O principal indicador de um gerente comercial

Gerentes comerciais devem fazer suas equipes venderem as metas estipuladas, de forma organizada, bem distribuída e posicionando as propostas de marca no mercado conforme o plano. Acontece que isso nem sempre é alcançado de forma equilibrada. Quando o jogo começa, alguns vendedores despontam e disparam no ranking de vendas e outros patinam e ficam nas últimas posições. Com o avanço das semanas, muitas vezes, esta distância (entre os primeiros e os últimos vendedores na performance de venda) se mantém ou até mesmo aumenta. Desta forma, aconselho que um dos principais (e muitas vezes nem observado) indicadores da gestão comercial é a “distância entre os primeiros e os últimos” e como isso vem se apresentando ao longo dos períodos de vendas (meses, semestres, anos, enfim, o período-mestre definido para o seu segmento, passível de comparações históricas).

Se a distância era de 40 pontos percentuais e vem caindo 8 pontos a cada período é um bom sinal. Mas digamos que eram 10 pontos percentuais e que agora a distância já está em 30%. Isso significa que outras variáveis entraram no jogo e não foram observadas ou contidas a tempo de não contaminar a performance já alcançada. Forçar a nossa capacidade analítica para compreender este indicador e os motivos que causam estas distâncias históricas irá nos revelar importantes fatores da gestão regional. E é desta forma que um gerente comercial deve atuar: regionalmente, entendendo e agindo em cada contexto. Mas o que vemos na prática são ações nacionais, iguais em todas as praças, com o mesmo equalizador do marketing mix ativado, não importando renda, nível de educação, clima, densidade populacional, nível de concorrência e nada mais. Uma proposta de marca única, com discurso único, com produtos que na média atendem as necessidades dos clientes e resultados não tão bons quanto poderiam ser alcançados. Estar na média é andar sobre a linha da mediocridade. Por que não estar 3 vezes acima da média do setor? O que se deve fazer para que isso seja possível? Fazer as perguntas que devem ser feitas e buscar as respostas mesmo que elas doam é o segredo de uma evolução constante rumo a resultados nunca antes atingidos.

Então, se você é um gerente comercial releia com atenção e entenda o que fazer para ativar este indicador. Se você conhece um gerente comercial, passe para ele este link, pois ele precisa entender isso o quanto antes.

E o caso do gerente que a equipe não se distancia pois todos não vendem nada? Este nem se fala, pois não merece nem o título de gerente comercial. O melhor é trocar de profissão e ir vender coco na praia (se é que vai vender algum).

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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O principal indicador de um gerente comercial

O check list do representante em feiras

Não existe mercado competitivo onde não hajam feiras e eventos para contato com o público, demonstração de produtos / novidades e até mesmo para a venda dos produtos. E não existe feira que não hajam vendedores fazendo tudo o que não devem fazer durante este evento. Paralelamente a feira representa, para o segmento de entretenimento, como a final do campeonato ou o show de abertura da turnê de uma banda de rock famosa. É um grande evento. E nestes eventos, os representantes devem ser os astros principais. Mas para isso, uma mudança de atitude deve prevalecer. Desta forma, buscando ajudar esta classe de profissionais, resolvi compilar abaixo umas ideias que sempre buscava realizar quando eu era representante e até mesmo agora, nestes dias, costumo orientar as equipes que presto o serviço de coach comercial. Também cabe salientar que muitas destas ideias aprendi com os meus orientandos (coachees) durante observações de muitos anos. De forma alguma este check list busca ser conclusivo. Sintam-se a vontade para complementar e sugerir novas etapas / tarefas. Para isso, utilizem o espaço de comentários. Eu agradeço muito os complementos.

Pré-requisitos de aplicação do check list:

– Feiras comerciais são locais onde por um período de tempo se organizam os concorrentes de um setor para exporem seus produtos para o público comprador

– Os espaços são demarcados por marcas específicas

– Nestas feiras os representantes estão presentes e atendem os clientes de sua região

 

Atividades para serem feitas duas semanas antes da data da feira:

– Ligar para 100% dos seus clientes e avaliar quem irá na feira. “Tentar” fazer uma agenda de atendimento para melhor atendê-los. Muitas vezes isso não será cumprido mas para quem cumprir com o compromisso já é um ganho para você. E para quem não cumpriu com o compromisso, já é uma oportunidade de você ligar durante a feira (para ver onde ele está). De certa forma, isso demonstra uma preocupação sua com os seus clientes.

– Para todos aqueles que irão na feira, avalie o seu histórico, se possível visite as suas lojas e converse com as vendedoras (ou vendedores) tentando coletar informações do que vende e do que não vende, registre tudo com fotos e prepare um plano para ser apresentado ao comprador na feira. Evidentemente que não será um ambiente adequado para detalhamentos, portanto, nada que passe de uma página. Pelo menos você terá estudado o cliente, avaliado as suas metas e demonstrado ao cliente que vem pensando nele.

– Se você já tiver os produtos que serão expostos, bem como os catálogos e tabelas de preços, estude-os para que saibas de memória todos os pontos.

 

Atividades para serem feitas durante a feira:

– Apresentar os projetos feitos para os clientes em momento oportuno (se ocorrer)

– Apresentar toda a coleção e suas propostas antes de tentar vender algo. Aproveito o ambiente, o cenário, a empolgação do momento para mostrar todo o potencial da marca e da exposição de produtos

– Auxilie a empresa a manter a ordem, produtos no lugar, mesas limpas e organizadas, entre outras atividades de ordem prática

– Ajude os seus colegas quando notar que eles estão precisando. Por exemplo: você não está atendendo no momento e nota que chegam dois clientes ao mesmo tempo para seu colega. Ofereça-se a atender um deles. Ele certamente irá retribuir quando você estiver nesta situação. Todos saem ganhando.

