Ser feio antes era sinal de azar, agora prova que você é um perdedor!

O mundo das escolhas está a nossa frente. Nunca tivemos tantas opções. E por consequência tanto a decidir. Segundo Daniel Pink, automação e Ásia levaram a uma era de abundância nunca vista. Uma infinidade de categoria de produtos e serviços, dentro dos quais centenas de fabricantes colocam suas diversas marcas. Uma simples ida ao supermercado da sua cidade pode virar um inferno se você não tiver os atalhos certos. Nada como algumas marcas na cabeça para resolver seus problemas. Mas mesmo assim, temos dentro delas variações que geram mais confusão do que ajuda. Omo máquina ou cores? Motor flex ou a gasolina? Couro de canguru ou sintético?

 

O processo de decisão passou a ser complexo e muitas vezes motivo de frustração. Certa vez, Leonardo da Vinci disse que a simplicidade era o último grau da sofisticação. Se depender disso estamos mais próximos de um mundo pouco sofisticado. Que torna tudo muito complexo. Sobretudo quando as alternativas parecem todas indiferentes prometendo igualmente resolver nossos problemas. De acordo com James Twitched, os fabricantes de cigarro da década de 30 se deram conta que para vender mais precisavam diferenciar seus produtos ou dizer que eles eram diferentes. Desde então fumar foi associado a um estilo de vida glamouroso. Somos seduzidos por tudo que é familiar e as marcas buscam justamente isso. Tornar-se parte de nossa família ou ser nossa amiga mais próxima quando pensarmos novamente naquele produto.

No mar das opções de consumo, cada escolha representa renúncias. E para aqueles que são desconfiados com sua capacidade de definir, sempre parece que o melhor ficou na mesa ao lado. Janet Landman escreveu em Regret que quanto mais alternativas atraentes temos, maior a chance de arrependimento. E mesmo que tenhamos feito a escolha para maximizar a satisfação, o processo de adaptação irá se encarregar de rapidamente apagar o brilho da escolha. Aquele carro que nos primeiros dias parecia a experiência mais excitante de direção, logo se torna algo comum e corriqueiro assim como aquele sapato reluzente comprado como jóia, agora atirado em algum canto do seu closet.

Assim vamos consumindo desenfreadamente. Tal o pensamento da jornalista Wendy Kaminer, inspiração do título deste post, até a beleza vira uma opção de consumo. Entre uma nova calça ou maquiagem exótica, escolhemos também um novo detalhe para nosso nariz ou outra correção corporal qualquer (até a tal cor laranja lembrada pelo Gustavo Ermel). Como Richard Conniff comenta a respeito do ambiente natural dos milionários, naquele übermundo reluzente de esposas-troféus e traficantes internacionais de armas, todos eram ricos e bonitos. Mais aceleramos conforme for o padrão de nosso grupo social. A moto de 450 cilindradas não adiante mais se nosso amigo comprou uma de 1000. O relógio é da coleção passada, seu colega de trabalho comprou um da nova. A corrida sem fim para lugar nenhum. Aquele sujeito que passas as férias entre Davos e Aspen frustra-se por ter uma fortuna estimada em 950 milhões dólares. Muito, mas ainda aquém daquela palavra mágica que começa com a letra B. Em algum canto do seu quarto em frente ao Hyde Park deve pensar o que fez de errado.

Robert Frank aponta que todos queremos ser o peixe grande em nosso próprio lago. Mas qual o lago certo? Com o nível de informação e instantaneidade de hoje parece existir apenas um lago. O que é frustrante principalmente para quem não tem o sobrenome Buffet, Slim, Gates ou Batista. O economista Fred Hirsch mostrou que por mais desenvolvimento que tenhamos para elevar o padrão de vida, nem todos podem ter Ferraris na garagem, barcos em Monaco e Van Goghs nas paredes. E quando corremos atrás do melhor que conseguimos, os outros fazem também, igualando tudo de novo. Conheço algumas pessoas que vivem essas eternas frustrações em não ser suficientemente ricas como gostariam. Sugiro a leitura de O Paradoxo da Escolha de Barry Schwartz. Ajudou a suavizar um pouco mais algumas questões que anteriormente eram confusas. Talvez ajude outros também a conviver com restrições e gratidão. Antes que a vida passe. E o que fique seja muito menor que deveria.

Felipe Schmitt Fleischer

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Ser feio antes era sinal de azar, agora prova que você é um perdedor!

