Não podemos apertar o cinto e baixar as calças ao mesmo tempo!

Em todas as épocas, inclusive as que são consideradas como excelentes pelos críticos de economia, existem pessoas e empresas de bem com os negócios e com os resultados e pessoas / empresas que estão em crise, sofrendo um bocado. Não importa a marca que você tem ou trabalha, existirão momentos de crise, pois o mundo dos negócios são baseados em decisões e isso incorre em riscos, grandes ou pequenos, associados a expectativas de ganhos, grandes ou pequenos, respectivamente, quase sempre. Quando as empresas erram nas decisões ou tardam para tomar as decisões que deveriam tomar rapidamente, seus resultados podem piorar, a concorrência pode se aproveitar e o seu caixa poderá sofrer oscilações, muitas vezes bem perigosas. Algumas outras empresas quebram de tanto sucesso que possuem. Sim, muitas vezes vender muito pode necessitar uma grande utilização do fluxo de caixa, muitas vezes não sincronizadas com o fluxo de pagamento de fornecedores, e a empresa entra em crise, sem condições de honrar seus compromissos. Em outras poucas vezes, podemos fazer uma grande venda que esperamos receber em dia para pagar nossas contas e isso não ocorre por qualquer motivo. Isso tudo são situações que obrigam as empresas, independente do porte, a “apertar os cintos“. Até aqui tudo bem, são as leis de mercado e da gestão operando.

O que mais me incomoda é que em algumas empresas, quando em crise, se desesperam, “baixando as calças” para o mercado, ficando cada vez mais vulneráveis. Além disso, a mensagem que chega é impossível de se cumprir, pois pedem para “apertar os cintos e baixar as calças ao mesmo tempo“. Isso não dá para fazer. Quanto mais eu apertar os cintos mais eu vou pertencer aquela calça. Vou ficar preso nela e nesta decisão. É uma decisão de foco. “Baixar as calças” poderia dizer que não adianta, em nenhuma situação. No mundo dos negócios a piedade e a caridade, para as relações comerciais, não se misturam bem. Imaginem ligar para a imobiliária de vocês, se é que alugam alguma coisa, e pedir para eles um tempo para se organizar financeiramente. Não vão lhe dar um dia sem a devida cobrança de juros, e talvez alguém lhe ligue toda a semana para ver se você irá pagar a conta.

A dica é: se está difícil, independente da época, não adianta reclamar e nem se curvar ao mercado. Tem que enfrentar de cabeça erguida, sem correr das responsabilidades. É neste momento que nós iremos ter que exercer mais a nossa liderança, a nossa criatividade e o alinhamento de equipe. É a hora de mostrar o seu valor no mercado. É a hora de focar todos os seus recursos em um único ponto e tentar recuperar o espaço perdido. Já vi e acompanhei grandes viradas, mas em todas existiam líderes dispostos a investir e assumir os riscos de suas decisões, direto no front de batalha. Ficar em casa, olhando o Tsunami passar, talvez não seja tão seguro assim, pois o seu prédio pode ser o próximo a tombar. Mãos a obra, força e disciplina. Tomem as decisões necessárias e levem as suas empresas para onde elas deveriam estar; e nunca ter saído. Boa sorte.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

http://www.sxc.hu

Não podemos apertar o cinto e baixar as calças ao mesmo tempo!

Se eu fosse dono de laboratório, eu inventaria a Gripe A

Imagine, apenas imagine, o poder de um cenário deste tipo. Você está em um mundo capitalista, parecido com o nosso, mas não é o nosso. Você quer sucesso na vida, muitas vezes, o maior possível. Além disso você quer o máximo de poder, reconhecimento, status e tudo o que isso pode possibilitar. Em nosso mundo já falamos de armas químicas e biológicas, onde vírus e agentes químicos, altamente fatais, foram criados para fins de guerras. Mas agora imagine, em um outro mundo, você ter o conhecimento, o recurso, a capacidade e a vontade de fazer um vírus de uma doença hoje comum, a gripe, com algumas alterações que a fazem, talvez, mais perigosa para alguns grupos sociais. Este vírus pode não ser tão letal, na verdade ele pode ser até pouco fatal para os humanos, mas o que mais importa é como você irá ajudar a disseminar a capacidade de o vírus matar uma pessoa. Não importa que em um Estado de mais de 10 milhões de pessoas tenham 35 mortes documentadas tendo como causa este vírus; o que importará é que ele esteja sempre nos noticiários e capas de jornais. O que importa é que como dono do laboratório, você controla a demanda, mediante a oferta que lança no mercado. E você influencia a comunicação, fornecendo informação abundante; pois “pânico” vende mídia.

