Em busca de sentido

Dica de gestão 108 de 300: Em busca de sentido

Olhando as cenas do tsunami no Japão, a enxurrada de São Lourenço (onde estive no mesmo período, só que um ano antes), lendo o livro “Em busca de sentido” de Viktor Frankl (onde narra, em um formato de diário macabro, os horrores que passou nos campos de concentração alemão e sua luta pela sobrevivência física e psíquica) e vivendo o retorno da população a Porto Alegre, depois da semana de carnaval, me pergunto: qual o sentido da vida e de tudo?

Hoje em dia você pode estar em uma praia no litoral sul do Rio Grande do Sul e ser surpreendido por uma enxurrada! Ou em viagem turística ou a negócios no Japão e ser pego por um tremor de 8.9 graus! Ou pedalando com um grupo de amigos em uma ação pacífica de ciclistas e ser atropelado covardemente pelas costas por um maníaco psicopata! Ou você pode ter iniciado o ano, da mesma forma como fez com todos os demais anos sem saber muito bem onde irá chegar no final de 365 novos dias. Ao não fazer a sua mínima parte, seja cuidando mais da água que usa, do combustível que utiliza, da luz que ilumina a sua casa, do lixo que você descarta, do desperdício de alimentação, do nosso jeito egoísta de consumir e levar a vida, será que não estamos causando todo este transtorno? Será que não é o famoso efeito borboleta, onde o ditado diz que um bater de asas de uma borboleta na Tailândia pode causar a enxurrada em São Lourenço. O quanto somos culpados por tudo o que acontece? Qual o sentido de tudo isso? Consumir o máximo, se proteger ao máximo para não perder o que juntou e viver preocupado com tudo e com todos? Este é o sentido?

Em 4 minutos dá para pensar e fazer muita coisa. Em quatro minutos, dá para ouvir uma música. Dá para andar 1 quilômetro em um congestionamento. Dá para ligar para um familiar ou amigo e fazer uma surpresa. Dá para desenvolver uma idéia do que irá se escrever no blog. Em 4 minutos dá para brincar com o seu filho ou seu cachorro. Dá para arrumar uma pequena coisa em casa, como uma gaveta de meias, um punhado de folhas, ou trocar uma lâmpada. Dá para aguar as plantas e observar a lenta evolução que elas sofrem dia após dia. Dá para ficar com o seu conjuge olhando a TV, em silêncio, mas abraçados no sofá. Dá para se atualizar em algumas noticias no Twitter ou ver o que alguns amigos estão fazendo no Facebook. Dá para decidir que você irá mudar a sua vida ou o rumo dos seus negócios. Dá para decidir perder 10 kg em 6 meses. Dá para decidir mudar de emprego ou abrir o seu negócio. Dá para separar 4 livros que você vai ler em 4 semanas. Dá para se inscrever na academia, na aula de canto ou de dança. Dá para definir o cardápio de um encontro social com amigos na sua casa na próxima semana. Dá para agradecer a Deus por tudo o que lhe aconteceu na vida, pois isso o fez o ser humano que é e lhe deu as condições de aprendizado para progredir. Dá para decidir fazer a sua parte para com o mundo. Dá para decidir ser uma pessoa melhor a partir do quinto minuto. Dá para decidir parar de beber ou fumar. Dá para decidir sorrir mais. Enfim, em 4 minutos, dá para fazer muita coisa que lhe daria mais sentido para a sua vida.

E você? O que faria em 4 minutos. Seus ultimos 4 minutos? Seus próximos 4 minutos? A vida passa rapidinho!

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Até a próxima dica

Gustavo Campos

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Pensador Mercadológico

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