Você não pode ter sempre o que quer!

A famosa letra da música dos The Rolling Stones diz “Você não pode ter sempre o que quer, mas se você tentar às vezes, você vai encontrar o que precisa”. Essa afirmação é pontual ao nos lembrar que não importa a quantidade de dinheiro  que tenhamos no banco, ou qual seja o nosso sobrenome, não podemos ter tudo que queremos.

Como assim, não podemos? Se for algo passível de compra, se tivermos dinheiro, ou até mesmo sem, podemos adquirir, certo? No entanto, se o que queremos não for um objeto, algo que podemos ir até uma loja adquirir, podemos sempre ter o que queremos?

Querer não é poder, já dizia o ditado popular. Se eu quero que a minha empresa alcance sucesso, se internacionalize não basta só querer, é preciso trabalhar, dedicar horas da nossa vida e quem sabe, como resultado conseguiremos o que queremos.  Se eu quiser ser CEO de uma empresa, posso colocar metas na minha vida profissional, estudar, me aperfeiçoar, mas só querer, não será o bastante.

Na vida pessoal o mesmo se repete. Podemos querer muitas coisas, porém nem sempre conseguimos aquilo que queremos, até porque nem sempre depende só de nós.

Ou seja, é preciso ir atrás daquilo que se quer, seja algo pequeno, ou um objetivo de vida. É preciso muitas vezes fazer aquilo que não se quer, algo que não seja tão ‘gostoso’, é preciso em muitos momentos sacrifício.

Ao longo da nossa vida, se olharmos para trás, muito daquilo que não queríamos fazer nos levou a conquistar aquilo que queríamos. E aí, a letra da música acerta mais uma vez. Se pararmos para pensar, e se nos permitirmos, às vezes, encontramos exatamente aquilo que precisávamos.

Não é uma lição fácil, ter que abrir mão de alguns sonhos, ou de alguns desejos. Só quem já fez isso sabe que a lição muitas vezes é amarga. No entanto, após o momento de dificuldade é possível refletir e muitas vezes chegar a conclusão de que a decisão de desistir, mudar os planos, fazer o mais difícil ou até mesmo o indesejado, foi a decisão certa.

Infelizmente, é muito complicado ter essa compreensão no momento que tomamos a decisão. Na verdade, decidimos agora e, as consequências serão no futuro e, é bastante complicado ter essa visão de futuro. Entender que o que fazemos agora pode ou não ser importante e até mesmo essencial para algo no futuro não é algo que nos ensinam na escola, na faculdade ou até mesmo em casa. A vida aos poucos nos ensina a ver os acontecimentos de outra forma.

 Steve Jobs em um discurso de formatura para alunos da Universidade de Stanford nos Estados Unidos disse que é impossível ligar os pontos olhando para frente. Só conseguimos fazer essas ligações quando olhamos para o passado, e então percebemos a importância de algumas escolhas, decisões ou até mesmo obrigações e desilusões.

Portanto, pare e pense no que está fazendo hoje por você e por sua empresa. Talvez agora algumas decisões e escolhas não façam tanto sentido, ou talvez a obrigatoriedade de ter que fazer algo que não se quer auxiliará você a conseguir aquilo que você quer, só que mais para frente. Como eu disse; a lição nem sempre é tão gostosa, pode ser até mesmo amarga, mas os resultados podem te fortalecer como pessoa e como profissional. Mas isso, só o tempo dirá.

Aline Jaeger

@aline_jaeger

Pensadora Mercadológica

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Você não pode ter sempre o que quer!

Que propaganda você faz da sua profissão?

Aqui no blog, eu escrevo muito sobre assuntos que discuto em sala de aula com os meus alunos, mas, acima de tudo, eu escrevo sobre assuntos que me instigam, que me inquietam e que, de alguma forma, mexem comigo. Tem sido assim desde o começo e, por isso, é sempre muito pessoal cada artigo que eu posto. Da mesma forma, a sensação que eu tenho é que eu preciso sentir qual será o novo tópico de discussão, preciso, literalmente, me despertar para a escrita. Não há planejamento no sentido mais exato da palavra.

Hoje, decidi escrever sobre imagem, sobre como somos vistos pelos outros, pela sociedade, pela comunidade em geral. Na verdade, não quero falar sobre nossa imagem pessoal, mas a nossa imagem profissional.

