistir, muito tempo, energia, dedicação e, muitas vezes muito dinheiro, já foram investidos em algo que acabou não dando certo.

A grande questão é a reflexão. Temos que parar e pensar se a nossa grande ideia para a nossa empresa, ou mudança de carreira vai funcionar, ou melhor, se quando os desafios chegarem (necessidade de mais investimento, mais tempo, ou qualquer outra coisa), nós conseguiremos superá-los. O mesmo se aplica para as decisões da vida pessoal.

Se a resposta for negativa, aja como um vencedor e desista antes de começar. Ou, aja como um vencedor também e se fortaleça e pense em diversas estratégias para superar esse grande vão.

Em que fase você ou sua empresa se encontram agora? No começo, no vão, ou na ascendência? E como você ou sua empresa tem se comportado? Vocês são vencedores ou perdedores?

Agora, Seth Godin nos lembra que: “qualquer coisa que vale a pena ser feita na vida tem um vão pela frente. Esse vão é o que diferencia aqueles que são iniciantes dos que têm sucesso. É fácil ser um CEO, o difícil é chegar lá”.

“O vão cria escassez, e escassez é o segredo para o valor das coisas. Sem vão, não há escassez”.

Aline Jaeger

@aline_jaeger

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A arte de desistir

O efeito "Grátis" em nossas vidas

Dica de gestão 121 de 300: O efeito “Grátis” em nossas vidas

Estou fazendo um curso e o instrutor pediu para que eu lesse o livro “Free – O futuro dos preços”. Já havia lido resenhas e resumos, assistido entrevistas e palestras, mas o livro está preenchendo as lacunas do conhecimento faltante. Um exemplo que se encontra no prólogo deste livro dá a magnitude do tema “Grátis” em nossas vidas e como isso está alterando muito o sistema econômico que fazemos negócios. Veja abaixo um vídeo do Monty Python para contextualizar (“Vejam o lado brilhante da vida”). Logo depois conto o case.

 

Em 2008 os integrantes do Monty Python original estavam estarrecidos com a pirataria de seus vídeos na Internet. Então eles usaram o You Tube para fazer um anúncio sobre este problema. Traduzindo, foi mais ou menos isto que disseram:

“Durante três anos, vocês, You Tubers, tem nos roubado, pegando dezenas de milhares de nossos vídeos e disponibilizando-os no You Tube. Agora, nós viramos a mesa. É hora de fazermos justiça com nossas próprias mãos.

Sabemos quem são vocês, sabemos onde moram e podemos ir atrás de vocês de formas horríveis demais para dizer. Mas como somos sujeitos extraordinariamente camaradas, descobrimos um jeito melhor de recuperar o que é nosso: lançamos nosso próprio canal do Monty Python no You Tube.

Chega destes vídeos de qualidade lastimável que vocês ficam postando. Estamos dando o que há de melhor: vídeos de alta qualidade direto de nossos cofres. Além disso, estamos pegando nossos clipes mais assistidos e fazendo o upload de novas versões de alta qualidade. E como se tudo isso não bastasse, estamos deixando que vocês vejam tudo absolutamente de graça. É isso aí!

Mas tem uma coisa que queremos em troca.

Chega de baboseiras ou comentários idiotas. Queremos que vocês cliquem nos links, comprem nossos filmes e programas na televisão e reduzam nossa dor e indignação por termos sido roubados durante todos esses anos”.

Três meses depois os resultados desta arriscada ação foram divulgados. Os produtos do Monty Python cresceram 23.000% (isso mesmo, 23 mil) e chegaram no segundo lugar na Amazon, na categoria filmes e programas de televisão. O efeito grátis ocorreu.

Olhando para a nossa proposta de mercado, o que damos de graça para os nossos clientes? O nosso graça tem valor percebido pelos clientes? É uma verdadeira proposta grátis? Pense nisso, aumente a ousadia e veja suas vendas dispararem.

Espero que tenha sido uma leitura útil  e agradável :)  .
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Gustavo Campos

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O efeito "Grátis" em nossas vidas

O cliente vem mesmo em primeiro lugar?

