O tempo…Ah, o tempo!

Gosto de presenciar como as pessoas utilizam o tempo. Tem aquelas que adoram dormir e se pudessem passariam a vida em uma cama. Tem outros que não podem esperar o dia amanhecer para pular da cama com alta energia e disposição. Alguns adoram TV e quando chegam em casa já ligam e ficam na frente, inclusive jantando com o prato no colo. Muitos destes escolhem restaurantes ao meio dia não pela comida, mas sim por ter ou não TV ligada para comer assistindo alguma coisa. Eu adoro ler e invisto muito do meu tempo nisso, sejam livros impressos, eletrônicos ou artigos e sites descobertos na Internet. Muitos dos amigos que conheço não vivem sem um bar e uma “rodada social”. A melhor parte do trabalho é o final, quando a “confraria” se reúne para conversar, comer e beber. Nestes casos um dia só é completo se passou uma parte dele por uma comanda de bar. E por ai vão inúmeros tipos de pessoas e como se relacionam com o tempo, talvez inúmeros demais para contar.

Na minha opinião, este recurso não é medido em segundos, minutos, horas, turnos, dias, semanas, meses, semestres, anos, ….. Este recurso é medido em momentos de vida. Todos nós deveríamos saber o que desejamos da vida, como iremos nos realizar e como viver de forma mais equilibrada e com mais sentido. Tendo isso presente, você administra suas ações, atividades e pensamentos como desejar. Você não administra o tempo, como muitos cursos pregam. Você administra suas decisões em função dos minutos escassos de vida que você tem. É uma contagem regressiva ou uma corrida em direção a uma reta de chegada. Para muitos casos parece que é uma corrida de 100 metros. Tudo deve ser feito no mesmo instante e agora. Para outros uma longa expedição, com direito a diversas paradas para aproveitar o por do sol, o vento e o som do absoluto silêncio.

Muitos coachees que atendo em sessões particulares de coach, presencialmente ou por Skype, sofrem do mesmo mal: a angústia com o tempo passando. Atacam o seu dia com agendas, aplicativos, relógios, cronômetros, blocos e post its. Mesmo assim, a ansiedade não passa. O foco do ataque está errado. Deveriam atacar o significado das ações e atividades que executam. Uma vida mais equilibrada, uma vida com mais sentido, deveria ser a busca final. Mas enquanto empilharem atividades e compromissos sem um significado maior a ser atingido com a vida o sentimento de falta de tempo continuará. Fazer algo sem saber o que se deseja com aquilo é prejudicial a saúde, poderia ser uma campanha do “Ministério da Saúde” Brasileiro. Portanto parem e pensem um pouco: Como avaliar a minha vida no dia de hoje? Como ser uma melhor pessoa? O que realmente ficaria satisfeito em conquistar em 1, 3 e 5 anos desta data, na esfera profissional e pessoal? A busca do significado pode ser difícil e dolorosa, mas certamente compensa.

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Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

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Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1415573

 

O tempo…Ah, o tempo!

O que você faz durante as 24 horas de um dia?

Este sim é um recurso democrático, entregue todo o dia na mesma proporção para todos os habitantes deste planeta. Você faz o que quer com as 24 horas que recebe todo o dia. Faça o que quiser e assuma as consequências. O interessante é uma empresa chamada Mr. Jones Watches, que lançou o relógio Average Day Watch (o Relógio do dia comum) que mostra o tempo médio que você gasta fazendo coisas habituais do dia. Tem por finalidade fazer com que você desperte para o uso do tempo.

O recurso “tempo” é democrático, mas tem um alto custo: a sua vida. Cada minuto passado não retorna. Pense nisso e faça algo novo, diferente e que faça valer a pena ser vivido.

Leia a matéria do lançamento do relógio e entenda mais este produto.

 

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– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

O que você faz durante as 24 horas de um dia?

Quem é o dono do seu tempo?

Como apreciador da literatura sobre gestão, liderança e negócios já recebi várias dicas de como, ao final das contas, aumentar o resultado do meu trabalho, departamento e empresa.  Muitas foram úteis. Suas dicas fizeram sentido quando aplicadas. Outras foram absolutamente ineficazes, totalmente desconexas com a realidade empresarial. Surreais, ousaria dizer de algumas delas.

Um dos temas que gosto de estudar é a administração do tempo. Considero isto um fator crítico de sucesso para praticamente tudo o que se faça, e não apenas nos negócios. Uma simples ida ao cinema já demanda um exercício de cálculo do tempo que levaremos para trocar a roupa, o deslocamento até a sala, as filas da bilheteria e da pipoca. Em uma atividade profissional, onde a complexidade de situações é maior que uma singela atividade de lazer, o correto gerenciamento do tempo pode fazer a diferença.

Acredito que tolerância e paciência são qualidades nobres e importantes na vida. Na atividade profissional, podem ser uma armadilha, porque você deve estabelecer seus limites. Suponha que você marcou uma reunião com outros colegas de trabalho e nenhum deles apareceu na hora combinada. Quanto tempo você estaria disposto a esperá-los? Cinco minutos? Meia hora? Três horas? Não penso que a maioria das pessoas aceite esperar por três horas, mas talvez cinco minutos de atraso seja algo razoável. Será?

O gerenciamento eficaz do tempo consiste em reduzir suposições. Deixe claro que se as pessoas não aparecerem em até X minutos (sua tolerância e paciência definem este período) a reunião estará cancelada e mostre quais serão as possíveis conseqüências desta postergação. Isso nada tem a ver com ser desagradável. Apenas deixa claro quais são as suas expectativas e dá a noção de compreensão dos limites.

Lembro de quando passei algumas semanas estudando na Inglaterra, alguns anos atrás. Estava morando em uma casa de família e a dona da casa era alemã. Em uma de nossas conversas ela reclamava dos atrasos dos trens na Inglaterra e como os ingleses conseguiam tolerar que um trem chegasse dois minutos atrasado na estação. Disse-me que, se isto ocorresse na Alemanha, ao completar o primeiro minuto de atraso já haveria várias pessoas protestando e cobrando pontualidade da empresa que prestava o serviço ferroviário.

Confesso que nunca prestei atenção se os trens ingleses atrasavam dois minutos porque eu estava admirado em ver uma programação de horários indicando que o trem chegaria, digamos, às 14:02 horas na estação. Talvez em alguma das vezes que utilizei o serviço o trem tenha chegado minutos depois do horário divulgado, mas eu não dei importância. Para mim aquilo já era muito melhor em termos de cumprimento de prazos do que eu estava habituado a receber no local onde moro. O que isto mostrou, na verdade, é que minha tolerância ao atraso é maior que a média do povo alemão. Ou, ao menos, maior que a daquela senhora alemã que me hospedou. Meu limite de tolerância é mais amplo.

Somos ensinados a ser tolerantes; entretanto a intolerância é igualmente importante quando podemos usá-la para proteger nossa vida contra os ladrões do tempo.

Defina seus limites, deixe os outros sabê-los e seja um pouco mais dono de seu tempo.

Altair Soares de Moraes

Pensador Mercadológico

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Quem é o dono do seu tempo?