Marque um encontro com você mesmo e não falte!

Muitos vendedores andam pelo mundo tentando fazer negócios. Alguns vendedores conseguem um destaque. E muito poucos são os transformadores, os que fazem a diferença no que decidem fazer. Talvez no universo de todas as profissões, isso também seja verdade. Mas no mundo das vendas é bem visível, pois implica em maiores faturamentos, comissões, prêmios, bônus, reconhecimentos e prestígio. E o estranho é que em quase todas as empresas que atuo, sempre existe pelo menos um vendedor estrela, que quase nunca tem a melhor região, a de maior potencial, e com os mesmos produtos, tabela de preço e condições, faz mais negócios.

Grande parte desta performance, aprendi que são traços de personalidade, de atitude. Não são táticas de venda, mas sim comportamentos. Mas uma coisa é bem interessante: todos eles podem melhorar ainda mais, principalmente ao complementar sua atitude vencedora com algumas práticas de planejamento pessoal. Uma destas atitudes, pode ser a de definição de objetivos, como mostra um estudo comportamental. Em 2008, o Dr. Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, pesquisou o motivo de sucesso pessoal de 267 pessoas de diferentes países e profissões. Ao final, descobriu que os que escreviam seus objetivos tinham 39,5% mais chance de conquistá-los. “As pessoas não escolhem seus futuros; elas escolhem seus hábitos, e seus hábitos determinam seus futuros”, disse F.M.Alexander.

Então uma boa coisa a se fazer é subir num banco e olhar bem longe no horizonte e imaginar que aquele pontinho lá no fim da visão é você no futuro. Você vai marcar uma data para encontrar você no futuro. Você irá determinar uma unica prioridade para ser conquistada. E você não vai faltar. Marque um encontro com você mesmo e não falte!

Se você trabalha com vendas nada pode ser mais motivador que um objetivo futuro bem definido. Faça isso por você hoje! Faça isso pelo você futuro! Eu posso garantir que você não irá se arrepender. Mas você vai ter que colocar as fichas na mesa e jogar o jogo.

Boas vendas, saúde e prosperidade

O Brasil precisa de vendedores raça forte

Bons negócios, saúde e prosperidade

 

 

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Foto utilizada: http://www.freeimages.com/browse.phtml?f=download&id=1373430

Marque um encontro com você mesmo e não falte!

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

E nem vão me chamar para jogar no Barcelona (uma das principais equipes de futebol do mundo, para muitos a número 1). Pelo menos futebol deixou de ser o meu jogo há muitos anos, devido a uma lesão. E mesmo se jogasse até hoje creio que não seria assim tão bom, a ponto de ficar entre os TOP 11 do mundo. Mas na sua profissão, da sua escolha, a que você exerce hoje, o que seria o Barcelona (a melhor colocação ou posição do mundo)? Quem ou o quê ocuparia esta posição? Pense nisso se tiver uma ambição alta na sua vida.

Nos meus trabalhos de coach costumo buscar desenvolver esta ambição, para que os coachees (os que recebem coach, os “clientes”) sempre estejam alinhados com o seu potencial máximo. O interessante é notar que muitas pessoas ainda não tinham pensado sobre o assunto, no máximo se preocupando em estar com algumas metas de cargo (promoção) dentro de sua empresa. Quando definem esta ambição maior para a sua vida, qualquer desafio que antes tinham de promoção, capacitação ou vencer algum traço comportamental indesejado se torna muito simples e pequeno. Isto faz com que a pessoa ande mais rápido para conquistar estas primeiras posições (objetivos primários) que antes eram tidos como algo final, para um futuro distante.

Então mãos a obra! Caneta e papel na mão e pensem profundamente. Depois maturem esta resposta por uns 30 dias. O que seria o seu Barcelona?

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Obrigado pela audiência!

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1373763

Não me chamaram para jogar no Barcelona!

Pergunta de final de semana: O quanto custa ser melhor do que os outros?

Acompanho alguns processos seletivos para alguns cargos de confiança. Difícil é conseguir uma distinção dos candidatos. Geralmente são muito iguais na sua formação acadêmica, muito igual nas experiências, no discurso e no jeito de se comportar. Respostas muito iguais para as perguntas de seleção. Tudo muito igual. A força em agradar e em dar respostas “corretas” faz com que as pessoas se aproximem, não obtendo nenhuma distinção. Dentro das empresas, no dia a dia das operações, muitas pessoas se nivelam pela esforço já instalado. Nenhum esforço maior do que a média. Existe um sentimento velado de que se esforçar mais do que os outros pode fazer você se sentir “bobo”, “usado”. Alguns até pensam que podem com um esforço extra prejudicar os demais, que já instalaram o modo padrão de fazer as coisas. Mas sempre aparece os atrevidos. Os que resolvem ser diferente e fazer o seu próprio caminho. E se não agradar os demais paciência. Eles não estão nem ai.

