Oba, hoje é feriado!

Oba, hoje é feriado! Quantas pessoas escrevem isso em seu mural, festejando um feriado. Interessante. Na psicologia existe o termo chamado “Esquema“, que são representações genéricas de fatos, coisas e ocasiões que acontecem ou estão a nossa volta e que estão na nossa mente, gravadas. Pense em carro esportivo e pensará em velocidade, na cor vermelha. Pense em margarina e já vem a família Feliz. Pense em Disney e vem o Mickey, Pateta, Pato Donald e Tio Patinhas. São esquemas. O trabalho por si só e pelo contexto histórico carregado de opressão, cronometragens, tempos e movimentos, capitalismo abusivo, gerou um esquema maldito para esta palavra. Dificilmente se escreve “oba, amanhã é segunda-feira, dia de trabalhar”. Por sua vez o feriado é um esquema de alívio, de fuga, de folga, de se fazer o que ser gosta ou de simplesmente ficar jogado na cama de pijama. Se é feriado santo poucos sabem e se importam.

O que acontece é que a vida, nossas escolhas e decisões, muitas vezes são feitas por critérios errados, afastados de nossos valores. Escolhamos o dinheiro no final do mês e a tortura de 30 dias para consegui-lo. Existe um chip pré-programado na nossa mente que diz que não existe trabalho legal, bom e motivador. Trabalho é algo que faço para conseguir o que gosto, o que é legal e o que realmente me motiva. Interessante são as pesquisas comportamentais já realizadas, e não foram poucas, que mostram que ao se acompanhar grupos de pessoas por décadas, se comprova que os mais bem sucedidos (e até mesmo ricos) são aqueles que aliaram trabalho e felicidade. Trabalham como se estivessem de feriado, todo o dia. Foram e são poucos.

Desta forma fica a reflexão. Hoje é feriado. Oba! Amanhã pode ser feriadão para alguns. Oba! Oba! e Segunda que vem tem trabalho novamente. Oba! Oba! Oba! (para os poucos que entendem este código).

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1397458

 

Oba, hoje é feriado!

Pergunta de final de semana: Você conhece alguém frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Eu não conheço. Como atendo diversas pessoas como coach, sempre quando inicio um destes processos novos eu testo a clareza do coachee em relação a sua missão pessoal. O que ele realmente se propõe a fazer na vida? O que o motiva? O que ele deseja ser e alcançar? Quais as etapas que ele irá “galgar” para chegar ao ponto que deseja na vida, na profissão e em todas as demais áreas de interesse? Sempre, sem exceção, quando a pessoa está frustrada com a vida, desiludida, ela tem dificuldades de responder estes questionamentos. Por outro lado, pessoas que mesmo que não tenham nunca formalizado estas respostas, mas que possuem um senso de direção claro e estabelecido, mesmo passando por dificuldades, não se sentem frustrados com a vida. Pelo contrário, continuam perseguindo os seus ideais e sonhos. Quando o processo de coach formaliza todos estes aspectos para a pessoa, ela duplica a sua capacidade de realização. É algo fantástico!

Então, a pergunta de final de semana é: você conhece alguém que é permanentemente frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Pense nisso! Da próxima vez que você sentir uma “pontinha” de desilusão, pense em qual a sua missão para o período (dia, semana, mês e ano). Tenha para cada período uma missão. Isso poderá aditivar o seu desempenho e isolar você de sentimentos de derrota, mesmo que esteja passando por momentos bem difíceis na vida.

Bom final de semana e saibam que todas as pessoas tem períodos de altos e baixos, mas poucas tem uma missão a perseguir que os leva mais rápido a vitória.

 

Gustavo Campos

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Fontes:

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=257927

 

Pergunta de final de semana: Você conhece alguém frustrado com a vida e com uma missão clara a cumprir?

Tem gente que no aperto se encolhe.

