Achar que só design vai salvar sua marca é como pensar que o pinguim voa porque tem asas

Algumas situações podem enganá-lo à primeira vista. A programação do nosso cérebro, organizada para nos poupar de excessivas racionalizações, nos prega algumas peças. Assim julgamos pessoas e marcas inicialmente pela forma como se apresentam. Uma roupa certa ou uma fonte adequada nos transmitem a sensação de estarmos diante de alguém ou algo em que podemos confiar. Mas como você sabe, a primeira impressão é apenas uma das impressões.

Antes que compreensões equivocadas possam surgir, é importante lembrar que a palavra “só” está no título. Apenas uma boa apresentação visual, seja antenada com as tendências ou feita para cair no gosto do público, não garante mais negócios. Fato, sozinha, não mesmo. Como Laurence Vincent provoca, acreditar que a estética é a substância de uma marca é um erro muito semelhante a acreditar que um pobre pinguim pode voar só porque a natureza lhe conferiu um par de asas.

Como aquele sujeito que aparece com a melhor roupa da festa. Atrai todos os olhares. Talvez isso permita se aproximar das mulheres mais atraentes ou dos contatos de negócio que precisa fazer, dependendo de seus interesses. Mas no momento seguinte, sua estética não vai mais lhe garantir o sucesso que teve no passado. Se não tiver as palavras certas, os argumentos mais convincentes, a habilidade para demonstrar seu valor (e depois comprová-lo), o máximo que sua identidade visual garantiu foi abrir algumas portas aonde jamais vai conseguir entrar.

As marcas são assim. Podem conseguir nossa simpatia com logotipos, embalagens e desdobramentos visuais sedutores. Mas no seu cerne, marcas são muito mais que simbologia gráfica misturada com formas agradavelmente desenhadas. Marcas precisam de conteúdo vantajoso. Comprovado pelos “momentos da verdade” que terá frente a frente com seus clientes. E nada poderá ser mais verdadeiro que o alinhamento entre as promessas dessa marca com as entregas realizadas pelo negócio para o qual serve como semblante.

Parece o suficientemente óbvio. Os belos frascos devem conter algo de valor. No entanto, em várias situações observamos o branding e a gestão da marca ser reduzido a meros fatores estéticos como se fossem unicamente suficientes para salvar uma marca em dificuldades. Como essa campanha da Dodge demonstra, criar um carro é muito mais complexo que o romantismo das belas formas. Não se esqueça de escolher uma belo visual, mas se isso for sua única arma, é melhor ficar em casa com os pinguins.

 

 

Felipe Schmitt-Fleischer

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Achar que só design vai salvar sua marca é como pensar que o pinguim voa porque tem asas

Hago lo que me da la gana

Um final de dia, acinzentado, na sinuosa estrada do Big Sur. As raras luzes entre a escuridão que se avoluma com o passar do tempo. O sinal de que mais um dia terminou para em breves horas começar com um novo alvorecer. Ao longe, após mais uma das tantas curvas que envolvem o litoral do Pacífico, um farol brilha solitário. Independente dos dias e das noites, das intempéries e do clima temperamental, ele estará lá sinalizando com sua luz. Talvez salve vidas, ou não sirva para ninguém.

Como os dias que terminam para novos começarem, os anos se vão. Mais um se encerra, com dias frios, outros nem tanto, promessas cumpridas e esquecidas, objetivos adiados e superados. A ponte 2012 representou novos negócios, ampliação de antigos, escolhas e desistências. Mas ciclos são invenções humanas, com datas estabelecidas em critérios nem sempre muito justos. Um simples número não mudará nada. Não são os eventos externos que farão transformações. Até porque as inúmeras interações continuarão ocorrendo sempre, ontem, hoje e amanhã.

 

Curioso que a única coisa que podemos mudar é o passado. Pessoas fazem isso a todo tempo, como lembrou Bob Dylan. Presente e futuro não estão no nosso alcance. Vamos fazer tudo para que o melhor aconteça, sim. Mas a mudança vai depender de todo resto conspirando. As curvas continuarão sinuosas, as noites escuras e o fog intenso. O que fará nos manter na estrada será o brilho, mesmo distante do farol.

Não serão milhões a mais ou a menos na conta. Dinheiro faz diferença por algum tempo. Pessoas abandonam salários fantásticos. Também não serão motivações momentâneas. Esse blog já teve mais de uma dezena de colaboradores. Não é ter o destino nas mãos. Profissionais desistem de negócios próprios para voltar à segurança do contracheque. O que guiará será algo maior. Mesmo que ao longe pareça pequeno. Te dará vontade de continuar. Pois tem relação direta com o que você acredita, com os propósitos mais intensos e vívidos. Que seja bem vinda essa nova curva chamada 2013. E tente manter a visão no seu farol. Sem piloto automático ou motoristas, mas com você mesmo no volante.