– Tome consciência dos produtos que estão sendo mais vendidos no geral, mais comentados, e sempre apresente aos seus clientes

– Não perca tempo conversando papo-furado. Cada minuto deve ser dedicado as vendas. Se os clientes não estão com você, estão com o concorrente. Vá atrás deles. Ligue, etc.

– Anote todos os clientes que passaram pelo stand para que ao final você envie um agradecimento e também para que você possa agendar visitas para quem não comprou durante a feira.

– Se possível e permitido, leve mais alguém para lhe ajudar pois em feiras, em muitos momentos, se perde vendas por falta de quem atender.

– Circule pela feira e observe os seus concorrentes. Veja detalhes, produtos comentados, papo dos demais representantes. “Pesque” informações importantes para o seu negócio.

– Se for da sua cultura e faça parte de seu repertório de inteligência competitiva, plante informações no mercado para “incomodar os concorrentes” (isso eu explicarei melhor em outro post)

– Peça ajuda sempre que precisar para o seu gerente. Apresente seus principais clientes a ele e peça que o gerente lhe ajude a ativar a compra (os primeiros minutos são decisivos para definir o montante que será comprado)

– Fique até o último dia e ajude a empresa a desmontar o que for preciso do espaço (stand). Isso mostra companheirismo e espírito de equipe.

Atividades para serem feitas após o término da feira:

– Mande um agradecimento para quem esteve na feira e entrou no stand, de sua região, comprando ou não.

– Atenda a todos aqueles que pediram um atendimento na loja, fora da feira, rapidamente. Lembre-se que todos os concorrentes irão atrás dele rapidamente.

– Responda a todas as dúvidas ou solicitações que tenham lhe passado durante a feira.

 

Enfim, são dicas importantes, simples, e que se implementadas com disciplina e zelo, trarão resultados preciosos para os vendedores.

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O check list do representante em feiras

Pare de fazer convenções de vendas!

Convenções de vendas são “paradas” no meio dos períodos de vendas para que a equipe receba novas informações, novos treinamentos, uma injeção de ânimo e uma boa dose de mudança de atitude. Ao final da convenção, se ela for boa e ter atingido o seu objetivo, TODA a equipe comercial irá para as suas regiões querendo “morder o concorrente e colar nos clientes”. Pena que não é isso que se observa. Pelo menos por uma semana a equipe sai com gás todo. Depois o “balão começa a murchar” e cai em algum lugar entre a mesmice e a mediocridade dos velhos e bons hábitos de antes (também chamado como o “costume” ou “aqui isso não funciona”). O formato de gestão da gerência comercial faz com que o mais importante seja colocado em primeiro lugar, e talvez muito do que falamos nas convenções não entra neste discurso de prioridades. É a verdadeira frase, “mostre-me como irás me medir que eu lhe direi como irei me comportar“. Existem exceções em todas as generalizações, mas neste caso arrisco, por muito que vejo, que as exceções são raríssimas. Então, a minha sugestão é: parem de fazer convenções de vendas. A não ser que você queira repensar este modelo e criar algo novo, de alto impacto e que realmente seja capaz de “forjar” talentos em série. Para entender o que quero dizer, vou ilustrar com um exemplo hipotético, abaixo, que amplia em muito a proposta de convenções de vendas. Pode ser algo que trará maior custo, mas de que adianta controlar o custo se o benefício for bem menor? Então, vamos ao exemplo:

São etapas deste modelo hipotético:

Ponto 01: A equipe comercial, após uma explicação (palestra de conscientização), entenderá o modelo todo, as ferramentas usadas, treinarão o uso da tecnologia presente na proposta, assumirão o compromisso e decidirão se irão ou não entrar no jogo. Sim, acho que deve ser voluntário e entra quem quer. Mas os que não desejam participar ou aqueles que se inscrevem e depois não participam, cuidado. Isso é um importante indicador de compromisso com a empresa / marca.

– Ponto 02: Neste mesmo dia, uma palestra com cunho mais emotivo, que dê o sinal e a importância do processo de adequação aos novos tempos. Digamos que este ponto e o ponto 01 sejam feitos em uma convenção de vendas tradicional, aproveitando a logística de estarem todos reunidos.

– Ponto 03: Ao saírem da convenção, no último minuto (para não perderem) é dada uma pasta capa dura para armazenarem todo o material que irão receber semanalmente. O supervisor ou gerente comercial deve sempre solicitar a pasta do vendedor e verificar se está atualizada. Nesta pasta, já deve constar pelo menos a 1a e 2a lição impressa e inserida na pasta. Alguns materiais podem ser enviados pelo correio e outros por mail, anexados, onde o próprio representante deverá imprimir, ler e colocar na pasta.

– Ponto 04: Semanalmente, a equipe receberá uma lição por e-mail, que deverá ser impressa no domingo e devem levar em suas viagens, para que em momentos de espera de atendimento, leiam e façam os exercícios. Alguns destes exercícios devem ser obrigatórios de retorno ao gerente. Uma gincana de vendas poderá ser estipulada e o cumprimento das tarefas das lições (que costumo chamar de “missões mercadológicas”) podem valer pontos. Estas lições são aquelas que deverão compor a capa dura citada no ponto 03. Por fim, não vou nem comentar que o conteúdo deve ser de alta relevância. Ninguém tem mais tempo de ler coisas que não agreguem nada.

– Ponto 05: Semanalmente (ou até mesmo diariamente, depende do contexto organizacional), utilizando a estrutura de uma sala de aula virtual (voz, vídeo e apoio de slides, chat, e demais ferramentas), iremos conversar com os vendedores, individualmente, em horário marcado. Basta que o vendedor tenha conexão a Internet e o resto dos recursos é oferecido pelo provedor da solução e deve estar no pacote de desenvolvimento. Estas conversas detalham a operação do vendedor, seu formato de agir e busca, através de técnicas de coach, desenvolver todo o seu potencial. Além disso, mantém a equipe próxima, pois o que acontece é que depois de uma convenção até a próxima, os contatos são por mail ou telefone. Através de uma videoconferencia conseguimos nos aproximar mais e nos fazer presentes mais tempo. Estes contatos podem ser gravados, se necessário. Geralmente levam de 30 a 45 minutos cada contato.

