“Você passa o bastão ou passa batido ?”

Trocadilhos à parte, o fato é que muita gente passa batido. Nas relações corporativas isso é tão comum que já o surpreendente é ter uma postura no mínimo aceitável perante aos colegas e não o contrário.

Temos tanta tecnologia a nossa disposição e exigimos tanto de nossas traquitanas tecnológicas, ou seja, que possuam USB, bluetooth, enfim que se conectem com outros similares, que troquem informações em segundos…mas e quanto a nós? O quanto estamos preparados para receber e enviar informações aos que estão ao nosso redor. O quanto estamos preparados para o novo?

 O que é comum de presenciar, são “redes” mal construídas, “downloads” lentos não “transferências” mal-acabadas. Isso quando há de fato uma comunicação ou conexão como queira chamar. Dentro de uma mesma empresa é capaz de observar interesses nem sempre comuns entre seus colaboradores. Quando isso ocorre, ou seja, “quando os vetores não apontam na mesma direção” o desempenho do “todo” é prejudicado. Como o nome já diz, uma corporação saudável, precisa de células ativas e acima de tudo interligadas, onde ideias e ações fluam.

Fazendo uma analogia, imagine se as células do seu corpo resolvessem “dar uma paradinha” ou mesmo deixassem parado um relatório ao cérebro…enfim coisa boa não iria resultar.

Mas qual seria a razão disso tudo então? Seria falta de um objetivo, despreparo ou então insegurança, receio de confiar ao colega e poder perder seu posto? Enfim, podem ser várias as razões. De comum , só mesmo o resultado.

Passar batido significa não se preocupar com o fruto de seu trabalho, não dar a devida atenção ao “mundo” que gira a sua volta. É construir nós ao invés de laços.

Pense nisso.

Obrigado pela audiência.

Juliano Colares

Pensador Mercadológico

@juliano_colares

 

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“Você passa o bastão ou passa batido ?”