Muitos blogs estrangeiros discutem personal branding, ou seja, como devemos construir a nossa marca pessoal (nossa imagem profissional) dentro e fora da empresa. Por meio de artigos, diferentes autores relatam como devemos nos portar como profissionais responsáveis, confiáveis e interessados. Eles dão dicas de conversas, de livros para ler e, até mesmo, do vestuário a ser usado.

Tudo isso é, sim, muito útil. Mas o que fazer quando a profissão que você escolheu é vista pela sociedade de uma forma não tão positiva, ou a forma como a sociedade vê a profissão não é a forma como você vê?

Sim, tenho pensado e discutido muito sobre isso ultimamente sobre a minha profissão. Que propaganda fazemos sobre a nossa profissão, que propaganda fazemos sobre o ser professor?

Se eu fosse pedir para alunos do ensino fundamental e médio definir em poucas palavras o que é ser professor, eu teria dificuldade em conseguir encontrar palavras agradáveis. Faça você esse exercício! Por acaso palavras como esforçado/a, sem graça, velho/a, dedicado/a, mal vestido/a, mal amado/a, chato/a e, mal humorado/a estavam na sua lista? Pois é, essas são palavras que seguidamente são usadas para descrever professores. Essas formas negativas de descrever os professores também estão presentes em comunidades de redes sociais. Considerando o grande alcance das redes sociais podemos refletir sobre os efeitos sobre esse modo de ver a profissão.

Então pergunto: qual aluno em sã consciência vai querer ser professor quando tem essas palavras ou essa imagem como inspiração? Quem vai querer se tornar professor quando a profissão é anunciada dessa forma?

Pois é, a realidade nua e crua é muito dura e é muito triste, porém é assim que muitas pessoas veem os professores. O pior é que muitos professores não fazem nada para mudar esse estereótipo. Pior ainda, é a mídia reproduzindo esse estereótipo repetidamente.

Será que a imagem que se tem dos professores não é um dos motivos pela baixa procura pelos cursos de licenciatura?

Obviamente não nego a baixa remuneração na educação, falta de condições básicas de trabalho, ou de exposição à violência. Sim, é muito mais do que a imagem do ser professor que estamos lidando, mas será que a imagem não influencia também?

Uma aluna minha disse que muitos advogados ganham bem menos que professores, porém nunca deixam isso transparecer. Quem poderia imaginar não é mesmo? É obvio que isso é verdade, e pode ser verdade com muitas outras profissões, porém quantos deixam isso transparecer e assumem uma posição de vítima, de coitado? Quantos mantêm a ‘pompa’, sustentam a sua imagem?

Cada profissão tem um status diferente na sociedade, tem um valor. Diga que você é professor e verá no rosto das pessoas a reação de pena, de tristeza ou de desapontamento. Alguns dirão que o que você faz é nobre e que nunca conseguiriam fazer. Outros admiram, mas não entendem a escolha. Diga que você é médico, advogado, dentista ou dono de empresa e a reação será diferente.

Se você escolheu a profissão, você já aprendeu a lidar com essas reações. Agora, se você ainda não se decidiu, e você é estudante, e está pensando em ser professor, a realidade é outra. Precisamos mudar a imagem que os outros têm da nossa profissão para que outros tenham coragem de nos admirar e assim nos seguir. Porém, para começar, é preciso mudar a imagem que temos de nós mesmos, e só assim conseguiremos respeito por aquilo que fazemos. Respeito se conquista e não se ganha por pena.

Aline Jaeger

@aline_jaeger

Pensadora Mercadológica

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Que propaganda você faz da sua profissão?

A Invisível Linha entre o Sucesso e o Fracasso

Quantas vezes o gestor de produto foi acusado de falhar porque a coleção ficou distante daquelas dos concorrentes? Ou o marketing foi culpado por uma campanha que passou do ponto em ousadia e se voltou contra a marca? Ninguém erra de forma proposital. Os ambientes de decisão estão sempre permeados por boas intenções (inclusive dizem que o inferno está cheio delas). Mas algo deu errado e o resultado final, aquele que deveria levar a consagração do negócio e das pessoas, acaba por ir na direção contrária. E o clima interno passa a ser o da desconfiança ou da surpresa de como chegou-se naquele ponto. Como sucesso e fracasso, opostos, podem às vezes caminhar tão próximos assim?

