Seu nome é Trabalho e sobrenome Hora Extra?

Se você se identificou com esse “pseudônimo”, poderíamos fazer parte da mesma “família”. Você, eu e uma boa parte das pessoas desse mundo “moderno” em que vivemos, está cada vez mais conectada ao trabalho.

A internet e invenções como smarthphones, tablets e afins, nos permitem mobilidade e ao mesmo tempo colaboram para estendermos nossa jornada de trabalho. E-mails e compromissos acabam ultrapassando a já “retrô” jornada de 8 horas de trabalho.

Hoje, traduzimos para nossas vidas aquele “velho” conceito que o Unibanco utilizava nas campanhas. Hoje somos nós a “esticar” o tempo de trabalho em 20, 30 horas…parte no escritório, parte na internet quando estamos nos deslocando para casa e até mesmo quando chegamos.

Com um mercado cada vez mais exigente e competitivo, a mão de obra qualificada que hoje está empregada, precisa administrar e bem essa relação com o trabalho. Para alguns o que pode ser sobrecarga, para outros pode ser “curtição”.

A relação entre trabalho e prazer nunca foi tão desejada como hoje. Observando o comportamento das novas gerações, isso se torna muito claro.

Pontos de vista como esse, além de outros muito interessantes, são explorados no novo trabalho da agência de pesquisas Box 1824.

Invista alguns minutos e assista. Se curtir, deixe seu comentário.

http://vimeo.com/44130258

Obrigado pela audiência. Tenha uma ótima semana!

Juliano Colares
Pensador Mercadológico
@juliano_colares

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Seu nome é Trabalho e sobrenome Hora Extra?

Por que os restaurantes de buffet por quilo ainda oferecem pratos de tamanho normal?

Dica de Gestão 120 de 300: Por que os restaurantes de buffet por quilo ainda oferecem pratos de tamanho normal?
Se eu fosse dono de restaurante de buffet a quilo, eu ofereceria um prato com pelo menos o dobro do tamanho de um normal.  Vou a muitos buffets durante a semana e em quase todos, raras exceções, os pratos são normais. Vendem a quilo mas limitam o espaço para a gula. A chance de eu me servir de novo é mais baixa do que eu pegar mais comida de uma vez por todas. Tem a preguiça da fila, a satisfação depois do primeiro prato e outras influências que possam surgir. Alguns restaurantes estabelecem o preço livre, ou seja, a partir de um determinado valor, é livre. Mas isso é uma opção para alguns modelos de restaurantes e não uma regra geral. O que vale é que quanto mais a pessoa comer, mais o restaurante vai faturar. Vou explicar minha tese citando uma experiência realizada no ano de 2000, em um subúrbio de Chicago, num sábado, em uma sala de cinema. Neste dia, todos participaram de uma experiência científica, sem saber que estavam em um laboratório de consumo.
Todos os participantes receberam gratuitamente um copo de refrigerante e um balde de pipoca, uns de tamanho médio e outros de tamanho grande, tudo sem custo. Tinha um detalhe:  a pipoca era ruim demais. Pior do que pipoca de futebol em grande decisão. Esta pipoca do teste foi feita com 5 dias de antecedência. De tão ruim, a pipoca rangia quando se mastigava e tinha pouco sal. Ao final  da sessão de cinema os pesquisadores pegavam os baldes de pipoca de cada participante e pesavam. Viam exatamente quanto cada um comeu. E saibam que, os baldes, mesmos os médios, de tão grande que eram, tornavam a missão de comer tudo algo próximo do impossível. O balde grande então parecia uma piscina infantil.
A questão chave do estudo era: aqueles que receberam os baldes maiores comeriam mais?
Por que os restaurantes de buffet por quilo ainda oferecem pratos de tamanho normal?