As 1001 faces do sucesso

Nestas últimas datas comemorativas, andei pelos shoppings com os olhos bem abertos. Não como consumidor, mas como analista de mercado. Queria entender um pouco mais de como algumas lojas tinham sucesso (loja cheia) e outras não, sendo que o fluxo ao shopping estava garantido (muitas pessoas passeando de sacola na mão e estacionamentos cheios). Empregos em alta e inflação sob pressão, para mim, indicam sinais de economia aquecida. Mas ainda não é algo que alegre a todos os segmentos. O de calçados ainda não aqueceu totalmente, mas as empresas com forte gestão estão obtendo crescimentos continuados. Basta olhar para o lado para encontrar, independente do porte. Nas lojas, sentia uma vibração boa em algumas, com os atendentes em movimento, alegres e buscando fazer o possível para atender até mesmo mais de um consumidor por vez. Em outras lojas, estavam escorados no balcão, sem falar uma palavra, representando o retrato do fracasso.

COMUNICAÇÃO

Agora, responda você como consumidor, desde o inicio do ano, quantas comunicações diretas (e-mail, telefone ou mala direta) você recebeu? Sua loja preferida lhe enviou algum incentivo para ir na loja e comprar? Pelos meus estudos são poucas as empresas que fizeram algo. Até mesmo porque os investimentos em marketing e recursos humanos, em sinais de economia muito disputada como está a de hoje, muitas vezes são os primeiros a serem cortados em troca de uma lucratividade no curto prazo. Vender a janta para garantir o almoço. O sucesso pode ter 1001 faces, mas para que seja visto deve ser planejado, implementado e constantemente comunicado. Antigamente era de um jeito este planejamento do sucesso, mas hoje é muito mais dinâmico. Temos que olhar para o que atualmente uma das maiores escolas de planejamento (o exército) anda fazendo, pois ela nos ensinou no passado e pode nos ensinar novamente. “Nenhum plano sobrevive ao contato com o inimigo”, diz o Coronel militar americano Tom Kolditz. Na mesma linha eu costumo dizer que o planejamento perde a validade na hora seguinte a sua implementação. Mas isso significa que não é mais preciso planejar? Muito pelo contrário, é preciso sim, mas alinhado com este mercado mutante e complexo que temos hoje em dia e não com o mercado estático e previsível de 40 anos atrás. Peter Drucker, considerado o pai da administração, já dizia em sua época, “planos não passam de boas intenções a menos que se transformem imediatamente em trabalho duro”. Tom Kolditz explica por que os planos hoje são diferentes: “Coisas imprevisíveis acontecem – o tempo muda, o principal patrimônio é destruído, o inimigo responde de forma inesperada. Muitos exércitos fracassam porque só se concentraram na criação de um plano que se torna inútil dez minutos após iniciada a batalha.”

ESCOLAS

Atualmente existem muitas escolas de estratégia e planejamento. Mas os militares trabalham com um novo conceito, chamado de “Intenção de Comando”. A intenção de comando é uma declaração do propósito da missão e do resultado final esperado. Pode-se até ensaiar diversas ações em cenários múltiplos, mas no final das contas o que conta é o seu treinamento, intuição e muita ação em campo. Você pode não ter conseguido executar como ensaiado, mas o resultado final, a intenção de comando, ainda é sua responsabilidade, mesmo que você “morra” tentando buscar.

CAPACITAÇÃO

Acredito hoje que temos que investir na capacitação de toda a nossa equipe, não somente a do pessoal de frente. Discutir estratégia toda a semana, e mensalmente fazer miniencontros de avaliação e feedback. Trazer a voz do consumidor para a mesa de decisão e ser rápido na implementação, tendo uma tolerância zero com o baixo desempenho e o esforço mediano. A regra de ouro diz para termos uma estratégia clara e focada, executada com excelência e comunicada a todos os envolvidos constantemente. Mas, para isso, temos que ter intenções de comando e pessoal preparado. Caso contrário, continuarei indo a mercado e vendo vendedores demonstrando uma imagem de derrota, sem mesmo ter aberto a boca para tentar vender. O sucesso tem 1001 faces, e com certeza não é a que vi em muitos estabelecimentos.