Em consequência desse “pseudo-pânico” generalizado, as clínicas particulares sobem os preços das vacinas de R$ 36,00, em média, para mais de R$ 80,00. O remédio principal para o combate a doença chega a casa dos R$ 200,00. As vacinas você garante publicamente que tem uma proteção que varia de 30% a 90% (convenhamos, é uma boa margem de erro, não é mesmo?). Neste mundo hipotético você fica tão rico que não consegue mais contar o dinheiro. E na sua cabeça, é isso que importa. As pessoas fazem fila nas clínicas particulares esperando chegarem lotes de vacinas, mesmo que não se tenha garantia que chegará no dia. Cada pessoa com este nível de “susto” deve alertar outras 100 a sua volta. Como em uma festa, se tem fila é que a coisa é boa ou importante. Então as milhares de pessoas que passam na frente da clínica e vêem a fila se preocupam. E pensam que devem entrar na fila o quanto antes. E quase sempre entram.

Talvez você seja a pessoa que não conseguiria dormir com essa culpa na cabeça, se tivesse criado o vírus e espalhado na sociedade. Mas certamente encontraremos uma pessoa, uma única entre todos, talvez um dono de laboratório, que teve a coragem. E neste mundo completamente imaginário, você é aquele que paga para se vacinar, espalha o pânico, comenta o noticiário e se preocupa pelo seu colega que ainda não se vacinou. Você é o rato no labirinto. E neste mundo imaginado, finalizo este post, como um pensador mercadológico, questionando: e se acontecesse isso conosco? E se esse mundo ocorresse? E se você fosse o dono do laboratório, o que faria?

OBS.: Faça o que sua cabeça ordena. Eu não sou médico e também não estou dizendo para não se vacinar. Eu tenho apenas o controle sobre a minha pessoa e não sou exemplo para ninguém neste aspecto. Mas eu não vou me vacinar, mesmo que você me mostre que é importante ou apresente uma estatística qualquer.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=861269

Se eu fosse dono de laboratório, eu inventaria a Gripe A

"Não tem esta coisa de manter. A estratégia é crescer ou decrescer"

Recentemente fui ao evento “O Negócio da Moda – RS. A moda além do design“, onde uma grade de palestrantes iriam comentar cases e apresentar conceitos para um público que estava muito interessado em entender como o segmento moda está se estruturando e o que é preciso para que se obtenham bons resultados neste setor. Muitas coisas me chamaram a atenção e foram dignos de nota, mas neste post vou tratar do comentário do presidente da FARM, sobre estratégia:  “Não tem esta coisa de manter. A estratégia é crescer ou decrescer“. Interessante a reflexão, pois geralmente se ouve nas empresas, quando a situação fica difícil, que é hora de “apertar os cintos e tentar manter o que se conseguiu”. A própria FARM, contada no seu case durante o evento, passou os primeiros anos entre avanços e retrocessos. Como disse o palestrante “estivemos para fechar umas 2 ou 3 vezes“.

Na opinião de quase todos, é óbvio que em uma situação difícil, onde você foi atingido, se não der para sustentar o mínimo crescimento o ideal seria manter a posição. Mas TALVEZ, uma melhor situação fosse recuar, se recuperar, e somente depois disso retomar o crescimento. Tudo dependerá do contexto, mas parece que muitas vezes nos prendemos a alternativa MANTER por um alto custo, sendo que o mais certo seria RECUAR, se organizar e depois voltar a CRESCER, recuperando o terreno perdido. Como naqueles filmes antigos, se é que podemos usar isso como uma analogia, onde em um campo aberto dois grupos avançam, um contra o outro, para o combate aberto. Se após os primeiros desdobramentos do combate você esta sendo dizimado, tocava uma sirene e todos recuavam, se reagrupavam e viam quais suas chances na batalha. Nesta situação, na frente de batalha, não existia MANTER.

Na história de 15 anos de minha empresa muitas vezes recuamos. Confesso que também tentei MANTER posição onde muitas vezes (e menos custoso) seria RECUAR para depois voltar a CRESCER. Então, neste evento, esta frase dita no meio do discurso do palestrante, foi captada por mim como uma boa reflexão estratégia, onde muitas vezes temos um pensamento simplista que se recuarmos significa que tudo está perdido. Algumas vezes, MANTER, e ficar no mesmo lugar pode lhe custar muito caro. Desta forma, quando em situações de decisões estratégicas, avalise suas forças e competências, fraquezas e carências, e decida: avançar para CRESCER acima de tudo ou RECUAR para se reorganizar e voltar com mais ritmo?

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

"Não tem esta coisa de manter. A estratégia é crescer ou decrescer"

Ih, me pelei!

