Você não é tão interessante quanto pensa!

Certa vez fui a uma palestra de um dos mais renomados especialistas em administração do país. A expectativa era grande, afinal ele era considerado um “guru” no assunto. Escolhi uma cadeira e esperei o que imaginei que seria uma das melhores apresentações da minha vida.

Depois de meia hora de slides enfadonhos e cheios de textos eu só buscava a melhor maneira de escorar minha cabeça para que ela não caísse pro lado caso eu dormisse sentado. Em outra época aquilo poderia ter sido usado como uma técnica inovadora de tortura. Parecia que jamais teria fim e acabei não absorvendo um décimo do que foi apresentado.

Quantas vezes você foi a uma palestra ou apresentação e teve vontade de dormir? Aulas em uma faculdade pode ser uma ótima cura para insônia. Muitas vezes o nível de conhecimento do palestrante/professor sobre o assunto abordado é inversamente proporcional a atenção que você dá ao que ele apresenta, simplesmente porque a forma como o assunto é abordado é chato.

Não importa o quanto você sabe sobre o assunto que vai apresentar e sim o modo como você vai apresentá-lo. Você não é tão interessante quanto pensa!

Segundo um estudo realizado nos anos 60 pelo Professor Albert Mehrabian da Universidade de LA nos Estados Unidos existem três categorias de estímulos no ser humano: visual, tom de voz e as palavras (faladas ou lidas). Ele sugere que 55% do que você extrai da comunicação como um todo vem da parte visual, 38% do tom de voz e apenas 7% das palavras.

Torne sua apresentação mais elegante, simples e por que não divertida. Conte histórias, pessoas adoram histórias. Conheça sua “platéia” ao máximo, mas não deduza que eles sabem o que querem ver, pois normalmente eles preferem ser surpreendidos.

Peter Coughter, autor do livro The Art of the Pitch, diz que estamos constantemente fazendo uma apresentação. Se você está conversando com alguém na rua, em uma mesa de bar, na padaria ou no trabalho, está emitindo sinais e estímulos para outras pessoas.

E para finalizar, para uma boa apresentação você deve ensaiar e muito. Mas não confunda isso com decorar o que está nos slides. Você deve estar familiarizado com o material que você está pensando em apresentar, e conhecer a história que você vai contar, a fim de convencer o público de que seu material é a resposta para o problema.

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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NOTA DO PUBLISHER:

A convite do Pensador Mercadológico, Johnny Mineiro escreveu este texto para comemorar 4 anos do nosso blog. Como ele, outros irão escrever seus pensamentos ao longo de janeiro e fevereiro. Espero que gostem!

 

 

Você não é tão interessante quanto pensa!

Suazilândia

Oficialmente conhecido como Reino da Suazilândia, ou seja, uma monarquia localizada na África Austral com duas capitais: Mbabane (administrativa) e Lobamba (legislativa). É um país montanhoso, sem saída para o mar. A economia se baseia na agropecuária, mas precisa importar boa parte dos alimentos, pois não é auto-suficiente. Exporta principalmente cana-de-açúcar e tem grandes reservas de carvão mineral, mas em compensação tem a mais alta taxa de portadores do vírus HIV (AIDS) no mundo.

Com uma população menor que a da cidade de Porto Alegre, possui um PIB de pouco mais de 5 bilhões e um dos piores índices de IDH do mundo. Então para você que leu até aqui e ficou se perguntando por que eu estou escrevendo sobre um país no meio do continente mais pobre do mundo e sobre o qual você provavelmente nem sabia da existência, saiba que eles têm mais facilidade para fazer negócios do que o “Gigante Brazil”, segundo o relatório Doing Business 2013.

Mas além deles ainda temos 128 outros país a nossa frente, incluindo Etiópia, Uganda, Nepal, Tonga e por ai vai, pois a lista é grande demais para um post apenas. Mas não para por ai, pois também perdemos para todo clube do BRICS é mole? Calma sempre pode piorar, os hermanos também estão a nossa frente!