Gosto muito de uma frase utilizada por algumas empresas, na qual o fracasso é identificado como uma grande nuvem que circunda o sucesso. Ou seja, com fronteiras próximas e, em alguns momentos, de posição indefinida. Quanto mais sua estratégia de negócio for orientada para a inovação e para liderança de produto, maiores os riscos de você cair no lado errado da fronteira. Por isso, empresas com essa orientação devem saber conviver e premiar o insucesso como parte do processo natural. Tal qual os pioneiros que desbravaram fronteiras jamais visitadas, essas empresas buscam os limites do seu segmento (e às vezes inventam novos). E como os desbravadores, cujo índice de mortalidade era alta (imagine, relevo totalmente desconhecido, animais, doenças e toda a espécie de infortúnios a espreitar), essas empresas experimentam algo inteiramente novo e pouco controlável. O lendário Soichiro Honda dizia que “O sucesso é construído de 99% de fracasso.”

Como discurso parece adequado esse convívio aceitável, no entanto a prática diária é muito mais árdua. Como aceitar resultados insatisfatórios? Como reagir a um movimento de mercado que não atingiu seu objetivo? Invariavelmente a ação fica em linha com os princípios da empresa cristã, descrito na seção de Humor Corporativo do blog. Encontre o culpado e coloque-o na cruz. Quando tal atitude é tomada, o recado é rapidamente entendido por todos os demais. Não ouse. Não arrisque. Caminhe dentro do limite do conhecido. Como resultado fique apenas na média. Mas pode ter certeza que será cobrado pelo máximo. E como me comporto nesse ambiente, aceito metas que sei de antemão que não cumprirei, evito comentários que exponham o que penso, entre outras atitudes defensivas. E o modelo de negócio que dependia da inovação tem como única certeza que não funcionará como deveria.

O indicador de insucessos deve ser tão festejado quanto dos sucessos. Como afirma Roger von Oech “A maioria das pessoas pensa no sucesso e no fracasso como opostos, mas eles são ambos produtos do mesmo processo.” Assim, se o nível de insucessos for alto, é sinal que estamos no caminho certo da inovação e da liderança tecnológica. Tempo para encorajar a equipe na incessante busca do objetivo que por analogia está muito próximo, talvez um passo a frente (ou atrás) de onde estamos. Aos que se sentem desconfortáveis nessa posição de constante risco, lembro que o mercado se divide entre os que fazem poeira e os que a comem. Escolha seu lugar e prepare-se para as consequências.

Felipe Schmitt Fleischer

@fsf11

Pensador Mercadológico

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A Invisível Linha entre o Sucesso e o Fracasso

Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

Dica de Gestão 110 de 300: Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

“O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”, pergunta Alice.

“Isso depende muito de aonde você quer ir”, responde o Gato.

“Não me importa muito para onde…”, diz Alice.

E o Gato sentencia: “Então não importa o caminho que você escolher”.

Alice ainda comenta: “Contanto que dê em algum lugar, parece bom”.

“Você pode ter certeza de que vai chegar a algum lugar se caminhar bastante”, garante o Gato.

E por ai se desdobra a fantástica história de Alice no País das Maravilhas. Hoje, neste post, falaremos de caminho, de direção, mas de uma forma planejada, intencionada. Isso significa falar de metas, alvos e objetivos. Meta é o caminho que a flecha faz. Meta é o que você faz para atingir o alvo. Então, quais as suas metas para este ano? Difícil responder? Vamos curtir inicialmente uma poesia de Mario Quintana e depois vamos relacionar isso com alguns aprendizados que tenho a compartilhar com todos, sobre metas.

 

Mario Quintana, em toda a sua poesia fabulosa, nos ensina a apreciar a vida. Mas também podemos fazer algumas analogias para os negócios. Nesta semana de aniversário de Porto Alegre, nada melhor do que também homenagear a cidade citando as poesias de um dos seus mais respeitados e nobres gaúchos. Veja abaixo a poesia “Quem sabe um dia” de Mario Quintana.

Quem Sabe um Dia – Mário Quintana

Quem Sabe um Dia
Quem sabe um dia
Quem sabe um seremos
Quem sabe um viveremos
Quem sabe um morreremos!

Quem é que
Quem é macho
Quem é fêmea
Quem é humano, apenas!

Sabe amar
Sabe de mim e de si
Sabe de nós
Sabe ser um!

Um dia
Um mês
Um ano
Um(a) vida!

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois

Para uma melhor compreensão do que é uma meta, vamos colocar / relembrar algumas dicas:

– Toda a meta precisa de um alvo, mas nem todo o alvo precisa de uma meta.

– Meta é direção, é trajetória, é velocidade.