Os 10 passos para termos boas idéias (e muitas outras dicas)

Dica de Gestão 128 de 300: Os 10 passos para termos boas idéias (e muitas outras dicas)

Eureka, tive uma grande idéia! Que maravilha este sentimento. Que maravilha se fosse simples assim. Ter idéias, todos tem. Mas alguns conseguiram desenvolver uma maior capacidade de cultivar o terreno para que cada vez mais idéias boas e melhores nasçam em sua terra. Este post tem este objetivo. Lembrar ou apresentar a você, dez passos para que você possa ter mais e melhores idéias. Muitos empreendedores costumam dizer que eles não acharam a idéia perfeita, foi a idéia que achou eles. Mas o que isso quer dizer essencialmente? Que para profissionais que estejam abertos para o mundo, que tenham olhares críticos sobre o mundo ao seu redor, que alimentem o seu espírito com boas informações, estes terão uma maior probabilidade de terem boas idéias.

Além disso, devemos criar momentos para que as ideias sejam discutidas e que colidam com as outras idéias. As grandes idéias nascem da conectividade, de expormos as nossas idéias e de pegarmos as idéias dos demais e fundi-las com as nossas.  Mas é bom lembrar que as idéias mais inovadoras demoram para evoluir e passam um período dormentes. As ideias precisam de um tempo de incubação. Grandes idéias se formam por que muitas delas se fundem com outras ao longo do tempo. Um encontro de palpites pequenos que vão se fundindo e formando uma grande idéia. Mas devemos ter o método e a organização para que isso aconteça.

No vídeo abaixo, vemos o que falei acima de forma animada e ilustrada.

Agora vamos as dicas para termos boas idéias (dicas para cuidar do seu comportamento pessoal, do contexto e de métodos para ter boas idéias):

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Os 10 passos para termos boas idéias (e muitas outras dicas)

Eu sou o mestre do meu destino, o capitão de minha alma

Dica de gestão 103 de 300: Eu sou o mestre do meu destino, o capitão de minha alma

William Henley escreveu o poema Invictus há muitas décadas atrás. Sua poesia pode ser ouvida no seguinte link http://www.youtube.com/watch?v=ii28l1WrqA0 (caso esteja desativado abaixo)

 

Este poema é muito polêmico, pois ele serviu como últimas palavras para assassinos do corredor da morte, como tem servido de motivação para pessoas que se tornaram heróis, como Nelson Mandela, contado no filme Invictus. Para mim, o poema é extremamente motivador.

Noite negra que me rodeia….

…garras cruéis das circunstâncias…

… eu agradeço aos Deuses pela minha alma indomável…

… sou o mestre do meu destino, o capitão de minha alma.

Todo o dia enfrentamos situações difíceis. Complexas para nós, com o nosso nível de conhecimento, de maturidade, de experiência, etc. Talvez fossem mais fáceis para outros, mas naquele momento, a situação é difícil. Precisamos, nestes momentos, recorrer a certos recursos.

Vejamos alguns possíveis:

 1. Pensar positivo: Inúmeras experiências provam que isso funciona, mas como é difícil. Pelo menos em nossa cultura, um pouco de desgraça sempre é interessante. Parece que uma história fica mais interessante se tiver um sofrimento. Em 1950, o Dr. Bruno Klopfer estava envolvido em testes com a droga Krebiozen, que havia sido noticiada pela mídia como a “cura do câncer”. Um de seus pacientes, muito mal, implorou para entrar no grupo de testes desta droga. Klopfer concordou e o paciente teve enorme melhora, inclusive podendo voltar a trabalhar. Era como renascer de novo no caso dele. Então relatórios da AMA e da FDA, órgãos reguladores e de saúde dos EUA, começaram a anunciar resultados negativos para a droga. Imediatamente, quando ficou sabendo, a saúde deste paciente em teste sofreu uma reviravolta. Voltou ao hospital e por lá ficou.  Klopfer resolveu tomar uma providência. Forneceu a ele o novo Krebiozen, super-refinado, com o dobro de potência. O paciente, após algumas semanas, voltou a vida normal. Renasceu, de novo. O fato já é surpreendente, mas o que o torna extraordinário é que o novo Krebiozen era uma pílula de “farinha” e o paciente estava sobre o efeito placebo. Um tempo depois, os relatórios das duas entidades reguladoras divulgaram um veredicto final. O Krebiozen é ineficaz contra o câncer. Dias depois o paciente morreu.