Enfim, a pergunta de final de semana é: O quanto custa ser melhor do que os outros?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver se questionando se deve dar um gás extra ou se empenhar mais, .

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes

Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1197684

Pergunta de final de semana: O quanto custa ser melhor do que os outros?

Pergunta de final de semana: Você entrega a sua promessa pessoal?

Todos nós temos uma coisa, pelo menos uma, que fazemos muito bem. Geralmente é onde se encontra a intersecção da genialidade (veja mais no meu post “Como desenvolver a genialidade“) ou pelo menos onde se encontram as suas competências, com a sua energia (dedicação) e os seus hobbies (ou aquelas atividades que você faz com imenso prazer). Nestas intersecções, nós alcançamos o flow , aquele ponto onde o tempo pode parecer voar, sem que você note, mas também a sua performance atinge o pico, alcançando níveis incríveis de produtividade. Agora, vendo por outra perspectiva, todos nós temos uma missão a realizar, uma promessa pessoal, algo que desejamos muito nesta vida. Algo que há muitos anos nos empenhamos em alcançar. Anos de estudo em uma direção. Muitos empregos e anos dedicados a um ofício. Desejos e realizações diárias que afiam a nossa capacidade e nos tornam melhores. Somamos pontos em um ranking imaginário e disputamos o cinturão de campeão muitas vezes nesta vida. Uns fazem com mais convicção e consciência. Algo mais planejado. Outros fazem de forma mais livre, seguindo o flow e indo de dia em dia. Em uma manhã acordam com os holofotes em cima e se perguntam o que está acontecendo. E daí descobrem que estão no pódio, no lugar mais alto. Em ambos os casos, entregaram sua promessa pessoal e realizaram a sua missão.

Agora eu pergunto: você sabe qual a sua missão pessoal? Você sabe qual a sua promessa pessoal que você deve entregar diariamente?

 

Nunca é tarde para pensar sobre isso e definir. Mesmo que não seja por escrito mas que pelo menos seja vivida.

 

Bom carnaval a todos.

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

INDICAÇÃO DE LEITURA COMPLEMENTAR

Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo

Pergunta de final de semana: Você entrega a sua promessa pessoal?

Representantes comerciais, um alerta: Vendam; mas da forma correta!

Dica de Gestão 118 de 300: Representantes comerciais, um alerta: Vendam; mas da forma correta!

Este post é dirigido aos representantes comerciais (é melhor vocês lerem com atenção, pois sua profissão está em extinção)
De um ex-representante comercial e hoje vendedor de idéias e consultor

Lembro a todos que fui representante comercial por muitos anos e tive um relativo sucesso. O que sei hoje e ensino as equipes comerciais, me fariam um super-representante na época, se tivesse este conhecimento. Mas este post é para você que vive hoje de vendas. Ou pelo menos tenta. No final deste post, talvez você saiba que não foi talhado para esta profissão. Você pedirá demissão. E fará um bem enorme para você, para a categoria e para a empresa que erroneamente lhe contratou. Mas se no final desta leitura, você achar que deve melhorar, pouco ou muito, mas percebendo que o que escrevi tem sentido para a categoria, você é um vendedor. Talvez ainda um vendedor com raízes no passado, um representante comercial que está mais próximo dos caixeiros-viajantes do que de um moderno profissional de vendas, que todas as empresas esperam encontrar pronto e não irão encontrar. Um vendedor hoje em dia é alguém que além de ter uma cultura geral, uma especialização em um nicho, uma habilidade grande em negociação, tem muito mais coisa do que uma carinha feliz e um bom papo (aquele papo de pescador e outras “coisitas” mais). Pessoal, me desculpe pelo tom do post, mas é para ser uma cutucada mesmo. Tem muito vendedor dormindo e prejudicando a imagem de todos no mercado. Eu não gosto quando dizem que a classe dos representantes está em extinção e defendo a “categoria”, mas no fundo eu sinto que muitos, a maior parte, não estão preparados para a necessária “virada de mesa” das atribuições desta profissão. Eu digo que até mesmo a lei do representante está desatualizada frente ao que vou escrever na sequência. O meu receio é de não conseguir avisar a todos da categoria a tempo, e quando a empresa fizer a virada de mesa, muitos ficarão sem cadeiras para sentar. Sobrarão. Viverão do passado ou do que acumularam. Ou passarão necessidades.