– Ponto 06: Separando o joio do trigo. Quando o jogo começa, um grupo de vendedores desponta e outros ficam pelo caminho. Neste momento é hora de decidirmos como o gerente comercial e sua equipe irão atuar nestes grupos. A princípio, a grande missão do gerente comercial é não deixar que a distância entre os primeiros colocados e os últimos aumente. Portanto, separando em pelo menos 3 grupos: os estrelas, os do meio e o rabo do dragão (os que estão em último e só se mexem se o dragão inteiro se mexer) o gerente deve atuar localmente. Cada viagem, um estudo detalhado e uma missão. Para os que estão no rabo do dragão, os contatos devem ser diários e com cunho orientativo e motivacional. Deixá-los soltos só serve para aumentar o silêncio e o sentimento de desprezo que o vendedor sente. Para ilustrar mais um grupo, para os estrelas, muito do que fazem deve ser analisado e repassado aos demais como referência (benchmarking). Os estrelas já ganham muito dinheiro e gostam de serem reconhecidos. Desta forma, esta prática faz parte do programa de educação continuada e deve ser incentivada.

– Ponto 07: Criação de uma news interna. Esta news, que pode ter tantas seções quanto você e seu departamento podem atualizar, deve ter um caráter normativo e de espalhar boas práticas, reconhecendo nossos parceiros de vendas. Além disso, seções típicas de aniversários, datas importantes do calendário da empresa podem ser muito úteis em uma news interna. Podem haver variações destas news para serem enviadas para clientes. Imaginamos todo o envio feito de forma digital.

– Ponto 08: Eventos para grupos específicos de vendedores. Entre uma convenção e outra, temos que fazer eventos de dois tipos:

Regionais: para debater com os representantes de determinada região os resultados que estão sendo obtidos e como iremos avançar naquela cultura e contexto específico

– Por perfil: Agrupar os estrelas, os do meio e o rabo do dragão para desenvolver programas específicos de desenvolvimento pessoal.

 – Variações: também podem existir treinamentos por vídeos, fazendo com que os vendedores olhem os vídeos de instrução passados, ou por podcasts, ouvindo em seus rádios enquanto estão no congestionamento ou em viagem ou utilizando áreas no site exclusivas para assinantes, onde podem encontrar todos os materiais possíveis, bem como fóruns tira-dúvidas e materiais para download.

Enfim, para montar um programa robusto de desenvolvimento de nossas equipes comerciais, que em primeira análise são os que posicionam nossas marcas no mercado e nos representam, temos que pensar diferente e investir para que isso seja autêntico e que funcione, trazendo maiores resultados. Por fim, temos duas decisões. Evidentemente que você não precisa parar de fazer convenções de vendas, como provoquei no início deste post (e não deve, mas sim ter a intenção de ir incrementando o modelo de desenvolvimento, pois todos os vendedores precisam disso e não recebem, muitas vezes ficando isolados no campo, sem apoio e orientação). Mas o que você deve saber é que não terá o benefício que muitos imaginam. Convenções de vendas tem o caráter informativo, na maior parte das vezes, e por isso, muito pouco se aproveita. Não muda comportamento nem hábitos. Mas o outro modelo acima, hipotético, devendo ser adaptado a cada situação e mercado, pode sim trazer novas maneiras de obter resultados. Pense um pouco e decida. Os resultados estão esperando.

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Pare de fazer convenções de vendas!

A enganosa percepção que gerente comercial bom é aquele com cara de mau, durão e que fica gritando aos quatro ventos!

Ando por muitas empresas e acompanho mudanças que as empresas fazem na sua gestão comercial. Muitas vezes o meu trabalho é justamente isso. Organizar a gestão comercial, para maiores performances. Nada simples, se imaginarmos o complexo sistema que é uma empresa e sua interdependência entre setores. Mas tem situações legítimas, baseadas em completos diagnósticos e pesquisas de mercado, onde a mudança seria o único caminho possível. E são nestes casos que muitos diretores de empresas erram feio. A seleção de um novo gestor comercial é algo sério, pois em primeira instância (e até mesmo em segunda instância) é ele e sua equipe que irão representar a imagem de sua empresa. Em muitos e muitos casos eu participo de entrevistas de seleção, como um dos avaliadores. Em muitos destes casos, entrevisto as pessoas em restaurantes, cafés, na própria empresa, no meu escritório ou até mesmo em casa, tomando um café em minha sala. Sempre é um aprendizado e é bom conhecer pessoas. Mas onde está o erro dos diretores? Não é o caso de todos, mas é o caso de muitos diretores inexperientes. Valorizam muito aquele candidato a gestor com cara de mal, que fala energicamente e promete mundos e fundos na seleção. O tal “garganta” é o protótipo da imagem de um vendedor, falador, “preenchedor de ambientes”, centralizador da palavra e confiante. Alguns, além disso tudo, são bons. Os outros são só palavreado ao vento. Sem técnica, sem conhecimento aprofundado em gestão de pessoas e com uma liderança baseada no cargo, na autoridade, querem mudar na base do grito. O erro está em acharmos que o grito resolve os nossos problemas. O erro está em acreditarmos que nossos representantes não vendem o nosso produto por que não tem ninguém gritando no seu ouvido ou fungando na sua nuca. Pressão, pressão, pressão é o lema dos bonachões.

