Não podemos apertar o cinto e baixar as calças ao mesmo tempo!

Em todas as épocas, inclusive as que são consideradas como excelentes pelos críticos de economia, existem pessoas e empresas de bem com os negócios e com os resultados e pessoas / empresas que estão em crise, sofrendo um bocado. Não importa a marca que você tem ou trabalha, existirão momentos de crise, pois o mundo dos negócios são baseados em decisões e isso incorre em riscos, grandes ou pequenos, associados a expectativas de ganhos, grandes ou pequenos, respectivamente, quase sempre. Quando as empresas erram nas decisões ou tardam para tomar as decisões que deveriam tomar rapidamente, seus resultados podem piorar, a concorrência pode se aproveitar e o seu caixa poderá sofrer oscilações, muitas vezes bem perigosas. Algumas outras empresas quebram de tanto sucesso que possuem. Sim, muitas vezes vender muito pode necessitar uma grande utilização do fluxo de caixa, muitas vezes não sincronizadas com o fluxo de pagamento de fornecedores, e a empresa entra em crise, sem condições de honrar seus compromissos. Em outras poucas vezes, podemos fazer uma grande venda que esperamos receber em dia para pagar nossas contas e isso não ocorre por qualquer motivo. Isso tudo são situações que obrigam as empresas, independente do porte, a “apertar os cintos“. Até aqui tudo bem, são as leis de mercado e da gestão operando.

O que mais me incomoda é que em algumas empresas, quando em crise, se desesperam, “baixando as calças” para o mercado, ficando cada vez mais vulneráveis. Além disso, a mensagem que chega é impossível de se cumprir, pois pedem para “apertar os cintos e baixar as calças ao mesmo tempo“. Isso não dá para fazer. Quanto mais eu apertar os cintos mais eu vou pertencer aquela calça. Vou ficar preso nela e nesta decisão. É uma decisão de foco. “Baixar as calças” poderia dizer que não adianta, em nenhuma situação. No mundo dos negócios a piedade e a caridade, para as relações comerciais, não se misturam bem. Imaginem ligar para a imobiliária de vocês, se é que alugam alguma coisa, e pedir para eles um tempo para se organizar financeiramente. Não vão lhe dar um dia sem a devida cobrança de juros, e talvez alguém lhe ligue toda a semana para ver se você irá pagar a conta.

A dica é: se está difícil, independente da época, não adianta reclamar e nem se curvar ao mercado. Tem que enfrentar de cabeça erguida, sem correr das responsabilidades. É neste momento que nós iremos ter que exercer mais a nossa liderança, a nossa criatividade e o alinhamento de equipe. É a hora de mostrar o seu valor no mercado. É a hora de focar todos os seus recursos em um único ponto e tentar recuperar o espaço perdido. Já vi e acompanhei grandes viradas, mas em todas existiam líderes dispostos a investir e assumir os riscos de suas decisões, direto no front de batalha. Ficar em casa, olhando o Tsunami passar, talvez não seja tão seguro assim, pois o seu prédio pode ser o próximo a tombar. Mãos a obra, força e disciplina. Tomem as decisões necessárias e levem as suas empresas para onde elas deveriam estar; e nunca ter saído. Boa sorte.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

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Não podemos apertar o cinto e baixar as calças ao mesmo tempo!

Quantos anos constroem um momento?

Pelo menos 1 para proferir as primeiras palavras e dar os primeiros passos…5 para entrar para escola…7 para  perder a inocência…18 para a maioridade e pelo menos 4 para   chegar até um diploma de universidade. Ufa! Chegar até esse momento em especial é uma  verdadeira “cruzada”.

Em tempos de economias ocidentais em crise e de potências asiáticas emergindo, estar bem informado é questão de sobrevivência. Lendo um artigo sobre a China, chamou-me a atenção a questão da educação. Entendi uma das razões pelas quais esse verdadeiro “dragão” asiático esteve adormecido. O método de ensino básico utilizado até hoje pelo governo, deveria ser utilizado pelo Brasil. Todos os alunos leem, escrevem e chegam ao ensino médio. Continue reading “Quantos anos constroem um momento?”

Quantos anos constroem um momento?

Crescimento ao Norte

Em recente visita ao Recife, novamente pude comprovar algo que já foi muito explorado por diversos economistas: o Nordeste é a terra das grandes oportunidades no país. A China brasileira, que cresce a taxas muito acima da média nacional. Isso pode ser constatado em diversos setores, desde os empreendimentos imobiliários até o varejo. Ampliação e construção de shopping centers e muitas obras pela cidade inteira. Mesmo assim, parece que a sina de deixar para a última hora não é diferente nem mesmo nessa região, que é privilegiada por receber pesados investimentos do setor público, além dos privados, inclusive internacionais. As obras para a Copa de 2014 estão em ritmo lento como em todo país, indicando que teremos uma grande correria de última hora para entregarmos todos os projetos finalizados a tempo.

De outro lado, o forte crescimento e as oportunidades abertas com ele, permitem que as empresas da região incrementem suas vendas a taxas de dois dígitos anuais. Muito bom, porém em alguns casos o crescimento elevado pode encobrir eventuais ineficiências. Mesmo que você cometa uma série de equívocos, vai continuar crescendo pois os ventos do mercado são muito fortes. Espaço para os gestores mais atentos não se iludirem meramente com os números e olharem para dentro das organizações visando encontrar mais oportunidades ainda para avançarem e consolidarem um crescimento sustentável.

Felipe Schmitt Fleischer

Pensador Mercadológico

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