Faço muitas pesquisas de mercado com compradores, de muitas lojas multimarcas do Brasil. Poucos sinalizam um vendedor de referência, o melhor vendedor de todos os tempos. E isso é ruim. Não há destaque na profissão pois todos estão congelados em um tempo que não existe mais. Se você pensa que seu trabalho é vender. Está errado. Se pensa que seu trabalho é abrir mercado. Está errado. Se pensa que seu trabalho é vencer a concorrência ou representar uma marca. Está muito mais errado. Arrisco a dizer que quase tudo o que você acha que sabe sobre o trabalho de um vendedor, está errado. Hoje vejo industrias ou gestores de marca conduzindo suas marcas pelo mercado pelos motivos errados (ex.: exportação está ruim, vamos tirar da gaveta aquela “marquinha” nossa). Gerentes comerciais sisudos, parecendo sargentos, auditores, fiscais da receita federal, tenente do BOPE ou qualquer outra profissão que tenha como preconceito ser durão, não mostrar os dentes e ser direto ao que interessa, ou seja, fazer os outros fazerem vendas / darem resultados a qualquer custo. E vejo representantes tentando vender o máximo que podem, mas da maneira errada. Os 3 papéis deste jogo estão errados. Gestores de marca, gerentes e representantes, engatados e compromissados pelo ideal errado. Não é a toa que independente da categoria, quando pergunto em pesquisas de mercado que faço no Brasil, quais as marcas que as lojas compram e colocam a vender, os compradores me dizem centenas de marcas no total. As líderes do setor, detém ainda fatias pequenas do mercado. Certamente no mercado esportivo existam marcas líderes melhor colocadas, mas no mercado de calçados infantil, feminino e masculino, as participações das líderes do mercado ainda é coisa de criança brincando de construir castelo de areia na praia. As marcas brasileiras são muito frágeis. Possuem equipes comerciais frágeis. Possuem sistemas de gestão frágeis. E quase sempre não possuem uma estratégia e um plano tático decente.

Você, representante, deve começar a mudar rapidamente. A mudança tem que começar por você. Se não o fizer, eu já sei o que irá acontecer, pois já auxiliei muitas outras marcas a fazerem este processo. Você terá o seu contrato rescindido e irão lhe propor um cargo de vendedor CLT (ou não irão lhe propor nada, pois só se faz promessas para os bons), com um fixo de 2 salários mínimos nacionais e 1 ou 2 por cento de comissão. Um carro, um notebook, um telefone e você irá para rua para continuar vender, só que agora seguindo severas orientações, rotas comerciais, índices de performance, etc. Parabéns, você ganhou de brinde um gerente “bufante” de nuca para sempre. Bom proveito. Achou ruim? Então você deve mudar muito rápido. Não espere que as empresas lhe mostrem o caminho e lhe dêem muita orientação neste momento. Elas querem resultados rápidos e é você quem deve entregar ou será o próximo da fila, da sua região. A mudança tem que ser iniciada e gerenciada por você.

Mas o que devo fazer tão rápido assim, você deve estar se perguntando. Você deve saber posicionar uma marca no mercado. Esta é a resposta mais sintética que poderia lhe dar. Seu novo papel é o de um Agente de Posicionamento de Marca. Para fazer isso bem, muitas coisas devem ser feitas. E até hoje eu não conheci, da minha lista de excelentes vendedores, um que faça tudo isso. Mas deveriam. Então, lá vai a lista, pelo menos o início da mudança você encontrará aqui. Se você achar que faz isso muito bem, escreva um comentário para mim, pois gostaria de conhecê-lo.

Você deve saber muito do que está vendendo, a ponto de contar histórias de como as coleções (seus produtos) foram firmadas. Sobre quais fundamentos elas foram confeccionadas e sobre quais pontos de diferenciação? Você deverá ser capaz de contar esta história para uma criança de 5 anos e ela ficar com 100% de atenção em você.

