Negocie com você mesmo algo melhor para 2013

Há 10 anos atrás você deve ter tido um sonho para ser realizado nos próximos 10 anos. Você queria algo. Queria ser algo ou alguém famoso. Queria ter construído ou conquistado alguma posição. Queria ter juntado alguma soma de dinheiro ou ter acabado alguma coisa. Você queria e 10 anos se passaram. Estamos no hoje. E ai, você conquistou o que queria? Alcançou o seu sonho? Pare de se desculpar e seja bem realista com você mesmo. Não negocie a sua vida deste jeito, com desculpas por deixar de fazer o que deveria ser feito. Dez anos passam rápido. Ficamos na velha e conhecida corrida dos ratos, em um labirinto, atrás do alimento de todo o dia. Engordamos e achamos que somos prósperos. Melhoramos um pouco de vida e achamos que valeu o esforço. Mas no final das contas, na ponta do lápis, preto no branco, o incremento foi muito pequeno. Se fosse uma aplicação financeira, você investiria na sua vida com base no crescimento que ela teve nos últimos 10 anos? Pense nisso. Se sua resposta for sim, ótimo. Se for talvez ou não, continue lendo.

O que realmente é interessante disso tudo é que os próximos 10 anos, 10 meses, 10 dias, 10 horas e 10 minutos não precisam ser com base no que você já viveu. Nada no minuto seguinte precisa ou está condicionado a ser como foi no passado. São nossas decisões, nossos hábitos e nosso velho modo de pensar que, em modo de piloto automático, estava nos guiando por trilhas conhecidas por 10 anos. Mas agora pode ser diferente. O ano de 2013 se aproxima (isso se o mundo não acabar antes, como previsto) e você pode sentar na mesa de negociação com você mesmo e tomar novas decisões. Coisas nunca antes pensadas ou feitas por você. Desafios novos que só de pensar façam o seu sangue esquentar. Sonhos que depois de tirado o pó e as teias de aranha voltam a brilhar como outro. Esperança e otimismo. Pegue estes poucos mais de 30 dias que restam deste ano e resolva sentar na mesa de negociações com você mesmo todo o dia, por 10 minutos. Tome decisões, faça concessões, ganhe posições, e no final tenha o seu plano bem negociado.

O futuro de você pode ser bem diferente do que é o dia de hoje. Mas você vai ter que levantar, caminhar e lá na frente pegar o que é seu, por mérito.

Boa sorte na caminhada e quem sabe nós cruzamos por ai.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=321488

Negocie com você mesmo algo melhor para 2013

A sua escala de valores

Valores são aqueles grandes motivadores por trás de suas ações e decisões. A hierarquia destes valores poderá mudar conforme as circunstâncias do momento. Em situações normais o trabalho é um importante valor para as pessoas, pois agrega um certo propósito e senso de utilidade na vida. Mas em situações fora do normal, entendemos que existe uma hierarquia mestre, que acima de tudo deveria ser obedecida. Fernando Parrado, conhecido como Nando, coautor de Milagre dos Andes hoje é um empresário uruguaio de sucesso. Mas com apenas 21 anos, em 1972, aconteceu o conhecido acidente aéreo dos Andes, com o time de Rugby de uma escola de Montevidéo que iria jogar em Santiago do Chile. De 45 membros da tripulação, apenas 16 sobreviveram os 72 dias agoniantes de frio intenso e severas restrições a vida. De acordo com Nando, “a coisa mais difícil para mim foi enterrar minha mãe e minha irmã, com minhas próprias mãos, no gelo“.