Para um melhor aprendizado, imagine-se por um momento próximo a data de início de suas férias. Imagine você decidindo o que irá fazer com 15 dias de férias que terás. Naturalmente, a primeira coisa a ser feita é discutir o que vamos fazer? Para onde vamos? Difícil seria chegar no primeiro dia de férias, carregar o carro com tudo o que é necessário para 15 dias fora de casa, dar a partida no carro e sair pelas estradas a toa, sem rumo. Então o primeiro ponto é:

– Precisamos definir um alvo, ou seja, um ponto futuro para onde iremos. Um lugar onde desejamos estar.

Definido o local e com tempo hábil, podemos iniciar o planejamento das férias. Dependendo do local terá que se cumprir desde uma burocracia (como vistos para alguns países) como precauções (vacinas por exemplo). Dependendo do local levaremos roupas adequadas para um clima ou outro, para algumas atividades (praia ou serra?) ou outras.  Então, neste ponto, temos mais alguns aprendizados.

– Com planejamento, aproveitamos mais o caminho e chegamos mais rápido aos alvos programados.

– Veja o tempo que você tem para chegar no alvo e planeje todas as suas ações e metas para que seja possível alcançar o resultado desejado.

Para realizar um bom planejamento, tanto de suas férias quanto de sua vida particular ou profissional, faça o seguinte exercício:

1. Em uma folha de papel, liste 5 alvos para este ano. Apenas 5, para 12 meses. Até que tenhamos o gosto das realizações constantes, não exceda este número.

Exemplo:

– Emagrecer 5 quilos

– Fazer uma viagem ao exterior

– Ingressar em uma pós-graduação

– …

2. Para cada um destes alvos, determine 5 tópicos de temas que você vai ter que tratar / observar / fazer.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

– Nutricionista

– Eventos sociais

– …

3. Para cada um destes tópicos, liste 5 ações DIÁRIAS que você irá fazer para alcançar os alvos.

Exemplo:

1. Emagrecer 5 quilos

– Academia

a. Todo o dia fazer algum exercício físico, com exceção de quarta e domingo (descanso). Na academia ou em casa.

b. Pagar 6 meses de academia adiantado, ganhando um desconto, mas também aumentando o compromisso

c. Cada dia que tiver programado em ir na academia ou fazer exercícios e por preguiça eu não fazer, vou doar R$ 50,00 para a entidade ABC

d. …

e. …

Leve sempre esta folha com você e busque realizar todas as ações diárias que se propôs. Realizando este exercício simples, tenho certeza que se não for alcançado o alvo no tempo previsto, certamente estaremos muito mais próximo do resultado almejado. Como ter tanta certeza?

Esta dinâmica toda forma processos novos, mudanças nos hábitos que temos. Esta nova rotina, num primeiro momento lembrada e imposta por nós mesmo, com o tempo se tornam novos hábitos. Se você quer tanto aumentar a carteira de clientes , perder peso, ou outro objetivo proposto, basta realizar todo este processo pensado da forma acima explicada. O resultado será alcançado.

Por fim, aconselho a realizar este exercício acima para cada um dos papéis relevantes de sua vida. São exemplos de papéis: marido/esposa; profissional; pessoal; etc

Lembre-se: se não há uma meta, um alvo, um objetivo a ser alcançado, como ter ânimo para se viver intensamente cada dia?

“Se quiser ter sucesso na vida, seu desejo de sucesso precisa ser maior que seu medo de fracassar” Bill Cosby

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Quem sabe um dia alcançaremos nossas metas?

Não reclame, de o melhor de si, você consegue!

Dica de gestão 109 de 300: Não reclame, de o melhor de si, você consegue!

Consultando uma extensa bibliografia selecionada para montar uma palestra para este ano apresentar em convenção de vendas, me deparei com uma lista de desculpas que damos para nós mesmos para justificar o nosso baixo desempenho ou fracasso. Parece que todas as pessoas que não alcançam o sucesso possuem álibis infalíveis para justificar a sua falta de performance.
Abaixo, uma lista destas desculpas. Veja se alguma vez já falou alguma delas para você mesmo ou para alguém, para justificar suas falhas ou medos.

