Pergunta de final de semana: Você, se pudesse, venderia sua virgindade por quanto?

Um site australiano chamado Virgins Wanted esta noticiando a venda de duas virgindades, uma feminina e outra masculina. Pelo que tudo indica, um documentário será feito. No portal Terra, está noticiado que a virgindade feminina é de uma brasileira que mora atualmente na Austrália, chamada Catarina. Na reportagem, ela afirma que o pai dela ainda não sabe de nada, mas que a mãe sempre lhe apoiou (abaixo um vídeo que mostra o momento que ela contou aos seus pais). Pelo que tudo indica, seus “15 minutos de fama ou mais estão assegurados”. De acordo com a entrevista do portal, Catarina diz: “O corpo é meu, a virgindade é minha, eu sou maior de idade e responsável pelos meus atos. Pode não ser da maneira considerada mais nobre e exemplar, mas eu estou tentando”. Parte do valor arrecadado ela irá doar para a construção de casas populares. Não revelou quanto será doado, mas diz que será uma parte, pois tem interesses pessoais também no valor. Até o dia 22 de Setembro de 2012 o maior lance dado tinha sido U$ 150.000,00 para a Catarina e para o rapaz, apenas U$ 1.000,00. Hoje, uma semana depois, está em U$ 160.000,00 e o rapaz em U$ 1.300,00.

Nós do Pensador não queremos levantar questões éticas e morais, mas temos como papel ser provocativos e fazer com que nossa audiência reflita sobre muitas questões no mundo. Em alguns países existe ainda o dote pelo casamento. Em outras culturas o dote é rateado e disfarçado de presentes dos convidados, dinheiro para viagens, ou outras formas de presentes/valores. Pensando agora de uma forma bem racional (pelo menos para funcionar o exercício): uma das grandes diretrizes do mundo é a lei da oferta x demanda. Por motivos sociais, éticos, culturais, morais e mais outras tantas perspectivas, vender uma pessoa mesmo que seja para um momento, como é o caso, nos soa estranho. Mas é uma oferta e pelo visto tem demanda. Até Hollywood retratou uma situação assim, no caso no filme Proposta indecente, com Demmi Moore, onde foi oferecido a ela (no filme casada e o marido sabe da proposta), 1 milhão de dólares por uma noite de sexo com um desconhecido.

Então neste polêmico filme australiano vem uma menina e se vende pela Internet. Uns dizem que é uma prostituta? Outros que é uma mulher livre, maior de idade e faz o que quer com a sua vida? Outros dizem que é um merchandising do documentário e não passa de um experimento social. Mas se for verdade, sob quais aspectos podemos avaliar (ou julgar) esta situação? Podemos julgar?

Enfim, polêmica! A pergunta de final de semana é: Catarina é uma mulher moderna e não tem medo de nada, faz o que quer ou é uma oportunista? Você faria o que ela está fazendo? Por quanto venderia sua virgindade?

OBS.: Como a história foi noticiada pelo Terra e alguns canais de TV, acreditamos por se tratar de uma fonte segura e de credibilidade que seja verdadeira. Se não for, pouco importa, o que vale aqui é o pensamento e a reflexão. Abaixo, vídeos de noticiários ao redor do mundo.

Vídeo 01: Neste vídeo aparece o momento que ela conta aos seus pais que venderá sua virgindade na Internet.

Vídeo 02: Debate na TV

 

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver achando que não tem recursos para promover a sua ideia, pense novamente. Este documentário ainda nem foi feito e já ganhou o mundo. Alguma dúvida que possa render uma boa receita? Certamente existem medidas do tamanho do seu nível de ousadia e risco, mas você terá que pensar e agir. Vá em frente!

Bom final de semana e vivam pelo caminho do bem.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: Você, se pudesse, venderia sua virgindade por quanto?

O que você faz durante as 24 horas de um dia?

Este sim é um recurso democrático, entregue todo o dia na mesma proporção para todos os habitantes deste planeta. Você faz o que quer com as 24 horas que recebe todo o dia. Faça o que quiser e assuma as consequências. O interessante é uma empresa chamada Mr. Jones Watches, que lançou o relógio Average Day Watch (o Relógio do dia comum) que mostra o tempo médio que você gasta fazendo coisas habituais do dia. Tem por finalidade fazer com que você desperte para o uso do tempo.

O recurso “tempo” é democrático, mas tem um alto custo: a sua vida. Cada minuto passado não retorna. Pense nisso e faça algo novo, diferente e que faça valer a pena ser vivido.

