SOBRE SOCIALISMO E OUTRAS ASNEIRAS UTOPICAS

Tantas foram as tentativas e tantas foram as criticas que dizer que o socialismo é uma visão utópica de um sistema econômico igualitário quase não faz mais sentido, como diz meu avó “é chover no molhado”. Mas sempre a espaço para mais um debate e foi nisso que pensei quando correu no meu feed de noticias do Facebook um experimento realizado por um professor de economia americano (veja o suposto “experimento“).

Jamais irá existir um sistema econômico que possa satisfazer abastados e proletariado ao mesmo tempo, pois cada qual enxerga a contraparte como inimiga. O socialismo soviético e cubano são a prova disso, pois pecam no que tem mais valor para as pessoas, a liberdade. O capitalismo americano fornece a liberdade, mas peca na desigualdade como a riqueza é distribuída e deixa um gosto amargo para o povo que tem medo de sair da zona de conforto ou que sofre por trocar votos por comida e favores.

 

Não sejamos ingênuos, dar dinheiro e comida para pessoas que não tem condições de possuí-los é apenas um remendo para tirar o foco da má gestão da educação de um país e é sim assistencialismo descarado. Um país tem o dever de não deixar seu povo cair na miséria, mas é dever do mesmo prover condições para que essas pessoas que hoje estão recebendo auxilio possam se manter por si só algum dia, mas o governo prefere usar isso como uma maquina eleitoreira.

Não tenho empatia pelo sistema capitalista que vigora nos dias de hoje, pois explora um consumismo irreal e muitas vezes desnecessário. Produzimos alimentos suficientes para alimentar o mundo e mesmo assim milhões morrem de fome, mas se fosse obrigado a escolher entre ter uma vida tranqüila sem grandes problemas e minha liberdade cheia de incertezas não pensaria duas vezes.

No filme Bee Movie podemos ver como seria um sistema econômico perfeito, mas como no socialismo de Marx é utópico e limita o individuo, ou seja, nem tudo são flores.

 

 

Até o próximo

 

Johnny Mineiro

Empreendedor

http://www.facebook.com/johnny.mineiro

 

 

SOBRE SOCIALISMO E OUTRAS ASNEIRAS UTOPICAS

Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?

Dica de gestão 135 de 300: Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?

O texto é polêmico para quem nasceu a partir de 1980 e, principalmente, para aqueles que compartilham de ideais tão mal entendidos quanto o típico médio cidadão da geração Y. Se você se enquadrar num destes casos, não perca tempo, não leia mais. Você não vai gostar, vai bloquear qualquer informação e continuará sua vidinha do jeito que vais levando.

O título deste post eu ouvi de um empresário que emprega talvez uns 150 profissionais da geração Y, quase todos eles ainda em cargos iniciais na organização. Variações desta “frase-título”, umas bem piores que nem podem serem ditas neste post, são comentadas por muitos outros empregadores. Muitos empresários decidiram pelo mais fácil, que é não contratar mais jovens geração Y ou contratar apenas para o trabalho que é possível adestramento. Nos demais cargos, vamos trazer de volta os mais velhos. Isso se comprova por estatísticas de empregabilidade, onde nos últimos anos muitos “pseudo-aposentados” pela geração Y estão retornando sob uma salva de palmas aos seus postos. Mas tirando a polêmica acusatória sobre a geração Y, este texto trata sobre valores e sobre doação. E isso ainda falta muito para esta geração. Obviamente que temos pessoas distintas em qualquer geração, como é o caso do meu amigo Fabio Buss (@fabiobuss), típico geração Y mas com fortes e bem estruturados valores pessoais. Eu que o conheço, sei que tem um caráter digno, valores familiares, espirituais e de trabalho elevados. E isso é demonstrado no seu currículo e realizações (então, se você é da Geração Y, fique calmo, tem exceções e tem esperança). E também tenho amigos empresários de 60, 70 anos ou mais, muito conectados no mundo e mais mente aberta do que qualquer geração Y que exista hoje vagando pelo planeta sem direção. Mas em ambos os casos, o que se verifica é um profissional com atitudes e competências atualizadas para o momento, mas com forte base de valores. Diferentes da maioria da Geração Y. Como um pensador mercadológico, que observa mercado, interage e decide hoje em dia, tenho que escrever este alerta para esta geração. São coisas não ditas abertamente, mas que influenciam os bastidores. São coisas não declaradas mas que existem. São coisas que podem “travar” um pouco a Geração Y se algo não for feito a tempo. Durante muito tempo na nossa história o humor foi usado para dizer o que era perigoso ser dito abertamente. Hoje, isso retornou. Se pegarmos o vídeo abaixo, notaremos como o humor está sendo usado para esculachar os valores defendidos pela geração Y. E isso forma opinião, pois em pouco mais de 3 meses, já foi visto por mais de 250 mil pessoas.

Mas enfim, o que forma uma geração? (clique no leia mais)

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Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?