Aprendi isso nesta viagem que estou fazendo pelo interior de Minas Gerais. Conta a lenda que tinham dois velhos amigos que decidiram ir para a praia para um final de semana. Saíram de sua cidade e antes de chegar na praia decidiram parar nestas “tendas” de beira de estrada para comer um pastel e um suco. O atendente serviu e cobrou o valor dos itens. Um dos amigos puxa a carteira e tira todo o dinheiro que possuía, entregando ao atendente e dizendo:

– Ih, me pelei!

Nem chegou na praia e o final de semana nem iniciou e o sujeito já está sem dinheiro. Que belo plano de final de semana. Trago esta história urbana para fazer uma analogia com o lançamento de novos projetos. Muitos projetos falham ou são interrompidos pelo fenômeno “Ih, me pelei!”. Antes de um estágio que deveria ser melhor planejado ou ao mínimo imaginado, faltam recursos de diversas naturezas, como investimento financeiro, falta de tempo para se dedicar ao projeto, falta de desenvolvimento das competências essenciais para tocar o projeto, falta de pessoas comprometidas, falta de motivação para dar os primeiros passos, entre outros.

Ao mesmo tempo, muitos empreendedores sofrem do mal do “empreendedorismo precoce“, que salta do insight da ideia para a implementação, pulando passos essenciais de formatação do conceito do projeto e análise da viabilidade financeira e mercadológica. Muitas vezes sobra entusiasmo para tocar o projeto, esperança que vai dar certo (mas não se sabe bem o que deve dar certo) e uma crença mágica que o seu produto / serviço é inédito no mercado e que não é necessário nenhum esforço para ele decolar, pois os consumidores irão descobrir por si só, vai se espalhar no boca a boca e em poucos dias, como uma pandemia global, você estará nas capas dos mais intensos meios de comunicação como o mais novo bilionário da Terra. Sonhar é bom e faço muito isso. Mas para um projeto ir além, o sonho deve ser orientado de uma forma mais pragmática, com uma plataforma metodológica mínima para dar estrutura de um negócio para este seu sonho.

Caso isso não ocorra, você terceiriza toda a “sua sorte”, que seria baseada em um projeto bem planejado e de um cronograma de desenvolvimento detalhado, para um destino que não está mais nas suas mãos. Depende de uma composição de resultados que só com “reza brabra” para se obter o que se precisa. Vejo nas universidades muitos alunos saindo de uma faculdade sem a formação mínima em empreendedorismo. Não importa se é médico, aviador, engenheiro, administrador ou publicitário, deveria ser obrigatório uma, no mínimo, cadeira de empreendedorismo para sair com uma “ferramenta” a mais em seu cinto de utilidades, que você poderá acionar quando desejar. Existem entidades apoiadas pelo Governo que estão voltadas para o empreendedorismo. Mas, muitas vezes, servem como UTI, pois o empreendedor já chega em estado de falência. Parece-me, olhando de fora, que poucos vão buscar um apoio ou informações no estágio do insight  e do conceito do negócio, para ir de uma forma estruturada, recebendo apoio para nascer e crescer certo. Quando se precisa, o empreendedor vai colocar a mão no bolso e vem a surpresa: Ih, me pelei!.

Então pessoal, vamos controlar a ansiedade e pensar um pouco mais nas nossas iniciativas. Este “pensar” e o tempo que dedicamos a ele, recuperaremos logo mais a frente, onde todos os apressados começarem a ficar “sem gasolina”, passaremos por eles e daremos uma buzinadinha.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

 

Ih, me pelei!

Os "tipão" que circulam nas redes sociais

Tem muito bicho estranho por ai. Tem um na sua timeline agora. Tem outros tantos no Twitter. Confesso que muitos deste tipo representam a minha atuação em redes sociais. Tento me controlar para não ser compulsivamente um destes tipos apenas. Mas existem muitas pessoas que não tem este auto-controle e socialmente erram na dose. Minha intenção não é julgar ninguém. Muito menos me inspirei em alguém específico para dar nomes as categorias de usuários de redes sociais abaixo definidas. E por fim, cabe salientar que isso não é um estudo científico, é apenas fruto de minha observação e lembrança (sim, posso ter esquecido de vários grupos, então se esqueci, comentem para mim e complementem este texto).

Portanto, estudei um pouco e observei muito e defini os 23 tipos abaixo que você deve pelo menos se encontrar em algum deles ou em alguns (um pouquinho de cada). Veja la:

Boleiro do sofá: Aqueles que aparecem no Facebook somente quando o seu time vence um jogo de futebol ou quando o time rival perde para “tocar uma flauta”.

Político do Chuveiro: Aqueles que aparecem para dar discurso político em prol de seus ideais ou do partido, quase sempre com aquela linha contrária a toda e qualquer situação estabelecida.

Prozac-Rivotril (tomei emprestado este nome de um amigo meu, que identificou e classificou este grupo): Este tipo de “ave” mais rara, passa pelo Facebook quase sempre pelas manhãs, sempre de bem com a vida, cumprimenta o sol, o mar, as estrelas e as formigas. Está tudo bem para ela e gosta de manifestar estes sentimentos.