– Você deve treinar em casa a ordem de abertura e demonstração dos produtos, para cada tipo de canal de vendas (sapataria popular, sapataria especializada, magazines, boutiques, boutiques mistas, etc, para pegar um segmento de lojas como exemplo). De maneira nenhuma todos os produtos devem ser mostrados a todos (pelo menos é válido para a maior parte das marcas). A coleção deve ser boa e grande o suficiente para cobrir uma boa relação de mix de produtos X canais de venda. Esta abertura deve ser ensaiada a ponto de se transformar em um show, uma performance sua para esta coleção.

– Do histórico de compra ao que os concorrentes estão vendendo hoje na loja do cliente, você deve ser o que mais tem domínio desta informação. Saiba que os compradores de lojas estão hoje comprometidos com a venda dos produtos, pois recebem também comissão de venda pela performance (pelo menos é válido para as redes de lojas e setores mais organizados). Para realizar isso os compradores estudam muito e controlam índices de performance. Eles ficam apenas com as marcas vencedoras. Você irá fazer coisas novas e ajudar o seu comprador a vender mais e melhor ou ele irá lhe olhar com carinho um dia e lhe dizer que não irá mais comprar de você. “Quem sabe na próxima estação!” ele dirá. E isso é o sinal para o “nunca mais vou lhe comprar algo pois você comprometeu o meu bônus”.

A sua meta deve ser um percentual de participação da loja. Não é vender o máximo ou o que o comprador quiser. Esta conquista deve ser gradual, entregando resultados sempre e crescentes. A cada contato com o comprador você deve lembrá-los destes resultados. A participação da loja você conquista no varejo controlando o giro de produtos (isso eu não ensinarei neste post. Estude por conta para não perder tempo). Mas fica a dica: Além do giro, você deve controlar o volume que você tem do negócio (a participação) e o markup que sua proposta realiza. São 3 indicadores críticos para o varejo que você vendedor deve dominar, ter maestria: giro, participação e markup. Ou seja, eu preciso de um bom volume de produtos que vendam rápido e deixem uma boa margem. É isso, simples assim e nada mais. Tentem não enfeitar demais o pavão.


– Se deu problema, independente da culpa de um ou de outro, você deve se fazer presente e resolver. São nestes momentos que se geram os maiores índices de fidelidade. Deixe eu repetir com outras palavras. Quando der problema, sorria, pois neste momento a fidelidade irá se construir ou se desintegrar.  Obviamente que estou falando de propostas de marcas sérias, onde o problema é a exceção e não a regra. Se conviver com problemas é a regra então o problema é interno e deve ser totalmente sanado pelo gestor da marca. Não importa que você trabalha com este ou aquele produto, que é de moda, que é de alto risco, etc. Quer entrar e ficar no jogo, faça bem. Voltando para o representante, para a maior parte dos que conheço, quando a casa começa a cair cada vez mais o representante fica inacessível. E daí o problema aumenta e a fidelidade desmorona.

– Mesmo para coleções rápidas, como o mercado de moda, que lança uma coleção a cada 30 ou 45 dias, você deve ter uma carteira de vendas possível de cobrir 100% a cada coleção. Antes de vender a outra coleção, você deve voltar nos seus principais clientes (em torno de 30%, os maiores, mais estratégicos, os de maior potencial, etc, e a regra é de acordo com a estratégia adotada pela empresa) e ajudá-los a vender. Ficar de 2 a 3 horas por cliente, de segunda a sábado. Mesmo que o cliente lhe peça reposição, você não irá vender. Você voltará na próxima semana com novidades e venderá muito mais para ele. Mas se vender a reposição ele irá esperar para receber primeiro. Muito mais do que uma grade de reposição que corre o risco de encalhar a qualquer momento, você venderá mais e de produtos novos. No mercado de moda, se vendeu rápido, ótimo. Acabou. Não se repõem. Se inventa outra coisa, mesmo que com traços inspirados em sucessos anteriores, mas é algo novo.

Você deve arrumar a exposição dos produtos e/ou orientar as equipes de loja a fazerem isso. Isso é outro conhecimento que você deverá adquirir. Existem regras, conceitos e práticas que deverão ser seguidos. Você deverá envolver no processo o gerente de loja e se possível o dono da loja. Somente assim o ajuste que fizer irá permanecer mais do que 15 minutos depois de você sair pela porta. Lembre que este trabalho lhe beneficia. Uma exposição adequada do produto defende o seu preço, valoriza os diferenciais do produto, “isola” da concorrência (blinda a marca) e faz com que se venda mais rápido. Isso é bom para você e para o comprador da loja.