Ser empreendedor no “Brazil” é como ir pra guerra com uma faca de serrinha sem ponta. Você até tem uma chance de se dar bem, mas vai ter que fazer milagre amigo.

Mas nada está perdido, pois somos brasileiros e não desistimos nunca certo? Bom pra tudo tem um limite e o governo parece que percebeu que ou mexe os pauzinhos ou nossas empresas vão pro buraco. Existem algumas leis sendo aprovadas no congresso para startups e também no intuito de reduzir o tempo para abertura das empresas, além de facilitar a entrada de pequenas empresas na bolsa de valores para facilitar o financiamento.

Seja como for, seja empreendedor!

Até a próxima!

Link para o relatório Doing Business 2013:

http://portugues.doingbusiness.org/~/media/GIAWB/Doing%20Business/Documents/Annual-Reports/Foreign/DB13-Overview-Portugues.pdf

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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Suazilândia

SEMPRE ESPERE A OPORTUNIDADE CERTA…

Você acorda 6h da matina de uma segunda-feira cinza. Mais um fim de semana sem graça acabou de terminar. É hora de se arrumar para tomar café como faz todas as manhãs nos últimos 10 anos. Sair para o trabalho às 7h, levar o filho para escola e chegar às 7h20 no escritório onde trabalha como gerente.

No trabalho, serve um pouco de café antes de ir para sua célula ao lado da assistente de marketing que sempre usa aquela saia justinha. Você é casado, mas sempre flerta com ela durante uns 5 minutos para saber que ainda estava “vivo”. Ela lhe devolve um sorriso e isso lhe dá um pouco de animo para abrir seus emails e começar o dia.

Nada demais acontece, além de algumas reuniões que parecem uma nova forma de tortura chinesa e você fecha seu expediente às 18h. Espera alguns minutos até que a maioria dos funcionários saia para não ficar trancado no transito do estacionamento da empresa. Isso leva entre 7 e 8 minutos. Um último café, já meio frio, mas que virou hábito enquanto você aguarda a manada ir embora.

O caminho de volta para casa é o mesmo, apenas você não precisa buscar seu filho na escola, ele já está em casa. Sua esposa está com o jantar pronto e a televisão ligada na Rede Globo.

 

Essa é sua rotina básica há 10 anos. Cinco anos atrás você tinha feito uma promessa de mudar de vida, abrir um negocio próprio, mas não iria se afobar, queria a oportunidade certa, afinal você tinha um bom emprego que pagava suas contas e era isso que importava agora.

Nesses últimos 5 anos você via o noticiário falar da inflação, da falta de infraestrutura, da corrupção, da alta carga tributaria e do tal custo “Brazil”. Você se arrepia só de pensar em se largar em um empreendimento próprio e cada vez mais esperava a grande chance da sua vida bater a sua porta.

Um belo dia de sol qualquer você está no “piloto automático” e segue rumo ao trabalho como de costume. Não percebe que a rua pela qual você passou inúmeras vezes mudou de sentido no fim de semana devido as obras atrasadas para Copa e um acidente acontece. Você morre e tudo acaba. Simples assim, sua história termina e você vira pó. Você vai ser lembrado por sua família e amigos claro, mas como vai ser lembrado? Aquele cara que sacrificava sua vida pelo emprego?

…SÓ QUE NÃO! Faça acontecer antes que a oportunidade certa acabe com você.

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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SEMPRE ESPERE A OPORTUNIDADE CERTA…

Prepare se para o impacto

Imagine estar em um avião e escutar essa frase: “Preparem se para o impacto”. E ali está você se perguntando por que não passou mais tempo com sua família e menos tempo trabalhando em um emprego de que não gostava. Você consulta rapidamente na mente sua “lista de coisas pra fazer antes de morrer” e pensa naquela cerca de madeira no quintal que não consertou. Lembra das coisas banais que deixou de fazer com as pessoas de que gosta como, por exemplo, ir ao parque em um domingo de sol ao invés de corrigir provas ou sair sem rumo e sem GPS por um fim de semana.

