Suazilândia

Oficialmente conhecido como Reino da Suazilândia, ou seja, uma monarquia localizada na África Austral com duas capitais: Mbabane (administrativa) e Lobamba (legislativa). É um país montanhoso, sem saída para o mar. A economia se baseia na agropecuária, mas precisa importar boa parte dos alimentos, pois não é auto-suficiente. Exporta principalmente cana-de-açúcar e tem grandes reservas de carvão mineral, mas em compensação tem a mais alta taxa de portadores do vírus HIV (AIDS) no mundo.

Com uma população menor que a da cidade de Porto Alegre, possui um PIB de pouco mais de 5 bilhões e um dos piores índices de IDH do mundo. Então para você que leu até aqui e ficou se perguntando por que eu estou escrevendo sobre um país no meio do continente mais pobre do mundo e sobre o qual você provavelmente nem sabia da existência, saiba que eles têm mais facilidade para fazer negócios do que o “Gigante Brazil”, segundo o relatório Doing Business 2013.

Mas além deles ainda temos 128 outros país a nossa frente, incluindo Etiópia, Uganda, Nepal, Tonga e por ai vai, pois a lista é grande demais para um post apenas. Mas não para por ai, pois também perdemos para todo clube do BRICS é mole? Calma sempre pode piorar, os hermanos também estão a nossa frente!

Ser empreendedor no “Brazil” é como ir pra guerra com uma faca de serrinha sem ponta. Você até tem uma chance de se dar bem, mas vai ter que fazer milagre amigo.

Mas nada está perdido, pois somos brasileiros e não desistimos nunca certo? Bom pra tudo tem um limite e o governo parece que percebeu que ou mexe os pauzinhos ou nossas empresas vão pro buraco. Existem algumas leis sendo aprovadas no congresso para startups e também no intuito de reduzir o tempo para abertura das empresas, além de facilitar a entrada de pequenas empresas na bolsa de valores para facilitar o financiamento.

Seja como for, seja empreendedor!

Até a próxima!

Link para o relatório Doing Business 2013:

http://portugues.doingbusiness.org/~/media/GIAWB/Doing%20Business/Documents/Annual-Reports/Foreign/DB13-Overview-Portugues.pdf

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

http://www.facebook.com/johnny.mineiro

 

 

 

Suazilândia

Entrevista com empreendedores apresenta: Severina Chic Chic

Karine Prusch é uma menina especial. Pelo menos tem o espírito dos dias atuais. Ela foi minha aluna no MBA de Marketing da Unisinos. Na aula sempre tinha um ar desafiador (“eu tinha medo dela!” 🙂 ). Brincadeiras a parte, ela é corajosa. Fez 4 tatuagens no mesmo dia, em locais diferentes do corpo. Bem, mas isso não faz parte da entrevista. Mas a coragem de empreender sim. Buscando inspirações para se diferenciar em um mercado “mega competitivo”, o de eventos, ela lançou a Severina Chic Chic. E hoje já está fazendo a sua história. Leiam abaixo a entrevista que fiz com ela. Se pensarem em um evento, consultem a Severina. Ela é Chic Chic!!!

 

1. O que é o seu negócio para você? Em que área(s) atua? O que oferece e para quem?

A Severina Chic Chic é uma empresa que planeja, organiza, decora e produz eventos sociais ou corporativos, para pessoas físicas ou jurídicas. Nosso grande objetivo é tornar esses eventos experiências únicas para as pessoas que deles participam e fugir do lugar comum, do monótono. Fazemos isso através de ideias simples, algumas vezes bem artesanais, mas que contenham uma boa pitada de emoção e de personalização, porque acreditamos que cada cliente é diferente e cada evento deve ser pensado dessa forma.

2. Conte um pouco a história de seu negócio? Como você veio parar onde está hoje?

Eu sou formada em Turismo e tenho um MBA em Marketing, trabalhava na área mas já fazia um certo tempo que planejava dar uma reviravolta na minha carreira. Tive muitas ideias mas nenhuma ainda tinha se estruturado na minha cabeça como essa. Eu trabalhava com eventos corporativos, mas sentia a necessidade de fugir do óbvio, daquela “frieza” da padronização. Foi quando surgiu a oportunidade de realizar alguns eventos com características mais sociais onde pude criar e desenvolver uma personalidade pro evento e não apenas seguir um roteiro pré-estabelecido. Percebi que meu trabalho tinha se destacado, que as pessoas tinham se surpreendido e que não havia quase ninguém no mercado trabalhando com esse foco e então a ficha caiu, me dei conta que era por esse caminho que devia seguir.

3. Qual o diferencial que você busca entregar com seu negócio?

Acredito que é justamente dar uma identidade pra cada evento, torná-lo único e especial para o cliente e todas as pessoas que vão estar lá. Que percebam que cada detalhe foi pensado e planejado para aquele dia e para aquelas pessoas, porque não fazemos nada no automático, nós elaboramos projetos pensando no sonho do cliente, nas suas expectativas, seus objetivos e seus convidados.