Em uma de suas palestras motivadoras, relatou uma importante lição de vida e de hierarquia de valores:

“Hoje eu posso definir que coisas são importantes e quais não são. Eu gosto dos negócios e quero ser bem-sucedido, mas apenas se os outros aspectos da minha vida estiverem bem. Nós não podemos negar que hoje em dia nossas famílias são a coisa mais importante para nós. Cem por cento das pessoas que estavam nos Andes queriam voltar para suas famílias, não para seus contratos, estudos ou dinheiro. Nós queimamos todo o dinheiro no avião; nós queimamos para conseguir calor. Isso significa que dinheiro somente é importante se as outras coisas estiverem no seu lugar certo. Eu prefiro ter uma vida familiar bem-sucedida do que um negócio bem-sucedido”.

De acordo com um ditado chileno, “Os Andes não devolvem o que eles tiram“. Mas de lições como a dos Andes nós entendemos e aprendemos um pouco mais em como devemos atuar em nossas vidas. Não precisamos cair na neve para aprender estas lições. Nando nos ensina e nos provoca a pensar: será que estamos com nossa hierarquia de valores corretamente definida?

Abaixo um documentário completo sobre o acidentes nos Andes, para quem tiver curiosidade e tempo de assistir (vale a pena).

 

Alguns outros textos complementares a esta temática:

Seus sonhos e você

Sou o que sou hoje por causa das escolhas que fiz ontem

 

 

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– Livro: Coaching e PNL

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A sua escala de valores

Andando de táxi por ai!

Como estou lesionado, ando muito de táxi para tudo que é lado. Com uma observação simples, notei muitas coisas. E a conclusão é: estamos bem mal preparados para receber qualquer pessoa, pois nem os “locais” aguentam o serviço. Todos os trajetos foram ruins? Não. Mas os que foram são graves, ao meu ver. Vamos ver alguns rápidos casos sem contar muitos detalhes do contexto.

– Taxista que me diz: olha, não preciso de muito, apenas “meia chance”. Tendo isso, eu largo deste táxi e nunca mais na vida eu dirijo.

– Pessoa atravessando a faixa e o sinal abre (táxi acelera e tira um fininho da pessoa): “Isso aí não é nem gente. Veio de longe pra capital e resolveu andar em duas patas”

– Entro no táxi e digo: vamos para a rua X (imaginem uma rua muito conhecida na cidade). Taxista me olha e diz. “Desculpa este velho mas não tô bem de cabeça. Como faço para chegar na rua?” (sem GPS no táxi e não deve ter tomado o seu remédio).

– Entro no táxi, a foto da placa não tem nada a ver com o condutor. Fico quieto e penso em não ser sequestrado (não fui).

– Peço para o taxi entrar na subida da garagem para que eu desça com minhas bengalas mais próximo da porta. O taxista me olha e diz: “vou ficar te devendo irmão. Vou te deixar aqui na esquina”.

– Qualquer valor é arredondado para cima. Deu R$ 7,45 ele diz: oito reais fecha tudo.

– Ar condicionado no táxi: item raríssimo. Quem tem, não quer ligar para não gastar mais combustível.

– Taxista diz: As 18:30 eu desligo o rádio. Se pego uma viagem com este transito, chego no local e o cliente já pegou outro táxi. A central fica furiosa mas eu desligo e volto com ele somente as 20 horas.

– Ligo para a central e peço um táxi. Desço para esperar na frente do edifício. Quinze minutos depois ninguém passou e nem ligou. Ligo novamente para a Central e ela me diz: “não tem nenhum táxi disponível na sua área”. Penso: Por que não avisou então, visto que pegamos 2 ou 3 táxi por dia nesta Central há mais de 30 dias.

E por ai vai. Poderia escolher também umas 10 histórias muito positivas, mas a imagem que o serviço forma é a das inúmeras histórias e fatos negativos que vão se somando. Experimente abrir um restaurante e manter a estatística de 1:1, ou seja, para cada bom atendimento faça um péssimo atendimento. Veja no que vai dar. É disso que falo.

Temos um longo caminho na prestação de serviços. Mas vamos com esperança, um passo por vez, pois como diz a propaganda, “somos o país do futebol, e esta Copa será a melhor de todas”. E eu vou de táxi para o estádio!