A posição de destaque do cliente parece ser clichê nos mantras empresariais. Seu lugar está sempre em destaque, seja nas belas frases dos valores centrais ou da política da qualidade. Tornou-se politicamente correto fazer a reverência a quem garante os negócios, a receita e os resultados. Mas será que isso se traduz na prática, ou seja, o cliente realmente vem em primeiro lugar?

Sugiro refletir rapidamente sobre as últimas experiências de consumo e tentar relacionar as positivas, quando seus desejos foram atendidos ou superados, e as negativas, quando algo deu errado em qualquer etapa do processo. Invariavelmente as pessoas lembram com maior facilidade do segundo caso. Isso acontece sobretudo porque as promessas que somos “os mais importantes para a empresa” nos criam a expectativa em igual intensidade que isso é verdadeiro. Do outro lado, as empresas sabem que devem ser guardiãs do resultado e do retorno do investimento. Assim entregam apenas parte da promessa. Bob Fifer, autor de cabeceira da diretoria da ABInBev, prega a disciplina espartana dos custos. Entre suas máximas está: “Maximizar a satisfação do cliente é uma platitude… Se você quiser mesmo maximizar a satisfação do cliente, reduza seu preço a zero ou dê a ele uma viagem grátis ao Havaí…”

O enfoque é provocador, pois maximizar necessita de parâmetros. E para ajustarmos essa equalização é preciso compreender quem é o cliente e o que é mais importante para ele (veja O Alto Custo dos Preços Baixos). Aqui batemos nos paradigmas, verdadeiros muros entre as duas visões (cliente e empresa) que são erguidos. Você já parou para pensar porquê as assistências técnicas das concessionárias de automóveis estão abertas somente nos horários mais inconvenientes para o cliente? E quando seriam horários adequados (à noite ou ao meio-dia), por não precisar do carro ou por ser mais fácil deixá-lo lá, elas estão fechadas? Quando uma decisão dessas é tomada (e mantida) quem está em primeiro lugar? O cliente com certeza não. Esse é apenas um exemplo, junto a milhares de outros, comprovando o abismo entre o quadro na parede da recepção e a real entrega ao cliente.

Do ponto de vista do cliente é a nítida a visão que uma série de empresas, de pequenos estabelecimentos até mega corporações sofrem de uma síndrome terrível. Tal qual aquele pobre personagem de Robin Williams em Desconstruindo Harry, (Woody Allen – 1997), esses negócios aos nossos olhos parecem completamente fora de foco. E o problema não está na nossa visão ou nas lentes pelas quais enxergamos. O problema está lá dentro.

Tenho insistido nesse ponto, pois percebo que por mais que estejamos atingindo outros níveis de relação entre empresas e clientes, alguns temas primários estão falhando. Relacionamento, interatividade, maior poder de informação, co-criação são elementos presentes e com alto potencial de mudar o mundo dos negócios rapidamente nos próximos anos. Mas que tal as empresas fazerem o básico antes? Entender melhor as necessidades do seu cliente e ajustar seus processos para satisfazê-lo com foco, sem deixar o lucro de lado, é claro!

Felipe Schmitt Fleischer

@fsf11

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O cliente vem mesmo em primeiro lugar?

Que propaganda você faz da sua profissão?

Aqui no blog, eu escrevo muito sobre assuntos que discuto em sala de aula com os meus alunos, mas, acima de tudo, eu escrevo sobre assuntos que me instigam, que me inquietam e que, de alguma forma, mexem comigo. Tem sido assim desde o começo e, por isso, é sempre muito pessoal cada artigo que eu posto. Da mesma forma, a sensação que eu tenho é que eu preciso sentir qual será o novo tópico de discussão, preciso, literalmente, me despertar para a escrita. Não há planejamento no sentido mais exato da palavra.

Hoje, decidi escrever sobre imagem, sobre como somos vistos pelos outros, pela sociedade, pela comunidade em geral. Na verdade, não quero falar sobre nossa imagem pessoal, mas a nossa imagem profissional.

