SEMPRE ESPERE A OPORTUNIDADE CERTA…

Você acorda 6h da matina de uma segunda-feira cinza. Mais um fim de semana sem graça acabou de terminar. É hora de se arrumar para tomar café como faz todas as manhãs nos últimos 10 anos. Sair para o trabalho às 7h, levar o filho para escola e chegar às 7h20 no escritório onde trabalha como gerente.

No trabalho, serve um pouco de café antes de ir para sua célula ao lado da assistente de marketing que sempre usa aquela saia justinha. Você é casado, mas sempre flerta com ela durante uns 5 minutos para saber que ainda estava “vivo”. Ela lhe devolve um sorriso e isso lhe dá um pouco de animo para abrir seus emails e começar o dia.

Nada demais acontece, além de algumas reuniões que parecem uma nova forma de tortura chinesa e você fecha seu expediente às 18h. Espera alguns minutos até que a maioria dos funcionários saia para não ficar trancado no transito do estacionamento da empresa. Isso leva entre 7 e 8 minutos. Um último café, já meio frio, mas que virou hábito enquanto você aguarda a manada ir embora.

O caminho de volta para casa é o mesmo, apenas você não precisa buscar seu filho na escola, ele já está em casa. Sua esposa está com o jantar pronto e a televisão ligada na Rede Globo.

 

Essa é sua rotina básica há 10 anos. Cinco anos atrás você tinha feito uma promessa de mudar de vida, abrir um negocio próprio, mas não iria se afobar, queria a oportunidade certa, afinal você tinha um bom emprego que pagava suas contas e era isso que importava agora.

Nesses últimos 5 anos você via o noticiário falar da inflação, da falta de infraestrutura, da corrupção, da alta carga tributaria e do tal custo “Brazil”. Você se arrepia só de pensar em se largar em um empreendimento próprio e cada vez mais esperava a grande chance da sua vida bater a sua porta.

Um belo dia de sol qualquer você está no “piloto automático” e segue rumo ao trabalho como de costume. Não percebe que a rua pela qual você passou inúmeras vezes mudou de sentido no fim de semana devido as obras atrasadas para Copa e um acidente acontece. Você morre e tudo acaba. Simples assim, sua história termina e você vira pó. Você vai ser lembrado por sua família e amigos claro, mas como vai ser lembrado? Aquele cara que sacrificava sua vida pelo emprego?

…SÓ QUE NÃO! Faça acontecer antes que a oportunidade certa acabe com você.

Até a próxima!

Johnny Mineiro

Empreendedor

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SEMPRE ESPERE A OPORTUNIDADE CERTA…

A hora do ataque

O Brasil ainda não avança como muitos projetavam no final de 2012. A Europa não se recuperou, investimentos não se confirmaram, uma inflação retornou devido a persistente alta demanda em muitos setores e uma menor oferta. Existem muitos fatores para avaliar a situação atual do País, onde a cada semana muda-se o teto de crescimento do PIB para baixo (alguns dizem 2% como teto para 2013). Mas onde existem dificuldades, recessão e barreiras para a venda, também existem oportunidades.

Em quase todos os segmentos existem marcas que nasceram ou aceleraram o seu crescimento em épocas de crise ou recessão. Certamente algumas você conhece. Nessas épocas mais difíceis é ativado um dispositivo ancestral do cérebro humano, que faz com que a maioria dos empresários e dos consumidores se retraia. Retenção de custos, corte de despesas, adiamento de investimentos e mais cautela para tomar qualquer decisão começam a fazer parte do jogo e viram o vocabulário do momento. Mas se você olhar para o lado verá alguns diferentes, fazendo o oposto disso tudo. Estes “diferentes” arriscam em uma época onde a maioria absoluta se retrai. Para o mercado, você está em maior evidência, pois sua proposta não está sofrendo com tanto ruído da comunicação da concorrência. A ideia é que quando todos pararem de correr, não importa se você não era o melhor atleta, mas a pista ficará mais livre e você conseguirá melhorar suas posições na competição. O pouco de esforço extra, em tempos onde grande parte se retrai, fará você se destacar.

Evidente que eu não condeno ajustes orçamentários, principalmente aqueles que podem ser considerados perigosos para a saúde financeira da empresa. O que condeno é o corte indiscriminado dos investimentos, principalmente alguns críticos, que certamente enfraquecerão a empresa logo a frente, quando a economia começar a se recuperar. Desta forma, pense e veja se esta época não é a hora de você ir para o ataque e conquistar algumas posições.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=901898

A hora do ataque

Pergunta de final de semana: O fim dos mercados

Recentemente estava lendo uma noticia na Internet sobre as consequências do avanço da tecnologia em alguns segmentos e o fim de alguns mercados. Hoje em dia, muitos jovens não olham mais TV e sim olham o que lhes interessa na tela do computador ou tablet. O celular matou o despertador, o relógio, o cronômetro e talvez ainda vai matar mais outras coisas como cartões de crédito, máquina fotográfica, Pen Drive, etc. O computador acabou com as máquinas de datilografia e acrescentou outras coisas. Hoje em dia, para muitas pessoas, o computador está substituindo até a memória humana. Pelo tablet, irá ser morto os jornais e talvez muitos dos livros impressos. Do iPhone, iTunes e companhia LTDA, enterrou-se de vez um tipo de ouvir música e criou-se outro. Enfim, qualquer produto novo que observamos no mercado, sabemos que novas oportunidades surgem e antigas práticas e mercados caem. Vejam quanta coisa hoje um posto de gasolina significa. Antes você ia para abastecer de combustível, mas hoje você troca óleo, faz revisão do carro, troca extintor, compra leite, come pizza, compra um chinelo, um presente para um aniversário de ultima hora, entra numa rede wifi, lê o jornal, compra revistas ou faz pequenas compras para casa. Para informações para turistas eles são os mais procurados. Agora pense um pouco. Qual mercado você e seu negócio estão matando? Ou você que está sendo morto por outro mercado? Olhe para o futuro e nos conte um pouco do que acha sobre este tema.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

Pergunta de final de semana: O fim dos mercados