4. Por que o que faz é importante para as empresas/pessoas?

Sabemos que tanto as empresas quanto as pessoas realizam metas ou sonhos através desses eventos. Uma festa de formatura ou o lançamento de uma loja tem características bem diferentes, no entanto, o objetivo final de ambos os clientes é o mesmo: tornar aquele momento inesquecível. Um evento pode ser organizado com um ano de antecedência ou apenas dias, pode ser um casamento ou um treinamento, pode ter um custo de 200mil ou de 1mil, mas devem de ser planejados com a mesma medida de importância, pois do contrário não vejo sentido em investir tempo e dinheiro se o objetivo é somente cumprir protocolo .

 

5. Como iniciou esta ideia? Qual foi a oportunidade identificada?

Foi a partir dessa oportunidade que tive de realizar alguns eventos em que pude desenvolver ideias, criar e não apenas fazer o óbvio, o de sempre. Uni a isso o meu encanto pelo formato norte-americano de fazer eventos bem customizados e, como a empresa em que trabalhava não tinha esse foco, resolvi abrir minha própria empresa. Temos um estilo e uma linguagem bem própria, o que nos diferencia neste mercado.

6. Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Além do óbvio que é ter capital financeiro para abrir uma empresa, acredito que pra mim foi difícil arrumar coragem de colocar a ideia em prática e fazer dar certo. Muitas pessoas tem ideias geniais, mas não tem coragem de seguir em frente e acabam engavetando. Aconteceu comigo mesma em algumas situações e tempos depois via alguém fazendo exatamente o que eu tinha pensado e tendo sucesso com isso, ficava extremamente frustrada pelo meu medo de fracassar, quando na verdade já estava fracassando ao não tentar.

 

7. Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Tem que ser corajoso e dedicado. Não pode desistir nas primeiras barreiras que enfrentar, porque só chega ao sucesso quem batalha muito. E tem que gostar muito do que faz, acreditar na sua ideia. Se você mesmo não comprar o seu projeto, ninguém vai.

8. O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Sem dúvida. Se você não conhece o mercado, não vai encontrar um diferencial para seu negócio e hoje em dia temos tantas opções que fica difícil se destacar. Se você não tiver experiência na área então, fica quase impossível. No mínimo você tem que colocar na sua equipe alguém que entenda bem do assunto.

9. Qual a sua meta para 05 anos com todo este negócio?

Nosso objetivo para os próximos 5 anos é, logicamente, crescer, ter uma estrutura maior, ampliar a equipe, atender mais eventos, mas tudo isso sem perder a essência do que fazemos e do que gostamos de fazer. Não queremos ser apenas mais uma empresa que produz eventos, mas uma empresa que produz eventos únicos, especiais e diferentes.

 

10. Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Acredito que só dá certo se os sócios se conhecem bem e sabem das qualidades e defeitos de cada um. Do contrário é um risco muito grande abrir uma empresa com sociedade apenas porque juntos é mais viável financeiramente o investimento. Logo no início, na elaboração do Plano de Negócios você já deve prestar atenção nas atitudes do seu sócio e se as visões e metas de ambos estão, de fato, alinhadas.

11. Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

Pode entrar em contato conosco através dos canais abaixo:

* e-mail: contato@severinachicchiceventos.com.br

* facebook: fb.com/severina.chic.chic.eventos

*pinterest: pinterest.com/severinachic

* site: http://www.severinachicchiceventos.com.br

Entrevista com empreendedores apresenta: Severina Chic Chic

Pergunta de final de semana: Será que hoje é um bom começo?

Somos criativos e temos muitas ideias. Mas temos medos também. Medo de fracassar em nossos projetos e ser socialmente reconhecido por isso, seja na empresa, com os amigos ou na sociedade como um todo, dependendo do porte e impacto do projeto. Mas creio que o maior medo seja o do fracasso pessoal. Você sonhou, imaginou como seria ter conquistado o sucesso, mas também imaginou o que seria se não alcançasse o cume nesta empreitada. Nesta balança de sentimentos, e com nossa capacidade de imaginar sempre o mais negativo com mais nitidez e impacto, paralisamos. Preferimos a certeza de alcançar a vitória nos sonhos do que o fracasso muitas vezes natural de quem corre riscos e se “aventura” em novos projetos.

Desta forma, a pergunta de final de semana é: Será que hoje é um bom começo? Até quando você irá esperar para colocar em prática o que sonhou fazer, seja na vida pessoal ou profissional?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver pensando em seus projetos-sonhos, pergunte quando você irá iniciar ou o que irá começar amanhã que irá lhe aproximar mais dos seus sonhos. Ande um passo a cada vez e o sonho se aproximará de você. Logo você terá conquistado confiança suficiente para dar uma corrida em direção ao que busca. Mas comece hoje.

Bom final de semana e comece algo.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1064362

Pergunta de final de semana: Será que hoje é um bom começo?