2. Além de pensar positivo, alimentar a sua competência: Pessoas bem preparadas são mais confiantes. Quem não passou pela famosa situação do “deu um branco”. Muitas vezes, este branco vem devido a pouca preparação, que nos deixa estressado e, por consequência, causa o bloqueio. Mas quem também não entrou em uma sala, seja como estudante ou como profissional em uma negociação ou palestra, e havia se preparado tão bem que o resultado final foi extraordinário? Desta forma, eu prefiro “afiar o machado”, todo o dia, como diz a famosa história do lenhador (quem não conhece vá procurar ok? Vale a pena). Afiar o machado para mim significa olhar um programa educativo / instrutivo na TV, ler algumas paginas de um livro relacionado a temas que estou envolvido, conversar com pessoas que contribuam para a minha vida, fazer algo de diferente que me torne uma pessoa mais interessante e aberta, etc.

3. Melhorar a saúde: Este é um ponto vital para a segurança pessoal. Quem não se sente bem com o corpo que tem, deve logo começar a mudar isso. A confiança para ser o capitão de sua alma passa pela sua aceitação e mais além, pela sua aprovação. Você deve aprovar o seu físico e se sentir bem. Vamos ao teste fatal. Praia cheia. Você chega e todos ficam olhando. Você logo fica de trajes de banho ou fica se enrolando e não fica a vontade? O que lhe incomoda mais neste momento? Geralmente é isso que acaba roubando um pouco de sua confiança. Pense nisso e melhore.

4. Ter fé em algo: Esta é a famosa expressão “Mens sana in corpore sano” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Mens_sana_in_corpore_sano) . Além do corpo e do desenvolvimento técnico em nossa área de maestria, de genialidade, onde profissionalmente queremos nos destacar, temos que adicionar uma camada de fé, de crença em algo. Pode ser em uma religião, em uma estátua de um santo, em palavras sábias de um livro, em conselhos de vida de alguém que acreditamos muito ou temos orgulho, em um objeto da sorte, em uma crendice ou superstição popular, enfim, algo que fazemos / pensamos / recorremos quando realmente precisamos. Outros estudos mostraram que pessoas com fé em algo (normalmente em uma religião), tendem a conseguir superar obstáculos da vida de forma mais bem humorada, o que de certa forma, facilita a transposição do desafio, seja ele qual for.

5. Ter ídolos ou pessoas a quem se inspirar: Tenho algumas pessoas que me inspiram e busco inspiração nas histórias dos outros. Tenho um ídolo histórico que é Leonardo da Vinci. Acho fantástico suas realizações, inquietações, dedicação aos estudos e habilidades em múltiplas áreas. Isso tudo me energiza e me motiva.

6. Ter mentores / aconselhadores:  Na vida escolhi algumas pessoas que busco aconselhamento de forma informal, mas aprendo com elas todos os dias. São pessoas mais experientes que eu na vida e que podem contribuir com o meu desenvolvimento. Pode até ser um conselheiro profissional, remunerado, mas vale a pena se esforçar para ter alguém que lhe aconselhe.

Enfim pessoal. Para ser o mestre do seu destino e o capitão de sua alma temos que saber lidar com os desafios que nos são colocados e com os fracassos que alcançamos. Quem não dá o primeiro passo já escolheu pelo fracasso e quem caminha, o viajante, pode fracassar na sua busca, mas somente ele pode alcançar o sucesso. Todo o fracasso já traz em si a semente do sucesso.  Toda grande realização foi, primeiramente e por algum tempo, apenas um sonho. A mais alta, bela e forte árvore dorme dentro do fruto. Lembre-se disso, trabalhe na sua confiança e dê o primeiro passo. Se sofrer um golpe e cair, recomponha-se. Prepare-se mais. Veja o que aprendeu. E continue andando!

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Obrigado pela audiência!

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Gustavo Campos

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Eu sou o mestre do meu destino, o capitão de minha alma

O eterno lamento dos resultados baixos

Dica de gestão  102 de 300: O eterno lamento dos resultados baixos

Ao ler este post será necessário você ter um bloco e uma caneta. A cada pergunta, você deverá responder anotando um número de 1 a 5 para cada resposta, sendo 1 significando “discordo totalmente” e 5 “concordo totalmente”. Creio que desta forma, além de você ter um conhecimento novo, você terá uma avaliação de você em seu atual papel como profissional. Então vamos aos pensamentos!

Historicamente o ser humano é uma espécie insatisfeita. Isso não é um ponto ruim. Esta insatisfação fez com que a humanidade evoluísse. Se não fossem os grandes desafiadores da lógica vigente de cada época, o que seria de todos nós. Citamos Leonardo da Vinci, Barão de Mauá, Gandhi, Neil Armstrong, Bill Gates, Nelson Mandela, Steve Jobs,Santos Dumond, Pelé, entre tantos outros dos mais diversos segmentos. Todos grandes empreendedores em sua época, capaz de revolucionar o modo das coisas e do mundo. Mas estes ensinamentos também servem para os incontáveis outros empreendedores que inovaram a seu modo, em seus pequenos negócios, que fizeram um grande sucesso em sua comunidade / cidade, ganhando fama, reconhecimento e dinheiro.

