Pergunta de final de semana: Mais um ano está passando. E você o que conquistou?

Ainda estou vivenciando semanas quentes em cada empresa que atendo. Semanas onde tem se dado muita ênfase em metas, como se o ano tivesse apenas o mês de dezembro. Nunca, durante todo o ano, foi falado tanto em meta como agora. Interessante é ver que este fenômeno, em grande parte se repete tanto em grandes conglomerados, pequenas empresas ou até mesmo nas vidas pessoais das pessoas como um todo. Interessante saber que isso irá se repetir no ano que vem. Pois, se não mudarmos o “jeito natural” que pensamos, tudo será a mesma coisa. E qual é este jeito? O jeito é que agimos sob pressão. 

Esta pressão é exercida por nós mesmos. Parece que é um “sistema natural autoconfiante”, que nos diz: temos muito tempo ainda para fazer isso; relaxe. Quando for a hora começamos”. E quando o prazo está estourando, ligamos o botão stress-turbo e agimos.

Isso tudo ainda referindo aquela parcela de empresas que tem metas e um plano traçado. A maior parte, nem isso tem, deixando que o destino controle a empresa ou a sua vida.

Então, os questionamentos são:

– Neste ano, você dirigiu a sua vida ou foi dirigido pelas circunstâncias? Em qual percentual você dirigiu e em qual você foi dirigido?

– E no próximo ano, você irá atuar ou ser diretor desta sua vida? Em quais percentuais?

 

Bom final de semana

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: Mais um ano está passando. E você o que conquistou?

Tem gente que no aperto se encolhe.

De vendedores / representantes comerciais a donos de empresa. De gerentes a esposas / maridos de lares classe média ou alta no Brasil. Uma grande parte das pessoas vincula a sua felicidade a sua situação financeira. Seja na esfera pessoal ou profissional, não alcançar um objetivo não significa que você deva ficar infeliz o resto da estação. Mantras pronunciados aos quatro ventos reforçam estas posições, tais como: “Casamento sem dinheiro não prospera”; “Riqueza não traz felicidade mas sustenta”; “Se eu tivesse dinheiro eu seria muito feliz”; “Dinheiro faz dinheiro e quem não tem não consegue nada”, e por ai vai, coisas do tipo e variações destas. Se felicidade estivesse vinculado com dinheiro seriamos um mundo de infelizes, pois a maior parte da população do planeta ainda luta diariamente para ter o suficiente para sobreviver. A tão comentada classe C brasileira, que emergiu para se tornar maioria entre as demais classes, ainda é extremamente pobre pelas classificações utilizadas (como o Critério Brasil, entre outros). Mas o ponto central deste post deriva deste. Por que algumas pessoas se encolhem quando estão em dificuldade? Por que estas pessoas ficam extremamente mal humoradas? Por que estas pessoas querem te levar junto para o lugar sombrio que estão e não aceitam que você pode ser feliz mesmo com contextos não-favoráveis? Por que estas pessoas vinculam a sua própria felicidade com sua situação financeira do momento?

Conheci empresários e vendedores que ganharam em média R$ 40.000,00 por mês neste ano mas estão muito insatisfeitos e infelizes, pois sua meta era ganhar R$ 55.000,00 por mês. A mesma infelicidade é vista em profissionais que ganharam R$ 4.000,00 por mês e naqueles que ganharam um salário mínimo. Digamos que você ganhou R$ 4.000,00 por mês durante 2011, durante o ano inteiro aproveitou de restaurantes, lojas, passeios, enfim, nada tão extravagante mas fez algumas coisas e agora, não consegue sair de férias pois não recebeu um bônus programado que estava atrelado as suas metas. Sim, é triste. Você contava com isso para suas férias. Agora terá que ficar em casa. E com isso você fica muito triste, a ponto de querer dormir o dia inteiro e esperar o próximo ano passar rapidinho para chegar as férias novamente. Será que é preciso isso tudo? Triste mesmo é este comportamento fraco e deprimido. Triste mesmo é não se responsabilizar pela sua situação e por que você não fez o que tinha que ser feito para ter alcançado suas metas. Quando você não se responsabiliza, você lamenta. Você culpa alguém ou a alguma coisa. Mas nunca se permite parar e avaliar o que deixou de fazer e por que não teve resultados melhores. A situação apertou, e tu te encolheu.

