Espumando no sofá

Este conceito aprendi com um dos meus coachees. Ele significa aquele momento que tu chega em casa e parece que a sua estrada de vida bateu em uma parede. Você desaba no sofá, liga a TV, fica tomando algo, zapeando sem destino, vendo o tempo passar. Literalmente, depois de um tempo, tu estarás espumando pela boca, sentado no sofá. Será mesmo que precisa ser assim? Muitas pessoas (digo muitas e se não for o seu caso parabéns) entregam todo o sentido da vida ao trabalho e nada mais. Ao chegar em casa, percebem que não estão mais no papel de líder / chefe e não sabem o que fazer sem o smartphone, a mesa de reuniões, a lista de mails entrando e a correria por vencer a pauta do dia. Algo do tipo: vamos pautar a felicidade e o sentido da vida?

O que fazer para vencer isso? O que fazer para colocar mais significado em uma vida? O processo é simples, mas com alguns passos. Mas um destes passos certamente é como você percebe o seu futuro. Como se imagina? O que deseja realizar? O que deixou de fazer e se pudesse retomaria? O que tu gostaria de fazer se o dinheiro não fosse mais importante na vida? Quais são aquelas coisas que tu gostaria de realizar ainda nesta vida? Qual o legado que você quer deixar para seus filhos e para a sociedade? Como as pessoas lembram de você? Como gostaria que elas lembrassem? E por ai vai, uma saraivada de questionamentos necessários para tirar o entulho e chegar no fundo, onde você, novamente, se encontrará com a sua energia vital. Mãos a obra. Limpe a baba que escorre da boca e comece agora. Defina pelo menos uma coisa que você quer realizar em 30 dias fora do ambiente do trabalho. E persiga.

Agora é a sua vez de espalhar a notícia do Blog do Pensador Mercadológico. Passe para os seus amigos o link deste texto ou do Blog do Pensador Mercadológico. Assine o blog simplesmente colocando o seu mail na página inicial, no box a direita. Faça parte desta ideia. Nós pensadores estamos pedindo isso para vocês. É por vocês que escrevemos.

Obrigado pela audiência!

Até a próxima dica

****************************************

Gustavo Campos

http://www.focal.com.br

Publisher do Pensador Mercadológico

http://www.pensadormercadologico.com.br

 

Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

Quer receber os textos por e-mail? Na página principal, nos informe seu e-mail e receba as ideias e provocações dos pensadores mercadológicos.

****************************************

Links recomendados do Pensador Mercadológico:

http://www.facebook.com/pensadormercadologico

http://www.twitter.com/blogdopensador

 

Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/photo/1327384

Espumando no sofá

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Dica de gestão 133 de 300: Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.

Recentemente chegou até a consultoria um caso interessante. Não vou detalhar a série de problemas e suas relações, mas o principal sintoma da “doença” instalada era que já haviam mais de 20 meses de queda consecutiva de vendas. A empresa estava na UTI, paralisada, tendo seus recursos consumidos a cada dia que passava. Eles queriam mudar, mas faltavam-lhes a fé que isso era possível. Certamente a situação causava muita dor na equipe de gestão e direção, e o medo de entrar em um processo de mudança de grande magnitude fazia com que esta dor ficasse insuportável. Muitas vezes, acontecem processos semelhantes com as pessoas. Elas levam a sua vida de forma tão mal pensada e até mesmo mal estruturada, que chegam a ancorar a sua felicidade, plenitude e realizações a eventos externos ou a outras pessoas. “Se ‘isso’ acontecesse eu seria feliz / me realizaria”, costumam dizer. Delegam parte ou toda a sua vida para condições que não possuem controle. Esta falta de sentido de realização, quando se eleva, faz com que a pessoa entre em uma crise, que pode ocasionar algo mais grave, como uma doença mental (transtornos de ansiedade, transtornos de humor (depressão), transtornos de comportamentos, entre outros tantos). Saibam que hoje estas doenças mentais são a principal causa de incapacitação de crianças, bem a frente de deficiências como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down.

Tanto as empresas como as pessoas, adoecem por perderem o rumo de suas vidas. Se soubessem o resultado final desta jornada que os levou ao “muro” não teriam tomado tais decisões no passado. Muitas vezes, tentaram mudar suas vidas e rumos mas não alcançaram os resultados esperados. E isso fez com que novas iniciativas de mudança fossem sendo boicotadas pelos colegas de setor ou pela própria pessoa, que começou a perder a fé em si mesma e na mudança possível. Isso tudo forma uma crença que com a repetição das evidências (falta de resultado, por exemplo), começa a se tornar um paradigma, um sistema de “verdades” e de maneiras de entender as situações. E estes paradigmas, que são os óculos que enxergamos o mundo, começam a gerar frases como as abaixo, sendo ditas pelas pessoas, para explicar determinados comportamentos e falhas:

  • Isso já foi tentado antes
  • Esse seu gás não vai durar muito tempo. Você vai aprender como as coisas aqui funcionam”
  • Aqui as coisas só funcionam de um jeito. O jeito que sempre foi feito”
  • Para que inventar?

Estas crenças manifestadas em sábias frases de ‘observadores do status quo’, muitas vezes até se transformam em ditados populares, podem não estar erradas, mas para um propósito de mudança definitivo, é melhor que se conheça a fundo estes paradigmas que podem congelar qualquer passo em direção a uma nova maneira de se fazer e enxergar as coisas.

Já comentei no post “Sua vida está suspirando para você agora. O que ela está dizendo?”  sobre os elefantes e os condutores. Então, saibam que para aumentar as nossas chances de sucesso em qualquer movimento de mudança, nós temos que realizar 3 procedimentos simultâneos, sendo eles: Continue reading “Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.”

Elefantes, condutores e as mudanças que temos que fazer na vida.