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Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=329649

 

Post originalmente publicado no Jornal Exclusivo, em duas partes: edição de 27 de maio de 2013 e edição de 09 de junho de 2013.

As 1001 faces do sucesso

Ele esteve no limite. É um cara diferente agora.

João é um cara comum. Vive de um emprego de que não gosta muito, o salário não é lá tanta coisa e tem poucos sonhos. Acredita na realidade, pois sonhar é para as crianças, que ainda não aprenderam que o mundo não é um lugar justo e fácil, que somente alguns favorecidos se dão bem. Fala para os demais colegas de trabalho e amigos mais próximos que a vida para ele não foi nada fácil. Que conquistou o pouco que tem com muito sacrifício. Se orgulha disso. Que começou do zero, não teve ajuda nenhuma de nada e de ninguém e conseguiu chegar onde está. João imagina a próxima semana, mas não faz muitos planos além disso. Sabe que não é dono de seu nariz, que se a empresa precisar ele tem que ficar e fazer o que precisa. Como muitos, João tem compromissos a honrar. Tem uma parcela do crédito imobiliário, tem um carro que financiou em 24 meses, tem a parcela da previdência privada, condomínio, impostos em geral, um pouco de lazer por mês e o plano de saúde. Quando chegar o primeiro filho pensa que a coisa vai ficar bem pior, pois não sabe de onde ele vai tirar o dinheiro para dar o melhor sustento possível para a criança. Vive com alta ansiedade. Quando o celular toca ele já sabe que é problema, pois ninguém lhe liga para coisas boas. É um cara que se orgulha do seu alto comprometimento, que se tiver que virar noite ele vira. Faz isso pelo exercício da disciplina e lealdade, mas não por que gosta. Se dinheiro não fosse necessário, faria outra coisa e seria um…. melhor nem pensar. Depois de 8 anos nesta rotina João estava cansado. Muitas vezes tirou férias e ficou em casa, e quando o celular tocava ele atendia e trabalhava algumas horas. Se sentia importante com isso. O cansaço se agravou e João começou a mudar o seu humor, ficar irritadiço, com baixa tolerância com tudo. Botou a culpa no serviço que estava fazendo e inconscientemente começou a fazer corpo mole. O RH devolveu um feedback bem negativo da ultima pesquisa de avaliação de líderes. Não gostando do que falaram a seu respeito foi no departamento pessoal e foi um pouco agressivo com a gerente de RH. Ela comunicou ao diretor que algo estava acontecendo com o funcionário, mas o diretor de “saco cheio” achou melhor mandar o João buscar outro lugar. Veio o papo de que talvez fosse melhor ele procurar um outro local, onde encontrasse sua felicidade e João não conseguiu assimilar esta falta de lealdade da empresa com ele. Colocou o dedo na cada do diretor e falou umas poucas e boas, e quando se virou para bater a porta sentiu que estava entrando em colapso. Tentou respirar fundo, se segurou na porta e a visão embaçou. Caiu.

Três meses de recuperação de um burnout fez com que João refletisse no que queria de sua vida. Teve ajuda de alguns profissionais, amigos ou contratados, que lhe fizeram entender os seus valores mais profundos e orientar a sua vida partindo deles. Traçou um plano de 3 anos. Fez uma visão de 10 anos. E decidiu que poderia ser qualquer outra coisa que gostaria. Mais importante: acreditou nisso. Decidiu que não perderia mais nenhum minuto de sua vida fazendo algo que não gostasse. E que iria ajudar as pessoas que estavam em situações parecidas com a dele, mesmo que ainda não soubesse como. Colocou alguns sonhos que não sabe como irá atingi-los, mas voltou a sonhar e se alegrou com isso. Sentiu-vivo novamente e no controle da vida. João era um cara comum. Agora é um cara diferente.

E você, está próximo do seu limite? Quem sabe uma guinada agora?

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1327383

Ele esteve no limite. É um cara diferente agora.

#EmpresaDepre

Foi-se o tempo em que o feedback dos consumidores era feito através de fichas depositadas em uma urna disponível na recepção da empresa ou loja, aquela com a plaquinha onde estava escrito “SUGESTÕES”. Lembra?