Eu no lugar de qualquer pessoa assim já assumo outra postura. Pensaria da seguinte maneira:

– Sou 100% responsável pelos meus resultados, bons ou ruins, sem exceção e culpados;

– Prefiro me motivar para o lugar que estou indo do que lamentar as coisas que deixei de alcançar (é uma visão que muda muitas coisas);

– O resultado que obtive foi o que meus atos, pensamentos, comportamentos e decisões (ou falta delas) me proporcionaram de retorno;

– Os mercados são formados por picos e vales. As vezes o mercado sobe e nos leva para cima. As vezes ele cai e nos empurra para baixo. Isso faz parte do ciclo natural das coisas. Devemos ficar atentos sim a evolução das coisas e brigar por melhores resultados sempre, mas não adianta se emburrar e fazer beicinho se o mercado está em sua época de vale (queda);

– Como moro em Porto Alegre faria o seguinte nesta situação acima (o mesmo vale para a sua cidade, apenas pense em como adaptar): aproveitaria tudo o que a cidade oferece em uma época de poucas pessoas (pois todos estão se esmagando nas areias da praia). Coisas como, fazer uma lista de restaurantes novos e ir conhecer, locais turísticos novos e não-conhecidos (como o Catamarã, o ônibus de turismo de POA, as obras de arte espalhadas pela cidade pelos movimentos culturais da época, happy hour frequentes pela cidade, leria um bom livro tomando o meu drinque preferido, faria churrascos todo o final de semana, caminharia todo o dia no final de tarde no parque da cidade, iria ao cinema e ao teatro, faria uma festa de natal mesmo que fosse para apenas eu e meus cachorros, visitaria um local próximo e passaria alguns dias (sem gastar muito, pois este é o caso do exemplo dado) e aproveitaria para tentar pensar o próximo ano com ações diferenciadas e que me levassem a uma situação melhor. Então a pergunta é: o que você pode fazer para tornar este momento que está passando positivo e inesquecivelmente bom?

Sei que apesar de todas estas dicas a ,mudança é algo difícil. Em um estudo médico publicado na revista Fast Company, é apresentado dados interessantes de como é difícil para nós mudarmos, ou pelo menos demonstra como resistimos a mudança. Em aproximadamente 90% dos pacientes que sofreram alguma cirurgia no coração, o conhecimento de que precisariam mudar sua rotina para evitar este procedimento mais grave estava presente, mas nada fizeram. Devido a este estudo, chegou-se a algumas conclusões:

– Uma crise não é um grande motivador para mudanças

– Uma mudança não é motivada pelo medo;

– Conhecer fatos concretos não nos faz mudar;

– É mais fácil fazer uma mudança drástica do que várias pequenas.

Em suma, o estudo revela que a “alegria de viver” é um motivo mais forte do que o “medo de morrer”.

Enfim, tem muitas coisas a serem feitas e planejadas e no mundo tudo não vai sair conforme pensamos. O jeito é andar para frente, com alegria de estar caminhando. Andando se abrem novos caminhos. Ficar encolhido, esperando o tempo melhorar é delegar a vida aos outros. Por que terceirizar a felicidade? Por que viver se comparando aos demais e se lamentando por que eu não posso isso ou aquilo?

Pessoal, pensem um pouco. Será que realmente tem lógica isso tudo que eu estou escrevendo? Se não querem fazer isso e mudar sua postura, pelo menos façam uma coisa: não me contem nada. Não me tirem para amigo e fiquem contando lamúrias. Quero distância de pessoas negativas e que não querem pensar e agir em direção ao melhor. Pelo menos assim, eu continuo vivendo o meu mundo em felicidade e realizações, estando em picos ou em vales. O importante é caminhar. Pelo menos eu penso assim.