Evidente que em algumas empresas, a venda é super-agressiva e o estilo pitbull dominante é o melhor estilo. Mas isso são pouquíssimas empresas que necessitam. Raros mercados são assim. Ser um gerente mais humano ou mais amigável, mais planejador, mais pensador, não quer dizer que irá performar pior do que os pitbulls. Existem os vendedores e gerentes “sábios“, que adoram vender o seu conhecimento, a expertise do seu produto, ensinar e orientar a sua equipe e colaborar com assessorias para os seus clientes. Existem os vendedores e gerentes “camaradas“, que conseguem muito com o seu relacionamento. São fazedores de amigos. Ajudam antes de pedir ajuda. Sabem construir uma conta-corrente positiva com o mercado. Seus negócios são amizades para o resto da vida. Ambos os casos, podem ter sucesso. Depende apenas do tipo de comprador que irão negociar e qual mercado. O erro está em acreditarmos que existe apenas um bom gerente comercial ou vendedor, que é o pitbull. O resto é mole. Não tem fibra. Cede fácil. Está completamente errado. Um pitbull em um mercado de alta sensibilidade e prestação de serviço elevada irá destruir a lavoura, procurando espaço a um alto custo de imagem de marca.

O que as empresas tem que aprender é definir o seu estilo de vendedor e de gestão comercial, e sobre isso construir uma equipe de alta performance. Dinheiro, bônus, campanhas de vendas, são formas que incentivam o pitbull, mas não irá tocar tão fundo o estilo camarada e o sábio. Construir uma cultura comercial adequada para o seu segmento e produto, bem como alinhado com o seu posicionamento, se faz em casa, discutindo e planejando. Com todo este alinhamento, os resultados serão garantidos. Pensem e definam a sua proposta comercial. E não achem que o estilo comercial x, y ou z que deu certo na empresa A, B ou C irá dar certo na sua. Assumam a sua identidade comercial e cresçam com vigor. Com a sua cara!

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A imagem de um profissional de vendas (e de todo o profissional que se preze)

Eu participo de muitas convenções de vendas e analiso a performance de muitos vendedores. Também confesso que não trabalho de terno e gravata, mas sempre busco usar uma camisa social e estar bem apresentado dentro do meu estilo. Em toda a minha vida posso dizer que tentei manter uma disciplina enquanto trabalho. Não bebo quando trabalho, mesmo que seja em festa comemorativa, ou bebo muito pouco. Isso não me impede de me divertir, celebrar e interagir com os outros, mas evita sim situações embaraçosas que a bebida em excesso pode causar durante o evento ou na manhã seguinte (ainda mais se associada com a falta de horas de sono).

Vendedores falando alto demais, rindo em grupos e atrapalhando o cerimonial, no dia seguinte na convenção usando óculos escuros ou dormindo nas cadeiras. Acho que isso não combina com a imagem de um profissional (e muito menos de um vendedor que carrega a imagem da empresa para os clientes). E o pior, estas atitudes reforçam a imagem que um vendedor é um bonachão, boa vida, mulherengo, indisciplinado, um malandro e por ai vai inúmeros outros arquétipos negativos que povoam o imaginário do povo (e dos donos de empresas). Mas também fico feliz de ver que os representantes e vendedores que batem suas cotas continuadamente são aqueles que melhor se apresentam, os mais disciplinados e muitas vezes, os mais atentos a tudo o que é dito (podem até não fazer o que lhes é sugerido, mas pelo menos exercem a velha máxima de ouça mais do que fala, pois você tem duas orelhas e somente uma boca). Será mera coincidência este comportamento disciplinado associado com os melhores resultados? Tem grande probabilidade de que isso contribua muito, mas é óbvio que isso só não fará uma pessoa um grande vendedor. Mas é um bom primeiro passo e contribui muito para a sua imagem pessoal e para a imagem dos profissionais da categoria.

Portanto, pelo menos pense um pouco. Será que em uma convenção você não pode ser mais disciplinado, participativo e disposto a mudar um pouco? Será que você não pode mostrar ao dono da marca que vale a pena continuar investindo em você? Será que você consegue dormir mais cedo, beber um pouco menos e no outro dia de manhã estar acordado e bem disposto? Se achar que não, continue com os velhos hábitos. E eu desejo que os velhos resultados lhe acompanhem também.

Um por cento melhor a cada dia, todo o dia. Basta isso e nos tornamos um novo profissional de vendas em 6 meses. Faça o teste e comprove. Depois você tira um dia do semestre e bebe todas. Saúde!

 

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Pergunta de final de semana: Você é apaixonado por suas idéias a ponto de fazer disso a sua vida?

Ricardo Diniz, palestrante do TEDx Laçador 2012, “português de Portugal” como se define, mostrou em 17 minutos a sua paixão por uma ideia: viver no mar e levar a mensagem de Portugal ao resto do mundo, ajudando as pessoas que puder no caminho. Mas o que mais me chamou a atenção foi a sua paixão por esta ideia, a ponto de ele traçar a sua vida em torno disso, de ser um navegador solitário. Como tudo na vida que vale a pena ser vivido, o caminho não foi fácil. Mas como ele enfrentou as dificuldades, como lidou com situações perigosas, como persistiu para conseguir o seu patrocínio batendo na porte de 4.000 empresas e muito mais, você irá assistir neste vídeo.

Então, a pergunta do final de semana é: Você está disposto a fazer da sua vida a incansável busca de sua ideia? Estás disposto a acordar todo o dia e viver este sonho? Estás disposto ao alcançar a sua ideia fazer de tudo para ampliá-la ao máximo? Fará da sua ideia a causa de sua vida?

Assista o vídeo e pense nisso: “Nós temos 30.000 dias para viver e depois morremos.” Ricardo Diniz.

 

 

Bom final de semana e vivam pelas suas ideias

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: Você é apaixonado por suas idéias a ponto de fazer disso a sua vida?