Vampirinho crepúsculo: Só sai a noite, participa de festas e baladas, só posta fotos com copo na mão e com mais uns 4 ou 5 do clã em volta.

O crítico da timeline: Este é aquele tipo que critica tudo o que é postado depois de que ele postou. Se acha o deus da timeline, pois controla a cronologia. Se tu posta algo que já fazem alguns anos, mas que cabe ao momento, ele escreve: ‘Este vídeo tem 3 anos’. E daí? Se não tem o que escrever fica quieto ou não segue mais a pessoa.

O disseminador: Aquele que compartilha tudo de todos, não importa o que seja. Bateu ele compartilha. Sem dó.

O curtidor em série: É quase o mesmo ‘doente’ do disseminador, mas este apenas curte em série, não importa o que seja.

O pessimista desiludido: Este é bem comum. O dia nasce nublado e com uma nuvem na frente dele, e com certeza ele nasceu para que tudo de ruim aconteça com ele. É um predestinado a ser azarado. E por isso, só reclama.

O CEO da rede: Aqueles que só falam de negócios. Sua vida é 100% negócio. Vive e escreve só para isso.

O ausente de sentidos: Não sente nada pelo que os outros escrevem. Só se importa com as suas coisas e seus interesses. Nunca curte e nem comenta nada dos outros. Muitos loucos deste tipo chegam a ler as suas próprias postagens e curtem depois.

Os reis da integração: Participam de todas as redes sociais, mas escrevem somente em uma. Nas demais são aplicativos que reproduzem automaticamente o que é produzido nas demais redes.

Os solitários-fantasminhas: Entraram em uma rede social, nunca colocaram uma foto (sua imagem é aquele fantasminha cinza), sua principal publicação na timeline é algo do tipo “Entrou no Facebook em 1967” e continua assim desde lá. Mas muitos ainda tem umas 12 pessoas que os seguem. Loucura!

O apresentador de noticiários: Aquele que repassa todas as notícias dos jornais do país, todo o dia, para todos. Seu ídolo é o Bonner.

O minuteiro: A cada minuto do dia uma atualização do que ele está sentindo, cheirando, ouvindo, vendo, lendo, fazendo, etc. Compartilha tudo. Relata a sua vida de forma biografica. É só encadernar depois.

O palhaço: Só comenta KKKKKKKKK. Acha graça de tudo. Deve andar com um nariz vermelho por ai.

O comentarista: Para qualquer assunto ele tem um comentário. Comenta tudo.

Os Gisele:  Adoram postar suas fotos, onde estiverem. Sempre fazendo pose. Alguns só tiram foto dando beijinho para a câmera. Ou tem boca torta e não avisaram.

Os bipolar: Tu conhece o cara pessoalmente e é uma pessoa, mas na rede é outra, totalmente diferente. Tu não sabe mais quem é o verdadeiro. Nem ele.

Os da capa-preta: Parecem espiões da CIA, que seguem todas as pessoas para descobrir o que estão fazendo.

Os TV-Web: Comentam na Web o que passa na TV.

Game é tudo: Os que usam aplicativos de jogos e compartilham suas conquistas com todos. Haja paciência e falta do que fazer

Os colecionadores de figurinhas: Seu lema é: quanto mais seguidores melhor. Não importa se tem algum sentido isso

Os tipo “eu” e tipo “você”: Certamente somos partes (ou o todo) de uma dessas acima. Mas poderíamos descrever um ou mais perfis como nós somos não é mesmo? E isso que faz isso tudo muito interessante.

Você se achou em um destes acima? Caso contrário, tem certeza?

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

Os "tipão" que circulam nas redes sociais

Se está difícil para mim, imagine para você!

Este é um texto de comparações. Neste momento, compare a sua vida (seu momento, seu contexto, suas conquistas, seus aprendizados, sua caminhada, etc) com a dos colegas a sua volta. Pessoas do trabalho do mesmo setor, chefes, fornecedores, amigos, parentes, etc. Por mais que não desejamos (ou repugnamos) este comportamento, assim a sociedade avança. Sim, avança. Pelo menos avança em alguns conceitos importantes analisados sob o prisma dos negócios e da vida profissional (com reflexos na vida social). Não quero aqui entrar em outras perspectivas e implicações possíveis que este texto permitiria, como a busca da felicidade, a vida mais zen, etc. Para textos mais nesta linha, vejam estes outros escritos por mim: Em busca do Santo Graal da modernidade: a felicidade! e o primeiro deles, Por que somos felizes? . Mas voltando ao avanço que a comparação permite, por este e outros motivos, como o acesso a mais recursos, é que as grandes cidades possuem o nível de criatividade bem mais elevado que outras cidades de menor porte (isso medido por institutos internacionais). Em um espírito competitivo natural do homem, de sobrevivência (buscando uma linha mais antropológica), ninguém quer ficar para trás ou ser o segundo lugar. Pelo menos ninguém daqueles que querem fazer muito a diferença no seu meio, ser o melhor em algo, ser referenciado em alguma área, ou coisas do tipo, sem entrar em uma linha egoísta ou consumista.