Boa caminhada.

Espero que tenha sido uma leitura útil e agradável.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Livro de Dan Miller – Segunda-feira nunca mais!. Editora Fontanar

 

 

Tem gente que no aperto se encolhe.

Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

Dica de Gestão 110 de 300: Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

“O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”, pergunta Alice.

“Isso depende muito de aonde você quer ir”, responde o Gato.

“Não me importa muito para onde…”, diz Alice.

E o Gato sentencia: “Então não importa o caminho que você escolher”.

Alice ainda comenta: “Contanto que dê em algum lugar, parece bom”.

“Você pode ter certeza de que vai chegar a algum lugar se caminhar bastante”, garante o Gato.

E por ai se desdobra a fantástica história de Alice no País das Maravilhas. Hoje, neste post, falaremos de caminho, de direção, mas de uma forma planejada, intencionada. Isso significa falar de metas, alvos e objetivos. Meta é o caminho que a flecha faz. Meta é o que você faz para atingir o alvo. Então, quais as suas metas para este ano? Difícil responder? Vamos curtir inicialmente uma poesia de Mario Quintana e depois vamos relacionar isso com alguns aprendizados que tenho a compartilhar com todos, sobre metas.

 

Mario Quintana, em toda a sua poesia fabulosa, nos ensina a apreciar a vida. Mas também podemos fazer algumas analogias para os negócios. Nesta semana de aniversário de Porto Alegre, nada melhor do que também homenagear a cidade citando as poesias de um dos seus mais respeitados e nobres gaúchos. Veja abaixo a poesia “Quem sabe um dia” de Mario Quintana.

Quem Sabe um Dia – Mário Quintana

Quem Sabe um Dia
Quem sabe um dia
Quem sabe um seremos
Quem sabe um viveremos
Quem sabe um morreremos!

Quem é que
Quem é macho
Quem é fêmea
Quem é humano, apenas!

Sabe amar
Sabe de mim e de si
Sabe de nós
Sabe ser um!

Um dia
Um mês
Um ano
Um(a) vida!

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois

Para uma melhor compreensão do que é uma meta, vamos colocar / relembrar algumas dicas:

– Toda a meta precisa de um alvo, mas nem todo o alvo precisa de uma meta.

– Meta é direção, é trajetória, é velocidade.

Para um melhor aprendizado, imagine-se por um momento próximo a data de início de suas férias. Imagine você decidindo o que irá fazer com 15 dias de férias que terás. Naturalmente, a primeira coisa a ser feita é discutir o que vamos fazer? Para onde vamos? Difícil seria chegar no primeiro dia de férias, carregar o carro com tudo o que é necessário para 15 dias fora de casa, dar a partida no carro e sair pelas estradas a toa, sem rumo. Então o primeiro ponto é:

– Precisamos definir um alvo, ou seja, um ponto futuro para onde iremos. Um lugar onde desejamos estar.

Definido o local e com tempo hábil, podemos iniciar o planejamento das férias. Dependendo do local terá que se cumprir desde uma burocracia (como vistos para alguns países) como precauções (vacinas por exemplo). Dependendo do local levaremos roupas adequadas para um clima ou outro, para algumas atividades (praia ou serra?) ou outras.  Então, neste ponto, temos mais alguns aprendizados.

– Com planejamento, aproveitamos mais o caminho e chegamos mais rápido aos alvos programados.

– Veja o tempo que você tem para chegar no alvo e planeje todas as suas ações e metas para que seja possível alcançar o resultado desejado.

Para realizar um bom planejamento, tanto de suas férias quanto de sua vida particular ou profissional, faça o seguinte exercício:

1. Em uma folha de papel, liste 5 alvos para este ano. Apenas 5, para 12 meses. Até que tenhamos o gosto das realizações constantes, não exceda este número.