Muitos blogs estrangeiros discutem personal branding, ou seja, como devemos construir a nossa marca pessoal (nossa imagem profissional) dentro e fora da empresa. Por meio de artigos, diferentes autores relatam como devemos nos portar como profissionais responsáveis, confiáveis e interessados. Eles dão dicas de conversas, de livros para ler e, até mesmo, do vestuário a ser usado.

Tudo isso é, sim, muito útil. Mas o que fazer quando a profissão que você escolheu é vista pela sociedade de uma forma não tão positiva, ou a forma como a sociedade vê a profissão não é a forma como você vê?

Sim, tenho pensado e discutido muito sobre isso ultimamente sobre a minha profissão. Que propaganda fazemos sobre a nossa profissão, que propaganda fazemos sobre o ser professor?

Se eu fosse pedir para alunos do ensino fundamental e médio definir em poucas palavras o que é ser professor, eu teria dificuldade em conseguir encontrar palavras agradáveis. Faça você esse exercício! Por acaso palavras como esforçado/a, sem graça, velho/a, dedicado/a, mal vestido/a, mal amado/a, chato/a e, mal humorado/a estavam na sua lista? Pois é, essas são palavras que seguidamente são usadas para descrever professores. Essas formas negativas de descrever os professores também estão presentes em comunidades de redes sociais. Considerando o grande alcance das redes sociais podemos refletir sobre os efeitos sobre esse modo de ver a profissão.

Então pergunto: qual aluno em sã consciência vai querer ser professor quando tem essas palavras ou essa imagem como inspiração? Quem vai querer se tornar professor quando a profissão é anunciada dessa forma?

Pois é, a realidade nua e crua é muito dura e é muito triste, porém é assim que muitas pessoas veem os professores. O pior é que muitos professores não fazem nada para mudar esse estereótipo. Pior ainda, é a mídia reproduzindo esse estereótipo repetidamente.

Será que a imagem que se tem dos professores não é um dos motivos pela baixa procura pelos cursos de licenciatura?

Obviamente não nego a baixa remuneração na educação, falta de condições básicas de trabalho, ou de exposição à violência. Sim, é muito mais do que a imagem do ser professor que estamos lidando, mas será que a imagem não influencia também?

Uma aluna minha disse que muitos advogados ganham bem menos que professores, porém nunca deixam isso transparecer. Quem poderia imaginar não é mesmo? É obvio que isso é verdade, e pode ser verdade com muitas outras profissões, porém quantos deixam isso transparecer e assumem uma posição de vítima, de coitado? Quantos mantêm a ‘pompa’, sustentam a sua imagem?

Cada profissão tem um status diferente na sociedade, tem um valor. Diga que você é professor e verá no rosto das pessoas a reação de pena, de tristeza ou de desapontamento. Alguns dirão que o que você faz é nobre e que nunca conseguiriam fazer. Outros admiram, mas não entendem a escolha. Diga que você é médico, advogado, dentista ou dono de empresa e a reação será diferente.

Se você escolheu a profissão, você já aprendeu a lidar com essas reações. Agora, se você ainda não se decidiu, e você é estudante, e está pensando em ser professor, a realidade é outra. Precisamos mudar a imagem que os outros têm da nossa profissão para que outros tenham coragem de nos admirar e assim nos seguir. Porém, para começar, é preciso mudar a imagem que temos de nós mesmos, e só assim conseguiremos respeito por aquilo que fazemos. Respeito se conquista e não se ganha por pena.

Aline Jaeger

@aline_jaeger

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Que propaganda você faz da sua profissão?

O melhor do mundo

Dica de Gestão 111 de 300:  O melhor do mundo

Este é um dos temas que para mim são bem recorrentes em várias formas do que escrevo, mas hoje vou ser mais específico neste ponto e também apresentar um livro para vocês, que se chama “O melhor do mundo”, de Seth Godin (recomendo a compra e a leitura imediata. Até você comprar, leia os slides que produzi sobre Seth Godin – Pensamentos de Seth Godin ). O que significa ser o melhor do mundo? Significa, que em sua área de atuação, em sua região, você é o mais reconhecido, o mais indicado, o mais admirado. E o que isso vai lhe trazer de bom? No mínimo 100 vezes mais negócios do que o segundo colocado deste ranking. Achou pouco? Saiba que isso é só o começo. Pode ser muito mais.