Entrevista com empreendedores apresenta: Fabulosa Ideia

A primeira vez que você encontra o Rafael você pode acha-lo um jovem um pouco estranho, uma mistura de nerd, com geek, com geração Y e muito mais. Você pode até desconfiar o que este rapaz de óculos pode lhe ensinar. Mas ai ele começa a falar de uma maneira hiperbólica, apaixonada, conectiva e você enxerga que ele pode lhe ajudar muito. E você começa a prestar a atenção e tudo começa a fazer sentido. Ele pode até provocar você, pelo seu tradicionalismo de lidar com a comunicação de seu negócio, mas no final você entende o poder das palavras CONVERSAR, RELACIONAMENTO e ENGAJAMENTO. Entende o que é dar antes de querer receber. Como todo o jovem hoje, ele deseja “dominar o mundo”, mas diferente de muitos, já aprendeu como se constrói uma marca. Entendeu como construir sua credibilidade e reputação. E isso tem lhe ajudado a conquistar contas como Red Bull, Santander Cultural, Seven Boys, GBOEX, Spirito Santo, entre outras. Atualmente, além de liderar a Fabulosa Ideia, sua empresa, está palestrando, dando aulas e escrevendo seu primeiro livro. Veja mais dos seus planos e de como ele pensa nesta entrevista feita com exclusividade para o Pensador Mercadológico.

 

Pensador Mercadológico: O que é o seu negócio para você? Em que área atuam? O que oferecem e para quem?

Rafael Terra: Para mim o meu negócio é um filho amado que cresceu rapidamente e mudou a minha vida. A Fabulosa Ideia é uma agência que atua sob o guarda-chuva do Marketing de Conteúdo. Ou seja: não fazemos publicidade, todas as nossas ações com as marcas são realizadas em cima da relevância das histórias que envolvem a empresa. E isto se reverbera em quatro tipos de serviços: assessoria de comunicação 2.0, ações de marketing em redes sociais, produção e design de conteúdo.

Nossos serviços são indicados para marcas que acompanham a evolução do marketing, que sabem que a propaganda tradicional está em decadência e que hoje o atual consumidor quer CONVERSAR. E são estas conversas geradas através de conteúdo relevante que geram valor de qualidade percebida para as empresas. Pois acreditamos que relacionamento é a ferramenta mais eficaz de venda.

Pensador Mercadológico: Por que o que fazem é importante para as empresas?

Rafael Terra: Porque hoje as empresas não são aquilo que elas falam de si próprias. Elas são aquilos que os consumidores falam sobre elas. E o nosso trabalho é justamente

propiciar este espaço de troca entre a marca e seu cliente. É a partir do conteúdo que geramos para as empresas que o consumidor cria empatia e sendo assim fala e compartilha.

Pensador Mercadológico: Como iniciou esta ideia? Qual foi a oportunidade identificada?

Rafael Terra: Olhei para as assessorias de imprensa e para as agências de marketing digital e vi que faltava uma sintonia entre elas. De um lado, as assessorias de imprensa estavam com um posicionamento muito duro, não estavam olhando para todo este cenário propiciado pela web 2.0. De outro, as agências digitais não tinham a expertise de um RP. Ou seja, as ações morriam nas próprias redes, não ganhavam espaços em outras mídias. Então vi que existia uma baita oportunidade para uma agência que ligasse estes dois cenários. Foi o que fiz 🙂

Pensador Mercadológico: Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Rafael Terra: Acho que é aprender a empreender. No meu caso, a minha formação inicial é jornalismo. Nunca havia tido nenhum contato com questões contábeis, por exemplo. Eu diria que a principal dificuldade é a falta de conhecimento dos empreendedores. Aconselho a todo novo empreendedor a procurar uma consultoria. Faça aquilo que você é bom e busque parcerias naquilo que você não conhece. E óbvio: no decorrer do caminho aprenda também.

Pensador Mercadológico: Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Rafael Terra: Olha, eu acho que um negócio se resume nesta frase: ser relevante dentro de um contexto. Sendo assim, a principal competência do empreendedor é capturar esta essência. Se o empreendedor não consegue ser relevante para uma demanda na sociedade ele não terá sucesso. Por fim: persistir sempre, desistir jamais. Costumo dizer que negócio é uma engrenagem. Um dia você perde. No outro você ganha muito. Agora o que não pode é desistir jamais.

Pensador Mercadológico: O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Rafael Terra: Com certeza. Eu diria que é essencial. Negócio é gente. E gente é qualidade percebida. E não tem como passar qualidade percebida / segurança para o cliente se você não domina e não é apaixonado pelo que faz.

Pensador Mercadológico: Qual a sua meta para 05 anos com este negócio?

Rafael Terra: Estou escrevendo um livro sobre Assessoria em Comunicação Digital. Planejo que isto aumente minhas palestras pelo Brasil, bem como ajude a disseminar a

marca Fabulosa Ideia. Também amo muito São Paulo e quero muito fazer a minha empresa chegar lá neste período.

Pensador Mercadológico: Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Rafael Terra: Não sei, não tenho sócios. Contudo, se tivesse buscaria alguém com uma expertise totamente diferente da minha. Acredito que ambos devem estar na mesma sintonia de negócios, mas trazerem olhares diferentes para o mesmo.

Pensador Mercadológico: Como avalias a “maturidade digital” das marcas gaúchas?