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Andando de táxi por ai!

Necessidades Especiais

Recentemente me acidentei e acabei com o tornozelo do pé direito com os ligamentos comprometidos. Algumas semanas de bota e bengalas e deixei de ser um consumidor “normal” para ser um consumidor com “necessidades especiais”. Pelo menos foi assim que a maior parte das empresas me classificava, geralmente demonstrando alguma preocupação ou protocolo diferenciado de atendimento. A rotina que tenho me empurra para algumas obrigações, que foram negociadas com semanas de antecedência. No resto do tempo, de “molho”, com o pé para cima.

No domingo de eleições, chego na minha seção e dou sorte. Nenhuma escada para subir, ficava no térreo. Com três pessoas na minha frente, sou convidado por um dos mesários a passar para frente. Já na terça, com o pé ainda inchado, pego um avião em Porto Alegre com meu destino final em Franca/SP, com aproximadamente 7 horas de translado total.

Na fila do check in não sou convidado a passar a frente. Tudo bem, me seguro em pé. Mas na fila do embarque sim, uma atendente da companhia pega o meu bilhete e faz com que eu passe na frente de todos. Sinto que “necessidades especiais”, mesmo que temporárias, tem uma maior hierarquia nos protocolos corporativos do que ser idoso. Algumas velhinhas não gostaram disso e me olharam de canto de olho.

 

Nova Visão

No ônibus do aeroporto de uma das conexões, que conduz as pessoas do avião à área de desembarque, entro por último e vejo muitas pessoas se olhando, desviando os olhos e tentando disfarçar. Decido fazer de todo este período que estou com “necessidades especiais” um período para olhar o mundo pelos olhos de um consumidor “diferente”. Quero sentir esta perspectiva de necessidade. Uma senhora se levanta e me oferece seu assento. Eu aceito, pois seria muito difícil ficar de muletas e me segurar no ônibus lotado.

Nas ruas um processo de identificação com situações semelhantes começa a despertar em mim. Percebo outras pessoas com deficiências ou machucadas. Percebo lojas de equipamentos ortopédicos. Farmácias me chamam atenção. Percebo algumas dificuldades que nossa estrutura de sociedade e de comércio nos impõem. Quando você desperta para uma necessidade, você enxerga o mundo de forma diferente. Dificilmente iremos nos dar bem em um mercado, seja trabalhando com vendas, marketing, produção ou qualquer outra área, se não conseguirmos viver um período como nossos consumidores.

Campo

Evidente que se você vende produtos femininos e você é homem, não significa que você tenha que usar os produtos. Mas deve empregar mulheres em sua equipe e ouvi-las com maior prioridade. Você deve ir a campo e observar muito as consumidoras usando os produtos e comprando. Você deve conversar com estas consumidoras. Você deve pesquisar este mercado e prototipar suas ações, buscando entender cada vez melhor as necessidades que seu produto preenche. Existem empresas que “obrigam” seus principais executivos a visitarem pontos de vendas e/ou trabalharem alguns dias dentro de uma loja, no caso de um supermercado ou loja de departamento, por exemplo. Querem colocar seus executivos na mesma perspectiva que acontece o consumo.

Não precisamos ter deficiências físicas ou estarmos lesionados. Somos todos seres com “necessidades especiais”. E a marca que melhor entender isso terá uma grande vantagem no mercado.

 

Bons negócios!

 

OBSERVAçÃO: Texto originalmente escrito para a coluna do Jornal Exclusivo de 29/10/2012 a 04/11/2012.