Pense em uma pintura a óleo, em algum lugar no mundo, pendurada em um museu? Pense um pouco. Muitos devem ter pensado na Mona Lisa.

Pense agora no melhor jogador de basquete de todos os tempos? Muitos podem ter respondido Michael Jordan.

Pergunte a uma criança de 6 a 7 anos nos Estados Unidos o que significa uma camisa vermelha com o número 23 e ela dirá Michael Jordan, mesmo sem nunca tê-lo visto jogar.

Se você perguntar para pessoas com mais de 50 anos, qual foi o maior lutador de box de todos os tempos eles dirão Muhamad Ali. No vídeo abaixo, um verdadeiro tributo a este grande atleta, você entenderá um pouco do por que ele ainda é lembrado.

Atualmente, os jovens do mundo inteiro poderão dizer que Anderson Silva é o maior lutador da atualidade. Atual campeão da principal categoria de MMA (Mixed Martial Arts, o antigo Vale-Tudo), treinado por nada menos do que Steven Seagal, derrotou recentemente Victor Belfort em segundos, no que estava sendo chamado de luta do século.

Mas eu diria que ainda tem muito a ser conquistado por Anderson Silva (apesar de eu estar orgulhoso de ter um brasileiro no topo do ranking) para ser considerado o melhor do mundo. Mas existem públicos, segmentos (regiões) diferentes e você, sabendo quem é o seu público, pode batalhar por ser o melhor do mundo neste nicho.

Se você perguntar a qualquer pessoa do planeta Terra qual o melhor circo do Mundo e elas dirão Cirque du Soleil.

Se você perguntar quem foi o melhor jogador de futebol de todos os tempos muitos dirão Pelé (com exceção da Argentina é claro!). Melhor treinador de vôlei do Mundo? Bernardinho. Melhor jogador de golfe do mundo? Tiger Woods.

E tudo isso não nasceu pronto. Foi construído, com pilares fortes de persistência, disciplina, treino, estudo, preparação, planejamento, força de vontade, foco e abstinência a muitas coisas boas da vida. Tudo em nome de uma performance inigualável. Muito suor. Muita dor. Muita direção de propósito.

Agora pense nas seguintes situações:

Uma pessoa que você não vê há muito tempo e que você adora, chega em sua cidade e lhe encontra. Entre tantos papos pra lá e papos pra cá ele lhe pergunta qual o melhor restaurante que tem na cidade. Conhecendo um pouco dos hábitos desta pessoa certamente você indicará o que para você, naquele momento, foi a melhor indicação. Você indicou o melhor do mundo, na sua região.

Uma outra situação. Agora mais dramático. Um parente próximo a você ficou sabendo que precisa fazer uma cirurgia séria, de risco. Você, certamente, reunirá todos os seus recursos e mais um pouco para encontrar o melhor cirurgião, o melhor hospital e o melhor anestesista que você pode pagar, naquele instante. Você pegou os melhores do mundo.

Mais uma situação. Você e sua família fazem muitos anos que não tiram férias e você quer aproveitar e comemorar 10 anos de casado. Você se preocupará em pegar o melhor destino, algo encantador, com o melhor hotel, com os melhores passeios. Você quer um período perfeito, que seja marcante para o resto de suas vidas. Você escolheu os melhores do mundo.

Agora você entendeu como que o melhor do mundo pode ter 100 vezes mais resultados do que o segundo lugar?

A partir de agora, pense em como transformar o seu negócio no melhor do mundo, para a sua região. Começando hoje, em um ano você irá me agradecer pelos resultados que estará recebendo. Um brinde a você. Um brinde aos melhores do mundo.

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O melhor do mundo

“Quando você encontrar um maluco solitário fazendo algo genial tenha coragem de ser o primeiro a se levantar e juntar-se a ele”

O que é mais difícil, ser um líder ou seguir um? Acho que muitos logo responderiam que o mais difícil é ser um líder. Alguns, ainda acrescentariam que nem todos nasceram para ser líder, que liderança nem sempre pode ser desenvolvida nas pessoas, diriam que você nasce um líder ou não. Concordo até certo ponto.