Leia a matéria do lançamento do relógio e entenda mais este produto.

 

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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O que você faz durante as 24 horas de um dia?

Em busca do meu tesouro

Eu já passei da fase de procurar o tesouro no final do arco-íris. Também já deixei de procurar garrafas com tampa de rolha e um mapa-pirata dentro, nas praias que já frequentei. Mas o Tesouro de Bresa me chamou a atenção e fui entender mais o contexto. Este tesouro eu quero.

Conta a fábula de Malba Tahan, que uma vez na Babilônia foi ofertado a um alfaiate vários objetos por um comerciante que estava de passagem. Entre os objetos, um grande livro, de muitas folhas, lhe chamou a atenção. O livro continha capítulos para serem decifrados, em diversas línguas, contendo textos, equações matemáticas, princí­pios e ensinamentos. Mas para o homem que decifrasse o livro, era prometido uma fortuna nunca encontrada, o Tesouro de Bresa.

Com muito esforço, pois o livro era uma fortuna, o pobre alfaiate negociou e comprou. Por muitos anos ele estudou o livro. Mas para entender teve que antes dominar muitas línguas diferentes, dominar as diversas ciências, incluindo a matemática. Com este estudo disciplinado, deixou de ser alfaiate e as oportunidades foram surgindo, uma atrás da outra. Depois de muitos anos, e de ter lido e relido o livro duas vezes, já morava em um sultuoso castelo, com toda a mordomia, relacionamentos e prosperidade que poderia ter. Mas uma coisa ainda não entendia: onde estava o Tesouro de Bresa?

Contou a sua história a um antigo sábio e perguntou pelo tesouro. Prontamente o sábio respondeu: o tesouro você já achou. Esta dentro de você. “Bresa” significa “Saber”, e com este tesouro, você mudou de vida e conquistou tudo o que queria. Aproveite e continue sempre aprendendo e estudando.

Esta bela história nos faz pensar, em como estamos lidando com a nossa atualização profissional. Em uma pesquisa de Harvard, foi identificado que apenas 10% da população busca o conhecimento e sente prazer no aprendizado. Os outros 90%, buscarão aprender algo se for uma imposição profissional.  Onde está o nosso treino diário para ser melhor do que fomos ontem. Você se operaria, sabendo que sua vida estivesse em jogo, com um médico que não se atualiza há mais de 20 anos? Você confiaria a sua liberdade para um advogado que não estuda as leis há mais de 10 anos? Você confiaria a sua carreira e o seu destino para uma pessoa como você?

Enfim, a história me fez reforçar certos princípios que tenho e espero que faça o mesmo por vocês.

 

Para ouvir a história do Tesouro de Bresa, use o vídeo abaixo:

Para baixar a fábula em PDF, clique neste link: O tesouro de Bresa.

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Em busca do meu tesouro

Pare de fazer imersões de final de ano para planejamento estratégico

Existem empresas vaga-lumes, onde nesta época do ano despertam magicamente para a estratégia. Resolvem reunir os seus principais executivos, consultores, agencia de comunicação e outras pessoas importantes para uma pauta extensa de planejamento estratégico durante dois ou três dias em um hotel. Daí se discutem os pontos fortes, pontos fracos, oportunidades, ameaças, metas, desempenho, ações e por ai vai. Depois desta imersão voltam todos exaustos por mais um final de semana perdido na vida. E a semana começa e tudo volta ao normal. Talvez alguns mais motivados mostrem mais serviço, mas os mais calejados já sabem que o que vale mesmo destas imersões é você comer bem nas refeições e se mostrar interessado para a diretoria, pois o resto é um bla-bla-bla sem fim e sem muito sentido para os dias de hoje. Talvez seja melhor não fazer nada e deixar as coisas indo como estão. Pelo menos não se perde o final de semana e diversas horas de trabalho anteriores preparando relatórios e apresentações que depois não serão lembrados.

Mas qual a solução? Pelo menos algumas práticas podem solucionar o problema, aproximando a ferramenta das necessidades atuais e do contexto em que os negócios hoje estão inseridos.

Primeiramente conceitual.

– O planejamento é uma ferramenta da administração, muito antiga, pensada em uma época muito previsível e controlável. Este mundo não existe mais em mercados que vale a pena competir. Temos que ajustar as técnicas, ferramentas e modelos de debate, modernizando o processo.