 

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Necessidades Especiais

Uma grama de exemplos vale mais que uma tonelada de conselhos

Muitos amigos meus vendedores por escolha e por amor a profissão, ainda resistem a novas ideias e propostas quando se refere ao seu jeito de trabalhar (imaginem os que não escolheram e não amam a profissão de vendedor). Podem não estar cumprindo metas, historicamente seu negócio vem diminuindo e eles ainda colocam a culpa em fatores como mercado, concorrência, que o consumidor mudou muito ou a empresa não acerta mais a coleção como antigamente. Com o tempo, o que acontece é uma substituição. Daí entra uma nova pessoa na praça, o que não é bom para a maior parte dos clientes (em muitos casos, mas há exceções), mas com atitude e comportamento positivo ele começa a quebrar a dura casca dos resultados impossíveis, que o outro vendedor havia construído por anos. Com esta demonstração de exemplos novos de como fazer a coisa diferente, os resultados começam a aparecer. A partir deste ponto, muitos outros antigos vendedores despertam para a nova possibilidade, a nova forma de fazer as coisas. E dai a mágica está feita: vamos seguir este novo modelo.

Obviamente que em vendas existem fundamentos. Estes fundamentos não devem ser esquecidos, como por exemplo, o planejamento das vendas para cada cliente. Ninguém gosta de ver você se empenhando na demonstração e apresentação de produtos (outro fundamento) que não estejam alinhados com a proposta da loja/empresa do cliente. Faz, por um instante, o comprador pensar: “O que este cara que vem há tantos anos aqui sabe do meu negócio? Como ele pode me ajudar?“. E estes fundamentos da venda precisam ser dominados pelos vendedores, aperfeiçoados 1% a cada dia, todo dia, visando que sejam vistos como exíminios aplicadores da técnica e do conceito de vendas. Dominar os fundamentos é o meio para se tornar um exemplo. E isso certamente lhe colocará na ponta de cima do ranking. Toda a profissão tem fundamentos que devem ser dominados para que haja um destaque. Pode ser advogado, administrador, vendedor, motorista de ônibus ou jogador de futebol. Existirão os ruins, os médios, os bons e os estrelas. E, cabe reforçar, ninguém se sustenta como estrela com política, sendo amigo do fulano ou qualquer outro meio que não seja o de ser um ótimo profissional, dominador dos conceitos e fundamentos de sua profissão. Muito menos em vendas. Mas se você é vendedor e está neste momento se perguntando: Mas quais são os fundamentos da venda? Bom, então é hora de se perguntar o que faz com que você esteja nesta profissão há tanto tempo e ainda não sabe estas definições? Como você deseja se tornar melhor se não sabe nem o que estudar e treinar? De minha parte, vou explorar em outro post os fundamentos. Da parte de você vendedor, compreenda que você deve se espelhar nos exemplos dos melhores do seu ramo. Observe eles. Uma grama de exemplos vale mais que uma tonelada de conselhos. Elenca os melhores, fale com eles, peça por ajuda, observe eles em campo. Tire suas conclusões de cada observação e compare com o que você está fazendo. Evolua 1% a cada dia, todo dia.

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Uma grama de exemplos vale mais que uma tonelada de conselhos

Pergunta de final de semana: Saudosismo, retrô ou o que explica o apego pelo passado?

Para os que já tem mais de 30 anos hoje, é fato que viveram um bom tempo. Grande parte deste tempo (se não todo o tempo) foi muito bom, com boas lembranças e conquistas. Até mesmo algumas dificuldades do passado, hoje em dia, entendemos como aprendizados e necessárias para nos sermos o que somos hoje. Algumas pessoas que conheço não gostam do passado e nem do dia de ontem. Eu desconfio de pessoas assim. Será que estão caminhando na estrada que deveriam estar? Imagino que estejam dando um passo a cada dia na estrada errada, algo muito doloroso e que por algum motivo, julgam que não tem outra maneira. Mas tem, basta vontade de querer parar e mudar o caminho. Pode ser lentamente ou de maneira brusca mesmo, depende do quanto estamos fortes e conscientes das consequências destes atos.