Então o piloto milagrosamente consegue pousar o avião em segurança, sua vida está salva! Você vai poder realizar tudo aquilo que imaginou ter perdido no que foram os 2 minutos mais longos e dramáticos que você já viveu e imagina que aprendeu uma valorosa lição de vida. Volta para casa e para os braços das pessoas que ama e conta toda a história e planeja como será daqui pra frente sua vida.

 

Mas o sistema não quer saber se você teve uma experiência de “quase morte”. O sistema continua enviando as contas do cartão de crédito. Os financiamentos da casa e do carro zero continuam vindo pelo correio, assim como a escola particular, aulas de natação e mensalidade do clube do qual você nem lembra quando foi pela ultima vez.

Surpresa, dois meses depois em um belo domingo de sol você prefere terminar a planilha de custos para a reunião com a diretoria na manhã seguinte do que passear com sua família. Você volta a jogar conforme o jogo e cai na mesma ratoeira novamente imaginando que é melhor ficar na sua zona de conforto do que arriscar.

Quando foi que ficamos tão covardes? Antes mesmo de nascer vencemos frente a outros bilhões que queriam estar em nosso lugar. Quando foi que perdemos aquele espírito infantil que não conhece limites? Quando foi que entramos nesse jogo de adquirir coisas que não precisamos para agradar pessoas de quem não gostamos?

Talvez aquele maluco do Nietzsche tenha mesmo razão e o espírito se transforme de camelo para leão e de leão para criança. Espero não demorar muito para voltar a ter o espírito de uma criança.

Até a próxima e prepare se para o impacto!

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

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Prepare se para o impacto

Como ser legal

Uma prerrogativa de ser legal é que você conquista “amizades” facilmente. Convenhamos, todos queremos ter amigos, pois amigo é a família que nós mesmos podemos escolher. Você pode ser “legal” de várias formas. Pagando bebidas em festas; ajudando as pessoas, mesmo que tenha que deixar suas coisas em segundo plano; falando o que todos querem ouvir e sempre concordando com opiniões alheias.

Você deve conhecer pessoas assim, que querem ser tudo para todos, assim como você conhece marcas e empresas que fazem o mesmo. Na tentativa de ser legal você acaba perdendo a essência de quem você é, perde sua identidade como ser único e se volta para o comum. Prefere tentar agradar a todos a desagradar a alguns. Marcas fazem o mesmo o tempo todo! Empresas criam uma personalidade, um modelo de negócio que funciona com um determinado público e quando o dinheiro começa a abrir os olhos para ganância tudo pode cair por terra. Não me entendam mal, não uso o termo “ganância” pejorativamente, muito pelo contrario. Ambição precisa estar presente na vida de qualquer empreendedor e empresário, mas a diferença entre remédio e veneno todos nós sabemos que é a dose.

Ai você tem um negócio com personalidade (digamos que seja um bar ou um Pub), planejado nos mínimos detalhes e no começo atende um publico pequeno, mas fiel. Pessoas que não fazem parte desse pequeno grupo começam a freqüentar seu estabelecimento por curiosidade, alguns são “especialistas” que sempre sabem o que é melhor para o negócio dos outros. Você começa a escutá-los e faz modificações no cardápio. O publico aumenta e você acha que deve escutá-los mais ainda e coloca musica ao vivo, afinal todos gostam disso. Bebidas grátis e cortesias para chamar mais gente. Agora você é um cara legal, tem um negócio legal e cheio de gente, mas a que preço?

O seu público fiel não aparece mais e você se pergunta o por quê? Simplesmente porque eles podem achar o que o seu bar oferece em qualquer lugar da cidade e a culpa é sua! Nesse ponto você percebe que transformou seu negócio em um lugar igual a todos os outros. Sem identidade e muito menos personalidade. Agora é só esperar e ver a próxima onda migratória abocanhar seu público sedento pelo novo point do momento. Não se preocupe, pois você vai continuar sendo um cara legal, falido, mas legal!

Diante disso como podemos saber à hora certa de sermos legais ou expandir o negócio sem extrair a personalidade dele ou a nossa? Realmente não achei alguém que soubesse me responder de forma convincente essa questão e se eu soubesse a resposta já teria feito muito dinheiro. Então seja um cara legal, mas não legal demais!