Muitas vezes, não gostamos nem de pensar que nos comparamos a todo o instante. Mas, é percebido sempre que uma pessoa entra no elevador, ou no seu ambiente de trabalho, que os olhos dos demais começam a comparar. “O que deu nela hoje?”, “Por que ele colocou aquela gravata?”, “Tu viu que ele bateu a meta de vendas. Ganhou uma nota preta”, “Sabes quem mudou de carro? Eu!”, “Tu viu o sapato da Maria?”, e por ai vão as comparações no formato coloquial do dia a dia. Muito sutis, mas o cérebro está comparando. É assim que ele nos dá uma ideia da vida e das coisas. As propagandas diversas nos colocam em check a cada vez que lançam um produto e uma celebridade começa a utilizar. Depois vemos nossos vizinhos usando. E como não queremos ficar para trás, compramos também o tablet da moda (mesmo que depois afirmamos em juramento que não tinha nada de relação com a celebridade eu ter comprado o aparelho). Sei que são exemplos simples, em uma visão de um simples observador, mas é assim que noto que grande parte da população anda. E eu assumo que tenho um comportamento competitivo, gosto de ser reconhecido pelo meu trabalho, quero destaque e me comparo. Posso até, em certos momentos ter inveja, mas isso eu rapidamente transformo em motivação e “queimo” esta energia me mobilizando e trabalhando diferente (para ter resultados diferentes).

Então, dentro de um contexto deste apresentado, nós temos uma escolha a cada comparação e três caminhos possíveis (todos de resultados imprevisíveis):

– Você resolve deixar isso de lado e viver na sua, para você apenas, não se importando com os demais. Você faz a sua vida e se sua vizinha trocou de carro e é mais bonita é problema apenas dela.

– Você enxerga tudo isso acontecendo com os demais a sua volta e isso lhe consome por dentro. Você não entende por que uns tem e outros não. E por fim deseja o pior para a vizinha e para o mundo todo (aproveitando o momento)

– Você enxerga tudo isso acontecendo com os demais a sua volta e isso lhe impacta. Você se questiona. Você ambiciona ser melhor e conquistar outras coisas melhores que você ainda não conquistou. Você usa o sentimento gerado como energia para andar para frente e aguçar seus sentidos.

De todos estes, eu escolho a terceira opção. Escolhi a muito tempo atrás e creio que me fez bem. Não quero viver a toa, quero experimentar do melhor. Mas para isso, não preciso ser uma pessoa ruim, esnobe ou desconectada da sociedade. Essa é minha a escolha. E qual é a de vocês?

OBS.: O título deste post, conta a lenda, que era um adesivo colado no vidro traseiro de um Porsche (“Se está difícil para mim, imagine para você”). Muitos de nós, parados na sinaleira, podem neste momento ter que enfrentar os 3 caminhos que sugeri. E quando o sinal abrir, você terá escolhido um deles.

 

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

 

Se está difícil para mim, imagine para você!

A tal da vontade politica

Acabei de assistir a palestra de Enrique Penalosa no Fronteiras do Pensamento, economista e urbanista colombiano. De acordo com o próprio, é tido como uma das 5 pessoas mais influentes e reconhecidas da Colômbia, com alta popularidade; mas nem sempre foi assim. Quando foi prefeito de Bogotá, quis ser governante, com objetivos claros e uma visão de cidade que desejava construir e não um “rei da simpatia”, como muitos outros políticos, como disse (e nesse momento muito aplaudido). Num primeiro momento, suas ações de privilegiar espaços públicos, ciclovias, calçadas largas para pedestres e parques não foram muito aceitas pela população motorizada da cidade. Mas, sendo governante, ele foi lá e fez. Em sua palestra, com inúmeros cases do mundo inteiro, ele coloca que o trânsito piora a cada dia pois isso é uma vontade política dos governantes e dos cidadãos de uma cidade. A tal da vontade política é algo que falou muito em sua palestra. A princípio, uma das lições secundárias de suas palavras, é que tudo é fácil quando há alinhamento e vontade política.