– O planejamento não é um evento de 2 ou 3 dias e sim um processo continuado. Até podem fazer um evento para dar o start do processo, mas o problema é achar que isso é suficiente e o resto do ano vamos executar o que planejamos. Na realidade, em muitas imersões de planejamento, na prática apenas se cataloga o que está hoje acontecendo e que comprova o caminho que já está sendo tomado, deixando a todos na empresa um pouco mais tranquilos na sua zona de conforto. Você pode ter meetings ao longo do ano de debate estratégico, ampliando o tempo que este tema ocupa na pauta e fazendo com que o caminho escolhido para ser percorrido seja sempre questionado.

Em segundo lugar, técnico.

– Fazer do planejamento um intenso jogo, onde durante o ano todo tenhamos o nosso plano de metas sendo discutidos em função do planejamento iniciado e as mudanças de cenário que estão acontecendo. Este jogo pode até ser no formato de uma grande gincana, com tarefas, pontos e comemorações. Até mesmo prêmios e bonificações por méritos parciais. Mas para isso uma boa equipe deve ser responsabilizada por gerenciar este processo.

– Continuando com a ideia acima, envolver o tema planejamento em um programa de endomarketing, onde seja amplamente comunicado a todos os pontos discutidos, de forma a envolver e comprometer o pessoal com o assunto. No mínimo mante-los bem informados.

– Parar de achar que você é o centro de tudo e que tem a verdade do mercado na sua cabeça. Você pode ser uma grande empresa, ter um bom resultado, mas mesmo assim, não estar sendo muito eficiente. Recursos podem estar vazando e isso pode significar muito no futuro próximo. Faça pesquisas de mercado para todos os segmentos de público que você atua e considere estes dados como o centro de seu planejamento. Com dados que alimentem a todos os temas que serão debatidos, você tornará o seu planejamento uma ferramenta científica, poderosa e que irá diminuir o risco de todas as decisões.

– Um complemento com o ponto de cima, parem de tomar decisões sobre opiniões e suposições. Usem fatos para sustentar diagnósticos e planos de ação. Uma opinião bem sustentada, por alguém de credibilidade, como um gerente comercial ou diretor, pode levar toda a organização para um caminho errado.

– Não respeitem hierarquia, ou melhor, criem um ambiente onde todos podem falar o que julgarem importante e todos os temas que seja necessário votar para entender o direcionamento que deve ser dado tenha o peso dado de forma igual a todos os participantes, sendo diretores, gerentes, assistentes ou terceiros. Se foram convidados para a reunião é que são importantes, então, o cargo fica para depois. Neste momento são todos estrategistas e devem apresentar fatos e dados que poderão indicar caminhos alternativos e de melhores resultados.

– Façam protótipos e experimentos. De uma reunião de planejamento, por melhor que se tenham dados e fatos disponíveis, é aconselhável que os programas que sejam pensados passem por um período de protótipos e experimentos em mercados-teste. Praças menores, observáveis e que possam nos dar mais informações para melhor orientar uma implementação em maior escala. Mas tudo isso feito com metodologia mas de forma rápida, pois corremos o risco de sermos copiados.

Enfim, são dicas simples, para transformar uma importante ferramenta administrativa, o planejamento estratégico, em algo mais útil e mais integrado ao mercado competitivo e dinâmico dos dias de hoje. Muitas outras ideias podem ser adicionadas, mas a intenção do post é apenas provocar o pensamento para a mudança.

 

OBS. 1: Este é o segundo texto da série “Parem de fazer…”. O primeiro eu abordei o tema Convenções de vendas e pode ser visto no seguinte link: Pare de fazer convenções de vendas!

OBS. 2:  Este assunto faz parte do treinamento de melhoria da performance “52 práticas, em 52 semanas e uma nova e melhor empresa no final“, desenvolvido por Gustavo Campos.

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Pare de fazer imersões de final de ano para planejamento estratégico

Crise de mercado ou crise de gestão?

Este texto foi o início de uma campanha pela melhor gestão que estou fazendo. Ele foi inicialmente publicado na versão impressa do Jornal Exclusivo, o mais importante jornal dos segmentos do calçado e da moda, na semana do dia 27/08/2012 a 02/09/2012. Na mesma semana desta publicação, eu fiz uma palestra com o mesmo título deste post, durante a feira Courovisão, realizada dia 30 de Agosto na FENAC em Novo Hamburgo.

Então, segue o texto original. Ao final tem um link que leva ao meu blog como colunista do Exclusivo, e lá poderão baixar uma lista de 30 questões provocativas para iniciar um diagnóstico de gestão na sua empresa. Boa leitura!