Rafael Terra: Primária. Há um mercado enorme por aqui. Costumo dizer que hoje há uma conscientização digital maior entre marcas de grande porte. Pois as médias e pequenas ainda resistem em investir no digital. Contudo, temos poucos casos de inovação das grandes empresas aqui do Sul. Há muito que explorar, há muito o que educar.

Pensador Mercadológico: Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

Rafael Terra: Seguem os meios.

Perfil no Facebook – www.facebook.com/terradorafael

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Twitter: @terradorafael

E-mail: rafael.terra@fabulosaideia.com.br

 

O crédito de todas as fotos publicadas neste post é de Gabriela M.O.

 

Entrevista com empreendedores apresenta: Fabulosa Ideia

Entrevista com empreendedores apresenta: Jogo de Damas

De acordo com um site de Portugal, no “ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher”.  Mais de um século depois, neste dia 8 de março, o Pensador Mercadológico apresenta a entrevista com Deb Xavier. Jovem dinâmica, exemplo de uma geração que não quer saber se é impossível fazer, ela foi lá e fez. Em pouco mais de um ano lançou a ideia Jogo de Damas e hoje já é uma marca com bastante reconhecimento e seus eventos são bastante concorridos. Está lançando agora o evento Dama Day, com a presença de Bel Pesce, da Lemon, e Sônia Hess, da Dudalina. Leiam a entrevista e participem do Dama Day. Nós estaremos por lá!

 

1. Quem é Deb Xavier?

Deb Xavier é, antes de tudo, a orgulhosa mãe da Tathiana. É também empreendedora, palestrante e idealizadora do Jogo de Damas. Fiz cursos em diversas áreas, no Brasil e exterior, incluindo marketing, empreendedorismo, negociação, branding, comunicação. Sou bastante multidisciplinar, já passei pela Arquitetura, Relações Internacionais, Tecnologia da Informação, Economia, Marketing e hoje atuo com comunicação e com o público feminino.

2. O que é o seu negócio para você? Em que área atuam? O que oferecem e para quem?

O Jogo de Damas é uma empresa de conteúdo e fomento estratégico ao comportamento empreendedor feminino. Somos uma agência de comunicação que oferece conteúdo a ser distribuído de diferentes formas: eventos, redes sociais, site – e estamos estruturando outros meios. Nosso público alvo são mulheres e nosso foco temático é vida profissional, empreendedorismo, carreira, negócios, gestão.

3. Conte um pouco a história de sua empresa?

Desde quando trabalhava com TI na empresa do meu amigo, eu já frequentava diversos eventos de tecnologia e empreendedorismo – e foi natural me reunir com as poucas mulheres presentes nesses eventos. Num deles, acabei contando minha experiência de empreendedora e comecei a pesquisar mais sobre empreendedorismo feminino. Foi quando tive a ideia de fazer um grupo para mulheres empreendedoras se reunirem todo mês para trocar ideias, contatos, se ajudarem. A ideia toda foi desenvolvida no dia 18 de março do ano passado e o primeiro evento marcado pra dali a 10 dias.

Organizei o primeiro evento em um bar perto da minha casa na época, a ideia era reunir umas 15-20 mulheres para bater papo. Quando vi, já tinha um monte de gente confirmada pelo Facebook! Tive que improvisar e mudar a ideia de um bate-papo entre todas para uma mesa redonda. Com as quase 80 mulheres do primeiro evento e o sucesso que foi (mensagens, e-mails!), a coisa começou a crescer.

Tudo aconteceu muito rápido! Mesmo assim, o segundo encontro já foi mais organizado, e nessa altura já haviam outras três mulheres envolvidas no projeto. Já atraíamos a atenção da mídia e muitas pessoas começaram a nos contatar. Desde o segundo evento já houve exposição num programa de TV e a exposição só aumentava com o passar do tempo. Infelizmente, por incompatibilidade de visões, objetivos e diferenças no envolvimento com o projeto, nós quatro resolvemos seguir caminhos diferentes e nos separamos no final de junho. Como a propriedade intelectual era minha e fui eu quem começou tudo sozinha, foi natural que eu seguisse com o projeto. Mas confesso que dei uma parada para me restabelecer. Decidi então remodelar o projeto. Ele voltou em formato de palestras e foquei em conteúdo. Vieram convites para participar de eventos, consegui patrocinadores… Comecei a me apaixonar cada vez mais pelo projeto – todo mundo comenta sobre o brilho nos meus olhos quando falo sobre o Jogo de Damas! Quando terminava um evento, eu já começava a me programar para o próximo. E eu fazia de tudo: organizava a agenda, cuidava das redes sociais, programava o lugar, montava kits para as participantes! E no último evento do ano, eu inclusive palestrei – o feedback foi super positivo! E agora vamos comemorar 1 ano em um baita evento.

 

4. Qual o diferencial que vocês buscam entregar na empresa?

Temos 3 pilares que, entendemos, são os nossos diferencias: conteúdo, networking e inspiração. Buscamos entregar conteúdo de qualidade, atual e com significado. Nos nossos eventos buscamos criar um ambiente de integração, inclusive temos uma dinâmica de networking interativa e que gera bastante resultado. E por último a inspiração, que é fator fundamental para a mulher que tende a buscar pessoas e histórias para se espelhar. O conjunto desses pilares, muito trabalho e brilhos nos olhos – essa é a diferença.