O principal indicador de um vendedor

Existem muitos indicadores utilizados na gestão comercial de uma empresa. Conheço pelo menos uns 20 possíveis de uso (e úteis). Quase sempre um único indicador não irá nos responder tudo o que precisamos. Mas tem um deles que elevo e o diferencio dos demais. É o indicador de melhor do mundo. Mas o que é isso? É coisa séria? Sim, muito séria. Vou explicar: ser o melhor do mundo, significa ser o mais indicado pelos clientes, o mais respeitado, a marca (pessoa física ou jurídica) de maior confiança, EM SUA REGIÃO DE ATUAÇÃO. Isso mesmo, em sua região. Você precisa vencer apenas os demais vendedores-concorrentes que atuam na mesma região, mas não precisa se preocupar com outras regiões do país. Se você já é um dos principais profissionais de venda da região então o jogo é contra você mesmo. Melhore um pouco a cada dia e você se tornará o melhor do mundo em sua região e lá permanecerá. Relaxe e pare de evoluir e será alcançado por marcas jovens sedentas de resultados. Este é o jogo das vendas. E por isso é fascinante.

Mas por que este indicador é o mais importante?

Na minha opinião por que ele representa o ranking imaginário na cabeça de um comprador. Se você é o melhor do mundo, está na primeira posição. Se está lá ele irá lhe aguardar para fazer qualquer negócio. Você irá ser importante para ele e não mais um fornecedor. Você foi elevado.

Imagine um caso (tomara que isso nunca aconteça com você) de uma necessidade cirúrgica de vida ou de morte. Neste caso você irá desejar ser operado pelo MELHOR médico, irá querer o MELHOR anestesista e a estrutura de um MELHOR hospital e muito mais daquilo que somente os MELHORES podem dar. Tudo isso dentro de suas posses ou até mesmo dentro do que é possível de você conseguir, que transcende o que são as suas posses. Pois o que está em jogo é a sua vida. Você dará o máximo para ter os melhores do mundo a seu lado. E nos negócios, apesar de ser menos dramático inicialmente, tem também este fator emergencial presente. Todos os compradores querem ganhar muito dinheiro com as marcas que compram. Mas muito dinheiro é conquistado somente pelos MELHORES DO MUNDO. E tenha certeza de que, com crise ou sem crise, os melhores do mundo estão presentes.

Por isso que eu considero este indicador, possível de apurar periodicamente por pesquisas de mercado, um dos principais indicadores comerciais a serem levantados.

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

O principal indicador de um vendedor

Apenas um grão de areia. Mas pode salvar o mundo!

Salvar o mundo é possível, se cada um fizer a sua pequena parte, se cada um se esforçar para mexer nos grãos de areia que estão ao seu alcance. Cada um fazendo a sua parte, podemos salvar o mundo. Com esta premissa de uma causa, principalmente dedicada a limpar os oceanos das matérias plásticas que flutuam e poluem as águas, Andres Fernandez, publicitário premiado em Cannes e free-surfer da Billabong, lança no Equador e já engaja diversos outros países, o projeto Granito de Arena. Esta idéia foi apresentada para os participantes do TEDx Laçador – Legados: Histórias que dão sentido à vida (o Pensador Mercadológico estava presente), no dia 05 de Maio de 2012, na fazenda Quinta da Estância Grande, em Viamão – RS. Engajando outros amigos surfistas, um de cada país, iniciam a disseminação desta idéia para aumentar o nível de conscientização e reutilização das garrafas plásticas, evitando assim que elas acabem indo para o mar. Com idéias simples, mas criativas, querem fazer a sua parte para melhorar o mundo. Não são contra o plástico, mas não o querem no oceano.

No vídeo abaixo, está a palestra que ele fez no TEDx no Bairro de Las Penas, em Guayaquil, Equador. Esta é a mesma palestra apresentada aqui no TEDx Laçador, também em espanhol. Mesmo em espanhol, com um pouco de vontade se entende estes 12 minutos de apresentação que mostra que cada um de nós, dentro de suas áreas de influência e expertise, podemos criar ou se engajar em atividades, grupos, ONGs e comunidades já existentes e melhorar o mundo.

Veja o vídeo, tire as suas conclusões e pense em como podes ajudar alguma causa.

 

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Gustavo Campos

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– You Tube

Apenas um grão de areia. Mas pode salvar o mundo!

As bordas do conhecimento, a velocidade da mudança e o fluxo da riqueza.

Alguns eventos recentes fizeram com que eu escrevesse este post, que já queria ter finalizado em Novembro de 2011 (data da entrevista que fiz, que lerão abaixo). Estive recentemente em um evento chamado Fronteiras do Pensamento, ao mesmo tempo que foi divulgado um importante estudo mundial sobre a criatividade pela empresa Adobe, estou lendo a teoria de Steven Johnson no livro “De onde vêm as boas ideias” e tenho um amigo, daqueles bem criativos, que se dispôs a responder 3 perguntas em uma entrevista que fiz. Estes 4 fatores se somaram com o “dever” de pelo menos contribuir com uma ideia diferente por semana para o Blog e fizeram que eu aproveitasse uma leve insônia e definitivamente escrevesse este post em um domingo gelado e chuvoso de minha cidade, aproveitando todas estas casualidades.

Do evento “Fronteiras do Pensamento”, para este post, quero compartilhar apenas a ideia central do evento. O nome para mim é genial. Fala de algo de borda, que recém nasceu ou está para nascer. Tu até consegue ver a “fronteira” e sabe que o tema está no limite do conhecimento humano. Não é para ser algo inovador, mas sim uma ideia de fronteira de conhecimento, algo que pode ou já está sendo aplicado e/ou visto na sociedade, mas que um estudioso do tema, o principal pensador do mundo neste tópico (trazem muitos pensadores prêmio Nobel para falar), vem e palestra durante 2 horas definindo bem esta borda. Retirado do site do evento, temos a definição deste negócio com as palavras dos idealizadores: “O Fronteiras do Pensamento é um projeto cultural múltiplo que aposta na liberdade de expressão intelectual e na educação de qualidade como ferramentas para o desenvolvimento. Através de uma série anual de conferências, o Fronteiras abre espaço para o debate sobre a identidade do século XXI, apresentando pensadores, cientistas e líderes que estão, cada um a seu modo, na vanguarda em suas áreas de pesquisa e pensamento”. Um resumo da primeira palestra do ano, do Prêmio Nobel Amartya Sen, encontra-se neste link. Então, deste primeiro fato eu destaco o conceito do negócio.