“Faça com que as pessoas sintam a sua falta e não apenas notem a sua presença.”

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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Como ser legal

Para você que está chegando agora, aquele abraço!

O que é preciso para uma marca sair do limbo e ser respeitada? Como chegar ao ponto da virada? Propaganda e dinheiro podem colocar a marca em evidencia, mas não podem mante-la por muito tempo no topo apenas contando mentiras. Posso citar duas marcas que saíram do terceiro mundo publicitário para prosperar frente as mais conceituadas marcas dentro do segmento de moda: Colcci e Havaianas. Ok, eu sei que são cases batidos, mas não tem exemplo melhor para este texto em questão.

A Colcci, fundada em 1986, era uma marca de vestuário básico que promoveu uma guinada no seu modelo de negocio no final da década de 90, exigindo dela um tempo de adaptação para entender os novos objetivos, amadurecer e conseguir transmitir isso ao consumidor. Hoje desfila nas principais semanas de moda.

As Havaianas, lançadas no começo dos anos 60, eram tidas como “chinelo de pedreiro”. Eram massivamente consumidas pelas classes mais pobres da população e em uma das reviravoltas mais discutidas no mundo dos negócios é hoje um case de sucesso e artigo de moda, inclusive no pé de celebridades internacionais.

Agora a questão é como fazer um país mudar sua imagem e sua “marca” perante o resto do mundo como foi o caso das marcas Havaianas e Colcci no mundo dos negócios?

Como exemplo de país que conseguiu mudar sua imagem me vem à cabeça Coreia do Sul. Marcada por uma guerra sangrenta na década de 50 e por movimentos estudantis nos anos 60 que culminaram em uma instabilidade política que perdurou até o final dos anos 80 obteve um crescimento rápido até a crise asiática de 1997. O país, mesmo afetado pela crise, conseguiu manter o ritmo investindo pesado em educação e hoje é referencia nessa área e reconhecido pelas Nações Unidas como um dois países mais desenvolvidos do mundo.

E pensar que algum tempo atrás uma ala do estádio Beira Rio que era destinada as pessoas mais pobres era chamada de “Coreia”.

 

E agora Brasil, como vai ser? Exemplos não nos faltam, só precisamos de iniciativa!

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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Para você que está chegando agora, aquele abraço!

Antes que o diabo bata na sua porta!

Assim como na história de João, contada por Gustavo Campos, quantos mais estão nessa mesma situação? Quantos de nós não temos coragem de sair da zona de conforto esperando um dia ser reconhecidos por nosso trabalho? Esperando uma promoção que nunca vem ou um bônus maior no fim do ano. Quantos de nós estamos apenas esperando que a velhice chegue junto com aquele cheque da aposentadoria que servirá apenas para os remédios no fim das contas.

A grande maioria das pessoas precisa ser exposta a algo que mude suas vidas, pois não conseguem fazer isso por si só. É como estar pendurado por uma corda de bungee jump a centenas de metros de altura e precisar de um empurrão para saltar. Para essa grande maioria a vida será comum, monótona e chata e quando estiverem perto do fim virá o arrependimento por anos de covardia.

Faça alguma coisa antes que você pense que está velho demais. Faça alguma coisa antes de descobrir que sofre de alguma doença incurável. Faça alguma coisa antes de ser demitido. Faça alguma coisa por você ou mude a vida de outra pessoa. Conquiste algo novo!

Imagine como você gostaria de viver seus últimos 10 anos de vida? Em uma cadeira de rodas ou pedalando uma bicicleta? Se você escolher a segunda opção então comece a planejar isso imediatamente, pois viver para o trabalho é diferente de trabalhar para viver e quando digo viver não falo em sobrevivência, mas sim em vida. Como disse George Carlin “…adicionamos anos a nossa vida, mas pouca vida a nossos anos”.