O “fale conosco” e o SAC ainda são meios de comunicação utilizados pelos clientes para expressarem seus anseios positivos ou negativos em relação à marca. Mas nada melhor do que verificar a insatisfação ou admiração de um cliente, onde ele se sente “à vontade” para recomendar uma marca ou expressar a sua insatisfação: nas redes sociais.

É o famoso “XINGAR MUITO NO TWITTER”

E justamente dele que temos um vídeo hoje. O palestrante é um dos fundadores do micro blog e ele explica como os usuários ajudam a criar a ferramenta e desenvolver novos recursos.

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Este tipo de lição deveria ser aprendido em toda empresa. Muitos já estão fazendo algo parecido, como a Fiat, por exemplo, com a criação em conjunta com os consumidores do Fiat Mio. E a Gafisa, que recentemente lançou um projeto para construir um prédio colaborativo, mas muito mais do que isso, as pessoas precisam aprender a ouvir para evoluir.

Saber o que agrada ou não  os clientes pode ser essencial. Vi um vídeo em que Melinda Gates fala que um dos aspectos que faz a Coca-Cola ser essa Coca-Cola toda é o feedback instantâneo. Eles ouvem o cliente, aplicam isso à marca e colocam no mercado. Ouvem o cliente sobre a mudança, aplicam as melhorias à marca e colocam no mercado. E esse ciclo segue sempre, se renovando e evoluindo a cada feedback e a cada teste.

Podemos pegar uma única rede social para exemplificar a facilidade nos proporcionam atualmente: por exemplo, o Twitter.

Hoje no twitter, é possível encontrar “@Qualquer coisa da DEPRE”, onde os consumidores podem fazer qualquer reclamação da empresa ou lugar, o quer que seja, em tom de piada. São perfis que costumam ser muito populares. Vamos tentar imaginar o perfil de um restaurante, por exemplo.

Foi criado um perfil @RestauranteDepre, as pessoas começam a seguir e enviar sugestões como:

“Você espera ansioso durante toda semana para ir ao Restaurante, a comida está fria.”

“Faz meia hora que você está comendo, nenhum garçom parou na sua mesa para oferecer bebidas.”

Podemos pensar inclusive que esse tipo de perfil é criado pelo próprio dono do Restaurante para monitorar as reclamações. Mesmos se a iniciativa não for do empreendedor, ele pode seguir este perfil e assim descobrir como o estabelecimento está tendo problemas com a comida, que os funcionários não estão sendo eficientes, ou não há um número de garçons suficiente para atender a todos. É possível fazer uma análise do serviço a partir dessas “falas dos consumidores” e corrigir os erros, para que ao menos este tipo de reclamação não ocorra mais.

Basta fazer uma busca no twitter e descobrir que o “mundo DEPRE” existe e perceber o lado positivo disso tudo e crescer com a contribuição e as ideias dos consumidores.

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Vera Muller (pensadora mercadológica)

com Juliana Cappelatti  (inteligência coletiva da  Marketing Viewer)

#EmpresaDepre

Você dá feedback ou fodeback?

Não importa o papel ou cargo que você ocupa, em algum momento da sua vida você emitiu um feedback. Algumas pessoas tem extrema dificuldade em dar retorno para alguém. Já outras fazem isso facilmente. O que diferencia um feedback adequado para um fodeback é como você vai fazer isso. Se você quiser ser eficiente terás que planejar e pensar o que você vai dizer e como vai dizer. Do contrário poderá fazer um estrago que será irreversível.

Aplicando isso para as organizações, vejo que muitos líderes cometem erros ao passar um retorno para os seus subordinados. Isso acontece muito hoje em dia. Esporro e agressão verbal não é feedback é fodeback. Acusar e culpar o colega por uma dificuldade que é sua também não é. Magoar alguém com palavras duras e insensíveis só vai piorar o clima de trabalho. Fingir que nada acontece e permanecer no silêncio é uma escolha e uma opinião.

Também existe o cliente mais duro que ao receber o trabalho solicitado pode extrapolar e literalmente te descascar por algo que considerou mal feito. Para algumas pessoas, depois de um tempo bate a culpa, o ressentimento, o arrependimento. Agora outras seguem suas vidas como se nada tivesse acontecido. Mas será mesmo que ajudaram? A resposta é não. Não ajudaram em nada. Só serviu mesmo para detonar psicologicamente falando, quem recebeu o fodeback.