Da pesquisa da Adobe, que teve como objetivo identificar os comportamentos e crenças sobre criatividade no trabalho, escola e em casa, eu destaco os seguintes pontos (a tradução e interpretação dos fatos é de minha responsabilidade. Para ver na íntegra e no idioma original utilize o link já passado):

– Foram realizadas 5000 entrevistas com adultos, 1000 por país: Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Japão

– Desbloquear a criatividade é visto como uma importante chave do crescimento econômico e social

– Apesar disso, menos que a metade das pessoas se descrevem como criativas

– Apenas 1 entre 4 pessoas sentem que estão aproveitando todo o seu potencial criativo

– No ambiente de trabalho se aumentou a pressão para ser produtivo em volume superior ao esforço de ser criativo

– Desta forma, apenas 25% do tempo de trabalho é em algo criativo. Fora do ambiente de trabalho este percentual sobre para 33% em média.

– Globalmente os japoneses são vistos como o país mais criativo. Exceto pelos japoneses. Os americanos acreditam que os Estados Unidos é o país mais criativo

– 78% dos japoneses acreditam que ser criativo é algo para a comunidade de artistas

– As pessoas precisam de mais tempo, treinamento e ambiente adequado onde possam exercer sua criatividade

– 40% das pessoas acreditam que é essencial ter ferramentas específicas para criar

– Criatividade define uma pessoa que é capaz de fazer a diferença na sua vida e na vida dos outros. Criatividade é algo compartilhável

– Tempo e recursos financeiros são vistos como as principais barreiras para ser criativo

– A tecnologia ajuda as pessoas a transpor suas limitações criativas e as inspira

– Quase todos concordam que a criatividade está em todos os lugares em nossas vidas, mas pouco conseguimos enxergar nesta direção

– A habilidade de ser criativo é ilimitada e não tem fronteiras

– A queda do tempo de lazer é visto como um dos principais motivos para a queda da criatividade

– 7 a cada 10 pessoas preferem trabalhar sozinhos do que em grupos, quando realizam trabalhos criativos

Notamos então, nos dados da pesquisa acima, que o cultivo da criatividade é algo que preocupa diversos profissionais no mundo inteiro, bem como reconhecem que a pressão por resultados do dia a dia está afastando as pessoas desta condição de exercer a sua criatividade. Quase que uma confirmação para o ditado popular que diz que “queremos pessoas que executem ordens e que não pensem (e não reclamem!)”. No mínimo, uma situação estranha e de menor potencial de sobrevivência está se definindo para estas empresas.

Neste ponto, resgato rapidamente um conceito de Steven Johnson, que fala das possibilidades adjacentes. Este conceito nos diz que as coisas e ideias que são inventadas e implementadas na sociedade precisam “subir nos ombros” de outras ideias anteriores. Estas outras ideias que tornam esta nova ideia possível. Desta forma de ver a inovação e a criatividade, nota-se que recebemos inspirações de diversas fontes e depois de estar bem alimentado que conseguimos criar e executar nossa ideia. Quando a ideia está muito a frente do seu tempo, ela pode escapar dos limites do possível adjacente, e faltando peças para o quebra-cabeça, ele não se finaliza de uma maneira viável. Muitas idéias, como a câmera digital inventada em 1975 pela Kodak não tinham ainda os elementos suficientes para fazer desta ideia algo economicamente rentável. O próprio autor do livro, diz que se o You Tube tivesse sido inventado 10 anos antes da data de sua fundação ele teria naufragado, pelas condições de banda de navegação e pelos hábitos das pessoas. Então, a terceira contribuição é esta: Não se cria no vácuo. Alimente a sua máquina de pensar com os temas que queres criar. Depois suba nos ombros destas idéias e crie a sua.

Agora, para finalizar este post, coloco a entrevista com o meu amigo, o profissional Fabio Buss, que atualmente é o coordenador de estratégia e planejamento da Gad’Brivia. Desde já agradeço muito as respostas completas e bem elaboradas que recebi. Agregou muito ao post e depois de mais 6 meses que ele me respondeu, somente agora eu juntei todos os fatos que gostaria de apontar neste post. Fábio, valeu pela entrevista e pela tolerância em aguardar a publicação.

1.       Hoje em dia é muito valorizado os profissionais que tenham capacidade de entender situações diversas, se posicionar e apresentar soluções. Naturalmente que isso exige das pessoas a capacidade de pensar criativamente. Como você organiza (ou age) quando lhe é solicitado uma “solução” nova a um problema? Existe um método para pensar criativamente? O que mais funciona?

Existem diversos métodos, ferramentas e frameworks que podem ajudar no processo criativo e cada um se aplica com maior ou menor eficiência em diferentes situações. Mas acredito que independente de métodos o mais importante são algumas características pessoais que facilitam e promovem o pensamento criativo. Dentre as características mais recorrentes nas pessoas criativas que já conheci posso citar a curiosidade, a capacidade de síntese e uma inclinação a lidar de maneira confortável com, e até mesmo mostrar preferência por, mudanças e novidades.

