Em tempos onde ter acesso á informação determina quem pode estar à frente ou atrás no mercado, lojas de marcas famosas, principalmente nos EUA aderiram ao estilo Big Brother e passaram a conectar suas câmeras de segurança a programas que permitem avaliar o comportamento dos clientes. Com os dados em mãos, podem tomar providências sobre uma série de coisas: aumentar o número de funcionários em determinados setores e mudar móveis de lugar por exemplo.
Essa é uma prática que o comércio eletrônico já vem executando desde quando iniciou, tendo como base as informações trazidas pelos clicks dos usuários. Empresas como a Retail Next, vem se aperfeiçoando nesse campo e desenvolve softwares que fazem conexão COM vídeo gerado pelas câmeras de segurança. Com a colaboração desse tipo de serviço, a loja de Miami da Montblank aumentou em 20% seu faturamento no ano passado.
Seguindo nessa mesma linha de trabalho, os ingleses da Path Intelligence fornecem equipamentos para captar sinais do celular e monitorar o caminho percorrido por seu proprietário dentro do shopping. A empresa diz rastrear cerca de 1 milhão de pessoas por dia.
Alguns shoppings avisam aos clientes que seus celulares devem ser desligados caso não queiram ser monitorados, o que de certa fora é desagradável.
O fato é que toda essa “corrida” pela informação, vem gerando muita polêmica em torno do tema “invasão de privacidade”. Enquanto alguns entendem o movimento como impraticável, outros dizem que monitorar comportamento de consumidores por câmeras e celulares não é algo mais intrusivo do que já fazem as lojas virtuais.
E você, o que pensa a respeito??
Obrigado pela audiência.
Tenha uma ótima semana!

Juliano Colares
Pensador Mercadológico
@juliano_colares
Links recomendados do Pensador Mercadológico
http://www.facebook.com/pensadormercadologico
http://www.twitter.com/blogdopensador