Você já percebeu que quando estamos com um ente querido no hospital tudo perde o sentido? Trocaríamos todo dinheiro acumulado; todo tempo investido em empregos que não gostamos e todo tempo perdido com coisas insignificantes para termos mais tempo ao lado dele. Mas preferimos esperar até a hora derradeira como nos filmes americanos.

 

Não espere que o “diabo” venha bater na sua porta cobrando a conta, você tem um cheque em branco enquanto estiver vivo, então gaste o quanto puder!

 

Assista ao vídeo e monte na sua motocicleta!

 

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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Antes que o diabo bata na sua porta!

E SE DINHEIRO NÃO EXISTISSE?

Alguns meses atrás eu estava na cozinha com minha mãe tomando uma xícara de café e de repente comecei a lembrar da minha infância e de como a vida era fácil naquela época, mas ao mesmo tempo fiquei tentando recordar qual era meu sonho, o que eu gostaria de ser quando chegasse à idade que tenho hoje. Fiquei ali alguns minutos na esperança de ter um flash na memória, mas nada aconteceu. Minha mãe, usando seu sexto sentido que somente mães possuem, me perguntou se estava tudo bem e repeti a pergunta que me inquietava, “Mãe, tu lembra o que eu queria ser quando era criança?” Ela tentou puxar pela memória, mas como trabalhava demais quase não passávamos muito tempo juntos e também não conseguiu me ajudar.

Comecei a pensar que talvez eu nunca tivesse tido um sonho de infância ou que esse sonho tenha sido exilado no decorrer da minha vida acadêmica por ser uma “profissão de fome” como dizem. Acabei me formando em administração de empresas simplesmente por não saber para onde fugir e descobri que tenho uma veia empreendedora que vem de família e que está gravado no meu DNA. Se eu ficar trancado dentro de uma sala na frente de um computador isso vai me causar um câncer.

Mas então a sociedade entra em ação! Existem regras e você precisa fazer dinheiro para depois poder gastar esse mesmo dinheiro e girar a economia, pois ela precisa de pessoas consumindo todo tipo de coisas para crescer. Você precisa ter estabilidade, precisa ser alguém perante a sociedade, precisa de um carro do ano e de preferência importado. Precisa tirar férias nos pontos turísticos padrões e ter as roupas das marcas certas. Precisa freqüentar os melhores restaurantes e as festas mais badaladas com direito a espumante e fogos, precisa fazer parte do Rich People Country Club e esquecer o que realmente gostaria de fazer, pois o dinheiro será a variável mais importante e vai ser ele quem vai reger sua vida, pois sem ele as coisas não acontecem.

Mas e se o dinheiro não existisse você seria o que? Como você gostaria de viver sua vida?

Muitos advogados seriam jogadores de futebol, muitos médicos seriam chefs de cuisine, muitos corretores seriam escritores, muitos engenheiros seriam fotógrafos e por ai vai. Mas jogamos sempre com as cartas que temos nas mãos esperando aquele “As” de copas para fechar a trinca vencedora ao invés de mudar o jogo e tentar algo diferente mesmo que pareça mais arriscado.

Se você fizer aquilo que realmente gosta, que realmente tem paixão e que não te faz vibrar quando a sexta-feira está próxima existe uma grande chance de você ser um mestre no que você faz e ai pode acontecer o ponto da virada que tanto se espera.

Segue um vídeo abaixo pra refletir!

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

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E SE DINHEIRO NÃO EXISTISSE?

QUANDO A ETICA ESTRAGA SEUS PLANOS

Se imagine com 18 anos recém ingressando na faculdade e de cara já conseguindo aquele estagio em uma boa empresa com chances de crescimento profissional em longo prazo. Você fica animado com esse começo de carreira promissor, pois para a maioria dos jovens é um sonho.

A primeira semana na empresa serve para você conhecer seu ambiente de trabalho, seus colegas e superiores, como funcionam as rotinas, horários e amenidades. Também são feitos alguns treinamentos e palestras. O “pega-pra-capar” começa na segunda semana quando você começa a sentir o gosto da novidade, da responsabilidade. Ai logo depois vem a pressão por resultados; o stress; o salário de fome de estagiário e chega um ponto que você pensa em desistir! Mas existe uma pessoa que não pretende deixar isso acontecer, pois confia no seu potencial e já esteve naquela situação antes, seu chefe. Isso mesmo, chefes também tem coração, não são monstros desalmados que só querem sugar suas jovens vidas até o ponto de descartá-los quando não forem mais úteis para empresa.