E de alinhamento (ou falta de) e de vontade política, as empresas estão repletas de situações. A maior parte das situações da seção Humor Corporativo do blog é uma consequência de vontades políticas empresariais. Um outro texto que escrevi “Nóis perde para nóis mesmo“, trata muito de vontades políticas, de fazer ou de não decidir o que fazer. Mas seja liderando projetos em clientes ou na minha própria empresa, mesmo com situações iniciais complexas e até mesmo desfavoráveis, com a persistência, alinhamento, método, disciplina, motivação elevada e com vontade política, se conseguiu criar algo muitas vezes grandioso e audacioso, de extremo valor para os empreendedores envolvidos. Mas, como consultor também já vi vontades políticas acabarem com as vantagens competitivas da empresa e até mesmo com a liderança assumida por muitos anos. Decisões feitas sob forte dose intuitiva, guiada por egos inflados e alimentados por anos de decisões acertadas mas com contextos mais simples, levaram a uma linha de vontades políticas desastradas que rumavam para o despenhadeiro. A falta de mecanismos para se ouvir o mercado, os clientes, os ex-clientes, a concorrência, conselheiros e até mesmo os colaboradores mais próximos, aliado a falta de tempo e de energia para se descobrir as coisas que precisavam ser descobertas, mostraram-se com consequências desastrosas ao longo do tempo.

Desta forma, a questão que nos toca pensar é se estamos em um ambiente corporativo guiado por vontades políticas que nos levarão para uma situação próspera no futuro. Nossos governantes lideram por ideais e por uma visão, tomando decisões necessárias para que este caminho se abra ou preferem se esconder e fugir de  decisões difíceis para pelo menos ficarem simpáticos por mais um dia? E você, como toma decisões? Enfim, reflitam e vejam como avançar na vida e nos papéis profissionais que desempenham de forma mais rápida, guiados por princípios corretos de gestão e que levem esta “tal de vontade política” para longe de nossas mesas de decisão.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

A tal da vontade politica

Quanto você vale? Se é que vale algo.

Quanto você vale? Esta é uma pergunta que faço em minhas aulas do curso de MBA de Marketing e Vendas para todos os meus alunos. A princípio, no mundo corporativo, você vale quanto lhe pagam pelo seu trabalho (ou pelo que querem lhe pagar pelas suas entregas). Simples assim.

Se você estiver desempregado, não vale nada, no momento, apesar de ter um “potencial teórico” com base nas suas últimas realizações, salários pagos, recomendações, etc. Mas para compreender melhor onde esta provocação quer chegar, temos que deixar o orgulho de lado e nos percebermos como um produto. Sim, um produto na prateleira. Temos uma embalagem, que é como nos vestimos, nos apresentamos, nos comportamos e nos comunicamos. Temos um conteúdo, uma funcionalidade (ou mais de uma), que são as nossas habilidades e competências. Quanto mais únicas estas “funcionalidades” mais o produto será raro, e consequentemente, deverá valer mais. Mas se for muito difícil este exercício de imaginação, não se aborreça lendo mais o texto, pois não conseguirei ajudá-lo a pensar melhor sobre este tema. Mas, continuando o pensamento, existem algumas distorções. Dentre elas, destacam-se:

1. Você acha que vale muito mais do que ganha, mas mesmo assim, trabalha por isso;

2. Você acha que não vale tanto quanto recebe, e por isso tem um medo danado de errar e ser demitido;

3. Você acha que vale o que lhe pagam e isso, não se sabe por qual motivo, lhe incomoda; e

4. Você está desempregado, acha que vale muito (ou algum valor específico), mas ninguém está disposto a lhe empregar por este valor.

Pelo menos estas 4 distorções costumam acontecer no dia a dia das empresas. Mas o que cabe a nós, aqui, neste instante fazer, é pensar um pouco em quanto você realmente vale. Abandone por um instante qualquer pensamento ou distorção como as acima apontadas. Falando com você mesmo, sozinho no seu quarto, no escuro, sem ninguém vendo ou escutando, na maior transparência e sinceridade individual que você pode estabelecer, responda: quanto você vale? (Quanto estou valendo?)

Pensando em um valor monetário, questione-se um pouco mais em busca de evidências. Você entrega o suficiente para justificar o seu salário? Ou você entrega bem mais do que o necessário? Você é uma pessoa que constroi um novo e melhor futuro para a sua empresa (ou a empresa que você trabalha) ou joga pelo empate (fazer o mínimo para ficar na média)?

Depois de fazer esta auto-avaliação, seria muito recomendável que você pedisse a pelo menos 3 pessoas próximas que lhe avaliassem como profissional. Pessoas que lhe conhecem bem. Um chefe, uma pessoa da mesma linha e um subordinado que não tenha medo de lhe ajudar neste exercício. Peça para cada um deles listar pontos fortes e pontos de melhoria na sua maneira de trabalhar e interagir com as demais pessoas.

Veja o quanto suas respostas (e crenças individuais) batem com as dos convidados para este feedback. Reavalie para menos ou para mais o seu valor teórico de mercado.

