Em 1982 havia 315 sites na Internet. Hoje existem 174 milhões. É um mundo repleto de informações disponível para quem quiser e tiver condições de ver, um mundo democrático, sem distinção de classe social ou raça, depende apenas do interesse pessoal.
Pois acima de tudo a internet é feita por pessoas e para as pessoas. É para elas que você está aparecendo e falando, ou seja, de forma pessoal ou profissional, mas você sabe quantas são e, mais importante ainda, quem são elas?
Dados já citados no último post, atualmente no Brasil, segundo a F/Nazca, somos 81,3
milhões de brasileiros, maiores de 12 anos, acessando a internet, com 52,8% da
população que acessa a internet pertencem às classes C, D e E enquanto A e B
somam 47,2%.
Com a facilidade de compra de computadores e descontos para banda larga no país, os
números de acessos feitos a partir de casa estão crescendo, mas este número
ainda não superou o de acessos em lan houses. Ambos representam 28% das
conexões em todo país, seguidos pela casa de parentes ou amigos (22%), trabalho
(13%), escola (12%) e acesso móvel (11%). Ainda existem os pontos de internet
gratuitos que são responsáveis por 7% de todas as conexões.
O Brasil é um país que tem muito espaço para crescer em questões tecnológicas, se estes números já são um atrativo para as empresas de tecnologia, comunicação digital
e e-commerce, estamos apenas aquecendo as turbinas. O importante para a sua
marca é começar hoje a ter uma presença digital, para no mínimo acompanhar na
mesma vibe o desenvolvimento da web.
Já somos líder no ranking de tempo gasto com internet em todo mundo. O brasileiro com acesso à internet passa uma média de 32,5 horas semanais, o que representa um
tempo três vezes maior que às 9,8 horas passadas em frente à TV, segundo estudo
“O futuro da mídia” da Deloitte.
Uma oportunidade para as marcas interagirem com os seus consumidores, conhecendo-os para atender suas necessidades e desejos de forma eficaz. Com este “cenário
virtual” não podemos ficar de fora do ambiente virtual. Mas vale lembrar, a rede tem suas características, é importante comunicar-se de forma adequada com o perfil alvo digital.
É preciso se adaptar não apenas às novas formas de comunicação que surgem a cada
dia dentro da internet como às tecnologias disponibilizadas fora dela aos
internautas. Telas de maior resolução demandam sites de maior resolução, assim
como a internet móvel está exigindo do mercado uma adaptação. É preciso estar
presente em cada ponto de acesso, disponível em todos os meios de conexão, para
não ficar para trás.
Vera Muller
Pensadora Mercadológica.
Fontes:
http://www.tobeguarany.com/internet_no_brasil.php
Revista Poder Digital, maio 2011.