No entanto, semana passada, assisti um vídeo no Youtube que me fez pensar sobre liderança, um tema que venho pesquisando, lendo e discutindo muito com os meus alunos.

O vídeo em questão se chama “Leadership Lessons from Dancing Guy” de Derek Sivers  e foi apresentado em um TED  Talk (vídeo 1 ). Algo do tipo, lições de liderança de um cara dançando (bom pelo menos é assim que está no vídeo traduzido no vídeo 2).

No vídeo original, Derek Sivers discute o papel do líder e de como um movimento de liderança se forma. Ele discute o quanto ser líder envolve ter coragem, força de vontade, e confiança, pois muitas vezes um líder é visto como um louco.

Porém, o que Sivers propõe é que se analise o papel do seguidor, daquele que arrisca seguir o líder (que até um pouco tempo atrás era visto como um louco). “O primeiro seguidor, transforma um louco sozinho em um líder” afirma Sivers, que complementa dizendo ainda que o primeiro seguidor desempenha um papel de liderança pouco apreciado.

Pense bem: O que seria de Lady Gaga se ninguém a seguisse, a admirasse? Ou o que seria de Steve Jobs e Steve Wozniak se ninguém se interessasse pelos seus produtos?

Um líder precisa de seguidores. Na verdade nós todos precisamos de seguidores, não é mesmo?

Do que adianta ter Twitter, Facebook, Orkut, blogs e afins se ninguém nos segue ou lê o que postamos e o que pensamos? Da mesma forma, assim que criamos uma página em uma rede social somos convidados a seguir pessoas, lojas, empresas ou assuntos de nossos interesses. Se ninguém seguisse ninguém, qual seria o propósito de tudo isso?

Agora é preciso ter coragem para seguir certas pessoas, marcas, bandas ou assuntos. É preciso se posicionar e defender aquilo que se acredita. Ser um seguidor envolve riscos, angustias e poucas recompensas e no final é preciso ser corajoso para mostrar aos outros quem você é.

Sivers é brilhante ao finalizar seu texto/vídeo dizendo “Quando você encontrar um maluco solitário fazendo algo genial tenha coragem de ser o primeiro a se levantar e juntar-se a ele”

Agora pare um pouco e visite as suas páginas pessoais. Dê uma olhadinha em quem você segue, mas primeiro, em quem está seguindo você.

Vídeo 1:

http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf

Vídeo 2:

Aline Jaeger

@aline_jaeger

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“Quando você encontrar um maluco solitário fazendo algo genial tenha coragem de ser o primeiro a se levantar e juntar-se a ele”

Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

Dica de Gestão 110 de 300: Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

“O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”, pergunta Alice.

“Isso depende muito de aonde você quer ir”, responde o Gato.

“Não me importa muito para onde…”, diz Alice.

E o Gato sentencia: “Então não importa o caminho que você escolher”.

Alice ainda comenta: “Contanto que dê em algum lugar, parece bom”.

“Você pode ter certeza de que vai chegar a algum lugar se caminhar bastante”, garante o Gato.

E por ai se desdobra a fantástica história de Alice no País das Maravilhas. Hoje, neste post, falaremos de caminho, de direção, mas de uma forma planejada, intencionada. Isso significa falar de metas, alvos e objetivos. Meta é o caminho que a flecha faz. Meta é o que você faz para atingir o alvo. Então, quais as suas metas para este ano? Difícil responder? Vamos curtir inicialmente uma poesia de Mario Quintana e depois vamos relacionar isso com alguns aprendizados que tenho a compartilhar com todos, sobre metas.

 

Mario Quintana, em toda a sua poesia fabulosa, nos ensina a apreciar a vida. Mas também podemos fazer algumas analogias para os negócios. Nesta semana de aniversário de Porto Alegre, nada melhor do que também homenagear a cidade citando as poesias de um dos seus mais respeitados e nobres gaúchos. Veja abaixo a poesia “Quem sabe um dia” de Mario Quintana.