A curiosidade por diferentes assuntos, mesmo que aparentemente desconectados com a área de atuação profissional, acompanhado em muitos casos por um certo anseio em ser o primeiro(a) a saber de novidades, alimentam o repertório técnico e cultural individual. Na minha opinião esta bagagem de conhecimentos gerais é um importante combustível para a criatividade. Além de um amplo repertório, vejo que as pessoas mais criativas tendem a ter uma maior sensibilidade para perceber e sintetizar padrões emergentes e de estabelecer conexões entre fatos aparentemente isolados. Essa capacidade parece acontecer de maneira instintiva, sem que a pessoa saiba necessariamente explicar racionalmente como chegou em determinada conclusão.

A terceira característica é fundamental. Sem ela, de nada adianta as duas anteriores. É a vontade de buscar novas soluções e ter tranqüilidade em optar por um caminho desconhecido que impulsiona a criatividade e permite que novas ideias ganhem vida. Acho importante ressaltar que o pensamento criativo tende a ser visto como importante apenas para a geração de novas ideias, mas, como a própria pergunta propõe, existe uma etapa anterior: entender a situação.

As três características unidas tendem a criar uma maior capacidade para perceber e definir com clareza o problema que deve ser resolvido e seu contexto. O criativo busca no seu repertório pessoal situações onde o mesmo problema, ou um problema muito semelhante, já aconteceu e identifica o mesmo padrão se repetindo.  Além disso, é raro que uma idéia seja completamente nova, o mas provável é que a melhor solução seja transpor ou combinar diferentes idéias já existentes. Conhecer alguns métodos, como o design thinking e técnicas de ideação (mindmapping, brainstoming, etc.), me ajuda a focar a capacidade criativa nas diversas etapas do processo criativo: entender e definir o problema, levantar alternativas para a solução, selecionar a alternativa mais promissora, prototipar e testar a solução, realizar ajustes e implementar a solução. Lembrando que este processo pode sofrer diversas iterações até alcançar a solução ideal.

 

2.       Existem diversos fatores e eventos que bloqueiam a capacidade criativa em determinados ambientes, profissionais ou não. O que mais lhe ‘poda’ a criatividade e qual o seu mecanismo de defesa para isso?

Um site dedicado a novidades do universo científico publicou recentemente uma nota acerca de estudos realizados em 2010 revelando uma grande incoerência entre a suposta valorização da criatividade e uma forte inclinação à rejeição de idéias novas  (“Why We Crave Creativity but Reject Creative Ideas” <http://www.sciencedaily.com/releases/2011/09/110903142411.htm>)

Os estudos realizados com mais de 200 pessoas levaram os pesquisadores da University of Pennsylvania aos seguintes achados:

– Idéias criativas são por definição novas, e a novidade desencadeia sentimentos de incerteza desconfortáveis para a maior parte das pessoas.

– As pessoas rejeitam idéias criativas em favor de idéias puramente práticas.

– Provas objetivas sustentando a validade da uma proposta criativa não motivam as pessoas a aceitarem a nova idéia.

–  O viés anti-criatividade ocorre de maneira tão sutil que a maioria das pessoas não notam que o possuem, o que interfere com a capacidade destas pessoas em reconhecer o valor de uma idéia criativa.

Assim, percebo que um dos maiores inibidores da criatividade é um ambiente que não “entende” a criatividade. Um ambiente onde existe um medo decorrente da falta de conhecimento do processo criativo. Medo tanto por parte do criativo quanto dos responsáveis por aprovar uma nova idéia. Existe o medo de ser criticado por não ter embasamento suficiente ao propor ou aceitar uma nova idéia, de ser visto como imaturo ao defender com convicção uma idéia que carrega riscos vistos como desnecessários. Este sentimento costuma fazer com que as pessoas critiquem e desconsiderem idéias criativas em estágios muito preliminares do processo.

Uma maneira que procuro usar para tentar criar um ambiente onde idéias criativas possam se desenvolver é apresentar ao grupo um método baseado na repetição intercalada de fases pré estabelecidas prevendo ora o pensamento divergente, ora o convergente. A seleção das melhores idéias deve acontecer apenas na fase convergente. Isto para que nas fases divergentes existam condições para que se busque a maior quantidade de alternativas possíveis, evitando-se que as idéias sofram críticas precipitadas e incentivando a participação no processo. Uma boa dica é procurar seguir as regras de brainstorming < http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming>.

 

3.       Se você fosse colocado na missão de auxiliar uma equipe comercial a pensar uma ‘nova maneira de pensar as vendas’ para obterem resultados 50% melhores do que os atuais, como você procederia? Como colocaria a sua competência criativa em ação? (se facilitar, imagine que seria um produto como calçado feminino e todo o seu contexto; um dos pólos mais atuantes em nossa região)

Atribui-se ao Albert Eintein a frase que diz: “Não se pode esperar resultados diferentes fazendo as coisas da mesma forma. ” Assim, o primeiro passo me parece ser entender o histórico de vendas e quais foram as estratégias já utilizadas anteriormente pela equipe.  Além disso, eu teria interesse em conhecer a cultura da empresa e da equipe de vendas. Isto poderia ser feito por meio de entrevistas e acompanhando a equipe no seu trabalho diário.

Depois de entender o contexto, eu tentaria isolar e sintetizar uma definição objetiva do problema a ser resolvido criativamente. O que impede a equipe de atingir os objetivos propostos? A causa do problema é interna ou externa? O problema é de motivação da equipe? É da estratégia de marketing? Os concorrentes estão atuando com estratégias novas?

Sem entender com clareza o problema, não existe possibilidade de prosseguir em busca de uma solução criativa verdadeiramente eficiente. Porém, de nada adianta propôr uma solução que seja de execução inviável ou que tornaria a equipe de vendas desconfortável. É importante entender as limitações e restrições para a solução. Um caminho interessante para acelerar este processo poderia ser o de envolver a equipe de vendas numa etapa de co-criação, através de workshops de brainstorming e escolha das melhores ideias para o grupo.