Texto original

Desde final de 2011, a economia deu uma desacelerada para muitos mercados, inclusive o de calçados. Isso significa que a porteira se estreitou e que para passar agora você tem que ser um dos melhores do seu segmento. Acredito que existam alguns sinais de crise no País, mas como analista de mercado costumo viajar e acompanhar in loco muitas realidades. O que mais vejo é uma grande crise de gestão, maior do que a crise de mercado (pelo menos até o dia de hoje). A crise de gestão pode ser avassaladora e fazer com que os níveis de consumo de sua marca (ou de seus produtos) desapareçam em épocas de porteiras mais estreitas. Jack Welch, lendário CEO da GE, já dizia “que não há nada melhor para colocar os fundamentos da gestão em ordem do que uma boa crise”.

FOCO

Precisamos trabalhar dentro do nosso círculo de influência, nos pontos que conseguimos ter gestão, focando todos os recursos e energia em uma única direção. Neste espaço estará a solução para a “sua crise”. O que vejo nos mercados é muita venda sendo desperdiçada, seja por uma péssima capacitação dos representantes que atendem os compradores de lojas ou dos balconistas/vendedores do varejo, perdendo 4 de 5 abordagens. A crise de gestão hoje em dia é bem maior do que a crise de mercado. Se você tem um negócio, seja indústria ou varejo, e oferta alguns produtos e marcas, pense em como melhorar a sua gestão, pelo menos respondendo sinceramente questões como estas:

– Quem é o meu cliente mais importante? Que características tem aqueles clientes que mais compram de minha marca?

– Quais as minhas reais vantagens/diferenciais em relação aos meus concorrentes? Aponte pelo menos 3 que o consumidor valorize exclusivamente na sua marca.

– Meus vendedores são os melhores do segmento, reconhecidos pelos compradores/consumidores?

 

Enfim, pense um pouco, reúna seus melhores profissionais e retire um dia da semana inteiro para responder estas e outras questões, alinhando os conceitos entre vocês. Resolva a sua crise de gestão que a crise de mercado diminuirá muito de tamanho. Pelo menos você fez a sua parte.

 

Bons negócios e prosperidade.

 

OBS.: Quem desejar baixar uma lista de 30 provocativas questões para um diagnóstico de sua empresa, confira o meu blog Mercado & Consumo no portal Exclusivo Online

 

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Crise de mercado ou crise de gestão?

Se você não conseguiu percebê-la, provavelmente não deveria ter estado lá

Sou contra aqueles tapetes com a estampa de bem-vindos. Eles transmitem a falsa ideia de convidar todos que passam na frente a entrar. Nenhum lugar, nenhuma marca, nenhum produto pode ser para todos. Quando alguém tenta isso, acaba sendo nada para ninguém. As propostas devem ser claras, e esta claridade deve fazer mal para alguns olhos. Estes serão os não bem-vindos. Aqueles que você não precisa (e não quer) fazer negócios. Pois estão desajustados com algo da sua marca. E isso é muito bom, para você.

 

Você já deve ter percebido a falta de educação no trânsito de sua cidade. Um dos sinais mais claros disso acontece quando os motoristas não acionam as setas que indicam alguma conversão a ser feita. Agora pare para pensar, por que as pessoas não fazem esse gesto tão simples? Ora, para algumas delas do alto de suas SUV’s isto é totalmente desnecessário. Afinal a alavanca da seta vai acionar uma luz externa que serve apenas para os outros saberem o que pretende fazer. E ela não deve satisfação a ninguém do que faz, muito menos do que pretende fazer. Por isso são totalmente desnecessárias estas sinalizações que a elas não servem.

Raciocínio egoísta e provocador de diversos problemas no trânsito. Mas válido para a gestão de marcas. Quando você está pilotando uma marca não precisa dar sinal para todos. Melhor, não deve. Pois quando você tentar agradar e encantar todas as pessoas que entram em contato, vai mexer nos seus pontos fracos. Vai ter que criar atributos que não possui. Terá que se esforçar em sentidos que não domina ou não possui habilidades para gerenciá-los. Assim como aquela emissora de sucesso não toca as músicas e os estilos que gosta, você não precisa colocar o DVD do Luan apenas porque o rapaz está onipresente no dial. Aliás, o fato de assumir isso vai reforçar mais ainda que marca você é e o que defende. Vai afastar os mercenários e atrair os patriotas.