Exemplo:

– Emagrecer 5 quilos

– Fazer uma viagem ao exterior

– Ingressar em uma pós-graduação

– …

2. Para cada um destes alvos, determine 5 tópicos de temas que você vai ter que tratar / observar / fazer.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

– Nutricionista

– Eventos sociais

– …

3. Para cada um destes tópicos, liste 5 ações DIÁRIAS que você irá fazer para alcançar os alvos.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

a. Todo o dia fazer algum exercício físico, com exceção de quarta e domingo (descanso). Na academia ou em casa.

b. Pagar 6 meses de academia adiantado, ganhando um desconto, mas também aumentando o compromisso

c. Cada dia que tiver programado em ir na academia ou fazer exercícios e por preguiça eu não fazer, vou doar R$ 50,00 para a entidade ABC

d. …

e. …

Leve sempre esta folha com você e busque realizar todas as ações diárias que se propôs. Realizando este exercício simples, tenho certeza que se não for alcançado o alvo no tempo previsto, certamente estaremos muito mais próximo do resultado almejado. Como ter tanta certeza?

Esta dinâmica toda forma processos novos, mudanças nos hábitos que temos. Esta nova rotina, num primeiro momento lembrada e imposta por nós mesmo, com o tempo se tornam novos hábitos. Se você quer tanto aumentar a carteira de clientes , perder peso, ou outro objetivo proposto, basta realizar todo este processo pensado da forma acima explicada. O resultado será alcançado.

Por fim, aconselho a realizar este exercício acima para cada um dos papéis relevantes de sua vida. São exemplos de papéis: marido/esposa; profissional; pessoal; etc

Lembre-se: se não há uma meta, um alvo, um objetivo a ser alcançado, como ter ânimo para se viver intensamente cada dia?

“Se quiser ter sucesso na vida, seu desejo de sucesso precisa ser maior que seu medo de fracassar” Bill Cosby

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Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

Dica de gestão 87 de 300: O treino nosso de cada dia!

DICA DE GESTÃO 87 DE 300: O treino nosso de cada dia!

Lance Armstrong! Este nome diz algo para você? Quem conhece um pouco sobre esportes, principalmente ciclismo, saberá a resposta. Seu grande feito foi ter vencido uma das provas mais duras do ciclismo, o Tour de France. Por sinal, ele venceu 7 vezes. É um grande atleta. Mais incrível do que isso, é como ele prepara a sua mente e o seu corpo para competir. Acham que ele possui uma bela estrutura com os últimos equipamentos a disposição? Muito engano. Coisa simples, em sua casa, com um personal, muita vontade, dedicação e disciplina. Neste link vocês verão uma série de exercícios executados pelo próprio Lance, em sua casa.

Ele é um campeão, POR QUE TREINA  MUITO. Condiciona mente e corpo e coloca tudo em alinhamento com o seu conjunto de metas. Sua capacidade de recuperação e concentração é tanta que conseguiu vencer um incrível mal que lhe abateu por algum período. Aos 25 anos, depois de perceber uma grande inflamação na virilha, começar a vomitar sangue, o diagnóstico: câncer nos testículos e mais dois tumores, do tamanho de bolas de golfe, no pulmão e no cérebro. Os médicos deram, com otimismo, 40% de chance de sobreviver. Isso foi em 1996.

Seu grande patrocinador, cancelou o contrato. Vendeu bens e quase a casa, mas passados um pouco mais de 2 anos de tratamento, voltou as pistas e em 1999 venceu mais uma vez o Tour de France.  Estava curado. Correu e ainda se aventura em algumas corridas, mesmo já tendo anunciado sua aposentadoria. Não consegue ficar parado! Em uma entrevista, ainda doente, afirmou: “Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu

Agora, dando uma guinada para o nosso mundo organizacional, algumas perguntas inquietantes:

1. Que tipo de treinamento nós fazemos para afiar nossa mente e corpo para o nosso trabalho?

2. Que tipo de metas temos estabelecidos para nós mesmos?

3. E quais aquelas super-metas, aquelas que transcendem até mesmo os mais desfavoráveis prognósticos?

4. O que nos motiva a acordar cada dia?

Ontem tive contato com uma frase que fecha bem com isso. É um ditado da época da idade média, que em suma diz que devemos lutar e persistir pela nossa causa.

