De que adianta toda esta correria na vida, sem um objetivo a ser perseguido?

Nas palavras de Joseph Addison, entendemos um pouco do drama da vida. Diz ele:

“Quando olho para as tumbas dos grandes homens, qualquer resquício do sentimento de inveja morre dentro de mim; quando leio os epitáfios dos magníficos, todos os desejos desordenados desaparecem; quando me deparo com o sofrimento dos pais em um túmulo, meu coração se desmancha de compaixão; quando vejo a tumba dos próprios pais, lembro do quanto é vão chorarmos por aqueles a quem logo seguiremos; quando vejo reis colocados ao lado daqueles que os depuseram, quando medito sobre os espíritos antagônicos enterrados lado a lado, ou os homens sagrados que dividiram o mundo com suas discussões e contendas, medito, cheio de dor e surpresa, sobre a pequenez das disputas, facções e debates da humanidade. Quando leio as variadas datas dos túmulos, algumas recentes, outras de seiscentos anos atrás, penso no grande Dia no qual seremos todos contemporâneos, e faremos nossa aparição conjunta.”

Ao sinal do fim, parece que nada do que valorizamos tem muito sentido. Morrer fisicamente faz parte do ciclo da vida, mesmo que em alguns casos, um ciclo muito curto. Mas tem aqueles que ainda respiram, andam, comem e dormem, mas não são merecedores da vida. Independente de credo religioso, temos que ser agradecidos por viver e por passar pelo que passamos. Como diz Friedrich Nietzsche, “aquilo que não me mata, só me fortalece”. Estar passando por momentos difíceis, mesmo que prolongados, pode não matá-lo (quase sempre não matará), mas o significado que você atribui a isso, pode sim derrubá-lo. Mais do que qualquer golpe de espada, a derrota psicológica / mental é a que mais produz pessoas que vagam pela terra sem um objetivo definido, sem alegria e sem uma orientação. Talvez por este único aspecto, não sejam merecedoras da vida, enquanto outros tantos jovens talentosos, cheios de vida e energia, possam precocemente ter deixado a nossa convivência. Como diz Stephen R. Covey, “Se a escada não estiver encostada na parede certa, cada passo dado só nos levará mais depressa para o lugar errado”.

Triste é passar pela vida e não deixar um legado, uma marca, uma lembrança. Triste é passar por uma empresa e não ser mais lembrado 3 meses após. Triste é prestar serviços para uma empresa e notar que nada do que fizeste é lembrado após o término do trabalho. Talvez em todos os casos tenha faltado intensidade. Talvez não tenhamos passados por estes lugares com uma energia marcante, uma determinação de furar a bolha da zona de conforto coletiva, onde todos se comparam e se nivelam, cada dia mais baixo. Feliz é aquele que mesmo após sua morte, consegue ouvir em seu funeral um de seus amigos perguntando a outro,  “quanto ele deixou?” e o outro respondendo: “Ele deixou tudo”.

Mais feliz ainda é aquele que ouve isso todo o dia, enquanto vive a vida.

E você, o que deixou ontem no trabalho, nas relações pessoais e profissionais? Espero que tenha deixado tudo. Tudo aquilo que você foi realmente capaz, sem perder um mísero ponto percentual de garra, dedicação e força de vontade em se diferenciar e fazer sentido. Um por cento melhor a cada dia, todo dia! Este é meu lema.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão WiFi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Os 7 hábitos das pessoas muito eficientes – Stephen R. Covey

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1354791

 

De que adianta toda esta correria na vida, sem um objetivo a ser perseguido?