Ajude o seu gerente e sua empresa. Grande parte dos gerentes comerciais não sabe fazer uma boa gestão de suas equipes. Isso é sentido e os representantes não acham que o gerente contribui para o processo. Pior ainda quando acham que ele prejudica. Mas se o seu gerente tiver boa intenção e alguma prática para iniciar o jogo, peça que ele lhe ajude, que visite a sua praça, seus principais clientes e valorize o tempo dele quando estiver com você. Apresente-o aos seus clientes e o elogie, o valorize. Dê as informações que o gerente precisa para lhe ajudar. Combine com ele os objetivos que você tem nesta ou naquela loja e peça que lhe ajude a cumprir. Juntando forças será mais fácil cumprir a meta e se destacar. O gerente precisa hoje de uma boa equipe de vendas e muitos empregados e famílias dependem do trabalho de você vendedor. Você e seu trabalho são mais importantes do que voce pode ter imaginado.

– Caso tenha mais de uma representação, saiba que isso ainda é por pouco tempo. Cada vez mais as marcas querem que você tenha apenas uma  marca. Mas enquanto isso não acontece, responsabilize-se por  cumprir as metas de cada marca que carrega. Seja honesto com as empresas. Se pegar mais de uma marca assuma o compromisso ou não pegue a mala.

Saiba onde vender e onde não vender. Isso é uma das tarefas mais complicadas da venda. E garanto que isso irá definir o seu sucesso de longo prazo. Cuide bem da relação produtos X canal e da relação Clientes X habitantes por município. Não pulverize a proposta.

Enfim, são apenas algumas atividades deste novo trabalho de representação comercial. Comece a fazer pelo menos estas, imediatamente e some ao que já o destaca. Você precisa de resultados melhores e somente fazendo coisas diferentes é que irá alcançar. Mãos a obra.
Posts relacionados sobre este tema, caso queira se aprofundar:

(Re)significando Vendas
Multimarcas X Monomarcas X Profissionais de Vendas
Deixem os vendedores vender

Abaixo algumas dicas de posts que escrevi especificamente sobre o tema posicionamento de marcas (assunto que um Agente de Posicionamento de Marcas deve dominar):

Técnicas de posicionamento para marcas de moda no mercado brasileiro – parte 1

O posicionamento de marcas no segmento calçadista brasileiro

Técnicas de posicionamento para marcas de moda no mercado brasileiro – parte 2

Espero que tenha sido uma leitura útil  e agradável.
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Representantes comerciais, um alerta: Vendam; mas da forma correta!

A Invisível Linha entre o Sucesso e o Fracasso

Quantas vezes o gestor de produto foi acusado de falhar porque a coleção ficou distante daquelas dos concorrentes? Ou o marketing foi culpado por uma campanha que passou do ponto em ousadia e se voltou contra a marca? Ninguém erra de forma proposital. Os ambientes de decisão estão sempre permeados por boas intenções (inclusive dizem que o inferno está cheio delas). Mas algo deu errado e o resultado final, aquele que deveria levar a consagração do negócio e das pessoas, acaba por ir na direção contrária. E o clima interno passa a ser o da desconfiança ou da surpresa de como chegou-se naquele ponto. Como sucesso e fracasso, opostos, podem às vezes caminhar tão próximos assim?

Gosto muito de uma frase utilizada por algumas empresas, na qual o fracasso é identificado como uma grande nuvem que circunda o sucesso. Ou seja, com fronteiras próximas e, em alguns momentos, de posição indefinida. Quanto mais sua estratégia de negócio for orientada para a inovação e para liderança de produto, maiores os riscos de você cair no lado errado da fronteira. Por isso, empresas com essa orientação devem saber conviver e premiar o insucesso como parte do processo natural. Tal qual os pioneiros que desbravaram fronteiras jamais visitadas, essas empresas buscam os limites do seu segmento (e às vezes inventam novos). E como os desbravadores, cujo índice de mortalidade era alta (imagine, relevo totalmente desconhecido, animais, doenças e toda a espécie de infortúnios a espreitar), essas empresas experimentam algo inteiramente novo e pouco controlável. O lendário Soichiro Honda dizia que “O sucesso é construído de 99% de fracasso.”