De vendedores / representantes comerciais a donos de empresa. De gerentes a esposas / maridos de lares classe média ou alta no Brasil. Uma grande parte das pessoas vincula a sua felicidade a sua situação financeira. Seja na esfera pessoal ou profissional, não alcançar um objetivo não significa que você deva ficar infeliz o resto da estação. Mantras pronunciados aos quatro ventos reforçam estas posições, tais como: “Casamento sem dinheiro não prospera”; “Riqueza não traz felicidade mas sustenta”; “Se eu tivesse dinheiro eu seria muito feliz”; “Dinheiro faz dinheiro e quem não tem não consegue nada”, e por ai vai, coisas do tipo e variações destas. Se felicidade estivesse vinculado com dinheiro seriamos um mundo de infelizes, pois a maior parte da população do planeta ainda luta diariamente para ter o suficiente para sobreviver. A tão comentada classe C brasileira, que emergiu para se tornar maioria entre as demais classes, ainda é extremamente pobre pelas classificações utilizadas (como o Critério Brasil, entre outros). Mas o ponto central deste post deriva deste. Por que algumas pessoas se encolhem quando estão em dificuldade? Por que estas pessoas ficam extremamente mal humoradas? Por que estas pessoas querem te levar junto para o lugar sombrio que estão e não aceitam que você pode ser feliz mesmo com contextos não-favoráveis? Por que estas pessoas vinculam a sua própria felicidade com sua situação financeira do momento?

Conheci empresários e vendedores que ganharam em média R$ 40.000,00 por mês neste ano mas estão muito insatisfeitos e infelizes, pois sua meta era ganhar R$ 55.000,00 por mês. A mesma infelicidade é vista em profissionais que ganharam R$ 4.000,00 por mês e naqueles que ganharam um salário mínimo. Digamos que você ganhou R$ 4.000,00 por mês durante 2011, durante o ano inteiro aproveitou de restaurantes, lojas, passeios, enfim, nada tão extravagante mas fez algumas coisas e agora, não consegue sair de férias pois não recebeu um bônus programado que estava atrelado as suas metas. Sim, é triste. Você contava com isso para suas férias. Agora terá que ficar em casa. E com isso você fica muito triste, a ponto de querer dormir o dia inteiro e esperar o próximo ano passar rapidinho para chegar as férias novamente. Será que é preciso isso tudo? Triste mesmo é este comportamento fraco e deprimido. Triste mesmo é não se responsabilizar pela sua situação e por que você não fez o que tinha que ser feito para ter alcançado suas metas. Quando você não se responsabiliza, você lamenta. Você culpa alguém ou a alguma coisa. Mas nunca se permite parar e avaliar o que deixou de fazer e por que não teve resultados melhores. A situação apertou, e tu te encolheu.

Eu no lugar de qualquer pessoa assim já assumo outra postura. Pensaria da seguinte maneira:

– Sou 100% responsável pelos meus resultados, bons ou ruins, sem exceção e culpados;

– Prefiro me motivar para o lugar que estou indo do que lamentar as coisas que deixei de alcançar (é uma visão que muda muitas coisas);

– O resultado que obtive foi o que meus atos, pensamentos, comportamentos e decisões (ou falta delas) me proporcionaram de retorno;

– Os mercados são formados por picos e vales. As vezes o mercado sobe e nos leva para cima. As vezes ele cai e nos empurra para baixo. Isso faz parte do ciclo natural das coisas. Devemos ficar atentos sim a evolução das coisas e brigar por melhores resultados sempre, mas não adianta se emburrar e fazer beicinho se o mercado está em sua época de vale (queda);

– Como moro em Porto Alegre faria o seguinte nesta situação acima (o mesmo vale para a sua cidade, apenas pense em como adaptar): aproveitaria tudo o que a cidade oferece em uma época de poucas pessoas (pois todos estão se esmagando nas areias da praia). Coisas como, fazer uma lista de restaurantes novos e ir conhecer, locais turísticos novos e não-conhecidos (como o Catamarã, o ônibus de turismo de POA, as obras de arte espalhadas pela cidade pelos movimentos culturais da época, happy hour frequentes pela cidade, leria um bom livro tomando o meu drinque preferido, faria churrascos todo o final de semana, caminharia todo o dia no final de tarde no parque da cidade, iria ao cinema e ao teatro, faria uma festa de natal mesmo que fosse para apenas eu e meus cachorros, visitaria um local próximo e passaria alguns dias (sem gastar muito, pois este é o caso do exemplo dado) e aproveitaria para tentar pensar o próximo ano com ações diferenciadas e que me levassem a uma situação melhor. Então a pergunta é: o que você pode fazer para tornar este momento que está passando positivo e inesquecivelmente bom?

