Treine para ser o melhor do mundo

Dica de gestão 126 de 300: Treine para ser o melhor do mundo

É admirável ver hoje o que os melhores esportistas do mundo fazem para melhorar o seu desempenho. Pegue exemplos de alguns esportes, tais como natação, futebol, vôlei, corrida de 100 metros, corrida de longa distância, boxe, enfim, qualquer esporte. Existem os treinos físicos, os treinos técnicos e os treinos psicológicos. Existem vários profissionais contratados para ajudar os atletas a melhorarem seus índices, tais como psicólogos, nutricionistas, personal trainers, personal stylist, entre outros. Um atleta hoje, além de ser o melhor, tem que parecer ser o melhor. É um exemplo para os demais, um formador de opinião utilizado por vários produtos na mídia, geralmente estando entre os maiores salários do mundo, entre todas as profissões.

Em alguns casos a pressão é tão grande que leva os atletas a níveis tão alto de pressão que beiram a loucura, como mostra o filme Black Swan, com a espetacular Natalie Portman como estrela principal. Quem ainda não viu este filme eu recomendo.

Balé (do francês Ballet) é o nome dado a este estilo de dança que se originou nas cortes da Itália renascentista durante o século XV, depois conquistando a França, Inglaterra e Rússia. É um esporte que normalmente demora décadas para se aperfeiçoar a ponto de fazer parte de uma apresentação de nível profissional.

O treino é intenso, duro, exigente, levando o corpo e a mente ao máximo nível de exigência. Necessita fazer deste esporte o seu estilo de vida. Um outro filme também apresenta o drama do ballet, só que agora pela perspectiva de um menino, que ainda criança descobre para o desespero de sua família, toda muito machista, que tinha o dom para a dança. O filme se chama Billy Elliot. Também recomendo que vejam.

A famosa Escola Bolshoi de Ballet talvez seja uma das mais renomadas escolas do mundo. Seus espetáculos são assistidos por milhares de pessoas. E lá só entram os melhores atletas que vivem na terra. Luiza Del Rio, bailarina do Bolshoi, nos mostra no vídeo abaixo um trecho da Morte do Cisne. Algo emocionante, que mostra a batalha de uma borboleta contra a vida.

E por fim, existe o brasileiro John Lennon da Silva, que certamente já passou da idade de ser um grande bailarino, mas com a sua street dance consegue em poucos minutos convencer um júri profissional e até mesmo levá-los as lágrimas de tanta emoção. É algo para poucos conseguir isso, apenas com os gestos do corpo. É a alma que todo o artista busca conseguir um dia. Algo que invisivelmente toque a platéia e a hipnotize.

Por fim, depois de tantos exemplos, interessante seria nós avaliarmos somente nestes últimos 6 meses que se passaram qual o tipo de treino que nós fizemos para a nossa vida. O que estudamos? O que aprendemos com os outros? O que nos esforçamos para aprender? Quanto melhoramos? Nesta perspectiva temos dois grupos para escolher: os que batem palmas e os que são aplaudidos. Onde você quer estar?

Para saber mais sobre Ballet: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ballet

Vejam outros posts meus que abordam este tema:

O melhor do mundo

Foi só elogiar e já fez cagada

Na minha vida tem mais do que um leão a ser morto por dia

Fragmentos de um sucesso

Como desenvolver a genialidade

O treino nosso de cada dia

Mergulhe de cabeça

Espero que tenha sido uma leitura útil e agradável .

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

www.focal.com.br

Pensador Mercadológico

www.pensadormercadologico.com.br 

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Treine para ser o melhor do mundo

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 1

Uma das arenas mais interessantes para acompanhar a batalha das marcas é a das marcas esportivas. “Esmagar concorrentes”, com todo duplo sentido que é permitido, move um dos principais players. Outra marca aposta no lema “de volta ao ataque”. Os esportes por natureza envolvem competição, rivalidade e superação. De um lado vitoriosos, de outro derrotados. Glórias e fracassos próximos. Para potencializar o ambiente já competitivo, as marcas esportivas contam com um arsenal de investimento poderoso e uma qualificada gestão mercadológica. Certa vez Peter Drucker disse que “uma empresa tem apenas 2 funções básicas: o marketing e a inovação.” A regra é seguida nesse segmento de mercado, pelo menos para aquelas marcas que querem estar do lado dos vencedores.