Olhando para o meu passado eu gosto do que vivi. Entendo as dificuldades que passei sozinho ou em família e faço disso hoje elementos que constituem a minha força. Não está lembrando do seu passado? Que tal dar uma olhada neste link e ver alguns destes produtos do passado. Talvez você vá lembrar de algo muito bom que lhe aconteceu.

Fotos de produtos de antigamente: http://economia.uol.com.br/album/2012/10/09/que-produtos-de-antigamente-voce-gostaria-de-ver-de-volta.jhtm#fotoNav=15

E no vídeo abaixo, mais uma série de produtos que fizeram parte de nossas vidas nos anos 80 e 90.

Então, a pergunta de final de semana é: Você é uma pessoa que gosta do seu passado e faz disso uma parte de sua força ou aquela que sente saudade do passado e o quer de volta?

Pense nisso! Da próxima vez que você pensar em como anda a sua vida, tente olhar para o passado e descobrir alguns momentos onde você foi forte e conseguiu superar os desafios da época. O que você usou para superar? Como você se sentiu? Que comportamentos desempenhava? Encontre a sua fórmula para vencer obstáculos e dificuldades.

Bom final de semana e boa sorte na sua retrospectiva.

 

Gustavo Campos

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Pergunta de final de semana: Saudosismo, retrô ou o que explica o apego pelo passado?

10 coisas que você ainda pode fazer em 2012

No dia 31 de dezembro de 2011, eu escrevi o post “10 missões para você em 2012“, que foi um dos posts campeões de audiência do ano. Você pode ler ele ainda e planejar este restinho de ano, bem como levar algumas destas ideias para os seus próximos 12 meses. Mas eu gostaria de propor algumas coisas para fazer ainda em 2012, tendo como deadline o último segundo do ano. São elas:

– Você pode ainda perder alguns quilos que queira deixar em 2012, para entrar o verão um pouco mais em forma. Comece agora e se empenhe. Você vai gostar e quem você quiser impressionar também (se este for o caso). Lembre-se que mesmo que não chegue no seu ideal sempre é melhor 1 kg a menos do que a mais.

– Pense em fazer o bem para alguém ou alguma entidade, neste final de ano. Fazer algo de bom para alguma outra pessoa, fará o seu ano acabar bem melhor. O sentimento der gratificação será grande e você sentirá que fez algo que deixou o mundo melhor.

– Leia mais um livro (ou um livro, se não leu nenhum ainda) de sua área de atuação profissional.

– Doe algumas roupas e calçados do inverno deste ano que você já tem certeza que não irá mais usar em 2013.

– Planeje melhor as suas férias, envolvendo a família ou amigos, e façam de cada dia de descanso algo único e inesquecível.

– Ligue para 3 amigos que você ainda não conversou em 2012 e coloque os assuntos em dia.

– Melhore algum aspecto de sua casa que ainda não foi consertado este ano e alguma coisa do seu escritório / empresa / sala ou mesa de trabalho.

– Faça uma boa limpeza nos papeis de sua mesa, gavetas, chegando mais leve em 2013.

– Organize um “final de semana surpresa” para a sua família e uma boa festa de final de ano para o pessoal da empresa / setor.

– Dê para você, o presente que você acha que merece.

 

Então está lançado o desafio. São 10 pequenas coisas, simples de executar. O ano ainda não acabou e tem muito para acontecer. Mãos a obra.

 

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10 coisas que você ainda pode fazer em 2012

Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.