5. Por que o que fazem é importante para as empresas/pessoas?

As mulheres, em geral, em suas vidas profissionais, buscam por mais conteúdo que os homens – inclusive são maioria em cursos superiores. O Jogo de Damas tenta suprir essa necessidade e instrumentalizar a mulher para que ela seja protagonista da própria mudança.

6. Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Depende muito, No meu caso, vim de uma família bastate humilde, sem dinheiro e sem contatos. Tive que ir conquistando isso com muito trabalho e ao longo do caminho. É mais difícil, exige mais da gente mas também é mais recompensador.

7. Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Precisa ser corajoso e não desistir. Para isso é fundamental amar o que se faz – é muito mais fácil ser corajoso e seguir em frente, apesar das dificuldades, quando a gente é apaixonado pela nossa ideia, pelo nosso negócio.

8. O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Eu considero fundamental. O Jogo de Damas começou sem grandes ambições, e meu conhecimento na área já era acima da média, nada de mais. Entretanto, à medida em que o projeto ia crescendo eu mesma fui me interessando cada vez mais pelo assunto e indo atrás de conteúdo, de estudos, de material, de informação. Hoje percebo a diferença que esse conhecimento todo traz ao projeto.

9. Qual a sua meta para 05 anos com este negócio?

O Jogo de Damas já está com planos de ir para outras capitas ainda em 2013. Para os próximos anos pretendemos nos consolidar nacionalmente, estruturar outras formas de distribuição de conteúdo e desenvolver projetos paralelos.

10. Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Depende. Já tive experiências boas e experiências ruins. Sociedade é como um relacionamento: para dar certo depende das pessoas envolvidas, do comprometimento, dos objetivos em comum e claro, de muito diálogo.

11. Qual a importância das mídias sociais hoje em dia para o seu negócio?

O Jogo de Damas começou no Facebook – e hoje 90% da produção e distribuição do conteúdo que fazemos a curadoria é distribuído através da rede. Nossa meta é explorar outros meios e mídias mas, hoje, as mídias sociais são indispensáveis e parte fundamental do sucesso do negócio.

12. Como avalias a “maturidade digital” das marcas gaúchas?

Acho que estamos engatinhando ainda. Mas não digo isso como especialista. Digo isso como usuária das redes e como observadora de iniciativas de marcas nacionais e internacionais. Essa diferença temporal no processo é natural, acho que estamos no caminho certo – por mais que estejamos avançando lentamente.

13. Fale sobre o Dama Day. O que é? Para quem? Quais os destaques da programação e como proceder para inscrições?

O Jogo de Damas completa 1 ano agora em março e resolvemos fazer um evento à altura, para celebrar essa data importante e também o mês da mulher. O Dama Day é um evento cheio de conteúdo, um dia inteiro com palestras, paineis, debates, entrevistas, tudo dentro dos nossos focos temáticos. Esse é um evento para quem se interessa pela mulher e pelo vida profissional da mulher, para quem se interessa por empreendedorismo, carreira – tudo com uma roupagem feminina. O evento vai acontecer no Teatro do CIEE e esperamos mais de 400 pessoas. É o primeiro (e único) evento que vai permitir a presença de homens, isso porque discutimos assuntos que, entendemos, são de interesse de gestores de RH, por exemplo. E esse interesse depende de gênero.

Todas as palestrantes foram escolhidas a dedo – pensamos em nomes importantes, que viessem somar ao projeto e que fossem de interesse do nosso público e relevantes em suas áreas de atuação. Infelizmente não foi possível chamar todas que queríamos, devido à limitação de tempo. Os dois nomes que destaco são Sônia Hess, presidente da Dudalina e Bel Pesce, fundadora da startup Lemon e autora do livro “A menina do Vale”. As inscrições são através do link http://damaday.com.br

14. Quais as dificuldades de organizar um evento deste porte?

Contratamos uma produtora para poder dar conta de um evento desse porte. Mesmo assim, posso destacar que montar a grade e confirmar as palestrantes foi bastante trabalhoso, embora estejamos bastante orgulhosas com o resultado alcançado. Queríamos trazer nomes de destaque, pessoas relevantes, com conteúdo e que agregassem bastante ao evento – e conseguimos! Então, posso dizer que as dificuldades existem, mas é recompensador quando tudo dá certo.

15. Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

Podem nos contatar via Facebook (facebook.com/jogodedamas.me), via site (jogodedamas.me) ou e-mail (contato@jogodedamas.me).

 

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Fonte citada na introdução desta entrevista:

http://www.eselx.ipl.pt/ciencias-sociais/Temas/direitos_mulher/

Entrevista com empreendedores apresenta: Jogo de Damas

ESQUEÇA O MUNDO REAL

Acabei de ler um ótimo livro sobre negócios, mas bem diferente do que estava acostumado a ter contato. Rework de Jason Fried & David H. Hansson trata de questões pertinentes a pequenas empresas e porque “ser pequeno” é bom. Um livro que poderia ter sido escrito por uma criança de 12 anos ou pelo Paulo Coelho, tamanha simplicidade das palavras e isso o deixa excepcional. Ele traz vários exemplos sobre questões que enfrentamos no dia-a-dia de nossas empresas/empregos e como isso afeta nossa linha de pensamento e nosso bom senso.