SE eu não tivesse esposa e filhos…
SE eu tivesse suficiente iniciativa…
SE eu tivesse dinheiro…
SE eu tivesse bons estudos…
SE eu pudesse conseguir um trabalho…
SE eu tivesse boa saúde…
SE eu tivesse um pouco de tempo…
SE os tempos fossem melhores…
SE os outros me compreendessem…
SE as condições a minha volta fossem diferentes…
SE eu pudesse viver minha novamente…
SE eu não temesse o que eles vão dizer…
SE tivessem me dado uma chance…
SE eu tivesse uma chance agora…
SE nada acontecer para me atrapalhar…
SE eu fosse um pouco mais jovem…
SE eu pudesse fazer o que quero…
SE eu tivesse nascido rico…
SE eu pudesse encontrar as “pessoas certas”…
SE eu tivesse o talento que algumas pessoas tem…
SE eu atrevesse a me posicionar…
SE eu tivesse agarrado oportunidades passadas…
SE as pessoas não me irritassem tanto…
SE eu não tivesse de cuidar da casa e das crianças…
SE eu pudesse economizar um pouco de dinheiro…
SE o chefe gostasse de mim…
SE eu tivesse alguém para me ajudar…
SE minha família me compreendesse…
SE eu morasse numa cidade grande…
SE eu conseguisse apenas começar…
SE eu tivesse a personalidade de certa pessoa…
SE eu não fosse tão gordo(a)…
SE meus talentos fossem conhecidos…
SE eu pudesse apenas dar um tempo…
SE eu conseguisse pagar as minhas dívidas…
SE eu não tivesse falhado…
SE eu apenas soubesse como…
SE todo mundo não se opusesse a mim…
SE eu não tivesse tantas preocupações…
SE as pessoas não fossem tão tolas…
SE eu tivesse certeza sobre mim mesmo…
SE a sorte não estivesse contra mim…
SE não fosse verdade que “o que é para ser será”…
SE eu não tivesse de trabalhar tão duro…
SE eu não tivesse perdido meu dinheiro…
SE eu não tivesse um passado…
SE eu tivesse um negócio meu…
SE os outros me ouvissem…
SE…SE…SE… e por ai vai sem fim.

Quando ouço a mim ou alguém próximo dizendo uma destas desculpas ou próximo a uma delas, só digo uma coisa: “Não reclame, dê o melhor de si, você consegue!”. E você, o que está esperando?

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Não reclame, de o melhor de si, você consegue!

Fragmentos de um sucesso

DICA DE GESTÃO 100 DE 300:  Fragmentos de um sucesso – parte 1 (mas não sei se terá a parte 2)

Não sou um estudioso de música mas como pesquisador sou curioso. Fiz uma rápida pesquisa e chamei este post de fragmentos, de forma que possa ir compartilhando alguns aprendizados sobre este tema (Como obtemos sucesso nas coisas que fazemos?) de acordo com o que eu vou aprendendo. Desta forma, hoje vou falar de duas personalidades da música e como, pelo menos em parte explicada, alcançaram o seu sucesso. As personalidades são: Luan Santana (o jovem sertanejo de 19 anos e hoje o maior vendedor de CDs do país) e Keith Richards (o imortal guitarrista e alma musical dos Rolling Stones).

Primeiro os mais jovens e ainda menos conhecidos. Em Agosto de 2010, na Festa de Barretos, não havia mais espaço para o seu show. As rádios noticiavam isso e desencorajavam os tripulantes dos automóveis que formavam 12 quilometros de congestionamento a voltarem para casa. Mais de 60 mil pessoas se apertavam para ve-lo na arena principal. Dois anos antes desta data, Luan Santana declarou que pagou R$3.000,00 para deixarem ele se apresentar em um palco alternativo, na mesma festa de Barretos. Hoje é uma pessoa jurídica com mais de 60 funcionários, cobra mais de 500.000,00 por show (fez 306 em 2009 e 250 em 2010). Especialistas calculam que ele não deve lucrar menos do que 2,5 milhões por mês. A estrada do sucesso é longa, como todas. Sempre achamos que a pessoa foi pinçada pela mão de Deus para ser o cara de sucesso. Achamos que assim é fácil. Mas a história deste brasileiro é como muitas outras de sucesso. É persistência, disciplina, períodos de depressão, onde se pensa em desistir e períodos de euforia, onde o pouco que ganhamos em um dia fora do comum logo imaginamos que agora chegou a nossa vez. Mas algo aqui é importante salientar. Se você quer ter sucesso, pelo menos um talento e muita prática no segmento você deve ter. Os primeiros contatos com pessoas que “ajudaram” Luan Santana iniciou aos 14 anos. Ele já tocava e cantava desde muito antes, mas encontrou bons empresários, bons profissionais que ajudaram a compor muitas de suas músicas, como o Sorocaba da dupla Fernando & Sorocaba. Ele escreveu para Luan Santana os sucessos “Tô de cara”, “A Louca” e “Meteoro”, este último o maior sucesso até hoje de Luan Santana. Em troca, 20% do seu lucro iria para o Sorocaba e ele abriria os shows da dupla. Um preço justo para complementar o seu talento de palco. O que adianta saber cantar e não ter músicas para isso? Mas assim foi um pouco do sucesso deste jovem. Uma busca de uma vida inteira, até encontrar alguém (seu empresário e o Sorocaba) que abriram algumas portas e lhe deram a estrutura e os recursos que necessitava.

