Pergunta de final de semana: Você entrega a sua promessa pessoal?

Todos nós temos uma coisa, pelo menos uma, que fazemos muito bem. Geralmente é onde se encontra a intersecção da genialidade (veja mais no meu post “Como desenvolver a genialidade“) ou pelo menos onde se encontram as suas competências, com a sua energia (dedicação) e os seus hobbies (ou aquelas atividades que você faz com imenso prazer). Nestas intersecções, nós alcançamos o flow , aquele ponto onde o tempo pode parecer voar, sem que você note, mas também a sua performance atinge o pico, alcançando níveis incríveis de produtividade. Agora, vendo por outra perspectiva, todos nós temos uma missão a realizar, uma promessa pessoal, algo que desejamos muito nesta vida. Algo que há muitos anos nos empenhamos em alcançar. Anos de estudo em uma direção. Muitos empregos e anos dedicados a um ofício. Desejos e realizações diárias que afiam a nossa capacidade e nos tornam melhores. Somamos pontos em um ranking imaginário e disputamos o cinturão de campeão muitas vezes nesta vida. Uns fazem com mais convicção e consciência. Algo mais planejado. Outros fazem de forma mais livre, seguindo o flow e indo de dia em dia. Em uma manhã acordam com os holofotes em cima e se perguntam o que está acontecendo. E daí descobrem que estão no pódio, no lugar mais alto. Em ambos os casos, entregaram sua promessa pessoal e realizaram a sua missão.

Agora eu pergunto: você sabe qual a sua missão pessoal? Você sabe qual a sua promessa pessoal que você deve entregar diariamente?

 

Nunca é tarde para pensar sobre isso e definir. Mesmo que não seja por escrito mas que pelo menos seja vivida.

 

Bom carnaval a todos.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

INDICAÇÃO DE LEITURA COMPLEMENTAR

Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo

Pergunta de final de semana: Você entrega a sua promessa pessoal?

Uma vida por uma boa causa

Este é um daqueles textos que escrevo o que sinto e o que vejo. Tratando-se de posicionamento de marcas, independente da teoria que se usa para orientar o desenvolvimento de qualquer projeto de marca, existe algo que eu chamo de convicção. Em linhas gerais já presenciei projetos bons que falharam por falta de convicção, ou seja, a equipe gerencial, totalmente ou parcialmente, não acreditou em alguma parte do projeto e por isso não se entregou de corpo e alma. O esforço e dedicação não eram suficientes para a energia que o projeto necessitava. Muitas vezes esta descrença é velada, não sendo manifestada para o grande público, o que piora as consequências finais. Por outro lado, já vi, participei e conduzi projetos de consultoria em posicionamento de marca onde o cliente não tinha todas as “armas” para vencer, sua equipe era mediana mas com extrema convicção que estavam fazendo o certo. O caminho havia sido traçado no papel, na mente e nos corações de todos, da mesma forma e com a mesma profundidade e riqueza de detalhes. O resultado final foi extraordinário. As pequenas vitórias foram comemoradas. O clima era propenso a ganhos, assumir riscos, se expor e fazer a diferença; Todos queriam participar do sucesso. Então, arriscando uma afirmação mesmo sem ter dados de uma pesquisa para comprovar, creio que com uma boa convicção, uma boa causa, nós superamos qualquer obstáculo e carência.

Olhando por outro ângulo, creio também que devemos buscar na vida uma boa causa para viver. Naturalmente, visto que passamos pelo menos 80% das horas diurnas no trabalho, devemos no mínimo fazer algo que nós amamos muito. Algo que tenha um grande valor para a nossa vida e para a nossa realização como ser humano. Nota-se que poucas pessoas chegam nesta condição, pois por medo ou dependência financeira, se escravizam em uma corrida dos ratos, em um labirinto conhecido, atrás do velho queijo, que a cada dia que passa fica menos saboroso, em menor quantidade e mais disputado. Hoje é conhecido, por meio de estudos de neurociência, que pelo menos 80% dos nossos pensamentos são iguais aos que tivemos no dia de ontem. Impressionante e preocupante. Se não fizermos um esforço consciente, não vamos ter pensamentos suficientes para mudar de perspectiva de vida e ter novas realidades. Viveremos o mesmo filme ao acordar, com umas poucas variações de situações que nos darão um sentimento falso e repentino de felicidade ou tristeza momentâneos. E a vida vai passando. Mas também devemos ter experimentado situações contrárias, onde estamos em um fluxo contínuo e positivo de conquistas. É algo que você sente, que parece que tudo conspira, momentos frequentes e duradouros onde alinhamos o que mais gostamos e acreditamos (nossos valores) com os nossos talentos (o que conhecemos e sabemos fazer bem). É o conhecido flow. Geralmente, você entra em flow quando vive intensamente uma causa.

Desta forma, convido a todos a pensarem se estão vivendo e trabalhando por uma boa causa, por algo que vale a pena dar o melhor de si e o seu bem mais valioso, que é a sua vida, o seu tempo. Se vocês não souberem responder de bate-pronto, se não sentirem isso no corpo, devem iniciar imediatamente uma reflexão. Mas, se estiverem vivendo em flow, por uma boa e genuína causa, continuem. Vocês estão no melhor estado que a vida pode lhe oferecer e que vocês podem construir. Neste estado, o sentimento é de tudo é possível. Tenham em mente que se algo deve ser feito, merece ser muito bem feito. Se entrarem em uma missão, entrem com convicção total, 100% de dedicação e não deixem espaço para dúvidas. Vivam pela entrega e pelo flow. Eu garanto que não há nada melhor do que este sentimento. Nada melhor do que viver por uma causa.

 

Outros textos para complemento:

Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.

Os dados estão rolando

 

Espero que tenha sido uma leitura útil e agradável.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

• Minhas experiências pessoais e profissionais

• Um olhar atento de consultor e analista de mercado

Uma vida por uma boa causa