Acredito que se lhe perguntassem hoje qual o “ser” mais poderoso do mundo, talvez lhe surgissem à mente algumas opções que no mínimo iriam desde um governante de nação superdesenvolvida até um milionário gênio da informática, inventor de alguma traquitana tecnológica.
Diria que se você refletisse um pouquinho e olhasse ao seu redor, perceberia que esse tal “ser” poderia estar aí mesmo no escritório onde trabalha, sentado à mesa ao seu lado, lendo e-mails assim como você nesse momento.
Poderia atender pelo título de secretária, assistente ou gerente, ter em torno de vinte e poucos anos e 1,60 m de altura. Ser bem apresentada, simpática, educada, ter voz doce, porém firme, estar cursando faculdade ou até formada, e gostar de usar sapatos , roupas e acessórios da moda.
Talvez você me chamasse de maluco e lhe diria com toda a lucidez que não. Estereótipos à parte, poderíamos estar falando de uma situação de um garoto de vinte e poucos anos.
O fato é que empresas investem milhões em pesquisas, desenvolvimento de produtos e publicidade com um objetivo comum: entender e atingir o jovem. O verdadeiro dono do mundo.
As razões para isso podem ser várias. Talvez porque sejam a maioria. Talvez sejam a aspiração dos irmãos menores que sonham com seu momento de “liberdade”, de conquistar a maioridade e usufruir das vantagens proporcionadas por ela. Talvez ainda porque sejam aspirações de irmãos mais velhos, de pais e mães que querem se manter atualizados, adquirindo hábitos, gostos e comportamentos similares.
A certeza que temos é que esse público funciona como um verdadeiro catalizador. Se trata do mais genuíno e complexo mecanismo de busca que conhecemos, movido por questionamentos, dúvidas, experimentações …enfim, onde a vida pulsa no volume máximo. Ser jovem, necessariamente não tem que estar associado a uma faixa etária, mas sim a um estado de espírito, a um estilo de vida.
Assista o vídeo e reflita.
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Juliano Colares
Pensador Mercadológico
@juliano_colares