Lutem e lute novamente, até cordeiros virarem leões“. Naquela época, onde as fronteiras do mundo estavam sendo desenhadas e a idade média do ser humano era em torno de 40 anos, lutar em guerras era algo normal e esperado de um homem (até mesmo crianças com mais de 10 anos). Estas pessoas representavam povoados, com seus brasões, ritos, mitos, culturas, línguas. Estes homens lutavam por suas famílias, pois se perdessem sabiam o que suas mulheres e crianças iriam sofrer. Eles brigavam por justiça e por liberdade. Eles tinham uma causa, que valia mais do que a própria vida. Eles tinham um nome a honrar e a perpetuar.

Em muitos trechos da história mundial, de “Alexandre o Grande”, passando por “Coração de Leão” e indo além, notamos que o rei participava da linha de frente das batalhas. Ele discursava aos seus soldados e dando um exemplo corria ao combate com seu cavalo. “Vida longa ao rei“, gritavam seus súditos em direção a morte anunciada. Tinham realmente uma CAUSA E UM EXEMPLO A SEGUIR.

Hoje em dia, vejo que muitas empresas são pobres de valores, rituais, cultura, misticismo, disciplina e ambição em defender uma causa e dar um exemplo digno a seguir, para que seus funcionários façam algo mais do as 8 horas exigidas de trabalho, que se resumem, as vezes, a muito menos compromisso do que esta carga horária.  Estão presentes de corpo mas não de alma. Não carregam nosso símbolo no escudo. Nem mesmo carregam escudo. De tão fraco de raízes estas empresas sucumbem ao vento. Onde foi que perdemos isso? Onde perdemos o brio de viver e brigar por algo maior? Onde foi que tudo se resumiu a dinheiro? Onde foi que esquecemos nossa causa e temos, devido a  isso, dificuldade para se desamarrar das cordas invisíveis que nos prendem na cama quando o despertador toca? Onde foi que perdemos nossa alma, e durante o expediente da batalha do dia, estamos pensando em nossas férias ou como seria diferente a nossa vida se, se, se, se, se, se, se,…..  e por ai vai inúmeras e infindáveis condicionantes para nosso conforto psicológico.

SERÁ QUE ESTE BRIO, ESTA CAUSA, ESTA ALMA, TEM QUE NOS SER DEVOLVIDA? Será que houve um ladrão? Ou será que simplesmente a entregamos a alguém em troca de um trabalho que não seja muito complicado e que nos pague um pouco para viver todo mês?

Se decidirem recuperar o que julgo que perderam, e que ninguém roubou, simplesmente decidam. E ao decidir, montem o seu plano de treinamento. Lutem e lute novamente….. Hoje receberam um diagnóstico de morte. Amanha, decidam pela vida! … até cordeiros virarem leões!

Até a próxima dica

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Gustavo Campos

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Dica de gestão 87 de 300: O treino nosso de cada dia!

Dica de gestão 02 de 300

– Metas –

Todo o ambiente profissional onde trabalha uma equipe motivada, existe um grupo de metas sendo cumpridas e um grupo de metas sendo apresentadas como desafios de curto, médio e longo prazo. Metas bem elaboradas, desenvolvidas de forma compartilhadas e apresentadas para a equipe de forma motivante, com sentido e lógica coerente, temos um importante instrumento de mobilização orientada. Onde ocorre a maior parte dos erros relacionados a gestão está em: (a) apresentar metas de formas desconcertadas com a estratégia ou metas que a equipe não participa do desenvolvimento e considera impossível de ser alcançada; (b) não ter um sistema de acompanhamento das metas, que podem manter o entusiasmo e a contaminação positiva na equipe na busca da superação das metas; e (c) apresentar as metas de forma coletiva, sem eleger responsáveis e não vincular recompensas e reconhecimentos ao cumprimentos dos desafios.

Até a proxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Dica de gestão 02 de 300