O próximo passo, antes de implementar a solução mais promissora, poderia ser a prototipação de uma ou duas ideias. Por exemplo, um programa piloto em apenas uma praça. Este teste serviria para revelar os pontos fortes e fracos da nova ideia. Com este conhecimento, torna-se possivel realizar ajustes antes de executar a solução final.

****************************** FIM DA ENTREVISTA ********************************

 

Por fim, indico uma oportunidade de ver um dos grandes pensadores do tema criatividade, o italiano Domenico de Masi, que escreveu o Best Seller internacional “Ócio Criativo”. Ele estará junto com outros amigos meu, no Rio Grande do Sul em duas oportunidades, dias 14 e 15 de Maio. Para maiores informações acessem o link do Road Show Internacional.

“O futuro pertence a quem souber libertar-se da idéia tradicional do trabalho como obrigação e for capaz de apostar numa mistura de atividades, onde o trabalho se confundirá com o tempo livre e o estudo” Domenico de Masi.

Nas bordas do conhecimento, na velocidade da mudança, seguindo o fluxo da riqueza. É para lá que eu vou. E você?

 

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Entrevista com o profissional criativo Fabio Buss

– Livro “De onde vêm as boas ideias”, de Steven Johnson

– Site do Fronteiras do Pensamento

– Site da Adobe.com

As bordas do conhecimento, a velocidade da mudança e o fluxo da riqueza.

E agora, Abril acabando e não cumprimos as primeiras metas!

Pois é. Isso está acontecendo muito pelo que vejo com diferentes marcas e segmentos no mercado. Finais de ano são épocas onde se fazem muitos planos para o futuro. Muitos destes planos erram nos fundamentos. E este ponto é um dos que mais fazem com que os planejamentos não decolem e logo nos primeiros meses do ano as metas já não sejam alcançadas. Mas existem outros problemas que se somados aos erros de fundamentos, pioram e muito o cumprimento de metas. E o estranho são os comportamentos das empresas que ao não terem os seus planos de metas atingidos, continuam assim como estão, se esforçando cada vez mais, nos conjuntos de atividades que não estão dando resultados. E o tempo passa e cada vez mais nos distanciamos das metas.

Então vamos examinar os principais erros de fundamentos que atrapalham o cumprimento das metas, pela minha experiência:

1. Os planejadores fazem metas otimistas, deslocadas das competências e ativos existentes na empresa: Um ano difícil pode ter passado, mas quando iniciam o planejamento do próximo ano, uma onda de otimismo invade a mente dos planejadores que projetam incrementos fora do comum e distantes de algo que possa servir de explicação para o incremento. Mesmo assim são colocadas metas sem explicações de como se alcançar o desafio.

2. Após o planejamento, relaxam, distribuindo o termômetro de energia de maneira errada: Gastam e gastam energia no planejamento. Quando começam a implementar o planejamento o cansaço surge e não há o empenho necessário para fazer a roda girar na velocidade que precisam. A energia distribuída em 80% planejamento e 20% implementação não irá funcionar. Deveria ser, para fins de conselho, 20% de planejamento e 80% de implementação, com rápidos feedbacks e reorganização do planejamento.

3. Demoram para reagir quando as coisas dão errada, e daí perdem o controle: Entram em espiral, em sequências sem fim de reuniões, onde mais e mais variáveis se colocam  na mesa, muitas por suposições e nenhum embasamento científico. Desta forma, palpite por palpite, o modelo fica mais complexo e a paralisia aumenta. Quando resolvem priorizar algo e começar a mudança, muitas vezes já estão distante demais para uma recuperação das metas. O melhor é esperar o final do ano para retomar o otimismo.

E o que acontece quando as empresas não atingem os resultados projetados, ou seja, suas metas? Em grande parte nada, a não ser uma série de reuniões superficiais repletas de justificativas sem fundamentos. E a coisa continua, só que desta vez com mais pessoas acreditando que realmente está difícil e que não tem nenhuma outra opção para seguir. Um aumento da cobrança, mas sem força orientativa capaz de mudar o jogo. Se a sua empresa, até este momento, ainda não cumpriu nenhum mês de planejamento de forma plena, pare e refaça o planejamento, identificando uma meta mais ajustada (mais real para o conjunto de ativos de sua empresa) ou estudando formas de executar as ações de forma diferenciadas, para resultados potencialmente diferentes. Se o time está se empenhando e nada acontece diferente, insistir no caminho pode ser uma opção de pior qualidade.

Na minha opinião, se não estiver atingindo os alvos planejados, eis algumas dicas e recomendações rápidas:

1. Reúna o seu melhor time, de preferência multidisciplinar, e discutam uma solução. Eu gosto de fazer a seguinte dinâmica. Uma reunião inicial rápida, para brifar o desafio e dar as bordas do quebra-cabeça, pedindo que todos façam o possível para que em 3 ou 4 dias tenham dados de mercado, mais científicos, para uma rodada de decisões. Para esta rodada, devem pensar em soluções para apresentar e não em detalhamento do diagnóstico do problema (foco errado ao meu ver). Na segunda reunião, um breve tempo para cada um relatar suas descobertas (15 minutos sem interrupção) e depois de completada a rodada, perguntas de todos, dirigidas a qualquer um. Por fim, a condução das soluções e escolha das melhores alternativas. Define-se um plano de ação e começa-se a agir. Toda a semana, uma reunião rápida de follow up de avanço. Ajustes se necessários.

2. O líder da mudança deve injetar motivação na comunicação da equipe e puxar os debates. Deve pegar informação e distribuir. Deve coordenar e orientar a todos. Sua missão será abrir o canal de comunicação, retirar os obstáculos do caminho da equipe e orientar a todos.

3. Atingindo vitórias, avanços, celebrar com o time. Não mudando a situação, refazer todo o projeto.

Enfim, são regras práticas e úteis para você aplicar imediatamente.

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