Encontrando o valor que você acha justo para você, pense em já se dar um aumento, pois muitas vezes somos muito críticos conosco, em auto-avaliações. Digamos, um incremento de 10% a 20%, não mais do que isso.

Agora pergunte a você mesmo: existem pessoas que hoje ganham o que eu acho que estou valendo entregando o que entrego atualmente? Não importa o ramo, mas tente nivelar as entregas, as experiências, as competências, habilidades, aparência, e tudo mais relativo a este produto você, com outras pessoas que você conhece. Pergunte-se de novo: existem pessoas que hoje ganham o que eu acho que estou valendo entregando o que entrego atualmente? 

Se existirem pessoas na sua empresa ou na concorrência (ou em segmentos próximos), melhor, pois é um indicativo que seu caminho está mais livre para isso, pois o mercado já está acostumado com este valor. Mas se não existir, terás que investir mais nos diferenciais e em como vender estes diferenciais para o mercado (clientes ou empregadores). Se você acredita neste seu valor teórico, o pensamento deve ser positivo e construtivo, fugindo daquelas distorções apresentadas e de pensamentos negativos e de “vítima do sistema”.

E para vender melhor o seu diferencial, nada melhor do que fazer um plano de marketing pessoal. Não é a proposta deste post detalhar a estrutura de um plano de marketing pessoal, mas sei que é algo mágico, de grande impacto, por que vejo funcionar com muitos alunos e funcionou comigo mesmo. Fazer o plano e depois implementa-lo. Enxergar você mesmo como um produto e ver como melhorar ele. Aplicar o marketing mix para o produto chamado você.

Com um plano deste em mãos, você será capaz de ir do ponto A (o ponto onde você se encontra) ao ponto B (um ponto futuro, digamos 1 ou 3 anos a frente) de uma forma mais planejada, disciplinada e com ganhos maiores. A vida é uma só e merece ser conquistada. Faça a sua parte. Faça por merecer. E por favor, para de reclamar que não lhe pagam o que você merece.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

 

 

Quanto você vale? Se é que vale algo.

Uma perspectiva sobre o planejamento

Hoje em dia, os planejamentos estratégicos estão mudando (ou, talvez, em adaptação aos novos tempos). A maior parte dos modelos existentes ainda são oriundos de décadas atrás. Modelos testados, comprovados (em uma época sem mídias sociais, geração A, geração Y, e com uma velocidade reduzida e previsível), mas arrisco a dizer, talvez engessados e hoje atrasados para as novas necessidades de mercado. Ainda mais grave, as metodologias de planejamento (importadas) passavam por realidades muito distintas da que vivíamos no Brasil. Tinham que ser adaptadas e muitas vezes não eram. Hoje, no Brasil, passamos por uma era onde tudo se misturou, devido ao atraso de desenvolvimento (e acesso a renda) de grande parte da população e a atual recuperação de terreno. Então temos a época do TER, do SER e do EXPERIMENTAR tudo acontecendo ao mesmo tempo. Dependendo do seu negócio e do seu target, algumas metodologias de planejamento devem ser utilizadas. Em um mundo de TER, para um target de primeira compra (como é a realidade de milhares de famílias brasileiras, que estão comprando os seus primeiros eletrodomésticos, por exemplo) você pode utilizar modelos mais tradicionais e focados em metas quantitativas. Mas, para um mundo de EXPERIMENTAR, para um target endinheirado, que já viveu muito do bom e do melhor, temos que ter outra metodologia, mais dinâmica, exploratória, imediata e com um impacto qualitativo incrível. Para estes, ser o primeiro é o mais importante. Não adianta experimentar apenas, mas tem que ser o primeiro a experimentar, para depois contar aos outros as façanhas e espalhar nas mídias sociais a espera de comentários e quantidades de “curtir”.

Até mesmo nos esportes há a necessidade de um plano metodológico de desenvolvimento do atleta para uma competição, de forma individual, modelado para o seu corpo e suas necessidades. No filme abaixo vocês verão um atleta brasileiro que se prepara para lutar nas olímpiadas, descrevendo o seu programa de 6 meses intensivos de treinamento, dividido em 3 etapas. Ao final, ele estará em condições para o desafio.

 

Desta forma, a provocação é: qual o plano de 6 meses para a sua empresa? Ou melhor ainda, qual o SEU plano de desenvolvimento pessoal para 6 meses? Sabe já onde estará e o que será preciso fazer (as etapas)? Qual o resultado pretendido (a medalha de ouro)? Aproveitem este final de semana para que, em uma folha de papel, escrever um pouco sobre isso. Refletir com um bloco e caneta, na minha opinião, ainda é algo mágico e de efeito muitas vezes surpreendente. Boa sorte e bons resultados.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Vídeo do YouTube

 

Uma perspectiva sobre o planejamento

Como ele não deu para nada, foi ser médico!