Como discurso parece adequado esse convívio aceitável, no entanto a prática diária é muito mais árdua. Como aceitar resultados insatisfatórios? Como reagir a um movimento de mercado que não atingiu seu objetivo? Invariavelmente a ação fica em linha com os princípios da empresa cristã, descrito na seção de Humor Corporativo do blog. Encontre o culpado e coloque-o na cruz. Quando tal atitude é tomada, o recado é rapidamente entendido por todos os demais. Não ouse. Não arrisque. Caminhe dentro do limite do conhecido. Como resultado fique apenas na média. Mas pode ter certeza que será cobrado pelo máximo. E como me comporto nesse ambiente, aceito metas que sei de antemão que não cumprirei, evito comentários que exponham o que penso, entre outras atitudes defensivas. E o modelo de negócio que dependia da inovação tem como única certeza que não funcionará como deveria.

O indicador de insucessos deve ser tão festejado quanto dos sucessos. Como afirma Roger von Oech “A maioria das pessoas pensa no sucesso e no fracasso como opostos, mas eles são ambos produtos do mesmo processo.” Assim, se o nível de insucessos for alto, é sinal que estamos no caminho certo da inovação e da liderança tecnológica. Tempo para encorajar a equipe na incessante busca do objetivo que por analogia está muito próximo, talvez um passo a frente (ou atrás) de onde estamos. Aos que se sentem desconfortáveis nessa posição de constante risco, lembro que o mercado se divide entre os que fazem poeira e os que a comem. Escolha seu lugar e prepare-se para as consequências.

Felipe Schmitt Fleischer

@fsf11

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A Invisível Linha entre o Sucesso e o Fracasso

Quem é o dono do seu tempo?

Como apreciador da literatura sobre gestão, liderança e negócios já recebi várias dicas de como, ao final das contas, aumentar o resultado do meu trabalho, departamento e empresa.  Muitas foram úteis. Suas dicas fizeram sentido quando aplicadas. Outras foram absolutamente ineficazes, totalmente desconexas com a realidade empresarial. Surreais, ousaria dizer de algumas delas.

Um dos temas que gosto de estudar é a administração do tempo. Considero isto um fator crítico de sucesso para praticamente tudo o que se faça, e não apenas nos negócios. Uma simples ida ao cinema já demanda um exercício de cálculo do tempo que levaremos para trocar a roupa, o deslocamento até a sala, as filas da bilheteria e da pipoca. Em uma atividade profissional, onde a complexidade de situações é maior que uma singela atividade de lazer, o correto gerenciamento do tempo pode fazer a diferença.

Acredito que tolerância e paciência são qualidades nobres e importantes na vida. Na atividade profissional, podem ser uma armadilha, porque você deve estabelecer seus limites. Suponha que você marcou uma reunião com outros colegas de trabalho e nenhum deles apareceu na hora combinada. Quanto tempo você estaria disposto a esperá-los? Cinco minutos? Meia hora? Três horas? Não penso que a maioria das pessoas aceite esperar por três horas, mas talvez cinco minutos de atraso seja algo razoável. Será?

O gerenciamento eficaz do tempo consiste em reduzir suposições. Deixe claro que se as pessoas não aparecerem em até X minutos (sua tolerância e paciência definem este período) a reunião estará cancelada e mostre quais serão as possíveis conseqüências desta postergação. Isso nada tem a ver com ser desagradável. Apenas deixa claro quais são as suas expectativas e dá a noção de compreensão dos limites.

Lembro de quando passei algumas semanas estudando na Inglaterra, alguns anos atrás. Estava morando em uma casa de família e a dona da casa era alemã. Em uma de nossas conversas ela reclamava dos atrasos dos trens na Inglaterra e como os ingleses conseguiam tolerar que um trem chegasse dois minutos atrasado na estação. Disse-me que, se isto ocorresse na Alemanha, ao completar o primeiro minuto de atraso já haveria várias pessoas protestando e cobrando pontualidade da empresa que prestava o serviço ferroviário.

Confesso que nunca prestei atenção se os trens ingleses atrasavam dois minutos porque eu estava admirado em ver uma programação de horários indicando que o trem chegaria, digamos, às 14:02 horas na estação. Talvez em alguma das vezes que utilizei o serviço o trem tenha chegado minutos depois do horário divulgado, mas eu não dei importância. Para mim aquilo já era muito melhor em termos de cumprimento de prazos do que eu estava habituado a receber no local onde moro. O que isto mostrou, na verdade, é que minha tolerância ao atraso é maior que a média do povo alemão. Ou, ao menos, maior que a daquela senhora alemã que me hospedou. Meu limite de tolerância é mais amplo.

Somos ensinados a ser tolerantes; entretanto a intolerância é igualmente importante quando podemos usá-la para proteger nossa vida contra os ladrões do tempo.

Defina seus limites, deixe os outros sabê-los e seja um pouco mais dono de seu tempo.