Agora a hora é de coragem para fazer as renúncias. São mais importantes que as escolhas em grande parte dos casos. Te deixam mais focado para incrementar ainda mais seus pontos fortes. No que você é capaz, talentoso e plenamente envolvente para as pessoas. Recentemente tive duas experiências de compra distintas. Em uma loja de produtos elétricos quis trocar uma lâmpada que havia queimado dois dias depois da compra. Me informaram que não havia garantia, mesmo com um aviso grande na embalagem prometendo 6 meses. Ficaram de me ligar e nunca mais tive notícias deles. A outra experiência foi com uma rede de supermercados na qual comprava um tipo especial de leite. Após diversas tentativas frustradas de comprar novamente o produto, entrei em contato via site para saber o que se passava. Menos de 12 horas depois, o gerente da loja me ligou pessoalmente para dizer que o problema de desabastecimento seria sanado na semana seguinte.

Um dos modelos de negócio e marca está baseado em vendas e nenhuma preocupação com o cliente. Não estão acostumados a problemas e não sabem o que fazer quando acontecem. O outro valoriza o relacionamento e faz questão de responder diretamente e não via uma mensagem fria e pasteurizada. Cada qual tem seu público. E afasta os demais. Eu tenho as minha escolhas, como cada um deve ter as suas. E quando você estiver em contato com uma experiência de marca e não percebê-la como especial, provavelmente você não deveria ter estado lá. Ah, e não vá reclamar, pois o equivocado foi você mesmo. 

 

Felipe Schmitt-Fleischer

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Se você não conseguiu percebê-la, provavelmente não deveria ter estado lá

Um dia de cada vez

Alguns dizem que a vida é uma gangorra. Outros dizem que é um pêndulo. Outros dizem que é previsível e o destino está traçado. Outros dizem que não, você faz o seu destino, sendo dono do seu caminho. Mas independente destes pontos de vistas, existirão momentos que você estará por cima e existirão outros que você estará por baixo.

Escolhendo o caminho de empreender o seu próprio destino, com um negócio próprio, esse movimento zigue-zague, de altos e baixos, de picos e vales, poderá se tornar muito verdadeiro. Ao empreender, estamos, geralmente, em terreno desconhecido. Numa linguagem figurada, estamos “abrindo o caminho na mata”, todo o dia.

Outros podem já ter passado por ali, mas como já faz tempo, o mato fechou novamente. No máximo existe um pequeno rastro do que um dia foi uma trilha. E assumindo estes riscos, existirão momentos onde iremos errar. E dependendo do erro, terá um período de recuperação, que pode ser breve ou longo. Em muitos casos, um longo e duro período de recuperação.

Cabe também dizer que muitos destes “períodos de dificuldades” podem ocorrer devido a fatores externos, incontroláveis por natureza, e não por erros internos das empresas. Mas independente da causa, o que vale é que você estará no buraco. Terá que escalar tudo novamente, e muitas vezes a subida é espinhosa até o ponto inicial da queda.

Como empreendedor que começou do zero absoluto, há mais de 14 anos atrás, já passei por muitos buracos. Aprendi a viver grandes e longas épocas na linha tênue entre a falência total e a sobrevivência. Mas consegui sair de todos os buracos, até o dia de hoje, sempre guiado por meus valores e pelos princípios da organização. Independente de quantos buracos já passamos, não devemos nada a ninguém. Em tempos de crise, prefiro pagar a todos antes de garantir o meu.

Não dá para dizer que tenho uma regra ou um conjunto de dicas para sobreviver a “quedas em buracos”, mas com certeza algumas coisas me guiam. Eu os chamo de princípios, mas são os seguintes pensamentos (lembro que são para momentos que você está no buraco, onde caiu tão fundo que chegou a picar no fundo do poço):

Viver um dia de cada vez: O foco tem que ser no curto prazo. Você tem que enxergar no máximo 1 semana para frente. Planejamento de muito longo prazo talvez lhe “mate” no tempo e você não consiga mais ar para respirar. Então, foco no curto prazo. Planeje o que irá fazer turno por turno, e foque em tudo o que pode lhe dar receita.

Não demonstre pânico: Eu sei, isso é uma arte, mas ninguém irá “comprar” você e sua empresa se saberem que você está respirando por aparelhos. Então, demonstre valentia, e se conseguir o trabalho, entregue nem que seja a última coisa que você faça.