Você já deve ter ouvido esta frase antes: “Como ele não deu para nada, foi ser ….”. É uma das frases mais difíceis de entender que eu ouço há muitos anos. Se a pessoa fez alguma coisa e está se dando bem, não importa em que, é sinal que ela “deu para alguma coisa”, ou seja, alguma atividade profissional ele fez. Mas, sim, eu entendo a origem histórica e preconceituosa da frase, remontando um período onde existiam poucas “profissões” reconhecidas pela sociedade. Não adiantava tu ter dinheiro, tu tinhas que ter um título, ser chamado de doutor, entre outros reconhecimentos que hoje em dia não significam mais que você ganhe dinheiro e muito menos que tenha alguma distinção. Em uma sociedade onde jovens (muitas vezes sem título algum) escalam rankings de maiores fortunas e reconhecimentos mundiais, onde cada vez mais as “realizações” das pessoas e as suas competências em colocar projetos em andamento repercutem muito mais que um título acadêmico, esta frase, hoje em dia, é usada somente quando alguém quer realmente ferir outra pessoa. Mas o que eu sinto? Na prática, a frase perdeu força, mas na mente coletiva da sociedade, ainda hoje, se tu diz que tu és um vendedor, muitas pessoas ainda pensam que tu não deu para nada e foi vender algo. Uma cena eu presenciei recentemente e me acendeu esta observação e crítica relatada neste post.

Um jantar de diversas famílias e uma das anfitriãs estava apresentando os convidados para nós que chegávamos:

– Estes são meus filhos, fulana é médica e beltrano é advogado. Este é meu cunhado, bem, ele é …. (uma pausa, como se estivesse pensando) representante comercial de uma marca.

Ouvi aquilo, o cunhado não falou nada (deve ser um “baita bosta” eu pensei) e fiquei com algo atravessado na garganta. Uma por que eu já fui representante comercial com muito orgulho, por 7 anos. E outra por que eu acho que ainda sou. Hoje em dia não vendo mais produtos, mas represento a minha empresa, meus serviços e minhas idéias. E por fim, acho que vendedor é uma das profissões mais importantes do mundo. Pegue qualquer empresa e elimine o setor comercial. Deixe os “advogados” e “médicos” no lugar dos vendedores e veja o que vai dar. Conheço muitos advogados e médicos extremamente bons em venda, e não quero generalizar nada, mas por que um é mais importante que o outro. Um faz uma coisa e outro faz outra. Ambas importantes.

E daí que cai uma oportunidade no meu colo. Eu conversava com os filhos da madame e chegaram mais convidados, Ela foi repetir o ritual e quando iniciou a falar uma outra pessoa lhe chamou. Eu disse que apresentava os filhos sem problemas. E daí comecei.

– Estes são os filhos da “madame” (usei o nome dela, na hora), mas vou apresentar primeiro o ciclano (o cunhado). Ele é representante comercial, viaja pelo Brasil fazendo negócios, gerando riquezas e prosperidade para muitas famílias que deste serviço dependem, lá na fábrica, inclusive os médicos e advogados que trabalham para a marca. Para a fábrica e para a família dele, ele é um herói. E já me esquecendo, estes são fulano e beltrano, filhos da madame, eles são…. bem (pensando)…. médico e advogado.

Quando acabei de falar, todos foram cumprimentar primeiro o cunhado, o grande herói, e depois os filhos.

Eles (os filhos), com muito bom humor que me “permitiram” fazer esta brincadeira, riam que não paravam enquanto estavam sendo cumprimentados. Por sua vez, o cunhado, de peito estufado, mandava a empregada da casa servir uma rodada de champagne aos novos convidados, recém chegados.

Se você for vendedor / representante comercial, então é hora de , com muito orgulho, bater no peito e dizer: eu sou representante comercial. Eu vendo produtos, idéias, serviços. Eu gero valor para mim, para minha família, para a marca que atendo, para as lojas que vendo. Eu gero satisfação em todos os clientes que usam o meu produto em minha região. Eu sou uma peça muito importante na empresa. Todos lá dependem de minhas vendas. Todos ficam satisfeitos quando eu vendo.

Se você não conseguir falar isso e se sentir realmente confortável, talvez você acredite na frase que você não deu para nada e foi vender. Mas se você falar isso e se reenergizar, parabéns. Voce é um grande profissional e além de tudo engrandece a categoria. Mão na mala, pé na estrada, pois nossos clientes nos esperam. E nós temos que almoçar a concorrência, antes que eles nos jantem.

Boas vendas e sucesso

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta idéia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

 

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as idéias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

 

Como ele não deu para nada, foi ser médico!