Neste ponto eu pergunto:

– Quem é e onde estão os “Sorocabas” na vida de vocês?

– Que portas devem ser abertas?

– Que recursos devem ser adicionados?

– Em que você deve melhorar / complementar seu talento?

– Qual é o seu talento?

– Que sucesso você quer ter?

Os Stones como os Beatles, surgiram em uma época especial, onde a liberdade muitas vezes era algo a ser conquistado e festejado. Faz trinta anos que os Stones não compõem uma canção importante, mas nem por isso sua máquina empresarial deixa de fazer fortunas. De 1989 para cá calcula-se que levantaram 2 bilhões de dólares em receita bruta oriunda de patrocínios (Microsoft, Anheuser-Busch e E*Trade. As empresas dos Stones tem sede na Holanda (por motivos fiscais). Ensaiam no Canadá e não nos EUA (também por motivos fiscais). Hoje contam com o suporte de contadores, advogados de imigração, especialistas em segurança e consultores de negócios diversos, além do enorme staff vinculado ao produto principal (shows e músicas). Mas a sorte andou ao lado de Keith Richards, amigo de Mick Jagger e duas das personalidades mais conhecidas do mundo. Em 1973 os editores do New Musical Express puseram Keith no topo da lista das estrelas do rock com maior probabilidade de morrer. Permaneceu nesta lista por muitos anos até o dia em que os editores resolveram tirar ele de lá pois estavam perdendo credibilidade na lista. O cara não morria nunca!

Mas apesar das drogas diversas que usou, da infância em berço de classe operária na cidade de Londres do pós-guerra, ele alcançou o sucesso. Foi criado ouvindo blues, jazz e os sons emergentes da musica pop americana. Cantava no coro da escola. Perdeu o interesse nos estudos quando viu pela primeira vez uma jukebox. Ficava os dias lá ouvindo músicas. Encontrou Mick Jagger e criaram uma banda chamada no começo “Little Boy Blue and the Blue Boys”. Começaram a ensaiar e desejavam ser “a melhor banda de blues de Londres e mostrar àquela gente o que era tocar de verdade”. Da mesma forma que Luan Santana e Beatles, os Stones passaram por um período de muito treino (shows a preço de custo), ensaios quase todas as noites e esforço até que pessoas começaram a se unir nesta caminhada e abrir algumas portas em direção ao sucesso.

Enfim, neste momento, minha conclusão é que NÃO EXISTEM ATALHOS. Muita dedicação, muito treino, muito foco, muito estudo se fazem necessário. E também, e o mais importante, é estar “ligado” para se conectar com pessoas que podem lhe abrir algumas portas e facilitar a caminhada. Mas lembre-se: você deverá caminhar. Ninguém vai lhe carregar.  E esteja pronto para dividir os ganhos nesta caminhada.

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Fragmentos de um sucesso

A educação e o mercado de trabalho

Okay, eu imagino que você deva estar se perguntando por que uma professora está fazendo parte do time de escritores desse blog que tem como propósito discutir assuntos sobre negócios. Eu então digo que você não é o único e o fato da minha presença causar certa estranheza é algo que precisamos mudar.

Se todos nós passamos pela escola e tivemos contatos com professores, sejam eles do jardim, do ensino médio ou depois na universidade é porque tivemos muito o que aprender com eles.

No entanto, vivemos em um mundo diferente onde aprender não significa mais sentar em uma sala de aula e ouvir alguém falar lá na frente. Não se espera mais que uma pessoa seja o responsável por transmitir conhecimento, e muito menos esperamos que as respostas estarão somente em livros e enciclopédias.

Se estamos aqui, nesse blog falando sobre a atualidade, sobre o mundo dos negócios, precisamos refletir sobre as pessoas que estão lá na sala de aula, agora nesse momento, formando esses novos homens e mulheres de negócios e que estão ainda, muitas vezes, reproduzindo práticas ultrapassadas e não mais eficazes para a nossa realidade.

