Dica de Gestão 123 de 300: As aparências enganam X confie na intuição. E agora?
Se fôssemos generalizar os negócios poderíamos criar duas categorias extremas e opostas. Os intuitivos e contra planejamentos detalhados e os planejadores e contra qualquer ação baseada em intuição, sem sustentação quantitativa. Também sabemos que neste ponto, o melhor é ser ponderado, ou seja, planejar o que for possível e saudável, sem engessar a ação, mas durante a caminhada, seguir a intuição, seus instintos, seu feeling.
Mas quais os perigos dos 2 modelos de gestores (e consequentemente de gestão)? Vejamos o principal de cada um dos 2 modelos:
1. Planejar tudo o que for possível e um pouco mais (Planejamento): Neste modelo o maior risco é o de engessamento da operação, perdendo muitas vezes o “timing” correto da tomada de decisão. A empresa fica burocrática, excessivamente processual e não se aproveita de nenhuma informação de mercado que não seja 100% comprovada (muitas vezes em boatos temos condições de criar cenários e tomar a dianteira em ações de contra-ofensiva).
2. Sempre em ação, sentindo no vento o caminho correto (Intuição): Neste modelo o maior risco é o de não termos uma persistência de caminho a seguir, gerando uma grande dependência do líder visionário, que a todo o momento deve estar presente dizendo para onde vamos. Muitas vezes, em organizações maiores, gera uma falta de delegação que também paralisa a tomada de decisão.
Desta forma, confirmando já o dito na introdução deste post, o melhor é o bom senso, o equilíbrio dos modelos, para aproveitarmos todas as oportunidades que surgem, mas tendo um planejamento como orientador de toda a equipe. O que mais se ganha com este ponto médio? Velocidade de decisão e direção. E hoje, sabemos o quanto é importante a velocidade para ganharmos mercado. Mas velocidade no caminho certo.
Agora vou contar um caso que ocorreu comigo esta semana, onde mesmo com todo o planejamento possível, variáveis que não imaginava que fossem influenciar acabaram atrapalhando um negócio particular que estava fazendo. Participei de uma oferta pública de uma peça rara no mundo. Só existe uma dessas em todo o mundo. Uma cédula pintada a mão do mais famoso episódio dos Simpsons, de 2001 (a partir de 2002 a editoração eletrônica substituiu toda a antiga técnica). Esta cédula vem acompanhada por um selo de ouro da FOX e um certificado da Twentieth Century Fox, dos EUA. Utilizei o PagSeguro do UOL para garantir a integridade dos meus dados de cartão de crédito as 00:24 horas de sexta. A compra estava disponível somente a partir da meia noite deste dia. Peça única, raríssima. Entrei e comprei. Estava eu, com um pedaço de Springfield vindo para casa! (quem não entendeu tem um link no final do post, ok?)
Veja o que aconteceu na sequência, clicando abaixo.
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