Altair Soares de Moraes

Pensador Mercadológico

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Quem é o dono do seu tempo?

Fracassos, Satélites e Gestão

A excelente revista britânica The Economist publicou recentemente uma análise na qual Peter Madsen, da Brigham Young University em Utah, e Vinit Desai, da University of Colorado em Denver, tentam investigar como as organizações podem aprender tanto através dos sucessos quanto das falhas de lançamentos de satélites. O tema foi objeto de um paper no Academy Management Journal no qual os autores tomaram uma larga base de dados, considerando os lançamentos ocorridos entre 1957 e 2004.

A descoberta, talvez surpreendente para alguns, foi que os insucessos reduziam o risco de problemas futuros mais do que os sucessos. Em outras palavras, o fracasso era o melhor conselheiro. Toda vez que um lançamento de satélite não ocorria como deveria, obrigava os técnicos a estudar meticulosamente cada procedimento e provocava melhoria e avanços que garantiam melhores resultados na sequência. Traduzindo para as organizações, gestores tem um poderoso canal de aprendizagem nos insucessos, o que não significa que devemos provocá-los, sobretudo pelos custos envolvidos. No entanto, pequenos problemas e falhas diárias existentes em qualquer empresa estão à disposição para subir o próximo degrau do conhecimento e assim aumentar as chances de sucessos futuros.

Felipe Schmitt Fleischer

Pensador Mercadológico

www.pensadormercadologico.com

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Fracassos, Satélites e Gestão

Dica de gestão 82 de 300: Mergulhe de cabeça

– DICA DE GESTÃO 82 DE 300: Mergulhe de cabeça

Laurentino Gomes, famoso escritor, na sua reportagem para a Revista Playboy de Setembro de 2010 (sim, eu leio as reportagens), disse que quando foi escrever o seu primeiro livro, comprou uma garrafa de vinho de 300 euros e foi jantar na casa de Paulo Coelho na Europa para se aconselhar. Disse que era jornalista e que queria escrever livros sobre a história do Brasil, e queria “por um pé no mercado editorial para ver como ele funciona”. A partir deste ponto, a reação de Paulo Coelho foi explosiva. “Tá tudo errado, eu não vou dar conselho nenhum. Não sei nem por que você veio falar comigo. Na nossa idade, não temos mais tempo e possibilidade de colocar o pé em nada. Ou você mergulha nesse livro como se fosse a coisa mais importante que vai fazer pro resto de sua vida ou não publica o livro” (pag 68).
Em uma convenção, para o setor de brinquedos, que vou ser o palestrante no final deste mês, o tema é  “agora vai”. O espírito de se levar a sério o que se propõem a fazer profissionalmente parece cada vez mais tomar espaço no mercado. Mas isso, creio eu, é mais desejo do que realidade. Nunca ouvi tanto os empresários reclamarem da geração Y e de como ela não é comprometida com a empresa e com os objetivos (não vou discutir neste post o mérito do conflito, mas sabemos que ele existe). Neste paradoxo, gosto muito de seguir o perfil do Paulo Coelho, ou seja, mergulhar de cabeça. Fazendo uma auto-análise de tudo o que hoje estou fazendo, existem atividades que estou mergulhado e outras nem tanto. Este texto me fez refletir para chegar a conclusão de que eu devo continuar com as minhas atividades, mas de forma mais intensa ou abandonar para ter mais sucesso em tudo o que decido continuar fazendo. A história da performance empresarial, no mundo, nunca teve a sua fórmula alterada e regras simples, sempre serão verdadeiras. O que mudou foi o nosso conhecimento sobre o que leva uma pessoa ao sucesso e outras não. Vamos ver algumas delas:

1. Persistência obstinada: Malcon Gladwell já espalhou a sua descoberta de que são necessárias 10.000 horas de prática consistente para se tornar o especialista em algo. Isso significa que de hoje até o mesmo mês do ano de 2020, treinaremos e estudaremos 3 horas por dia o nosso objeto de especialização. Além de estimar este tempo, o complemento da descoberta foi que os genes não determinam o sucesso. Durante todo este tempo de prática, iremos errar muito. Isso é positivo, pois quimicamente ocorre um processo chamado de mielinização dos neurônios, que garantem uma maior velocidade, destreza e precisão nas próximas tentativas. Obviamente que é preferível errar tentando algo novo, diferente, e cada vez mais difícil.