 

 

Felipe Schmitt-Fleischer

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Hago lo que me da la gana

A marca é uma mentira que diz a verdade

Houve um tempo em que aos administradores cabia definir os alicerces do negócio. E a partir do que tinha sido feito (bem ou mal), a agência deveria criativamente cuidar da “marca” e construir uma comunicação. O que acontecia? Invariavelmente a proposta de valor seguia algo do tipo: “Oferecemos soluções aos clientes com produtos de qualidade, serviços amigáveis a preços justos.” Isto em um mercado de excesso de ofertas, pouca diferenciação entre marcas, consumidores mais exigentes, com mais informação e poder. Resultado? Simplesmente mais um no mercado. No entanto, esse tempo passou, ou pelo menos está passando. Agências não operam milagres criativos em negócios banais. A hora exige pensar negócio e marca simultaneamente, de forma criativa. Mas como?

Dois aspectos são cruciais para construir um Posicionamento. A perspectiva possibilita explorar novos caminhos no modelo de negócio. Conforme falamos em Uma questão de perspectiva, novos ângulos permitem repensar velhos modelos, o que dificilmente acontece com as equipes que vivem o dia a dia da empresa. O segundo aspecto é a construção conjunta. Fazer as perguntas certas e procurar as respostas de forma inteligente. Também abordamos esse tema em Se alguém te convidar para um brainstorming fuja pelo banheiro. De nada adianta criarmos projetos sofisticados que não casem com as crenças da corporação.

Falando de passado novamente, em certo momento a busca pela diferenciação era a única chave para encontrar um posicionamento vencedor. Esse tempo também está passando. Hoje o marketing, avalizado inclusive pelas palavras recentes de Philip Kotler, caracteriza-se por externar um sistema de crenças da empresa. Identificar valores e visão corporativos. O cerne do que é mais profundo para a organização. E são esses os elementos centrais que criam relacionamentos com as comunidades da marca. Geram devoção sem forçar para isso. Inspiram e emocionam. Além de ter um papel social importante, pois compreendem as tensões e a partir delas exploram ideias e mitos que incorporam a sua identidade.

Pablo Picasso disse certa vez que a arte é uma mentira que diz a verdade. A frase também pode valer para as marcas. Mas para dizer a verdade, fundamental encontrarmos aquilo que acreditamos firmemente. Isso passa por responder algumas perguntas cruciais, antes de olhar para os produtos, serviços, mercados ou concorrentes. Entre estas perguntas:

Qual é mesmo o nosso negócio? (…e como ele pode expandir negócios)

Aonde queremos chegar com ele? (…e em qual velocidade)

Como faremos para isso? (…quem realmente somos)

Por que isso nos move? (…qual o nosso real propósito nisso tudo)

Somos a melhor opção para os clientes? (…por que mesmo?)

Como queremos nos diferenciar dos demais? (…e os clientes perceberem e valorizarem isso)

Quais são nossos objetivos centrais? (…adequados às nossas competências)

Como devemos nos posicionar para competir? (…escolhendo os espaços singulares no mercado)

Quais as decisões críticas para o marketing? (…pensando em produto, serviços, distribuição, promoção)

Em outra frente, pesquisa recente da Booz & Co mostrou que a cultura torna-se chave para inovação. Por mais que se derramem dólares de investimento em P&D, o que faz a diferença são valores enraizados que irão direcionar os esforços. Se não existem, o investimento desce pelo ralo. Em analogia, semelhante ao que acontece com o posicionamento. Se a marca for apenas um discurso para o mercado, sem referência nos elementos internos do posicionamento de negócio, tempo perdido. Pior que isso. Será uma mentira que nunca conseguirá dizer uma verdade.

 

Confira outros textos sobre Branding já publicados:

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 1

De olhos bem abertos no Branding

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 2

Deus está nos detalhes. O diabo está nos detalhes. E o branding está nos detalhes.

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 3

Posicionamento Sustentável e Branding

Branding e Posicionamento de Marcas Esportivas – parte 4

Construção de Histórias no Branding

Você está sendo enganado, mas adora muito tudo isto!

Não queremos fazer negócios com você. Por favor, não insista!

Felipe Schmitt-Fleischer

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A marca é uma mentira que diz a verdade

"Vou para Flórida nas férias porque Porto de Galinhas está cheio de pobre"

As estatísticas não mentem. Seja qual fonte verificar. O milagre brasileiro em transportar milhões para o mercado de consumo aconteceu. Variações fora, calcula-se que entre 30 a 40 milhões de pessoas passaram a pertencer a classe média emergente entre 2005 e 2010. Curioso o termo emergente, definição que persegue nosso país algumas décadas. Mas isto deixamos para o futuro contar. Trabalho, renda e consumo. O aquecimento econômico, motivado por diversos fatores, dragou trabalhadores de todos os cantos que com dinheiro nas carteiras passaram a frequentar os checkouts de forma assídua. Luiza, Bahia, CVC, Gol, Boticário, Grendene, entre tantos agradecem. De um grande país para um grande mercado. O sonho de consumo de compradores e vendedores.

Interessante por outro lado observar que a mesma esfuziante saudação por estarmos vendendo mais sorvete, passagens aéreas e LCDs esbarre no comentário seguinte daquele mesmo empresário. Prefere ir para os EUA porque não se enxerga mais em seu país. Em recente entrevista, o jornalista Laurentino Gomes (dos sucessos 1808 e 1822) comentou sobre nossa ausente identidade nacional. Do lado das classes do andar de baixo, apenas momentos especiais vinculados a conquistas esportivas ou eventos como o Carnaval despertam este sentimento. No pessoal do andar de cima, nem isso. Precisam de uma Estátua da Liberdade na Barra e de condomínios com nomes como Versailles e 5th Avenue para mostrar suas reais identificações. O último censo do IBGE mostrou um pouco disso. Os bairros de metro quadrado mais alto eram os mais inacessíveis para a pesquisa. Talvez essa gente pense que não mora mais neste país, então para que constar na estatística?

Assim como empresas precisam de alinhamento de negócio e marca, promessa e entrega, coerência entre público interno e externo; países também devem ter primeiro essa formação nacional. A crença de quem somos para depois convencermos os outros. Os primeiros emissores da marca somos nós próprios. Além do mais, posicionamento de lugares não serve apenas para atrair turistas. Tem o poder de atrair capital em investimentos diretos. Existe inclusive um índice chamado de Country Brand Index, pontuando uma série de áreas (conhecimento, familiaridade, associações, preferência, consideração, decisão e defesa). Neste ranking de 2010, liderado pelo Canadá, o Brasil ocupa a 41ª posição (caímos 6 posições em relação a 2009), atrás de Índia, Argentina e Chile, por exemplo.

Existe um outro emissor muito forte comunicando as marcas dos países. A indústria da cultura auxilia a disseminar ideias, conceitos e preconceitos. Durante muitos anos, Crocodilo Dundee ajudou a vender Austrália. Ainda hoje é um destino jovem para quem procura aventura. Já a Eslováquia foi ‘premiada’ com O Albergue, e por mais que o filme mostrasse um lado sinistro, trash e violento, o impacto imediato foi de crescimento de curiosos turistas, além da abertura de diversos albergues em Bratislava. A Holanda, por mais que seu passado colonial negativo pudesse atrapalhar, tem uma imagem simpática, de moinhos, flores, bicicletas e de um sentimento de liberdade com menos limites. Mesmo que Hollywood nos tenha tratado de maneira estereotipada (quem viu o Miss Universo com Cláudia Leitte fazendo cover horroroso de Carmen Miranda sabe o que é isso), não serve como desculpa para desacertos de comunicação e imagem de marca. O vídeo abaixo da Islândia mostra como vender um destino insosso e secundário de maneira inusitada, divertida e inspiradora (após vê-lo, o país entra na sua lista de lugares a conhecer).

http://vimeo.com/12236680

É tema complexo criar identidade de marca e posicionamento de um país, já abordado nos posts Longe do Zumbido do Mundo e Posicionamento ao Sul. Como rankings diversos mostram, por mais que nossa economia seja a 7ª maior do mundo, em diversos indicadores estamos em posições de rebaixamento. A educação avança, mas temos uma questão cultural fortíssima envolvida. Viemos de um processo de exploração portuguesa. Não houve colonização. O objetivo sempre foi (e se olharmos com cuidado, continua sendo) extrair o mais rápido possível e levantar acampamento para voltar de onde viemos, o mundo desenvolvido. Reflete na marca Brasil e explica um pouco de nossa inconseqüência e despreocupação. O desapego nacional. O próximo avião para Flórida sempre estará disponível, isto se o aeroporto não estiver lotado de miseráveis de primeira viagem indo para Porto de Galinhas.

Felipe Schmitt Fleischer

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"Vou para Flórida nas férias porque Porto de Galinhas está cheio de pobre"

Todo negócio de sucesso requer certa dose de loucura

“Muitas coisas em nossas vidas são tão previsíveis quanto o próximo passo de um bêbado depois de uma noitada.” A provocação do doutor em física Leonard Mlodinow pode ser facilmente estendida para as empresas. No post Marketing para Visionários Sóbrios vimos alguns passos para estabelecer negócios, competindo por competências e posição de mercado. Existem regras práticas, métodos e ferramentas para você chegar lá. Desde começar, até atingir o pleno sucesso. A administração tem um quê de ciência, cheia de aspectos numéricos (enfatizados pelos entusiastas das finanças). Por outro lado, também apresenta características de arte, com tons autorais e lances de risco extremo, geralmente contra o senso comum. Se olhar qualquer plano de negócios ou livro de gestão estarão presentes diversas etapas a serem cumpridas. Caixinhas terão que ser preenchidas para que o resultado final seja definitivamente alcançado. Mas antes de colocar “na caixa”, que tal pensar “fora da caixa”?

O pensamento normal e de acordo com o (bom) senso comum leva a lugares aonde outros já chegaram. Para se destacar em algo é preciso quebrar esse princípio. E geralmente os manuais não contém todas as dicas para traçar um novo caminho. Entra a intuição e a capacidade de fazer loucuras que quebram modelos mentais, paradigmas e segmentos de mercado. É o que Seth Godin chama de vaca roxa e Marty Neumeier de zag. Até o velho Philip Kotler, que para alguns já passou do tempo, fala em romper com alguns elementos para firmar posição inicial no mercado sem ser pego pelo radar dos outros players. Bom deixar anotado que a mesma loucura que cria grandes negócios, destrói outros tantos. Você deve conhecer diversos exemplos, alguns nem tão distantes.

Geralmente um pensamento de rompimento (ou louco) cria um novo mercado, segmentando um já existente. Um breve exemplo. Até os anos 50 filmes no gênero de suspense e terror tinham limites. Quando Alfred Hitchcock elaborou a clássica cena do chuveiro de Psicose (trailer acima) com diversas tomadas em sequência, o impacto foi grande. Poucos filmes mostravam violência desta forma. Houve protestos e censura em partes do mundo. Cineastas das décadas seguintes foram levando o gênero para as bordas, arriscando mais no realismo gráfico das tomadas violentas. Scarface de Brian De Palma e Irreversível de Gaspar Noe. Mas conforme se chega na borda, a nova fronteira fica mais distante. Assim surgiram The Serbian Film (trailer abaixo), alvo de polêmica e suspensão no Brasil, e a sequência de A Centopéia Humana, um dos 11 filmes da história banidos do Reino Unido. O terror que antes era uma parte do cinema, passa a ter um outro pedaço (sem trocadilhos com a tal centopéia) que se separa formando um novo segmento, chamado por alguns de torture porn. A loucura leva a novos limites do negócio, encontrando outros que compartilham e curtem esses produtos formando um novo mercado. Inclusive Porto Alegre sedia um festival chamado FANTASPOA, dedicado a exibir uma parcela destas obras.

Há nichos de competição esperando por você, com combinações que para alguns podem parecer bizarras. O que dizer de um disco de Sertanejo Universitário Gospel? Se existe é porque grupos se identificam, gostam e gastam comprando. Os diretores Tom Six e Srdjan Spasojevic, acharam suas loucuras: fazer filmes proibidos, o que certamente renderá muito dinheiro e fama. Tornaram Hitchcock um filme de Sessão da Tarde. E qual é a fronteira que você deseja explorar? Ser o menor hotel? Ou o hotel mais ao leste? Ou o menor hotel mais ao leste? Pense fora da caixa, mas em certo momento coloque tudo dentro de uma nova, para conseguir repetir o processo. Seja arrojado e explore sua capacidade. Fazendo uma analogia, se você for um bom nadador, mas só nas primeiras braçadas em piscina olímpica, tente achar a sua piscina de 5 metros. E seja campeão nela!

Felipe Schmitt Fleischer

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Todo negócio de sucesso requer certa dose de loucura

Quando sua marca não é mais sua (e isto é bom).

O sucesso absoluto talvez possa ser medido quando um negócio já não pertence mais ao seu criador. Sua marca, de tanta intimidade e identificação com o público, passa a ser dele. Não é mais sua. Muitos tentam chegar nesse estágio máximo. Poucos triunfam. Talvez porque fórmulas prontas e enlatadas em livros de gestão não possam trazer à tona todos os mistérios dessa construção. Tal qual os relacionamentos humanos, não temos respostas para tudo. Porque amamos, odiamos, rejeitamos e choramos. Quando essas marcas caem em nosso coração, não saem de nossa cabeça. Nas salas de aula de administração, os cases de algumas são repetidos à exaustão, Apple, Harley-Davidson, Coca-Cola. Mas não precisamos ir tão longe, algumas podem estar bem mais próximas e ligadas a nossa realidade. Vou propositalmente dividir o texto em três partes, com objetivo de olhar o lado do negócio, da teoria e do cliente.

 

Vamos ao exemplo, Grão Brasil Café, cafeteria localizada em Novo Hamburgo (RS). Entender como alguns aspectos ajudaram a compor seu caminho de negócio e Continue reading “Quando sua marca não é mais sua (e isto é bom).”

Quando sua marca não é mais sua (e isto é bom).