Sei que apesar de todas estas dicas a ,mudança é algo difícil. Em um estudo médico publicado na revista Fast Company, é apresentado dados interessantes de como é difícil para nós mudarmos, ou pelo menos demonstra como resistimos a mudança. Em aproximadamente 90% dos pacientes que sofreram alguma cirurgia no coração, o conhecimento de que precisariam mudar sua rotina para evitar este procedimento mais grave estava presente, mas nada fizeram. Devido a este estudo, chegou-se a algumas conclusões:

– Uma crise não é um grande motivador para mudanças

– Uma mudança não é motivada pelo medo;

– Conhecer fatos concretos não nos faz mudar;

– É mais fácil fazer uma mudança drástica do que várias pequenas.

Em suma, o estudo revela que a “alegria de viver” é um motivo mais forte do que o “medo de morrer”.

Enfim, tem muitas coisas a serem feitas e planejadas e no mundo tudo não vai sair conforme pensamos. O jeito é andar para frente, com alegria de estar caminhando. Andando se abrem novos caminhos. Ficar encolhido, esperando o tempo melhorar é delegar a vida aos outros. Por que terceirizar a felicidade? Por que viver se comparando aos demais e se lamentando por que eu não posso isso ou aquilo?

Pessoal, pensem um pouco. Será que realmente tem lógica isso tudo que eu estou escrevendo? Se não querem fazer isso e mudar sua postura, pelo menos façam uma coisa: não me contem nada. Não me tirem para amigo e fiquem contando lamúrias. Quero distância de pessoas negativas e que não querem pensar e agir em direção ao melhor. Pelo menos assim, eu continuo vivendo o meu mundo em felicidade e realizações, estando em picos ou em vales. O importante é caminhar. Pelo menos eu penso assim.

Boa caminhada.

Espero que tenha sido uma leitura útil e agradável.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Livro de Dan Miller – Segunda-feira nunca mais!. Editora Fontanar

 

 

Tem gente que no aperto se encolhe.

Quem sabe você decide ser sensacional em alguma coisa na vida?

Ser sensacional. Fora de série. Outlier. Incomum. Diferente. Único. Destacado. Referência. Ser o “cara” em alguma coisa na vida. Tem algo melhor? Todos querem ser o melhor em alguma coisa. Talvez até ser reconhecido na rua por alguma coisa. Mas quantos querem pagar o preço? Não tem idade, sexo ou renda. Comece quando você quiser, mas comece. É algo a se buscar em qualquer momento da vida. Quer ser o melhor jogador de bocha do mundo? Vai em frente! O melhor atleta em algum esporte radical. Go ahead! O profissional de mais destaque na sua especialização? Nada o segura. Dê o primeiro passo e lute para sair do vale da média e da mesmice, da mediocridade e da igualdade. Seja muito bom em poucas coisas. Isso fará de você uma pessoa e um profissional de maior destaque na vida. Boa sorte na caminhada. O vídeo abaixo demonstra pessoas comuns mas com talentos desenvolvidos para atividades esportivas de alto nível (ouça com som).

 

Gustavo Campos

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Quem sabe você decide ser sensacional em alguma coisa na vida?

Pergunta do final de semana: Até onde você está disposto a ir pelos seus objetivos?

Desistimos rápido demais?

Superamos tudo pela frente e nada nos segura?

Estamos dispostos a tudo pelos nossos objetivos?

Enfim, muitas vezes listamos objetivos para a nossa vida mas não os perseguimos com tanto afinco. O que será que acontece? Será que achamos que podemos recuperar o tempo?

 

Veja os vídeos e responda sinceramente esta questão.

Vídeo 01 (descrição do filme): O atleta Derek Redmond, semifinalista dos 400mts no Jogos Olímpicos de 1992 e candidato ao ouro olímpico, sofre um estiramento na coxa direita durante a prova, faltando 175mts para a chegada. Seu pai desce da arquibancada e ajuda-o a terminar a prova com honra, orgulho, persistencia e humildade.

