Ser normal é a meta dos fracassados

Ser normal é a meta dos fracassados“. Vi esta frase hoje no Facebook e resolvi escrever sobre ela. Eu acredito nisso, pois a normalidade sempre é algo comparável. Para que eu seja normal, a princípio, eu tenho que fazer as mesmas coisas do que muitas outras pessoas (ou empresas, se estiver pensando pelo lado corporativo). Eu não consigo ser normal (pois precisa de um comparativo), sendo único. Acho que de um grupo todo, se uma pessoa ou empresa apresenta um comportamento distinto, diferenciado, único, ela não é tida como normal. É como o nosso conceito de normal na sociedade. Uma pessoa com distúrbios psíquicos, que atrapalhe a sua convivência NORMAL com os demais participantes da sociedade, é retirado para uma clínica ou hospital especializado. Ele não é normal, comparado com todos os demais. Mas, não querendo cruzar a linha da loucura, eu admiro as pessoas únicas, diferenciadas e tento ser uma delas. Navego pela normalidade muitas vezes ao dia, mas me permito (e me forço para criar o hábito) de andar nas terras da mais distante inovação, da “loucura” do pensamento não-convencional, das novas e originais ideias, de acreditar que as coisas ficarão melhores mesmo quando tudo diz o contrário, de ter fé quando todo o resto já ruiu e de acreditar, acima de tudo, em sonhos. Em ter esperança que a cada dia que nasce eu tenho a chance de ser melhor, de fazer a diferença, de contribuir de forma significativa no que eu faço, não importa se é para uma pessoa ou para milhares. É dar o máximo de si, até o ponto que você chegou na margem de sua capacidade, e no final, ainda se auto-avaliar e achar que poderia fazer melhor. É a busca da inalcançavel perfeição, mas sem se frustrar ou ficar paranóico, mas apenas pelo prazer de saber que amanhã eu poderei fazer diferente, melhor e não como hoje, normal (muitas vezes).

Acredito em testes para fazer com que suas fibras de persistência fiquem fortes. Cada teste destes pode ter uma característica pessoal ou profissional sendo avaliada. Geralmente é algo que eu vá fazer em 30 dias, todo dia. A cada dia uma avaliação, em um caderno de registros de melhoria da performance (uma caderneta Moleskine, eu uso). Fazer de você mesmo, seu corpo e seu intelecto, um laboratório de consumo, seja de produtos, ideias, serviços, locais, sensações e o que mais for possível. Experimente fazer isso. Eleja um único objetivo para ser feito (finalizado) em 30 dias, todo dia. A cada dia se avalie em um caderno-diário (costumo chamar de “diário de melhoria da performance”). E no final leia todas as observações e afine o seu instrumento (corpo e mente). Foi fácil? O que foi o mais difícil? O que você aprendeu? Onde falhou? O que fazer para não mais falhar? O que faria diferente, mais intenso?

Tenho certeza de que 2013 tem tudo para ser um ano bom. Mas se você decidir ser NORMAL vai começar a encontrar problemas onde os outros, que já estão na sua frente, já acharam e rotularam: “Aqui tem um problema“. Permita-se fazer algumas coisas novas para resultados novos. E por mais difícil que seja o ano (ou a perspectiva de ano), acredite que você pode fazer a diferença. E faça. Li também no Facebook, no dia de hoje: “Loucos abrem caminhos que mais tarde serão percorridos pelos sábios“. Este é o espírito. Seja um louco e faça de 2013 um ano diferente para você. Se ao final nada der certo, pelo menos você tentou. E não foi um ser normal, como a maioria dos que fracassam já na arrancada.

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=76191

Ser normal é a meta dos fracassados