– Ter fibra, mas ser flexível: Quando se está num buraco tão fundo que não se vê a luz do fundo, você será testado ao extremo. Um caminho tentador e muito mais fácil será o de desistir. Talvez isso lhe atormente todos os minutos de um dia. Mas se você tiver fibra para aguentar a pressão e flexibilidade para lidar com as piores e mais inusitadas situações, você poderá sair da temida situação.

– Não se sinta perseguido: Nestas épocas, temos a tendência de achar que tudo acontece conosco. A Lei de Murphy vira regra e tudo acontece do avesso. Mas talvez isso aconteça por que você perdeu o foco e a atenção. Em mares turbulentos temos que redobrar a atenção e focar no crítico. Deixar o barco alinhado com as ondas. Mas se bobear e deixar de lado, uma onda te vira. E daí não adianta achar que você está sendo perseguido por Netuno ou pelo Godzilla, pois foi falha sua ou falta de perícia em lidar com a situação.

Não se esconder: Eu já escrevi sobre este tema, no Post “Tem gente que no aperto se encolhe“. Mas em resumo, a mensagem é: não se esconda! É hora de você ficar na vitrine, o mais visível possível. Mostre-se ao máximo e faça isso sem parecer exibicionismo. Mas é a hora de tirar o pó, dar um lustro e brilhar um pouco mais na prateleira.

– Fazer coisas que antes não fazia: Isso é uma das minhas máximas preferida. Certamente fazer com mais velocidade, mais energia ou mais recursos o que você vinha fazendo não será suficiente para mudar o jogo. Talvez até te leve mais rápido para o fim, pois a sua situação atual tem muito a ser explicada pelas coisas que você fez ou deixou de fazer. Então, criatividade e coisas novas na pauta, mas alinhadas com potenciais resultados.

– Monitorar mais de perto o risco, mas ao mesmo tempo ousar mais (o famoso “fatiar fino”): Em situações delicadas como esta do buraco, temos que “fatiar fino”. Significa que não devemos nos afastar de situações de risco, mas devemos observar mais de perto as situações para verificar as menores oscilações que podem lhe dizer que estamos no caminho certo ou errado. Afastar-se totalmente das situações de risco é muito mais arriscado para o seu negócio, nesta situação. Mas, orelhas em pé. Fique atento.

– Não se lamentar/nem se culpar: Pare com lamúrias e “chorinho”. Não adianta isso. Deus não é o culpado e você não está sendo punido por nenhuma divindade. Assuma as consequencias desta situação e aja. Quanto mais lamentar mais irá alimentar a chama da desistência. Seja firme no propósito e na salvação da situação.

– Busque ajuda: Não tente fazer tudo sozinho. Busque conselhos de pessoas que você confie. Avalie os conselhos e se der, siga. Aconselhe-se principalmente com quem já saiu de situações como a sua (ou piores).

– Se não der, que seja digno: Se depois disso tudo nada der certo e você quebrar mesmo, seja digno. Honre compromissos e cuide da sua imagem e nome. Um dia você poderá voltar ao mercado e não vai querer nenhum fantasma do passado lhe assombrando.

 

Enfim, são dicas simples, quase que princípios, mas que se bem aplicados podem dar a força moral que você precisa para sair destas situações

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Um dia de cada vez

O check list das "Firmas de Serviços Profissionais" para abertura de clientes

Um dos grandes desafios dos vendedores/representantes comerciais, depois da venda, é abrir clientes. Muitas empresas colocam até metas para abertura de clientes (só isso!), e esperam que os seus profissionais de vendas façam o que deve ser feito para abrir clientes (e esperam!). Mas, muitas vezes, eles não conseguem abrir a quantidade necessária. Por sua vez, os lojistas estão com práticas do tipo “novos fornecedores somente as quintas-feiras” ou até mesmo “não estamos abrindo marcas novas“, o que significa que estão trabalhando com os atuais fornecedores ou até mesmo reduzindo a quantidade de fornecedores por segmento. Dependendo do caso, para a loja, significa menos esforço logístico, menos faturas para pagar, maior facilidade do fluxo de caixa, maior poder de barganha (pois comprará mais de menos fornecedores), entre outros aspectos. Em geral, os profissionais de vendas não estão muito habilitados para abrir clientes, em uma relação de alta concorrência, em um mercado B2B (business to business, ou seja, indústria – varejo, por exemplo). Muitos são salvos pelas marcas que vendem, que estas sim podem abrir portas e serem inicialmente compradas. São marcas fortes, reconhecidas e muitas vezes pedidas pelos consumidores. Mas um representante comercial, em um segmento de calçado (por exemplo, mas pode ser vestuário, pois ambos são competitivos), com uma ou duas marcas nada conhecidas (mas de alta qualidade e bom gosto em design/estilo), terá muitas dificuldades para abrir clientes. Mas existem exceções.