Quem Sabe um Dia – Mário Quintana

Quem Sabe um Dia
Quem sabe um dia
Quem sabe um seremos
Quem sabe um viveremos
Quem sabe um morreremos!

Quem é que
Quem é macho
Quem é fêmea
Quem é humano, apenas!

Sabe amar
Sabe de mim e de si
Sabe de nós
Sabe ser um!

Um dia
Um mês
Um ano
Um(a) vida!

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois

Para uma melhor compreensão do que é uma meta, vamos colocar / relembrar algumas dicas:

– Toda a meta precisa de um alvo, mas nem todo o alvo precisa de uma meta.

– Meta é direção, é trajetória, é velocidade.

Para um melhor aprendizado, imagine-se por um momento próximo a data de início de suas férias. Imagine você decidindo o que irá fazer com 15 dias de férias que terás. Naturalmente, a primeira coisa a ser feita é discutir o que vamos fazer? Para onde vamos? Difícil seria chegar no primeiro dia de férias, carregar o carro com tudo o que é necessário para 15 dias fora de casa, dar a partida no carro e sair pelas estradas a toa, sem rumo. Então o primeiro ponto é:

– Precisamos definir um alvo, ou seja, um ponto futuro para onde iremos. Um lugar onde desejamos estar.

Definido o local e com tempo hábil, podemos iniciar o planejamento das férias. Dependendo do local terá que se cumprir desde uma burocracia (como vistos para alguns países) como precauções (vacinas por exemplo). Dependendo do local levaremos roupas adequadas para um clima ou outro, para algumas atividades (praia ou serra?) ou outras.  Então, neste ponto, temos mais alguns aprendizados.

– Com planejamento, aproveitamos mais o caminho e chegamos mais rápido aos alvos programados.

– Veja o tempo que você tem para chegar no alvo e planeje todas as suas ações e metas para que seja possível alcançar o resultado desejado.

Para realizar um bom planejamento, tanto de suas férias quanto de sua vida particular ou profissional, faça o seguinte exercício:

1. Em uma folha de papel, liste 5 alvos para este ano. Apenas 5, para 12 meses. Até que tenhamos o gosto das realizações constantes, não exceda este número.

Exemplo:

– Emagrecer 5 quilos

– Fazer uma viagem ao exterior

– Ingressar em uma pós-graduação

– …

2. Para cada um destes alvos, determine 5 tópicos de temas que você vai ter que tratar / observar / fazer.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

– Nutricionista

– Eventos sociais

– …

3. Para cada um destes tópicos, liste 5 ações DIÁRIAS que você irá fazer para alcançar os alvos.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

a. Todo o dia fazer algum exercício físico, com exceção de quarta e domingo (descanso). Na academia ou em casa.

b. Pagar 6 meses de academia adiantado, ganhando um desconto, mas também aumentando o compromisso

c. Cada dia que tiver programado em ir na academia ou fazer exercícios e por preguiça eu não fazer, vou doar R$ 50,00 para a entidade ABC

d. …

e. …

Leve sempre esta folha com você e busque realizar todas as ações diárias que se propôs. Realizando este exercício simples, tenho certeza que se não for alcançado o alvo no tempo previsto, certamente estaremos muito mais próximo do resultado almejado. Como ter tanta certeza?

Esta dinâmica toda forma processos novos, mudanças nos hábitos que temos. Esta nova rotina, num primeiro momento lembrada e imposta por nós mesmo, com o tempo se tornam novos hábitos. Se você quer tanto aumentar a carteira de clientes , perder peso, ou outro objetivo proposto, basta realizar todo este processo pensado da forma acima explicada. O resultado será alcançado.

Por fim, aconselho a realizar este exercício acima para cada um dos papéis relevantes de sua vida. São exemplos de papéis: marido/esposa; profissional; pessoal; etc

Lembre-se: se não há uma meta, um alvo, um objetivo a ser alcançado, como ter ânimo para se viver intensamente cada dia?

“Se quiser ter sucesso na vida, seu desejo de sucesso precisa ser maior que seu medo de fracassar” Bill Cosby

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Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

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Gustavo Campos

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Pensador Mercadológico

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Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?