Abra seu negócio e fique rico. Saiba como!

Todo negócio de sucesso requer certa dose de loucura. E todo empreendedor necessita ser um pouco louco. Você já deve ter visto várias situações em que a audiência exclama: “Mas que coisa de maluco! Por que fazem isso?” São os caras que vão para as bordas dos esportes, das artes e dos negócios. Arriscam pois sabem que é assim que se cria o novo. A diferença. E ficar parado pode ser mais perigoso do que a própria decisão em si.

Nesta profusão de alternativas, muitos tem medo de dar errado (e certo talvez). Mesmo que o erro possa ser um melhor conselheiro do que aquele colega de trabalho disfarçado de amigo. Pior ainda quando tem ao seu lado algum articulado incompetente. Teses saírão em profusão, mas sem qualquer resultado importante.

Em recente estudo de Kelly E. See (New York University), Elizabeth Wolfe Morrison (New York University), Naomi B. Rothman (Lehigh University), e Jack B. Soll (Duke University) demonstrou-se que gestores com poder são mais reticentes a tomar conselhos de outros. Grande parte pelo alto nível de confiança em si próprios que dispensaria a necessidade de incorporar visões externas. Combinação que aumenta o risco de decisões falhas. Talvez um outro subproduto do medo, não compartilhar informações para não perder poder. As histórias corporativas (e seus fracassos) contam diversos capítulos assim.

No livro Rework, os autores Jason Fried e David Hanson defendem que todo planejamento é um achismo. Polêmica bonita para quem cultua essa ferramenta. Não muito diferente disso, Mintzberg já havia demonstrado causas consistentes para a ascensão e queda do planejamento estratégico. Toda vez que analisamos e planejamos partimos de pressupostos dos quais não temos certeza se são verdade ou não. Assim encarar de forma mais solta o ato de planejar nos faz melhores. Igualmente pode nos fazer mais propensos a sair em frente, menos paralisados pelo medo de errar.

Defendo em todos os ambientes a superação do medo. As frustrações da inércia são muito maiores. Faça seu planejamento pessoal. Independente e só seu, com todos riscos, incertezas e achismos. E parta em busca do que deseja. Dispense seu chefe e aqueles pseudo-amigos. Se você não acredita em sua equipe, você está perdido. E siga adiante. Como aquela porta de Kafka, algumas oportunidades estão guardadas apenas para você. Se não souber encontrá-las, nunca terá o prazer de desafiar e vencer a montanha-russa corporativa.

Felipe Schmitt-Fleischer

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Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção

Os últimos artigos do Pensador Mercadológico trouxeram uma onda de provocações no sentido de encontrarmos quais limites podemos alcançar. Limites profissionais, mas muito além disso, o que queremos fazer com nossas vidas. Pode ser a época de final de ano, propícia para reavaliações, decisões e sonhos. Ou a mudança de estação. Shakespeare já escrevia que talvez somente as noites de verão fossem de sonhos. No entanto o que interessava mesmo não eram as noites, mas os sonhos que sonhamos sempre, dormindo ou acordado. E assim vou contar três histórias verdadeiras, de pessoas que se conhecem há quase 20 anos e que em 2010 tiveram experiências que fizeram refletir sobre qual caminho seguir. Também usaram um pouco a teoria da maratonista Paula Radcliffe sobre as cinco bolas. Todos nós fazemos diariamente malabarismo com elas: saúde, família, amigos, integridade e carreira. No entanto, apenas a bola da carreira é de borracha, as demais são frágeis. Assim, podemos arriscar muito mais com ela, jogar alto e também deixá-la cair, ao contrário das outras que podem ser danificadas para sempre.  Vamos às histórias:

 

História 1

Trabalhando alguns anos em uma Continue reading “Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção”

Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção