Pergunta de final de semana: você almoça sozinho?

Todos sabem (eu espero) que no mundo dos negócios ter amizades, relacionamentos fortes, um extenso, dinâmico e ativo networking é fundamental para o sucesso financeiro. Tentar vencer sozinho, do desconhecido ao topo da pirâmide, eu não conheço nenhuma empresa que tenha conseguido.  Todas passaram por indicações, aberturas de portas por ser próximo, facilidades de fórum qualificado para lhe ouvir por ser amigo do dono da empresa, entre outras maneiras de se beneficiar com relacionamentos. O mundo dos negócios é composto por pessoas e estas se relacionam com outras pessoas e não com outros negócios.

Muitas vezes presenciei um vendedor deixar uma marca e assumir outra concorrente e em 2 ou 3 meses substituir sua antiga empregadora pela nova marca. Ou seja, o relacionamento estava na pessoa. E, durante o dia, o almoço é um horário nobre para relacionamentos. Pois todos os humanos precisam comer algo e quase todos gostam deste break ao redor da mesa. Experientes empresários usam este momento para reforçar relacionamentos. Talvez sua verba de marketing seja essa. Pagar boas mesas, boa comida, boa localização, com potenciais clientes e fornecedores. Relacionamento é tudo, ou quase tudo.

Desta forma, a pergunta de final de semana é: você almoça sozinho?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver com fome pense se não pode convidar alguém diferente do que o colega que trabalha 10 horas ao seu lado. Pelo menos 2 dias por semana dedique ao relacionamento da sua empresa e carreira.

 

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fonte da imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1420593

Pergunta de final de semana: você almoça sozinho?

Pergunta do final de semana: Uma ajuda tem preço?

Recentemente vivi uma experiência para lá de inusitada. Estou lançando um projeto interessante, chamado Azimute 720 (www.azimute720.com.br). Trata-se da comercialização do relatório da maior pesquisa já feita no mercado de calçados femininos no Brasil. Como esta é uma das grandes áreas de especialização minha e da empresa que dirijo (www.focal.com.br), conhecemos muitas pessoas da área, entre dirigentes de marca, redes de varejo, consultores, gerentes, vendedores, entre outros. Mas é claro que não conhecemos todo mundo do segmento. Foi então que tive a idéia de pedir ajuda na divulgação. Preparei um mail, enviei aos meus conhecidos que sabia que conheciam outras pessoas do segmento, e pedi que enviassem com uma recomendação pessoal para algumas pessoas do seu networking, que se interessariam. Algo que na mais atribulada agenda demoraria uns 5 ou 10 minutos, dependendo apenas do número de contatos. A grande maioria das pessoas, muitas considero amigos, enviou com prazer e me conectou com importantes pessoas da área. Outras poucas, porém, viraram a manchete da pergunta de hoje deste post. Evidente que um dia você é ajudado e em outro você ajuda. Talvez para quase todas as pessoas que pedi ajuda eu já tinha um grande crédito por ajudar em muitos outros momentos passados. Mas para estas poucas pessoas, a ajuda seria dada se eu realizasse algo para elas, naquele momento. Seja uma vaga de estágio para o filho, seja uma ajuda em um trabalho que estava fazendo, seja uma comissão, entre outros pedidos mais sutis.

Em muitos destes casos, eu me fiz de “tonto” e cobrei a ajuda que pedi alguns dias depois. Algo do tipo “e ai fulano, conseguiu enviar aquele mail que lhe pedi para aquele diretor da empresa xyz?”. A resposta: “ainda não, mas olha, vou mandar o meu filho lá na sua empresa fazer uma entrevista para estágio”. Ficou evidente para mim que eu teria que oferecer a ajuda antes e depois a pessoa avaliaria e me ajudaria, se desejasse. Por mim, tudo bem. Não faz parte dos meus princípios este tipo de negociação ou ajuda condicionada e tenho certeza que pautei a minha vida sempre oferecendo ajuda antes de cobrar por ela. Então esqueci e deixei passar.