 

Vídeo 02: Gabrielle Andersen – Olimpiadas de 1984

 

Gustavo Campos

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Pergunta do final de semana: Até onde você está disposto a ir pelos seus objetivos?

"O cara que inventou a roda era um idiota. O cara que inventou as outras três é que foi um gênio."

O fracionamento dos processos e pensamentos leva a uma visão de que as empresas são um conjunto de departamentos. E que a soma deles deveria formar algum sentido. Será? Vejo especialistas em controladoria somente falar de números e pensar que pela demonstração financeira conseguem todas as respostas. Assim como analistas de marketing que fazem belos PowerPoints mas se arrepiam ao chegar perto de uma planilha para demonstrar os resultados que trarão.

Já assisti inúmeras apresentações enfadonhas, de consultores a gestores, tentando mostrar algo que pudesse remotamente motivar a equipe. O resultado como diria um professor de inglês: “Rubbish!” Em grande parte porque falham na sensibilização das pessoas. Não há conexões e a turma dorme no terceiro slide ou na quinta linha do emaranhado de células com números. Em suma, parte-se da ilusão que é possível  “programar” os funcionários jogando informação de forma lógica. Será?

Richard Conniff no excelente História Natural dos Ricos cita uma frase que diz que “somos todos o mesmo bicho, com ou sem os Cartier.” Alan Kay, executivo da HP aprofundou: “Se formos além da superfície numa típica reunião de Conselho de uma empresa, veremos que não passamos de homens das cavernas com pastas de executivo ansiosos por ouvir as histórias de alguém com algo inteligente a dizer.” As histórias nos envolvem e fazem acreditar (ou não) em um direcionamento. E isso é mais da metade do caminho: se convencer e acreditar que é possível.

Juntar as peças e contar uma história é fundamental para trazer as pessoas para seu lado. As metáforas e as analogias enriquecem as percepções. O high tech (sistemas, planilhas e seus afins) são importantes para a gestão, no entanto não são mais suficientes. Daniel Pink enfatiza isso nos termos high concept (a capacidade de criar beleza artística e emocional, combinar ideias para formar algo novo e conceber uma narrativa interessante) e high touch (criar laços de empatia, compreendendo as características humanas e buscar propósito e sentido).

Grande parte das marcas executa essas ações combinadas na construção de sentido e relacionamento com seu público. Na esfera dos esportes, conforme visto em Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas, as marcas bem sucedidas contam com abordagens que envolvem os conceitos de Pink. A próxima vez que estiver responsável por conduzir pessoas e marcas lembre-se disso. Nas palavras de Sid Caesar, não esqueça as outras três rodas.

Felipe Schmitt Fleischer

@fsf11

Pensador Mercadológico

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"O cara que inventou a roda era um idiota. O cara que inventou as outras três é que foi um gênio."

Os Otimistas são os primeiros a morrer

O conceito comum e o politicamente correto sempre nos levam a crer que o otimismo é uma chave mestra para diversas situações. Se o pessimista é um derrotado antes de começar a lutar, o otimista é aquele que já vence metade da batalha antes dela começar. Será que isso é verdade? Em um dos seus livros, Jim Collins reapresentou a incrível história do almirante James Stockdale. Esse oficial norte-americano foi o prisioneiro de mais alta patente durante a Guerra do Vietnã. Sofreu durante 8 anos as agruras do cativeiro e de sessões de tortura terríveis nas mãos do inimigo. No entanto, sobreviveu e se tornou um dos militares mais condecorados de todos os tempos. A partir do seu relato e dos eventos que superou passou a ser utilizado o conceito do Paradoxo de Stockdale.

Esse paradoxo desconstrói a tese usualmente utilizada a respeito do otimismo. No campo de prisioneiros vietnamita, os otimistas sempre vislumbravam que a solução estava ali na frente. O resgate viria ou a guerra terminaria e logo seriam Continue reading “Os Otimistas são os primeiros a morrer”

Os Otimistas são os primeiros a morrer

Qual é a sua frase?

Agora finalmente o ano de 2011 começou. Sim, isso é o que muitos estão dizendo por aí. O carnaval finalmente acabou e a nossa vida pode então voltar para a rotina natural de trabalho, estudo e lazer.  A impressão que dá é que antes do carnaval, embora nem todos estivessem de férias, o ano não começa. A sensação é de que ainda estamos de alguma maneira curtindo o verão, a praia, a piscina ou talvez um ritmo não tão alucinado.