Ontem, no Globo Reporter, a frase do título deste post chamou a atenção quando pronunciada pelo entrevistado. Originalmente seus créditos são dados ao famoso Friedrich Nietzsche. Com várias interpretações possíveis, quero desenvolver aqui pelo menos uma delas, o meu ponto de vista para este texto. Se nossa caminhada até o dia de hoje pudesse ser traçada na forma de um mapa, poderíamos ver o quão perto passamos de diferentes “perigos” (abismos) do trajeto. Como, muitas vezes, não sabíamos de sua existência, passamos sem receio. Quando sabemos o que temos que enfrentar, geralmente ficamos pensando em inúmeras alternativas de solução e isso leva, quase sempre, a perda de foco de nosso objetivo. O que queremos deixa de ser o objetivo e passa o problema a ser o foco. A consequência é um engrandecimento do problema até virar um “monstro”, algo indomável que muitas vezes nos paralisa e nos faz desistir. Até o momento que alguém desavisado, passa por nós e pelo “monstro” sem ao menos notar a sua presença, e segue viagem. Poderíamos ter feito o mesmo ou pelo menos ter iniciado o confronto para ver se o bicho era tudo isso que imaginávamos. Mas ficamos parados. Quantas vezes algo semelhante aconteceu contigo?

Por outro lado, existem pessoas (e são muitas) fascinadas pelos abismos da vida. As melhores manchetes são as mais negativas. Adoram falar disso, de outros, de coisas e menos deles e de seus futuros possíveis. Prefere viver, bem vivido, a agonia de um dia ruim do que a esperança de um dia melhor. Cava o seu próprio buraco com as próprias unhas, e não se cansa. E a sua missão é fazer com que você olhe bem para o seu abismo, para iniciar uma conversa. Aqui não estou dizendo que temos que fugir ou ser ignorantes sobre os aspectos negativos da vida, do mundo e de seus perigos. Não é isso! Apenas sugiro que não coloquemos o foco da vida nisso, a ponto de tudo ser transformado em abismos. Em quase toda a bibliografia sobre empreendedorismo existe o alerta: “existirão pessoas ao seu redor que se esforçarão para que você desista de seu sonho. Cuidado!”

Desta forma, o convite é viver uma manhã ou uma tarde apenas sem olhar para os abismos. Se policiar e ter um autocontrole para que isso não ocorra. E no final deste turno se avaliar. Se for bom, continue por um proximo turno. Se for um período muito curto para uma conclusão, mais um turno pode ser programado. E se no final deste tempo, começarmos a gostar do resultado, quem sabe não fazer disso um novo jeito de levar a vida? Mas lembre-se: inicie com um turno. Não um dia ou uma semana. Tenha sucesso em um turno. Depois outro e assim sucessivamente.

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Quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.

Por que as empresas quebram com índices de reclamação de 1%?

Esta não é uma questão fácil de responder. Em minha palestra Crise de Gestão ou Crise de Mercado, eu apontei  6 aspectos de 52 que eu já tenho estudado. Mas, mesmo com estes 52 pontos, tem um agravante de situação. É o encontro de duas premissas que se forem verdadeiras, é como pisar no acelerador do fracasso até o fundo em 6a marcha. São estas as perigosas premissas:

– Em comunicação, o MAIS engole o MENOS. Se algo começar a ser mais falado e isso for negativo, engolirá o que a sua empresa tem de positivo, por exemplo.

– Uma pessoa insatisfeita com sua marca irá falar de forma negativa (ou não recomendar quando tiver a chance) para outras 8 ou 10 pessoas.

Agora coloque tudo dentro de uma garrafa e chacoalhe para misturar. O que temos? O acelerador do fracasso.

Algumas empresas apuram mensalmente níveis de defeito muito baixos, se olharmos apenas esta variável, tais como 0,5% ou até 1% (depende da indústria para isso ser considerado baixo). Olhando isso, geralmente pensamos:  de cada 100 apenas um tem defeito e irá reclamar. Com tudo o que pode sair de errado nesta manufatura (ou prestação de serviço), é um número aceitável. Mas não é! Pelo simples fato de que esta pessoa tem o “poder” de influenciar outras 10. E geralmente o poder de influenciar negativamente é bem maior do que o positivo. Parece que tem mais audiência os aspectos negativos. Se colocarmos esta projeção como verdadeira em uma linha de tempo, saberemos que em pouco tempo não teremos mais como converter e manter clientes de forma fácil e sustentável.