Estas “exceções” já tem a sua maneira de conseguir abrir clientes. Estas exceções, são muito poucos. Para aqueles que não conseguem ter sucesso nesta empreitada, peço que se esforcem para seguir os passos de uma FSP, ou seja, Firma de Serviços Profissionais. Este termo eu aprendi há uns 15 anos atrás, com Tom Peters, um famoso consultor e hoje um dos mais provocativos palestrantes em atuação. Uma FSP, é na verdade o que uma indústria “compra” ou espera receber de serviço quando contrata um escritório de representação. Eu sempre proponho que os escritórios de representação façam uma ressignificação deste papel (o de escritório de representações). Com o título de FSP, as novas responsabilidades de um profissional de vendas ficam mais alinhadas. Particularmente acho o termo “representante” algo muito ruim, sem compromisso. Apenas “representa” algo, mas não faz parte.

Em alguns casos, este procedimento abaixo descrito eu já presenciei (pelo menos em grande parte). Ensinei algumas coisas, outras eu praticava quando representante comercial, há 16 anos atrás e outras eu aprendi com as “exceções” citadas acima. Como uma FSP abre clientes? Vamos ao check list de uma FSP para abertura de clientes (exclusivamente para abertura):

(    ) A principio, dependendo do segmento que você atua, TODO o município pode ter um ponto de venda (PDV). Recomenda-se bom senso e parâmetros, mas “fatiando fino”, muitos municípios com 10.000 ou 5.000 habitantes podem ter clientes. Para abrir clientes, temos que abrir a mente. Acreditar que é possível e mudar os parâmetros.

(    ) Obedecendo o seu negócio, posicionamento pretendido e volume de vendas estipulados (metas), definir quais municípios atuará.

(    ) Definir para cada um destes municípios, quantos PDVs terá em cada um deles, para uma melhor e mais ampla distribuição. Por exemplo, para municípios maiores de 10.000 habitantes e menores de 30.000 habitantes, de 1 a 2 PDVs de acordo com o plano de distribuição desejado (tipo de canal). Isso é um exemplo!

(    ) Se você já atua no segmento, fazer o saldo, ou seja, a diferença entre o que existe hoje de clientes ativos e o que é pretendido. Isso é importante: não parta do que já exista e sim dos parâmetros que você quer. Caso contrário você irá acomodar o plano e achar que tudo o que você já tem é bom e suficiente.

(    ) Com o saldo em mãos, colocar isso em uma linha de tempo (aconselho semanas em vez de meses) e definir metas para cada período (abertura de clientes por semana)

(    ) Escrever um documento contendo a sua proposta para o cliente. Lembro que uma FSP ela presta um serviço e não “vende” produtos. Então escreva o que você se propõe a fazer pelo cliente, qual a sua proposta de marca, para qual público é dirigida, qual a necessidade e desejos que atende, motivos pelo qual sua marca é indispensável no PDV e diferente das demais marcas concorrentes, entre outros aspectos que julgar relevante. Este é um documento genérico, que atenderá a todos os PDVs.

(    ) Faça um anexo, com um formulário em branco, contendo pelo menos 6 períodos a frente de vendas (pode ser semana, quinzena, mês, bimestre, semestre, enfim, o ciclo do seu produto). Com o cliente, se ele aceitar o seu plano de serviço acima, faça um “ensaio” de como a sua marca pode crescer no PDV. Neste momento, não force tanto, mas também não hesite em puxar um pouco para cima o objetivo. Não é um compromisso fechado, mas uma intenção de ambas as partes. Você fará a sua parte para garantir os resultados e se isso for se confirmando, o cliente vai comprando conforme o plano ou até mesmo melhorando os volumes propostos.

(    ) Solicite a indústria/detentora da marca que lhe envie o que for possível de materiais da marca (de PDV e institucional), brindes, entre outros, para que você sempre possa apresentar o seu projeto e as marcas que representa

(    ) Elabore um treinamento de vendas e uma gincana comercial (ambos os produtos você poderá contar com o apoio da indústria/detentora da marca, se possuírem departamento de marketing organizado. Ambos produtos, treinamento de 1 hora no máximo e gincana comercial, devem estar descritas no seu documento/proposta ao cliente. Isso será realizado quando os produtos comprados chegar na loja. Você passará na loja, dará o treinamento, lançara a gincana e deverá acompanhar a equipe comercial por algumas horas, orientando sempre que possível. Fará uma enorme diferença.