Está na hora de simplificarmos as coisas, ter em mente objetivos mais claros e sempre que possível compartilhar o conhecimento que temos. Esqueça as regras da administração, elas só valem no “mundo real” e por isso devemos fugir dele. Pequenas empresas têm a chance de testar novas condições e maneiras diferentes de fazer as coisas, não precisamos seguir regras antigas, devemos quebrá-las e ver o resultado!

Uma empresa não é apenas uma empresa, ela é parte de você e tem seu sangue e suor nela. Então faça com que ela seja relevante. Agora estou vendo um administrador dizendo: “Mas empresas são feitas para dar lucro e deixar os sócios felizes em seus carros importados.” Eu sei disso, também aprendi essa bobagem na faculdade como sendo o primeiro mandamento do mundo real. Uma empresa é mais do que uma vaca leiteira, ela precisa estar inserida em um contexto e fazer o bem. Quando digo isso não estou levantando a bandeira do socialismo, mas sim que a empresa precisa se preocupar de verdade com seus clientes e não empurrar qualquer porcaria goela abaixo e lucrar com isso.

Estamos vivendo em tempos onde noticias levam apenas milésimos de segundos para se propagar e que qualquer bebê fazendo careta tem 1 milhão de acessos no YouTube. Mas que relevância isso tem pra o mundo em geral? Nenhuma! Faça algo de valor, tenha fãs e não apenas clientes. Isso acontece com o tempo, não force com propagandas exageradas, tenha paciência e principalmente tenha paixão por aquilo que você está fazendo. Aproveite enquanto sua empresa é pequena e versátil, pois você vai sentir falta desse período quando ela crescer e a burocracia tomar conta.

 

Até o próximo

 

Johnny Mineiro

Empreendedor

http://www.facebook.com/johnny.mineiro

 

ESQUEÇA O MUNDO REAL

Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.

Ontem, no Globo Reporter, a frase do título deste post chamou a atenção quando pronunciada pelo entrevistado. Originalmente seus créditos são dados ao famoso Friedrich Nietzsche. Com várias interpretações possíveis, quero desenvolver aqui pelo menos uma delas, o meu ponto de vista para este texto. Se nossa caminhada até o dia de hoje pudesse ser traçada na forma de um mapa, poderíamos ver o quão perto passamos de diferentes “perigos” (abismos) do trajeto. Como, muitas vezes, não sabíamos de sua existência, passamos sem receio. Quando sabemos o que temos que enfrentar, geralmente ficamos pensando em inúmeras alternativas de solução e isso leva, quase sempre, a perda de foco de nosso objetivo. O que queremos deixa de ser o objetivo e passa o problema a ser o foco. A consequência é um engrandecimento do problema até virar um “monstro”, algo indomável que muitas vezes nos paralisa e nos faz desistir. Até o momento que alguém desavisado, passa por nós e pelo “monstro” sem ao menos notar a sua presença, e segue viagem. Poderíamos ter feito o mesmo ou pelo menos ter iniciado o confronto para ver se o bicho era tudo isso que imaginávamos. Mas ficamos parados. Quantas vezes algo semelhante aconteceu contigo?

Por outro lado, existem pessoas (e são muitas) fascinadas pelos abismos da vida. As melhores manchetes são as mais negativas. Adoram falar disso, de outros, de coisas e menos deles e de seus futuros possíveis. Prefere viver, bem vivido, a agonia de um dia ruim do que a esperança de um dia melhor. Cava o seu próprio buraco com as próprias unhas, e não se cansa. E a sua missão é fazer com que você olhe bem para o seu abismo, para iniciar uma conversa. Aqui não estou dizendo que temos que fugir ou ser ignorantes sobre os aspectos negativos da vida, do mundo e de seus perigos. Não é isso! Apenas sugiro que não coloquemos o foco da vida nisso, a ponto de tudo ser transformado em abismos. Em quase toda a bibliografia sobre empreendedorismo existe o alerta: “existirão pessoas ao seu redor que se esforçarão para que você desista de seu sonho. Cuidado!”

Desta forma, o convite é viver uma manhã ou uma tarde apenas sem olhar para os abismos. Se policiar e ter um autocontrole para que isso não ocorra. E no final deste turno se avaliar. Se for bom, continue por um proximo turno. Se for um período muito curto para uma conclusão, mais um turno pode ser programado. E se no final deste tempo, começarmos a gostar do resultado, quem sabe não fazer disso um novo jeito de levar a vida? Mas lembre-se: inicie com um turno. Não um dia ou uma semana. Tenha sucesso em um turno. Depois outro e assim sucessivamente.

Bons negócios!

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta ideia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

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Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1395456

 

Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.