E para você, quanto vale uma ajuda? Como você pauta este tema na sua vida? Se chegasse um pedido de ajuda semelhante para você, quanto você me cobraria? Como agiria?

 

Gustavo Campos

Publisher do Blog do Pensador Mercadológico

Pergunta do final de semana: Uma ajuda tem preço?

Dica de gestão 42 de 300

– NETWORKING SEMPRE FUNCIONOU –

Recomendo que vocês vejam o filme Mauá. Nele vocês verão o poder do networking dentro de um contexto histórico do Brasil. Muito bom. Hoje em dia se fala e se escreve muito sobre este tema, como se fosse algo novo. Mas é o mais básico e talvez um dos mais antigos princípios de negócios do mundo. Se você conhece muita gente e muita gente conhece você, a probabilidade de você ser lembrado e obter negócios desta rede é muito grande. Além disso, você pode explorar todos os conhecidos dos seus conhecidos. São verdadeiras “pontes de ouro”, que levam você para a frente de contatos que seriam muito trabalhosos de se conseguir. Também cabe salientar que networking não é um movimento, uma estratégia ou coisa parecida. Ampliar e cultivar o seu networking deve ser um hábito que nunca pode ser parado.

Hoje em dia, muitas pessoas estão confundindo networking com rede de amigos, seguidores, fãs, ou coisa parecida, das redes sociais. Ter 10, 100 ou 1000 seguidores em sua rede pode ser bom ou ruim, depende da relação que você tem com todos. É melhor ter poucos, mas confiáveis e “ativáveis”, quando se precisa. Eu tenho como premissa que sigo somente quem me interessa e em redes sociais aceito apenas pessoas que eu realmente conheço (válido para Facebook e Orkut). Existem estudos que comprovam que uma pessoa consegue se relacionar e dar atenção a no máximo 150 pessoas / amigos. Pense você sobre isso? É claro, que respeitando estas ressalvas acima, defendo plenamente o uso das redes sociais. Nunca se esconda delas e faça destas plataformas ferramentas para cultivar o seu networking.

Por fim, tenha no seu networking pessoas ricas e pessoas empreendedoras. A cada contato, será uma aula e uma oportunidade. Sempre é bom cultivar estas amizades. Lembre-se de usar a sua assinatura de e-mail como ferramenta de divulgação de sua marca e de suas redes sociais. Isso fortalece e amplia o networking.

Até a proxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

http://www.focal.com.br

Dica de gestão 42 de 300

Dica de gestão 35 de 300

– LUCROS, RESULTADOS E AMBIENTE –

Com exceção de algumas carreiras, como as de jogadores de futebol, pode-se dizer que o lucro que você será capaz de gerar como profissional é igual a média de riqueza dos seus 05 principais e mais próximos amigos. É uma variante da máxima “diga-me com quem andas que lhe direi quem és!”. É algo do tipo, “diga-me com quem andas que lhe direi quanto poderás ganhar.” Vamos entender isso um pouco, ok?

A probabilidade de uma pessoa com muitos amigos com mais riqueza do que ele, se tornar rico também, é maior do que alguém que se relaciona com pessoas mais pobres do que ele. Há exceções em tudo, mas aqui estamos trabalhando com a maioria, com o mais provável, ok? Utilizando a estatística a nosso favor, sabemos que nossos relacionamentos e o nosso ambiente, onde navegamos, certamente influenciará na nossa capacidade de fazer negócios de forma mais rápida. Estando em um ambiente de riqueza, tanto de recursos financeiros quanto de recursos criativos, de idéias complexas, de grandes negócios, a chance de você ser convidado ou de ter apoio a um projeto seu por “amigos ricos” é grande. Já, se você tiver o mesmo projeto, mas não tiver o ambiente e as relações favoráveis, ficará bem mais difícil implementar.

A dica é: cuide bem dos seus relacionamentos, os cultive, buscando se relacionar com cada vez pessoas mais importantes e interessantes do que você.

Até a proxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Dica de gestão 35 de 300