O problema desta insatisfação é quando ela se associa ao negativismo. Pessoas que circulam ao redor de outras (as “positivas”, geralmente em menor número), que buscam sempre enxergar o pior das coisas e das projeções. Se lançássemos uma moeda para cima, teríamos, a principio, 50% de chance de sair cara ou coroa. Mas um negativo sempre vai achar que vai sair a face da moeda que ele não escolheu. E por cima vai dizer que a moeda não estava equilibrada. Que o lançador tem um jeito de lançar a moeda que sempre dá um lado ou outro, dependendo da escolha dele, e por ai vai o mar de lamentações.

Eu, como pessoa humana, confesso que quando algo sai errado sempre lamento, reclamo, tento buscar uma explicação, mas tudo MENTALMENTE. Acredito que quando nós esbravejamos e soltamos palavras ao ar, existe um fator de contaminação e o mal se agrava. Mais pessoas sofrem o impacto disso. Então, me permito ficar uns minutos chateado e logo me forço a pensar positivamente, ver o lado bom das coisas, identificar o aprendizado e pensar na solução do problema.

Você já deve ter passado por isso. Você estava com um grande problema, para você o maior do mundo. Você conta para alguém seu problema e ele lhe relata um problema que é pelo menos 3 vezes maior. E a pessoa ainda esta feliz e sorridente. Assimilou o golpe, caiu, levantou logo e já está na luta novamente. Isso até o deixa mais feliz. Você começa a enfrentar o seu problema com mais energia e de repente o resolve (antes parecia impossível). Parece mágica, mas foi um pensamento e um comportamento diferente em relação ao problema.

Nelson Mandela já afirmava que “não existe paixão nas metas tímidas”. Por incrível que pareça, isso é um dos grandes motivos dos resultados baixos, ou seja, estipular metas tímidas. Ninguém se motiva com uma meta baixa demais, fácil demais de se alcançar. O próprio Neil Armstrong, citado neste post, viveu uma década de prosperidade da economia americana com o sonho anunciado (meta motivadora) do presidente Kennedy de colocar um homem na lua antes do fim da década (era 1961, quando anunciado a meta). Apenas para constar, em 20 de julho de 1969, esta meta foi alcançada. Você deve estipular um propósito central, um objetivo, um sonho, uma grande meta. Fará muita diferença.

Outro ponto interessante dos resultados baixos é a falta de formalização dos objetivos e metas a serem atingidas. Faz enorme diferença registrar em um caderno por exemplo, as metas para os próximos períodos. Num estudo famoso sobre os alunos de Yale, pesquisadores constataram que apenas 3% haviam escrito seus objetivos como planos para alcançá-los. Vinte anos depois, os pesquisadores entrevistaram os graduados vivos e descobriram que aqueles 3% valiam mais financeiramente que os outros 97% JUNTOS.

Por fim, certamente nesta caminhada em direção ao seu propósito central, existirão obstáculos e metas não cumpridas. Reorganize-se, planeje novamente e siga em frente. Buddha diz que “nós somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos nosso mundo”. Se você voltar com os pensamentos negativos e de frustração na primeira queda, um novo horizonte se formará e você não fará algo notável.

Sessão perguntas auto-análise (use a escala de 1 a 5, conforme instruções, e some seus pontos):

1. Quando algo dá errado fico muito abalado e costumo reclamar e ficar de mal humor.
2. As pessoas, talvez alguns amigos mais próximos, costumam dizer que sou muito fechado, as vezes um pouco negativo, sempre pensando que não vai dar certo.
3. Não costumo ter metas e propósitos para a minha vida definidos
4. Minhas metas e objetivos estão somente na minha cabeça, não estando formalizados e escritos.
5. Estou conformado com o meu jeito de ser e com os resultados que tenho. Acho que não tem mais como eu melhorar.

Padrão de análise:

Até 10 pontos: Parabéns, você é uma pessoa que certamente é positiva e atinge seus resultados

De 11 a 20 pontos: Você deve se esforçar mais para melhorar os índices que mais pontuou. Reveja o texto e busque fontes de aprendizado para uma melhoria constante.

Acima de 20 pontos: Cuidado. Você merece uma auto-análise mais apurada. Verifique as fontes de suas insatisfações e de sua negatividade. Tente melhorar pouco a pouco.

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