Empreender é preciso, senão a rotina te cansa…

Você já acordou cedo pela manhã se perguntando se aquele seria o dia que receberia aquele tão sonhado aumento? Não, então as duas uma: ou você é um empreendedor ou não tem um pingo de ambição!

O empreendedor é uma espécie de herói sem capa ou mascara que não usa de desculpas para se valer de uma condição de comodismo. Ele tem faro e olhar aguçados além do poder de enxergar sempre à frente. É um apaixonado pelo negócio que desenvolve e se for necessário virar noites e trabalhar incontáveis fins de semana para ver sua “cria” crescer, faz isso com gosto e um sorriso no rosto. Não segue ordens, segue instintos, torce por desafios, jamais os evita. Tem medo do fracasso sim, mas a busca pelo sucesso é seu Nirvana. Mas será que todos nós nascemos com essa capacidade para empreender? Ou será que adquirimos isso ao longo da vida?

A melhor maneira de se tornar um empreendedor é sendo empregado! Isso mesmo, você não leu errado. Sendo empregado, funcionário, colaborador ou seja lá que palavra estejam usando hoje em dia, você vai adquirir o poder de indignação que todo empreendedor precisa para sair do estado de letargia. Você vai cumprir horários, terá tarefas e metas (algumas absurdas), receberá ordens (algumas que você discorda), vai torcer para que seus esforços se transformem em um aumento salarial e uma ascensão no organograma e não em um tapinha nas costas e a clássica frase corporativa: “Ótimo trabalho, te vejo na segunda!”. Aprenda com essa experiência, tire o maximo de proveito dos bons e maus momentos e tome uma atitude quando a oportunidade aparecer.

Que peça do jogo de xadrez você gostaria de ser se pudesse escolher? Se você respondeu o Rei ou a Rainha, sinto muito, mas você está pensando como funcionário. Observe alem do que as pessoas lhe oferecem, seja o jogador sempre que possível!

 

 

 

 

 

Johnny Mineiro

Empreendedor

http://www.facebook.com/johnny.mineiro

 

Empreender é preciso, senão a rotina te cansa…

Entrevista com empreendedores apresenta: Prima Festa

Nesta semana, estamos apresentando a entrevista com Luciane Rodrigues, uma das sócias da Prima Festa Alugueis de Roupas para Festas.  Pense bem: em quantos eventos você já foi convidado e tem que se preocupar com a roupa que irá usar. Se forem poucos, não compensa comprar uma roupa para usar raramente e deixar pegando pó no armário. Além disso, em poucos meses ela sairá de moda. Mas se você for super social e receber muitos convites, não vai querer aparecer sempre com o mesmo vestido, não é mesmo? O negócio de aluguel de roupas para festas nasce em necessidades reais do mercado, como as exemplificadas acima. Notarão pela sinceridade das respostas de Luciane que o estágio que estão com o seu negócio e o que passaram para abrir as portas é o desafio de muitos que querem empreender. Mas no final a sensação de realização e de viver o desafio é maravilhoso. Com preparo, planejamento e dedicação, as coisas acontecem. E é isso que verão na entrevista que segue. Boa leitura.

 

1. O que é o negócio para você?

Nosso negócio é descomplicar a vida das pessoas em ocasiões especiais oferecendo roupas bonitas, modernas e em ótimo estado.

2. Como iniciou esta ideia? Qual a oportunidade identificada?

Bom, como vários casos, a idéia iniciou a partir da necessidade de fazer alguma coisa (ocupação) e por estar decepcionada com as exigências do mercado e o pouco que oferecia em troca (baixos salários).

Minha sócia mora no bairro no qual estamos e onde eu morei por muitos anos, então percebemos que neste segmento, por muito tempo, existia uma única loja que dominava o mercado. Nos últimos dois anos outras duas lojas abriram neste bairro e ainda assim tinham pessoas de nossos relacionamentos insatisfeitas e que procuravam lojas de outros bairros para alugar roupas para festas. O Bairro Canudos tem hoje mais ou menos 62.000 habitantes e está em crescimento contínuo. A classe C predomina, mas existe uma mescla de classes bastante grande. As pessoas estão se divertindo mais e a beleza está cada vez mais valorizada, portanto nossa aposta que esse negócio tem demanda.

3. Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Várias dificuldades… Começa pela escolha do ponto. Depois fechar o aluguel da sala foi um horror, prever os investimentos imprescindíveis para o inicio das atividades, os trâmites de abertura da empresa foram bem demorados (30 dias), etc…

4. Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Ser persistente, organizado e ter os pés no chão. Não podemos pensar só no hoje e sim, no mínimo em médio prazo. Nós tivemos ajuda financeira familiar, mas acredito que se não fosse desta forma não teríamos levado adiante. Fizemos algumas pesquisas com instituições financeiras e não encontramos nenhuma linha de crédito que pudéssemos usar para a abertura deste tipo de negócio. Então vejo que seria praticamente impossível se não tivéssemos essa ajuda.

5. O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Sim, acho que é de extrema importância ter pelo menos noção das implicações do negócio. Mas penso também que é muito importante saber administrar, conhecer ferramentas administrativas e financeiras, ter visão sistêmica, jogo de cintura para superar e sair de situações desconhecidas.