Mas não se assustem, há sempre aqueles dispostos a quebrar paradigmas, a tentar o novo e a aprender e não somente ensinar. Muitos estão dispostos a modificar não somente a disposição das mesas na sala de aula, mas também a mídia usada para ensinar, buscando auxílio da tecnologia e outros recursos hoje oferecidos.

Há escolas dispostas a pensar currículos diferentes, universidades pensando cursos inovadores, e acima de tudo, professores que fogem em muito daquele perfil retratado pela mídia. Nem todos nós nos encaixamos no perfil de professores estereotipados e que ainda são retratados em propagandas como a última da Sadia, usando saias na altura do joelho, coletes de lã, óculos e lenços no pescoço. Se os jovens mudaram, os professores também.

E se você tem filhos, mais do que escolher uma escola pela sua infra-estrutura como piscina ou aulas especiais dê uma olhada no corpo docente, nos profissionais dentro e fora da sala de aula e procure saber qual é a cultura de ensino fomentada naquele ambiente educacional. Piscina nós temos nos prédios e clubes, aulas especiais podemos encontrar fora da escola também. Agora, o tempo que seu filho fica na escola em contato com profissionais da educação será o que fará a diferença na formação deles para esse novo mercado de trabalho em que futuramente estarão inseridos.

Ao buscar uma universidade, investigue quais são os cursos oferecidos e o quanto esta investe em inovação, tecnologia e capacitação de seus profissionais. Pense também no quanto o curso será importante para a sua carreira e o que os profissionais podem te oferecer.  Uma boa educação, desde a base, pode fazer toda a diferença na carreira de um profissional.

E você, já parou para pensar na sua formação ou qual caminho seguir?

Aline Jaeger

@aline_jaeger

Pensadora Mercadológica

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A educação e o mercado de trabalho

Fracassos, Satélites e Gestão

A excelente revista britânica The Economist publicou recentemente uma análise na qual Peter Madsen, da Brigham Young University em Utah, e Vinit Desai, da University of Colorado em Denver, tentam investigar como as organizações podem aprender tanto através dos sucessos quanto das falhas de lançamentos de satélites. O tema foi objeto de um paper no Academy Management Journal no qual os autores tomaram uma larga base de dados, considerando os lançamentos ocorridos entre 1957 e 2004.

A descoberta, talvez surpreendente para alguns, foi que os insucessos reduziam o risco de problemas futuros mais do que os sucessos. Em outras palavras, o fracasso era o melhor conselheiro. Toda vez que um lançamento de satélite não ocorria como deveria, obrigava os técnicos a estudar meticulosamente cada procedimento e provocava melhoria e avanços que garantiam melhores resultados na sequência. Traduzindo para as organizações, gestores tem um poderoso canal de aprendizagem nos insucessos, o que não significa que devemos provocá-los, sobretudo pelos custos envolvidos. No entanto, pequenos problemas e falhas diárias existentes em qualquer empresa estão à disposição para subir o próximo degrau do conhecimento e assim aumentar as chances de sucessos futuros.

Felipe Schmitt Fleischer

Pensador Mercadológico

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Fracassos, Satélites e Gestão

Repetir o Erro é Errar Novamente

Diversas empresas falham em planejamentos estratégicos. E isso não é motivo para desistir de empreender esforços em tentar realizá-lo. Todo final de ano é um momento novo para começar a debater as ideias e formular as prioridades em termos de estratégia. No entanto, se todas as condições anteriores forem mantidas exatamente iguais tais quais estavam quando aconteceram os fracasssos, o que faria com que agora o resultado fosse diferente? Certamente não é o último dígito do ano que vai fazer a diferença para agora dar certo.

Assim, cabe refletir: se fazemos tudo igual corremos um enorme risco de novamente chegar no mesmo lugar. Antes de planejar é preciso investigar e identificar os motivos pelos quais a execução não aconteceu. E tomar as medidas corretivas. Bom Planejamento!