2. Autocontrole: Durante toda esta nossa dedicação a prática de nosso objeto de especialização, teremos que ter autocontrole / disciplina para manter este ritmo. E ter autocontrole, é uma competência essencial para se alcançar a especialização. Autocontrole significa a sua competência em adiar gratificações sem que isso se torne um sofrimento. O famoso teste do Marshmallow, de 1960, Stanford University, é o melhor exemplo disso. Vou deixar que o vídeo abaixo explique melhor este experimento, mas adianto que os autores seguiram estas crianças por mais de 40 anos e descobriram que a resistência a comer o doce significou maior sucesso na vida adulta.

3. Motivação: Geralmente as pessoas se motivam quando identificam um sentido no que estão fazendo, conhecem o seu ponto futuro, ou seja, possuem uma visão construída, e isso tudo está alinhado em um projeto de vida. Muito mais fácil será para estas pessoas abrirem mão de muitas outras atividades prazerosas para se dedicar aos seus estudos / treinos do que para pessoas sem esta motivação.

4. Sorte: Existe sim uma parcela de sorte, de acaso, em tudo o que alcançamos sucesso. Existem estudos, que não vou me aprofundar neste post, que mostram que nascer em determinadas épocas, regiões geográficas e possuir determinada idade em uma época certa, possibilitam ter acesso a fatores únicos para o desenvolvimento de determinada especialidade. Mas, dentro de cada geração, existem muitos fatores de sorte envolvidos e temos que surfar as ondas disponíveis.

5. Habilidades sociais: Por fim, este é um fator determinante e muitas vezes fora de qualquer estatística de ser bem-sucedido. Examinando a história de grandes empreendedores, tanto do presente quando do passado mais remoto, notamos que o famoso networking e a capacidade de relacionamento do empreendedor abriam portas que aceleravam o alcance do sucesso. Toda a obra de Dale Carnegie já referenciava isso.

A partir de agora, sabendo das 5 dicas acima, mergulhe de cabeça em tudo o que faz ou decida por não iniciar.

Até a próxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

http://www.focal.com.br

Dica de gestão 82 de 300: Mergulhe de cabeça

Gestão de sua vida para melhores resultados neste ano

Estou lendo o livro de Michael Phelps, No Limite, e muitas das coisas que ele escreve, dá um sinal de comportamentos e atitudes que fazem pessoas comuns, se transformarem em pessoas extraordinárias e alcançarem grandes resultados / performances. Para facilitar, e acelerar o entendimento, coloco em formato de tópicos:

  • Ele teve um treinador durante a sua vida (Bob), que o acompanhou nas mais diversas situações e contextos de sua vida social, além da esportiva. Este técnico pressiona por resultados, melhoria contínua da performance e é considerado um amigo. Para você, quem é o seu coach / mentor, alguém que você conversa, de confiança, que lhe orienta (geralmente alguém mais velho que você, com muita experiência no tema que você deseja ser aconselhado)?
  • A família de Phelps é toda da natação, incentiva a sua vida esportiva e lhe acompanha. Para você, sua família lhe incentiva e acompanha os seus passos profissionais? Pelo menos ela sabe dizer em que você trabalha?
  • Phelps utiliza muito a técnica de visualização, comum no meio esportivo, onde os atletas mentalizam toda a prova antes de ela acontecer, e imaginam a sua vitória acontecendo a cada segundo. Fazem isso tão vividamente e com tanta intensidade que de fato o evento começa a fazer parte de uma verdade na sua cabeça. Para você, costuma visualizar as vitórias acontecendo ou visualiza somente os aspectos negativos da vida?
  • Outra característica interessante de Phelps é que ele mesmo, ao final de cada ano, lança em uma folha, que carrega com ele e a analisa periodicamente, todas as metas que ele deseja alcançar no próximo período. Você escreve e acompanha o que deseja alcançar durante o ano?
  • Phelps treina dura, adora treinar. Cada vez que treina, melhora a sua performance e sua confiança. Para você, qual o seu treino? Como você afia o machado todo o dia? Estuda? Pratica?
  • Adorar vencer, sentir o gosto da vitória. Esta é uma atitude de Phelps. Para você, como é entendida a vitória? Você gosta de ganhar? É competitivo? Briga por isso e não se importa em ser uma pessoa percebida e reconhecida desta forma?

Estes são alguns tópicos que julguei interessante compartilhar e que tenho certeza que poderão ajudar a qualquer profissional. Eu já estou reformatando algumas práticas minhas.

Até o próximo post

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

Gestão de sua vida para melhores resultados neste ano