(    ) A cada semana, uma ligação para ver como andam as vendas, se houve algum problema com a marca e se você pode fazer algo mais pela loja.

(    ) A cada mês, uma nova visita, mesmo que rápida, para falar com a equipe de loja (muito importante, pois ninguém vende se a equipe de loja não quiser. Basta ver o que acontece quando uma equipe de loja não quer vender mais a marca de um produto) e com o comprador. Se der, reposições de grade ou novos pedidos. Mantendo-se próximo desta forma, você será diferente dos demais.

Enfim, espero que estas dicas possam fazer você se aproximar de uma FSP e obter melhores resultados. Em outros posts, tratarei de outras situações que uma FSP pode atuar e como deve se comportar. Pelo menos algumas linhas gerais de ativação da iniciativa.

 

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Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– http://www.sxc.hu

 

 

O check list das "Firmas de Serviços Profissionais" para abertura de clientes

O representante procurador

Eu tenho muitos amigos que são representantes comerciais ou vendedores. Como sabem (pois já falei em outros posts), trabalhei muitos anos nesta área (como representante). E já fazem mais de 15 anos que ajudo equipes comerciais e marcas a terem melhores performances, como pesquisador, consultor e coach. Mas ainda existem representantes muito a moda antiga, daqueles que fazem “frete de mostruário”, ou sejam, levam o mostruário até a loja e depois buscam o mostruário com o pedido, no dia seguinte. Representam ainda uma classe típica de representantes que apenas representam, sem muito compromisso ou serviço agregado. É como se déssemos uma procuração para alguém ir em nosso lugar em um tribunal. Se chegar ao ponto de sermos condenados, não será este indivíduo com a procuração na mão que será preso e sim quem passou a procuração (nós, ou seja, os donos das marcas). Nesta situação hipotética, muitos representantes ficam sem uma situação clara. Possuem a procuração, mas a relação é frágil. Ele não aposta, na maior parte das vezes, na sua própria empresa, pois não enxerga ele como uma empresa. Não investe tanto na empresa que representa, pois ele sabe que a relação é presa por fio de linha. E não briga muito com os clientes por uma melhor posição na loja das marcas que representa, pois entende que somente isso ele tem de “segurança”, ou seja, sua carteira de clientes e o bom relacionamento.

A nomenclatura “representante comercial” necessitaria ser ressignificada. Dentro deste antigo rótulo não entram novas responsabilidades. E existem coisas hoje que são necessárias para a entrega do serviço de representação comercial, mas que parecem não combinar com esta nomenclatura e com o passado de coisas que ela carrega. Eu gosto de trabalhar a nomenclatura de APM – Agente de Posicionamento de Marca, pois acredito que para isso deveria existir uma nova descrição deste importante cargo. Como já escrevi há muito tempo, acredito que o representante comercial atual tem uma importante participação, se não definitiva, no posicionamento de marcas no mercado. Hoje as empresas, detentoras de marcas, querem que alguém mapeie o mercado, escolha os melhores pontos de distribuição, faça a melhor venda, prepare as equipes do cliente para vender aos consumidores, trabalhe a exposição dos produtos na loja, resolva os problemas, colete informações estratégicas da sua realidade repassando a fábrica e monitore o pós-venda e os indicadores críticos. Isso tudo não entra no rótulo representante comercial. Sempre parece que o profissional de vendas está fazendo mais do que a sua profissão exige (ou exigia). Por outro lado, existe a disposição de muitos representantes em executar estas atividades, mas ao mesmo tempo eles querem das empresas mais apoio. Serem mais reconhecidos pelo seu papel. Serem treinados permanentemente e não apenas um dia antes de cada convenção. Serem respeitados como profissionais, ouvidos pelas pessoas-chave da empresa e considerados em um planejamento que envolva a sua região. É uma mudança de ambas as partes, empresa e representante.

Não sei qual o lado que irá puxar esta conversa e dar os primeiros passos, mas espero que sejam as detentoras das marcas. O mercado e o tamanho dos negócios futuros poderão mudar de mão, frente a estes ajustes. Faça o teste. Mude o seu rótulo e veja o que entra nesta nova embalagem. Vá ao mercado e conquiste o que é seu, mas com uma abordagem mais atualizada, importante para os negócios dos dias de hoje.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– http://www.sxc.hu

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