Pergunta de final de semana: Você tem disciplina?

É algo que se aprende, se desenvolve ou é um dom? É algo bom ou não? Para líderes? Para operários? E o entendimento da palavra disciplina no choque de gerações? De acordo com o Wikipedia, “disciplina tem a mesma etimologia da palavra “discípulo”, que significa “aquele que segue”. Aqueles que seguem uma disciplina podem assim ser chamados de discípulos. Ambas palavras têm origem no termo latino para pupilo que, por sua vez, significa instruir, educar treinar, dando ideia de modelagem total de caráter. Assim, a palavra disciplina, além de significar, em sentido acadêmico, matéria, aula, cadeira ou cátedra, também é utilizada para indicar, em educação, a disposição dos alunos de seguir os ensinamentos e as regras de comportamento”.

Acredito que sem disciplina o profissional perde para ele mesmo. Não avança, não cumpre com seus objetivos pessoais e muito menos com os organizacionais. É algo valioso e necessário mesmo nos cargos da sociedade do conhecimento e da criatividade.

O vídeo abaixo, que recebi ontem pelo Facebook por indicação de uma de nossas contribuidoras, Aline Jaeger, mostra o conceito de disciplina no estilo Japonês. Apesar do vídeo ter mais de 8 minutos, você irá se surpreender muitas vezes com o que eles fazem, nesta “competição de caminhada”. Isso mesmo, caminhada.

Então, a pergunta do final de semana é: você é um discípulo? Tem alta disciplina para vencer nos dias de hoje? Ou acha que para você isso não serve?

Pense nisso! Da próxima vez que você estiver tendo dificuldades pessoais ou profissionais pergunte para si mesmo onde está a sua disciplina em fazer o que precisa ser feito. Resgate-a e avance a passos largos.

 

Bom final de semana e sigam com disciplina. Ou não! 🙂

 

Gustavo Campos

Publisher do Pensador Mercadológico

 

Fontes:

YouTube: http://youtu.be/p8lrd35F0rE

Wikipedia (Consulta em 02/03/2013): http://pt.wikipedia.org/wiki/Disciplina

Pergunta de final de semana: Você tem disciplina?

Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?

Dica de gestão 135 de 300: Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?

O texto é polêmico para quem nasceu a partir de 1980 e, principalmente, para aqueles que compartilham de ideais tão mal entendidos quanto o típico médio cidadão da geração Y. Se você se enquadrar num destes casos, não perca tempo, não leia mais. Você não vai gostar, vai bloquear qualquer informação e continuará sua vidinha do jeito que vais levando.

O título deste post eu ouvi de um empresário que emprega talvez uns 150 profissionais da geração Y, quase todos eles ainda em cargos iniciais na organização. Variações desta “frase-título”, umas bem piores que nem podem serem ditas neste post, são comentadas por muitos outros empregadores. Muitos empresários decidiram pelo mais fácil, que é não contratar mais jovens geração Y ou contratar apenas para o trabalho que é possível adestramento. Nos demais cargos, vamos trazer de volta os mais velhos. Isso se comprova por estatísticas de empregabilidade, onde nos últimos anos muitos “pseudo-aposentados” pela geração Y estão retornando sob uma salva de palmas aos seus postos. Mas tirando a polêmica acusatória sobre a geração Y, este texto trata sobre valores e sobre doação. E isso ainda falta muito para esta geração. Obviamente que temos pessoas distintas em qualquer geração, como é o caso do meu amigo Fabio Buss (@fabiobuss), típico geração Y mas com fortes e bem estruturados valores pessoais. Eu que o conheço, sei que tem um caráter digno, valores familiares, espirituais e de trabalho elevados. E isso é demonstrado no seu currículo e realizações (então, se você é da Geração Y, fique calmo, tem exceções e tem esperança). E também tenho amigos empresários de 60, 70 anos ou mais, muito conectados no mundo e mais mente aberta do que qualquer geração Y que exista hoje vagando pelo planeta sem direção. Mas em ambos os casos, o que se verifica é um profissional com atitudes e competências atualizadas para o momento, mas com forte base de valores. Diferentes da maioria da Geração Y. Como um pensador mercadológico, que observa mercado, interage e decide hoje em dia, tenho que escrever este alerta para esta geração. São coisas não ditas abertamente, mas que influenciam os bastidores. São coisas não declaradas mas que existem. São coisas que podem “travar” um pouco a Geração Y se algo não for feito a tempo. Durante muito tempo na nossa história o humor foi usado para dizer o que era perigoso ser dito abertamente. Hoje, isso retornou. Se pegarmos o vídeo abaixo, notaremos como o humor está sendo usado para esculachar os valores defendidos pela geração Y. E isso forma opinião, pois em pouco mais de 3 meses, já foi visto por mais de 250 mil pessoas.

Mas enfim, o que forma uma geração? (clique no leia mais)

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Geração Y: o mundo seria melhor sem eles?

Por que somos felizes?

Dica de gestão 134 de 300: Por que somos felizes? (especial semana temática “Ampliando o TED”)

Dan Gilbert, ao longo deste vídeo de 20 minutos, apresenta muitas informações em busca da resposta da pergunta “por que somos felizes”? Entre tantas informações ele mostra uma evolução histórica onde os seres humanos triplicaram o tamanho do cérebro em relação a nossos ancestrais. Hoje em dia, o ser humano é a única espécie capaz de usar a imaginação e se aperfeiçoar. Por exemplo, os pilotos de avião podem ativar estruturas deste cérebro triplicado utilizando simuladores de avião, para treinar em terra e não cometer erros em voo. Até o momento, tudo ótimo. Temos uma incrível máquina entre as orelhas e muitas vezes não somos felizes em usá-la. Dan Gilbert faz um teste com a platéia. Você teria uma vida mais feliz se recebesse 300 milhões de dólares na loteria ou se ficasse permanentemente em uma cadeira de rodas, paraplégico? Após um ano destes eventos, em situações reais, podemos dizer que a felicidade é a mesma nas duas pessoas (isso foi comprovado). Parece incrível, mas não é. A explicação para isso está no “sistema imunológico psicológico“, ou seja, sistemas cerebrais, muitos deles inconscientes, que trabalham processando informações de forma que você possa se sentir melhor sobre o mundo em que está (mesmo que ele esteja ruim). Além disso, Dan argumenta que temos esta condição mas também nos apresenta o conceito de “viés do impacto“, ou seja, nossa capacidade de superestimar eventos. Significa que se você perder ou ganhar uma promoção, uma nova namorada(o) ou um novo emprego, tudo terá menos intensidade, menos impacto e menos duração do que esperamos que tenha. Parece que um conceito nos empurra para a felicidade e outro nos empurra para a tristeza.  Sir Thomas Brown já dizia: “Eu sou o homem vivo mais feliz que existe. Eu tenho algo em mim que pode converter pobreza em riqueza, adversidade em prosperidade. Eu sou mais invulnerável que Aquiles. O azar não tem como me atingir”.  Sir Thomas conseguiu alcançar patamares de sintetização de confiança e felicidades elevados em sua vida. Será que é possível repetir estes feitos?

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Neste ponto surge uma grande dúvida? Será que a felicidade é algo que depende de um evento externo, um acontecimento, ou podemos ser felizes por que desejamos que assim seja? Continue reading “Por que somos felizes?”

Por que somos felizes?