Só que calar, ficar em silêncio e conviver com o problema também tem as suas consequências. Problemas não resolvidos sempre são recorrentes. Eles retornam até que o conflito se resolva. Em alguns laboratórios e práticas de desenvolvimento, percebi que algumas pessoas são peritas em colocar a sujeira toda embaixo do tapete. Isso acontece por falta de coragem em se expor, por querer evitar o conflito, pela competição, para manter uma aparência (seja ela qual for), ou por participar de uma situação ou ambiente que justifique uma atitude politicamente correta. Sinceramente não sei se justifica. Atualmente a pressão por um comportamento padrão e socialmente aceitável é grande e poucas pessoas conseguem romper esta barreira.

Mas sou da opinião que vale a pena sair da zona de conforto, vale a pena sim ter atitude. Você não vai agradar a todos nunca, então comece a praticar. O silêncio é uma forma de passar em branco pela vida, de não ser notado e tampouco reconhecido. Também você vai remoer por muito tempo até digerir tudo que viu e ouviu sem dizer nada.

Então, usarei os conhecimentos da autora Fela Moscovici minha “guru” do desenvolvimento interpessoal para passar para vocês algumas dicas para um FEEDBACK POSITIVO. Em primeiro lugar você precisa ter em mente que a comunicação é a base para transformar um comportamento. Aí vão elas:

  • Você jamais poderá julgar, só vai relatar o evento ou fato acontecido;
  • Deve ser específico e não geral. Procure sempre relatar e citar situações para ilustrar o comportamento;
  • Nunca considere somente as suas necessidades, considere também as do receptor;
  • Precisa ser dirigido: Você deve apontar falhas que o receptor possa mudar e não algo que está fora do alcance;
  • Não deixe para dar o feedback muito tempo depois do ocorrido. Quanto mais tempo passar, menos sentido vai fazer;
  • Após dar o feedback pergunte o que o receptor entendeu. Assim você assegura que a comunicação foi precisa;
  • Mantenha o emocional sob controle, não se altere;
  • O objetivo é de contribuir, elimine da sua mente qualquer opinião que seja destrutiva;
  • Antes da conversa não comente nada com outras pessoas, assim não corre o risco da informação vazar antes do momento certo;
  • Não faça por telefone ou e-mail. Precisa de olho no olho.

Se quiser crescer e desenvolver a sua equipe vai precisar dar e receber muito feedback.  Nas suas relações pessoais contribua, ajude o outro a crescer. Isso é mostrar que você se importa, que prima pelo desenvolvimento.

Comece aos poucos, com um passo de cada vez! Verás em pouco tempo os resultados.

Para saber mais sobre desenvolvimento interpessoal e de equipes leia em:

Gestão de equipes de alta performance: O desafio de gerir equipes comerciais

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Bárbara Dresch

Pensadora Mercadológica

http://www.pensadormercadologico.com

www.focal.com.br

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Você dá feedback ou fodeback?

Dica de gestão 38 de 300

– QUEM FICA E QUEM SAI? –

Demita todos os funcionários que não resolvem problemas. Fiquem com os que resolvem os problemas, tem comportamento e atitudes positivas, demonstram vontade de crescer, sempre se nivelando por cima (pelos melhores funcionários) e que buscam o auto-aprendizado (investem na sua carreira). Parece simples? Está bem longe de ser simples, mas também não é nada muito complicado, desde que tenhamos algumas práticas saudáveis.

Pratica 01: Você costuma conversar com os seus funcionários e mostrar-lhes como melhorar, dando um correto feedback? A boa prática diz que você deveria inclusive registrar formalmente este feedback e juntos criarem um plano de ação para melhorar.

Prática 02: Não seja paternalista, pois essa atitude dentro de uma empresa profissional, nivela todos pelo mais baixo e o nível de excelência se reduz drasticamente. Se tem que demitir, apesar de todo o seu esforço em feedbacks, demita.

Prática 03: Valorize e reconheça os que ficam. Dê a eles desafios interessantes. O desafio estimula, desenvolve e dá condições reais dos funcionários mostrarem as suas competências e potenciais.

Até a proxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Dica de gestão 38 de 300