A primeira alavanca do Branding das marcas esportivas:

Não há dúvida que o mundo dos esportes recebe um tratamento idealizado formando uma óbvia metáfora com a vida e os obstáculos que devem ser superados. Combinadas, paixão e razão, fornecem energia para a gestão das marcas glorificar o esporte e colocar o equipamento como poderosa conexão. O tênis, a confecção e o acessório são capazes de transformar qualquer pessoa em um super-herói moderno.

A segunda alavanca do Branding das marcas esportivas:

Tecnologia materializa uma forte conexão com a entrega do benefício funcional de produto (o que realmente ele proporciona). Assim o elemento da inovação constante e da aparência do produto são elementos críticos para fortalecer essa relação com o usuário. Nos tênis fica claro através da necessidade de mantê-la aparente. Observe também que as próprias tecnologias são marcas de suporte (Air, Shox, Hexalite, DMX, ZigTech, Wave).

A terceira alavanca do Branding das marcas esportivas:

Um movimento que começou nos anos 90 no qual o visual casual ganhou espaço e o mundo esportivo invadiu o mundo da moda. O tênis as roupas esportivas passam a compor uma tendência, apoiados pela aceitação social e pelo seu conforto superior. O viés heritage e vintage aliado ao tecnológico e moderno compõe o espírito de época que coloca as marcas esportivas como canais importantes de externalização. Para aprofundar essa alavanca a associação das marcas com designers (Adidas com Stella McCartney e Yohji Yamamoto, Puma com Phillip Starck, Reebok com Giorgio Armani, Converse com John Varvatos) firmou o conceito.

A quarta alavanca do Branding das marcas esportivas:

A identificação com um grupo específico ocupa um papel de destaque para as marcas esportivas. A representação de um estilo pessoal pode ser apoiado nos valores representados pelas marcas. Elas reafirmam quem você é e no que acredita. Uma entrega de cunho emocional e de alto valor individual.

A análise em profundidade do posicionamento das marcas ao longo do tempo e os enfoques prioritários em termos de produtos, comunicação e patrocínios permite entender a base central em que cada um opera. Colocado em perspectiva é possível mapeá-las da seguinte maneira, cada qual com um arquétipo:

Eixos de posicionamento:

Vitória: a linguagem da performance esportiva tem força mais ativa.

Prazer: o foco é o esporte como forma de diversão.

Status: a satisfação oriunda da posição social conferida pela marca (benefício de auto-expressão).

Bem-estar: a satisfação pessoal (benefício emocional).

No contexto de competição algumas marcas procuram abraçar mais que uma posição de mercado, conforme a linguagem específica da linha de produtos. Outras utilizam mais de uma marca (com personalidade própria) para fazerem esse movimento (caso da Adidas com suas 3 marcas: performance, originals e style). O cuidado é de não ficar na posição central da matriz, em síntese não significar nada para ninguém. Desafio que acompanha sobretudo algumas marcas brasileiras que já tentaram transitar em vários direções, em um comportamento esquizofrênico de branding.

Vários dos movimentos realizados pelas marcas esportivas deixam importantes recados sobre branding e posicionamento para qualquer marca, inclusive de outros segmentos. Nos próximos artigos dessa série sobre Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas abordaremos outros temas vinculados a esta fascinante disputa pela mente do consumidor, por espaços de mercados e pelo crescimento e resultado das corporações.

Confira também os posts da série sobre Branding:

 

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 1

De olhos bem abertos no Branding

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 2

Deus está nos detalhes. O diabo está nos detalhes. E o branding está nos detalhes.

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 3

Posicionamento Sustentável e Branding

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 4

Construção de Histórias no Branding

 

Felipe Schmitt Fleischer

@fsf11

Pensador Mercadológico

www.pensadormercadologico.com

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as ideias e provocações dos pensadores mercadológicos.

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 1