Seu chefe te convence de que você tem talento, lhe oferece dicas preciosas para contornar alguns problemas e lhe pede apenas mais um pouco de paciência. A partir naquele dia ele se torna quase uma espécie de mentor para você, sempre disposto a lhe oferecer ajuda, mesmo que continue cobrando você como a todos os outros por resultados.

Quatro anos se passam e algumas promoções de cargo mais tarde você é chamado à sala da diretoria, você será promovido mais uma vez. Sua felicidade é bruscamente substituída por um dilema ético, você é a única pessoa dentro da empresa que pode substituir seu antigo chefe que será demitido, pois a diretoria entende que ele já não mais se encaixa na nova “onda” de tecnologia da empresa. Se você não aceitar a oferta, você será demitido, pois já existe outra pessoa que foi contrata para ocupar seu cargo e irá começar na semana que vem.

Seu chefe é um pai de família que dedicou quinze anos de vida para empresa e por ter mais idade talvez não consiga um cargo desse porte novamente, ele ama o que faz. Você está com planos de casar com sua noiva e essa promoção era tudo o que você precisava para realizar seus sonhos. Sua mente volta quatro anos no tempo e lembra-se daquele dia que quis desistir e sair da empresa, mas seu chefe o convenceu a ficar, seria ironia do destino?

Se ponha no lugar desse cara e me diga o que você faria?

 

Mario Sergio Cortella explicando o que é ética na opinião dele:

 

Até a próxima!

Johnny Mineiro

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QUANDO A ETICA ESTRAGA SEUS PLANOS

SOBRE SOCIALISMO E OUTRAS ASNEIRAS UTOPICAS

Tantas foram as tentativas e tantas foram as criticas que dizer que o socialismo é uma visão utópica de um sistema econômico igualitário quase não faz mais sentido, como diz meu avó “é chover no molhado”. Mas sempre a espaço para mais um debate e foi nisso que pensei quando correu no meu feed de noticias do Facebook um experimento realizado por um professor de economia americano (veja o suposto “experimento“).

Jamais irá existir um sistema econômico que possa satisfazer abastados e proletariado ao mesmo tempo, pois cada qual enxerga a contraparte como inimiga. O socialismo soviético e cubano são a prova disso, pois pecam no que tem mais valor para as pessoas, a liberdade. O capitalismo americano fornece a liberdade, mas peca na desigualdade como a riqueza é distribuída e deixa um gosto amargo para o povo que tem medo de sair da zona de conforto ou que sofre por trocar votos por comida e favores.

 

Não sejamos ingênuos, dar dinheiro e comida para pessoas que não tem condições de possuí-los é apenas um remendo para tirar o foco da má gestão da educação de um país e é sim assistencialismo descarado. Um país tem o dever de não deixar seu povo cair na miséria, mas é dever do mesmo prover condições para que essas pessoas que hoje estão recebendo auxilio possam se manter por si só algum dia, mas o governo prefere usar isso como uma maquina eleitoreira.

Não tenho empatia pelo sistema capitalista que vigora nos dias de hoje, pois explora um consumismo irreal e muitas vezes desnecessário. Produzimos alimentos suficientes para alimentar o mundo e mesmo assim milhões morrem de fome, mas se fosse obrigado a escolher entre ter uma vida tranqüila sem grandes problemas e minha liberdade cheia de incertezas não pensaria duas vezes.

No filme Bee Movie podemos ver como seria um sistema econômico perfeito, mas como no socialismo de Marx é utópico e limita o individuo, ou seja, nem tudo são flores.

 

 

Até o próximo

 

Johnny Mineiro

Empreendedor

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SOBRE SOCIALISMO E OUTRAS ASNEIRAS UTOPICAS