Felipe Schmitt Fleischer

Pensador Mercadológico

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Repetir o Erro é Errar Novamente

Dica de gestão 82 de 300: Mergulhe de cabeça

– DICA DE GESTÃO 82 DE 300: Mergulhe de cabeça

Laurentino Gomes, famoso escritor, na sua reportagem para a Revista Playboy de Setembro de 2010 (sim, eu leio as reportagens), disse que quando foi escrever o seu primeiro livro, comprou uma garrafa de vinho de 300 euros e foi jantar na casa de Paulo Coelho na Europa para se aconselhar. Disse que era jornalista e que queria escrever livros sobre a história do Brasil, e queria “por um pé no mercado editorial para ver como ele funciona”. A partir deste ponto, a reação de Paulo Coelho foi explosiva. “Tá tudo errado, eu não vou dar conselho nenhum. Não sei nem por que você veio falar comigo. Na nossa idade, não temos mais tempo e possibilidade de colocar o pé em nada. Ou você mergulha nesse livro como se fosse a coisa mais importante que vai fazer pro resto de sua vida ou não publica o livro” (pag 68).
Em uma convenção, para o setor de brinquedos, que vou ser o palestrante no final deste mês, o tema é  “agora vai”. O espírito de se levar a sério o que se propõem a fazer profissionalmente parece cada vez mais tomar espaço no mercado. Mas isso, creio eu, é mais desejo do que realidade. Nunca ouvi tanto os empresários reclamarem da geração Y e de como ela não é comprometida com a empresa e com os objetivos (não vou discutir neste post o mérito do conflito, mas sabemos que ele existe). Neste paradoxo, gosto muito de seguir o perfil do Paulo Coelho, ou seja, mergulhar de cabeça. Fazendo uma auto-análise de tudo o que hoje estou fazendo, existem atividades que estou mergulhado e outras nem tanto. Este texto me fez refletir para chegar a conclusão de que eu devo continuar com as minhas atividades, mas de forma mais intensa ou abandonar para ter mais sucesso em tudo o que decido continuar fazendo. A história da performance empresarial, no mundo, nunca teve a sua fórmula alterada e regras simples, sempre serão verdadeiras. O que mudou foi o nosso conhecimento sobre o que leva uma pessoa ao sucesso e outras não. Vamos ver algumas delas:

1. Persistência obstinada: Malcon Gladwell já espalhou a sua descoberta de que são necessárias 10.000 horas de prática consistente para se tornar o especialista em algo. Isso significa que de hoje até o mesmo mês do ano de 2020, treinaremos e estudaremos 3 horas por dia o nosso objeto de especialização. Além de estimar este tempo, o complemento da descoberta foi que os genes não determinam o sucesso. Durante todo este tempo de prática, iremos errar muito. Isso é positivo, pois quimicamente ocorre um processo chamado de mielinização dos neurônios, que garantem uma maior velocidade, destreza e precisão nas próximas tentativas. Obviamente que é preferível errar tentando algo novo, diferente, e cada vez mais difícil.

2. Autocontrole: Durante toda esta nossa dedicação a prática de nosso objeto de especialização, teremos que ter autocontrole / disciplina para manter este ritmo. E ter autocontrole, é uma competência essencial para se alcançar a especialização. Autocontrole significa a sua competência em adiar gratificações sem que isso se torne um sofrimento. O famoso teste do Marshmallow, de 1960, Stanford University, é o melhor exemplo disso. Vou deixar que o vídeo abaixo explique melhor este experimento, mas adianto que os autores seguiram estas crianças por mais de 40 anos e descobriram que a resistência a comer o doce significou maior sucesso na vida adulta.

3. Motivação: Geralmente as pessoas se motivam quando identificam um sentido no que estão fazendo, conhecem o seu ponto futuro, ou seja, possuem uma visão construída, e isso tudo está alinhado em um projeto de vida. Muito mais fácil será para estas pessoas abrirem mão de muitas outras atividades prazerosas para se dedicar aos seus estudos / treinos do que para pessoas sem esta motivação.

4. Sorte: Existe sim uma parcela de sorte, de acaso, em tudo o que alcançamos sucesso. Existem estudos, que não vou me aprofundar neste post, que mostram que nascer em determinadas épocas, regiões geográficas e possuir determinada idade em uma época certa, possibilitam ter acesso a fatores únicos para o desenvolvimento de determinada especialidade. Mas, dentro de cada geração, existem muitos fatores de sorte envolvidos e temos que surfar as ondas disponíveis.

5. Habilidades sociais: Por fim, este é um fator determinante e muitas vezes fora de qualquer estatística de ser bem-sucedido. Examinando a história de grandes empreendedores, tanto do presente quando do passado mais remoto, notamos que o famoso networking e a capacidade de relacionamento do empreendedor abriam portas que aceleravam o alcance do sucesso. Toda a obra de Dale Carnegie já referenciava isso.

A partir de agora, sabendo das 5 dicas acima, mergulhe de cabeça em tudo o que faz ou decida por não iniciar.

Até a próxima dica

Gustavo Campos

Pensador Mercadológico

http://www.focal.com.br

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