Existem outras leis que poderiam ser misturadas nesta equação, como a Lei de Murphy e a Lei 80/20, mas ficando nessas duas já deu para ver a gravidade da coisa.

Então, da próxima vez que você se deparar com a sua empresa achando 1% de defeito algo bom, alerte-os para o dano e o perigo que é manter estas margens de tolerância como padrão na empresa.

 

Bons negócios!

 

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Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1192803

Por que as empresas quebram com índices de reclamação de 1%?

Como o meu irmãozinho entrou na barriga da mamãe?

Crianças são fantásticas. Usando 98% de sua capacidade criativa para entender o mundo, fazem as mais inusitadas e inquietantes perguntas sobre tudo. Aos 30 anos de idade, muito devido as normas sociais e a cultura como um todo, uma pessoa só exercita 2% de sua criatividade, em média. Por outro lado, esta é uma das primeiras competências exigidas pelos CEOs para os cargos de liderança. Por isso que acho que um pouco de desajuste social sempre é bom. Pelo menos tu deixa uma margem de manobra para a criatividade florescer. Obviamente que com o avanço do tempo, outras capacidades cerebrais são desenvolvidas e as sinapses e toda a plasticidade do cérebro fará de cada indivíduo um ser único, capaz de articular respostas de uma única forma. Esse é o potencial, mas muitas vezes não é alcançado, pois existem medos corporativos e outras questões envolvidas, que inibem muito o clima aberto e transparente. Ainda valoriza-se mais as respostas certas do que as respostas possíveis e as perguntas inquietantes. E o certo e verdadeiro sempre é um julgamento aos olhos de alguém.

De acordo com a revista VOCE S.A. algumas dicas para ser mais criativo (veja matéria completa neste link):

– Quebre as regras

– Não tenha medo de errar

– Tenha um caderno amigo

– Fuja do computador

– Experimente o diferente

– Rebele-se

– Insista

– Agir é importante

 

Abaixo, alguns livros sobre criatividade que recomendo que vocês olhem. Cada um traz um ponto de vista diferente.

 

Criatividade para o século XXI: Escrito por um fisico indiano, mistura outros elementos como a fisica quantica, a intuição, o livre-arbítrio e muitas pesquisas realizadas ao longo dos últimos 30 anos

Mentes que mudam: Escrito pelo renomado Howard Gardner, explora os conceitos e técnicas que confirmam que para nos mudarmos algo temos que mudar mentes.

Cinco mentes para o futuro: Do mesmo autor do livro acima, explora as habilidades cognitivas que terão valor no futuro.

Ideias: 100 técnicas de criatividade: Guy Aznar mostra que a criatividade aplicada à produção de ideias é um processo que pode ser desenvolvido, ensinado e organizado.

Criatividade: abrindo o lado inovador da mente: Parte do pressuposto que criatividade não é um dom. Pode ser desenvolvido. O autor, José Predebon, ensina como desenvolve-la.

Oportunidades disfarçadas: histórias reais de empresas que transformaram problemas em oportunidades: Não é essencialmente um livro de técnicas de criatividade, mas reúne 200 cases de empresas que souberam aproveitar problemas e transformar em oportunidades. O autor é Carlos Domingos.

Inovadores em ação: Com base em pesquisas por mais de 10 anos, os autores, editores da renomada Fast Company, explicam com base em 30 grandes cases como foi o processo de inovação das empresas.

 

Outro post meu sobre criatividade:

As bordas do conhecimento, a velocidade da mudança e o fluxo da riqueza.

 

 

Então era isso, coloquem-se a favor dos ventos da criatividade e despertem a criança que ainda reside em vocês. Não tenham medo de perguntar “como o meu irmãozinho entrou na barriga da mamães?”

 

Bons negócios!

 

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Revista Você S.A. Link fornecido acima

Como o meu irmãozinho entrou na barriga da mamãe?