Ok, o carnaval passou, o ano iniciou e agora? Bom, agora é pra valer. As aulas iniciaram, os prazos estão batendo na porta para serem cumpridos e fora as desgraças que lemos no jornal, temos metas a alcançar e planos para realizar no ano que vem pela frente.

Pergunto então o que será diferente para cada um de nós em 2011, seja no campo profissional ou no campo pessoal. Quais são as metas de cada um de nós? O que queremos alcançar? E, acima de tudo, como queremos nos posicionar nesse mundo?

Pensando sobre essas perguntas lembrei de uma passagem que li no livro Motivação 3.0 de Daniel Pink onde ele relata a história de Clare Boothe Luce, uma das primeiras congressistas americanas que em 1962, em uma conversa com o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, lhe deu um valioso conselho: “Um grande homem é uma frase”.

No entanto não é preciso ser presidente para se ter uma frase. É preciso parar e pensar que frase poderia nos definir de alguma forma. Talvez seja, “ele ensinou os três filhos a andar de bicicleta”. Ou “ela adotou uma criança”. Ou ainda “Ela criou uma empresa de sucesso”.

É interessante fazer esse exercício. Não é fácil. Eu fiz com um grupo de alunos da Unisinos e o resultado foi bem interessante. Fiz comigo também, e a minha frase virou parte da minha descrição no twitter.

Sugiro que façam esse exercício como forma de dar um pontapé inicial em 2011 e  não esqueçam de anotar essa frase em algum lugar. De tempos em tempos a releiam e pensem se vocês tem feito jus ao que está escrito. É um ótimo exercício para nos manter motivados.

Um bom 2011!

Aline Jaeger

@aline_jaeger

Pensadora Mercadológica

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Qual é a sua frase?

Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção

Os últimos artigos do Pensador Mercadológico trouxeram uma onda de provocações no sentido de encontrarmos quais limites podemos alcançar. Limites profissionais, mas muito além disso, o que queremos fazer com nossas vidas. Pode ser a época de final de ano, propícia para reavaliações, decisões e sonhos. Ou a mudança de estação. Shakespeare já escrevia que talvez somente as noites de verão fossem de sonhos. No entanto o que interessava mesmo não eram as noites, mas os sonhos que sonhamos sempre, dormindo ou acordado. E assim vou contar três histórias verdadeiras, de pessoas que se conhecem há quase 20 anos e que em 2010 tiveram experiências que fizeram refletir sobre qual caminho seguir. Também usaram um pouco a teoria da maratonista Paula Radcliffe sobre as cinco bolas. Todos nós fazemos diariamente malabarismo com elas: saúde, família, amigos, integridade e carreira. No entanto, apenas a bola da carreira é de borracha, as demais são frágeis. Assim, podemos arriscar muito mais com ela, jogar alto e também deixá-la cair, ao contrário das outras que podem ser danificadas para sempre.  Vamos às histórias:

 

História 1

Trabalhando alguns anos em uma Continue reading “Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção”

Aprenda a não tratar como Prioridade, aqueles que te tratam como Opção

O que nos define como pessoa

O Campeonato Brasileiro de futebol terminou no domingo passado consagrando o Fluminense como campeão. Tal como em anos anteriores, voltou à tona nas rodadas finais a questão da “entregada”, onde times já sem condições de lutar pelo título colocaram times reservas ou nitidamente desinteressados para enfrentar adversários que lutavam pelo título contra seus rivais. São Paulo e Palmeiras, nos seus jogos contra o Fluminense, não demonstraram em campo ao menos a vontade aplicada durante o campeonato e acabaram derrotados, prejudicando indiretamente o rival Corinthians, outro postulante ao título. E não foi somente isso. Rumores de “mala branca”, o famoso pagamento às escondidas para que determinado time sem pretensões no campeonato vencesse um adversário na corrida pela taça, voltaram a aparecer nas manchetes da mídia esportiva.

Todas estas questões reacendem o debate ético no futebol. Continue reading “O que nos define como pessoa”

O que nos define como pessoa