Inicia a temporada de quebra de promessas de virada de ano

Digamos que você esteja entre aqueles poucos e seletos profissionais que definem seus objetivos para um próximo ano de forma clara e por escrito (para que não seja esquecido. Pode ser em um arquivo no computador também, mas eu prefiro um papel para carregarmos sempre). Os primeiros 5 dias de um ano novo são fundamentais para que você realize o que prometeu na virada do ano e para que estes objetivos sejam realizados. Qualquer objetivo precisa de uma rápida ação. Somente isso representa uma verdadeira decisão. Se você definiu o objetivo e não agiu ainda, você realmente não decidiu. Teve apenas uma intenção de fazer, mas não se desvencilhou de todas as possíveis alternativas (sendo uma delas não fazer nada do que definiu), caracterizando, desta forma, uma falta de decisão.

Um exemplo: Se você foi a praia, e olhou ao redor vendo pessoas com o físico em forma e você olhou para o seu umbigo e não gostou do que viu, neste instante você pode ter sido motivado para um amplo programa nutricional e de exercícios. Chegou em casa, depois da praia, e até evitou algumas comidas gordurosas. Pensou que quando voltar para a sua cidade você irá se matricular em uma academia e, de repente, você ficou satisfeita com sua intenção. E quando você volta em definitivo para a sua residência fixa, já se passou um tempo e você deixa para depois a história de nutricionista e academia, pois para você o veraneio já acabou mesmo. É assim que funciona! Seu cérebro é condicionado para lhe deixar em uma zona de conforto permanente. E as últimas recordações dele é que você não gosta de exercícios e gosta de comer um pouquinho mais do que devia. E por isso ele lhe engana, lhe deixando satisfeita com uma falsa decisão (o que chamo de intenção).

Devido a este fenômeno que costumo dizer que os primeiros momentos depois de você realmente DECIDIR algo são cruciais. Se você decidiu realmente ter um físico e uma saúde melhor, comece já na praia. Caminhadas curtas e crescentes pela manhã e no final da tarde, eliminar álcool e refrigerantes, regular a sua alimentação e nada de pastel, picolé e milho com manteiga na beira da praia. Enfim, são pequenas ações que dirão para o seu cérebro que as regras REALMENTE mudaram e que ele deve agora se orientar por estas novas regras. A cada dia que passar e você continuar nas novas regras, menos doloroso e mais prazeroso serão estas novas atividades. E assim você irá vencer um hábito antigo, que em parte, fazia parte de sua definição de zona de conforto. Você acabou de redesenhar esta zona em sua cabeça e quanto mais permanecer praticando os novos hábitos mais nítidas se tornam estas bordas.

Mas lembre-se, DECIDIR significa passar para o outro lado e queimar a ponte. É um caminho só, cortando todos os demais caminhos e alternativas. Faça isso e bons resultados em 2013. Que este ano seja no mínimo o dobro melhor para você do que foi 2012.

Sugestão de leitura para resoluções de ano novo visando se tornar um profissional melhor:

Missão dada é missão cumprida: 10 missões para você em 2013

10 missões para você em 2012

10 coisas que você ainda pode fazer em 2012

 

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem calendário: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=750005

– Imagem da ponte: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1151651

 

Inicia a temporada de quebra de promessas de virada de ano

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Dica de gestão 133 de 300: Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Recentemente chegou até a consultoria um caso interessante. Não vou detalhar a série de problemas e suas relações, mas o principal sintoma da “doença” instalada era que já haviam mais de 20 meses de queda consecutiva de vendas. A empresa estava na UTI, paralisada, tendo seus recursos consumidos a cada dia que passava. Eles queriam mudar, mas faltavam-lhes a fé que isso era possível. Certamente a situação causava muita dor na equipe de gestão e direção, e o medo de entrar em um processo de mudança de grande magnitude fazia com que esta dor ficasse insuportável. Muitas vezes, acontecem processos semelhantes com as pessoas. Elas levam a sua vida de forma tão mal pensada e até mesmo mal estruturada, que chegam a ancorar a sua felicidade, plenitude e realizações a eventos externos ou a outras pessoas. “Se ‘isso’ acontecesse eu seria feliz / me realizaria”, costumam dizer. Delegam parte ou toda a sua vida para condições que não possuem controle. Esta falta de sentido de realização, quando se eleva, faz com que a pessoa entre em uma crise, que pode ocasionar algo mais grave, como uma doença mental (transtornos de ansiedade, transtornos de humor (depressão), transtornos de comportamentos, entre outros tantos). Saibam que hoje estas doenças mentais são a principal causa de incapacitação de crianças, bem a frente de deficiências como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.

Tanto as empresas como as pessoas, adoecem por perderem o rumo de suas vidas. Se soubessem o resultado final desta jornada que os levou ao “muro” não teriam tomado tais decisões no passado. Muitas vezes, tentaram mudar suas vidas e rumos mas não alcançaram os resultados esperados. E isso fez com que novas iniciativas de mudança fossem sendo boicotadas pelos colegas de setor ou pela própria pessoa, que começou a perder a fé em si mesma e na mudança possível. Isso tudo forma uma crença que com a repetição das evidências (falta de resultado, por exemplo), começa a se tornar um paradigma, um sistema de “verdades” e de maneiras de entender as situações. E estes paradigmas, que são os óculos que enxergamos o mundo, começam a gerar frases como as abaixo, sendo ditas pelas pessoas, para explicar determinados comportamentos e falhas:

  • Isso já foi tentado antes
  • Esse seu gás não vai durar muito tempo. Você vai aprender como as coisas aqui funcionam”
  • Aqui as coisas só funcionam de um jeito. O jeito que sempre foi feito”
  • Para que inventar?

Estas crenças manifestadas em sábias frases de ‘observadores do status quo’, muitas vezes até se transformam em ditados populares, podem não estar erradas, mas para um propósito de mudança definitivo, é melhor que se conheça a fundo estes paradigmas que podem congelar qualquer passo em direção a uma nova maneira de se fazer e enxergar as coisas.

Já comentei no post “Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?”  sobre os elefantes e os condutores. Então, saibam que para aumentar as nossas chances de sucesso em qualquer movimento de mudança, nós temos que realizar 3 procedimentos simultâneos, sendo eles: Continue reading “Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.”

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.