6. Qual a sua meta para 05 anos com este negócio?

Tornar a loja conhecida pelo maior número de pessoas aumentando desta forma a oferta. Ter mais lojas em outros bairros que fujam dos convencionais.

Dedicar-me exclusivamente a esse negócio…

7. Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Espero que sim! Ainda não experimentamos nenhum desacordo que pudesse atrapalhar a sociedade. Estamos ainda na fase da empolgação, mas acho que se tivermos respeito e escolhermos pessoas honestas as dificuldades diminuem. Acho importante também definir as tarefas de um e de outro.

8. Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

Estamos na Rua Bartolomeu de Gusmão, nº 2206 bairro Canudos em Novo Hamburgo (em frente ao Supermercado Rissul)

Telefone: (51) 3524-6943 E-mail: primafestaalugueis@hotmail.com

Facebook: PrimaFestaLocacaoEComercioDeVestuarioLtda

 

Horário de atendimento:

Segunda à Sexta das 9h as 12h e das 13:30h as 18:45h

Sábado das 9h às 17h sem fechar ao meio dia

 

 

Entrevista com empreendedores apresenta: Prima Festa

Entrevista com empreendedores apresenta: Grão Brasil Café

Em 1998 ele abria na cidade de Novo Hamburgo. Recentemente foi passado de mão. No comando de Felipe Schmitt-Fleischer e seu sócio, reabriu em uma bela casa de 2 andares em uma esquina da cidade. Sua proposta de gastronomia diferenciada e autoral, ambiente acolhedor e atendimento especial é percebida após você entrar na loja e começar a escolher no cardápio. Há muito tempo atrás eu fui apresentado aos sanduiches do Grão Brasil por uma tele-entrega em uma reunião-almoço. O sanduiche foi devorado. Era muito bom. A combinação de ingredientes e o gosto são únicos. Um dia, conversando informalmente com o Felipe, chegamos a conclusão que este negócio sendo franqueado seria uma explosão, pois depois de tu comer uma vez tu volta. Se você estiver passando por Novo Hamburgo, não deixe de visitar o Grão Brasil Café. Você vai gostar.

Segue a entrevista com o Felipe:

1. O que é o negócio para você?

O negócio é uma forma de realização pessoal. É conseguir colocar em prática ideias e conceitos em um propósito. Também é uma forma de desenvolver novas habilidades, sobretudo relacionar-se com o público final e ter o imediato retorno sobre a experiência que estão vivenciando.

2. Como iniciou esta ideia? Qual a oportunidade identificada?

A ideia se iniciou a partir do fato de ser cliente de um negócio que se encerrava. Não porque havia dado errado, muito pelo contrário. Então acredito que quando, parafraseando o livro Rework, “coçamos a nossa coceira” fica muito mais fácil dar certo. Quando somos clientes e sabemos aonde a proposta nos cativa, é mais simples de conduzir. Pois estamos do outro lado, sabemos o que queremos encontrar. Assim a oportunidade nasceu, a partir uma marca que seria encerrada, mesmo sendo amada por seus clientes. Afora isso, sempre tive vontade de desenvolver um negócio próprio na área da gastronomia e do entretenimento. Então surgiu uma janela que talvez não se abrisse dessa forma no futuro. E a decisão tinha que ser tomada naquele momento.

3. Qual a maior dificuldade de empreender um negócio próprio do zero?

Hoje existem muitas dificuldades, desde a localização de um bom ponto comercial, até as fontes mais adequadas de financiamento. Mas acredito que a dificuldade maior seja encontrar fornecedores confiáveis, que cumpram mínimos princípios de qualidade, tempo e custo. Para vencer as dificuldades, é preciso organização e muito força para seguir em frente. E isso sempre vai existir se você acreditar que aquele propósito tem a ver com sua vida.

4. Quais são as competências necessárias para um empreendedor se dar bem em um negócio próprio, começando do zero, sem nenhuma ajuda financeira?

Organização, criatividade, perseverança e capacidade de construir relacionamentos.

5. O conhecimento na área que esta se empreendendo é algo muito importante para iniciar um negócio?

Relativamente, como antes comentei o conhecimento como cliente é muitas vezes mais importantes, pois clarifica o valor procurado em um negócio, facilitando como a oferta deve ser organizada. A partir dela a estrutura do negócio irá se formar, com as pessoas certas para realizar essas entregas. Aqui entra a capacidade de gestão. Logicamente as necessidades de um bistrô tem algumas particularidades que devem ser respeitadas.

6. Qual a sua meta para 05 anos com este negócio?

Firmar a posição de marca dentro da região e iniciar a expansão.

7. Sociedade dá certo? O que fazer para preservar uma sociedade próspera?

Sim, desde que haja papéis definidos, bem como uma constante comunicação aberta e clara.

8. Se alguém quiser entrar em contato com você, como fazer?

O contato pode ser feito no Grão Brasil Café (R. Silveira Martins 13 – Novo Hamburgo – (51) 3066.3655 felipe@cafegraobrasil.com.br)

 

Entrevista com empreendedores apresenta: Grão Brasil Café